História Belle Femme - Capítulo 12


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Categorias Orphan Black
Personagens Alison Hendrix, Cosima Niehaus, Donnie Hendrix, Dr. Aldous Leekie, Dra. Delphine Cormier, Felix "Fee" Dawkins, Sarah Manning, Siobhan Sadler "Sra. S"
Tags Cosima Niehaus, Delphine Cormier, Orphan Black, Romance
Visualizações 68
Palavras 2.091
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Até que voltei rapidinho hein! Férias sua linda vem ni mim pra terminar essa fic kkk

Capítulo 12 - Capítulo 11


Sarah entra no átrio do hotel e dirige-se direto para a recepção – Ei – ela olha para o nome do funcionário – Raj. Eu sou Sarah Manning, eu deveria pegar um envelope.

- Ah, sim, a Sra. Cormier deixou aqui para você – ele alcança pela mesa e recupera o envelope – Aqui está.

- Obrigado. É francesa... um... a Sra. Cormier está no hotel agora?

- Eu acredito que sim. Quer que eu a chame para você?

- Sim, eu gostaria, obrigado.

Raj pega o telefone e liga para a cobertura.

- Olá?

- Sra. Cormier, aqui é Raj da recepção, Sarah Manning está aqui para vê-la.

- Isso só levou seis dias. Obrigado Raj, eu já vou descer.

- Ela já vai descer – ele informa Sarah.

Sarah olha ao redor do lobby – Este lugar é muito legal. Quanto custa um quarto neste lugar?

- Nosso quarto básico está atualmente reservado em $ 645 por noite.

- Cacete, você limpa a bunda dos seus hóspedes quando eles usam o banheiro aqui por esse dinheiro?

- Não, há um bidê para isso.

- Sarah – Delphine chama com exasperação quando sai do elevador – O que aconteceu para você levar tanto tempo para chegar aqui e pegar o dinheiro?

- Fica calma, Frenchie, eu tenho uma boa descul – Sarah para no meio da sentença quando ela se vira e vê Delphine, que agora está usando um terno preto de linho com uma blusa preta e branco por baixo – Quem é você e o que você fez com Delphine?

- Oh, pare.

- Você é um clone, não é?

- Você me pegou.

- Sério, Frenchie, eu não acho que já te vi em nada além de tops. E seu cabelo, você nunca tira essa porra dessa peruca quando você está trabalhando.

- Este é um tipo diferente de trabalho.

- Não fale. Raj, aqui, estava apenas me dizendo a diária para um quarto aqui. É praticamente o aluguel do mês inteiro.

- Falando em aluguel, estou surpresa que a Sra. S ainda não nos despejou. Ou ela despejou?

- Ela nos deu uns dias.

- Como você conseguiu isso?

- Provavelmente devemos discutir isso em algum lugar um pouco mais privado.

Delphine leva Sarah à beira da piscina, elas pegam chá gelado no bar e sentam-se em uma mesa – Ok, agora me diga o que está acontecendo.

- Você se lembra de Katja, a alemã com o cabelo vermelho brilhante?

- Claro.

- Ela foi encontrada assassinada algumas noites atrás, uma bala no meio da testa, jogada no beco atrás do Bobby´s.

- Oh, meu deus – Delphine cobre a boca em estado de choque.

- Este detetive duro, Arthur Bell, me fez passar por um interrogatório de 5 horas no outro dia. O cara é implacável.

- Você era uma suspeita?

- Eu acho que sim, mas acho que eles estavam questionando todos na área com a qual ela tinha feito contato.

- Você não fez isso, não é?

- Qual é, Frenchie, você me conhece melhor do que isso. Eu não sou uma assassina. Além disso, eles pegaram o culpado na noite passada e você nunca vai acreditar quem fez isso.

- Quem?

- Rachel loka Duncan.

- De jeito nenhum!

- Sim, eu juro. Ela confessou depois de encontrarem fios de cabelo no casaco de pele de katja.

