História Belíssimo Amor - Capítulo 74


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 74 - Planos de vingança.


Fanfic / Fanfiction Belíssimo Amor - Capítulo 74 - Planos de vingança.

 

é um alivio quando o jantar termina e a sobremesa é servida. ao menos nao terao facas na mesa, julia pensa, se sentindo mais tranquila. foi tenso ver os irmãos se encarando belicamente.
ela tenta elaborar uma maneira de reuni-los quando volta para a belissima na segunda mas nao sobra tempo.
- desculpe vir sem avisar, dona julia, mas achei que a senhora gostaria de saber o quanto antes. já descobri toda a trama por trás do seu...infortunio. aqui está o relatório completo.
julia pega a pasta imediatamente das mãos do detetive e começa a ler, é tanta informação que ela mal consegue acompanhar. 
- meu deus! mas pq essa mulher...? - ela le o restante com uma mão cobrindo a boca.
- eu realmente lamento, dona julia. mas a verdade é essa que está escrita. pesquisei tudo minuciosamente e com provas cabais.
julia ainda está em choque quando volta para casa com o relatório debaixo do braço. ela encontra carmen veronica q acaba de visitar a amiga como sempre faz e nao se contem.
- pq a senhora fez isso, dona carmen? pq? a senhora e a bia mataram minha filha!
a idosa sorri calmamente. 
- pensei q nunca iria descobrir. para quem estava tao desesperada, até q demorou bastante.
- vou chamar a policia! a senhora será presa!
a mulher ri.
- tenho 85 anos, sou praticamente inimputavel neste país. e a bia entao, coitada, ja está aprisionada aquele corpo inerte. julia, minha querida, lhe fizemos um favor. achou mesmo q daria certo ter um bebe com aquele garoto, q é praticamente um bebe tambem?
julia leva uma mao a cabeça, nao acreditando no q ouve.
- era minha filha! vcs mataram uma inocente!
- fizemos o q tinha q ser feito. se quiser chamar a policia, tem meu endereço.
a mulher sai deixando julia só e desesperada. ela vai ate o seu quarto e abraça lorenzo, senti-lo respirando a acalma.
tadeu chega uma hora depois e a encontra na cama, olhando para a pasta, quase imovel.
- o q foi, thea? o q tem nessa pasta?
ela a entrega sem dizer nada. julia relutou em deixar q ele soubesse mas decide q ele deve ter sua opiniao.
- leia. - julia diz.
tadeu começa a ler e ela percebe suas expressoes mudando.
- nao acredito q a tais teve coragem!
- eu sinto muito...ela foi so uma coadjuvante...
ele se levanta, furioso.
- aquela...aquela...pensei q era minha amiga. ficou do meu lado quando contei do aborto, me consolou, tudo falsidade! essa tal mary montilla a pagou pra fingir q...
- pra te seduzir e te afastar de mim e somado a isso é provavel q a bia misturou o abortivo com as vitaminas, pra ter certeza q nao sobraria nenhum elo entre nós. so nao contavam q a matilde guardaria os frascos.
tadeu anda de um lado pro outro do quarto.
- o q vc vai fazer?
julia respira fundo.
- nao tem muito o q fazer. minha avó, a cabeça ardilosa q tramou tudo está daquele jeito, a mary montilla q na verdade é a carmen veronica, melhor amiga dela, nao se importa nem um pouco nas consequencias e a tais, coitada...
- coitada? ela é uma desgraçada! mentirosa, falsa! eu vou...
ela se levanta e o traz pra cama.
- acha q nao pensei em tudo isso? em todos os planos de vingança? mas sabe no q isso daria? nada! nao tem castigo maior para a bia do q ela está vivendo. se eu a conheço bem, ela preferia ter morrido, mas será obrigada a viver do jeito q está. 
- como vc consegue pensar assim depois de tudo q sofreu? como???
julia o beija.
- se eu continuar pensando será o verdadeiro sofrimento. vamos esquecer e seguir em frente.
- eu te amo, minha thea. - ele responde, vertendo lagrimas.

 

 



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