- Por que Rachel a matou?

- Aparentemente elas entraram em uma pequena disputa sobre território.

- Pequena? Parece muito mais do que um pouco se acabou em assassinato,. Sara – Delphine engasga – Você sempre implica com ela, isso poderia ter sido você.

- Relaxe, aquela puta nunca teria conseguido me pegar. Eu estou totalmente bem. E você também está pelo visto. Eu acho que viver a vida de rico se adequa a você.

- Eu não estou vivendo a vida de rica.

- Poderia ter me enganado. Então, o que tem feito nesta semana, tudo bem com... como é o nome dela?

- Seu nome é Cosima e as coisas estão indo bem. Acabamos de passar um tempo juntas, reuniões de negócios e tal.

- E o que Cosima faz para ganhar a vida já que ela está tratando você como a Rainha da Inglaterra.

- Ela é cientista.

- Me desculpe, você disse nerd?

- Sarah – Delphine repreende – Ela é muito inteligente.

- Como base em como você disse inteligente, acho que ela é uma desses nerds que enganam.

- Sim – Delphine acena com a cabeça – Ela é muito gostosa. Quer saber, eu acho que você gostaria dela. Ela tem dreadlocks, um piercing no nariz, tatuagens, óculos gatinho fofos e um senso de moda muito legal – Delphine pega seu celular e passa algumas fotos – Aqui está ela – ela mostra a Sarah a foto de Cosima no evento do Hospital infantil – Ela é realmente ótima com crianças. E ela é tão engraçada, muitas vezes nem mesmo intencionalmente, ela apenas diz o que está na sua cabeça. E ela é muito gentil, apenas uma pessoa genuinamente boa, sempre ajudando os outros.

- Você está realmente caidinha por esta menina, hein – observa Sarah.

- O que? Não estou caidinha, só estou dizendo como ela é.

- Sim e você está sorrindo como uma tola absoluta enquanto você faz. Cara – Sarah está sentando em sua frente – Você a beijou?

- Como é?

- Você me ouviu. Você beijou Cosima nos lábios?

- Eu, erm, bem, você vê, nós estávamos em San Francisco ontem à noite e, merde, sim, eu a beijei.

- Eu sabia que sim!

- Sara – Delphine olha em volta para os outros hóspedes junto à piscina – Mantenha a voz baixa.

- Você quebrou sua própria regra, Frenchie, isso é importante. Enquanto, o que acontece depois?

- O que você quer dizer?

- Vocês duas são um casal ou algo do tipo?

- Não seja boba, não acontece nada além de amanhã, seguimos nossos caminhos separadamente. Ela vai para casa em San Francisco e eu volto para Hollywood.

- Você não vai voltar para Hollywood, me parece.

- O que isto quer dizer?

- Você parece tão elegante nessas roupas caras. Quero dizer, isso se adequa a você, mas você não vai se encaixar no boulevard assim, não que você realmente já tenha. Eu sempre soube, que mais cedo ou mais tarde, você iria seguir em frente para coisas melhores.

- Coisas melhores?

- Sim, algo em que você pode usar esse grande cérebro seu. Você é a única garota de programa que eu conheço que volta de uma noite nas ruas e lê 5 capítulos de um livro chato e aborrecido.

- Meus livros não são aborrecidos.

- Talvez não para você. Meu ponto é, você tem uma garota cientista agora, como quem você pode ser geek e beijar muito, por que você quer voltar para a vida?

- Porque este era apenas um trabalho e amanhã termina e ela vai voltar para casa em San Francisco e eu vou voltar para o nosso apartamento.

- Eu aposto que ela é tão louca por você quanto você é por ela.

- Não sou louca por ela.

- Certo.

- E o que faz você dizer isso de qualquer maneira, você nem a conhece?

- Havia uma foto no seu telefone, logo antes daquela onde ela está saltando com aquela criança, acho que ela poderia estar nua ou alguma coisa, de qualquer maneira, eu vi um rápido vislumbre de seus olhos, e se esse olhar não for o Olhar de adoração total e absoluta, então eu não sei o que é.

- Isso é ridículo, não há como você poderia ter visto isso no segundo, que me levou para passar pelas fotos.

- Tudo bem, ela estava nua em alguma dessas fotos?

- Talvez.

- Delphine, o fato de que você mesma tenha fotos desta garota em seu celular é toda a prova que eu preciso para dizer que você está totalmente caidinha por ela. De quantos Johns você tirou fotos? Aposto que ela também tem fotos suas no celular dela, não é?

- Eu não sei.

- Você é uma mentirosa de merda.

- Sara, isso é apenas um trabalho, um trabalho que acabará muito em breve. Ponto. Fim da história.

- Tudo bem, o que quer que você diga, Frenchie. Ei, me ocorreu que agora você é Frenchi em mais do que no nome.

- Cale a boca. Por favor, certifique-se de dar a S o dinheiro esta noite, não quero voltar e encontrar um aviso de despejo na porta.

- Eu vou, eu prometo. Agora podemos pedir alguma dessas merdas caras – Sarah pergunta pegando o menu – Estou morrendo de fome.

 

Marion sai da sala de conferências – Cosima, Aldous, estamos prontos para revelar os resultados da votação – eles a seguiram de volta – Vocês nos deixaram com alguns argumentos muito interessantes para refletir. Eu acho que todos nós podemos concordar com o potencial monetário com esta droga é bastante extraordinário e não é facilmente descartado. Com isso, Cosima, você deu um argumento muito poderoso para o valor da moral e, neste dia e época, é uma mercadoria muito rara. Como vocês dois estão bem cientes, é preciso 8 votos para garantir uma decisão final, no entanto, essa votação foi unânime. Estou muito feliz para anunciar que a distribuição do medicamento 324b21, que agora exigirá um nome oficial, foi concedida à Hendrix Pharmaceuticals.

- Caraca! – Cosima exclama, saltando do assento – Obrigado a todos vocês!

- Você deve estar brincando comigo? Isso é louco, vocês ficaram loucos. Vocês acabaram de custar a esta empresa meio bilhão de dólares.

- Sinto muito, Aldous, não vemos isso dessa maneira. Esperamos que esta decisão estabeleça um precedente nesta indústria para valorizar às pessoas ao lucro.

- Eu acho que devemos ligar para os Hendrixes e dar-lhes a boa notícia.

- Eu não posso suportar participar de uma ligação com esses buffons – Aldous cuspiu antes de atacar.

Marion os coloca no viva voz – Cosima, você gostaria de fazer a honras?

- Absolutamente!

- Olá?

- Ei, é a Alison?

- Oi, é Cosima. Donnie está com você?

- Donnie, Cosima está na linha, venha aqui... ele está comigo agora.

- Ótimo, bem, estou ligando para dizer que realmente apreciamos o seu interesse em distribuir minha droga, mas, como você sabe, tivemos muitas outras ofertas e foi uma decisão realmente difícil.

- Sim, nós sabíamos que tínhamos poucas chances.

- Sim, bem, no final, o Conselho decidiu que os direitos de distribuição seriam concediso à Hendrix Pharmaceuticals.

- Entendo, isso é muito ruim... espere, Hendrix Pharmaceuticals? Somos nós. Donnie, somos nós.

- Cosima, você está dizendo...

- Estou dizendo, parabéns! Estou muito feliz por estar confiando essa droga e aguardando com expectativa trabalharmos juntos.

- Oh, Judas Priest, acho que vou desmaiar.

- Respire, Ali – Donnie tenta acalmar sua esposa – Cosima, obrigado!

- Sim, Cosima, obrigado, isso é incrível. Eu estou sem palavras e eu nunca fico sem palavras.

- É verdade, ela sempre tem muitas palavras.

- Bem, olhe, vocês tomam o seu tempo para processar esta notícia. Adele vai elaborar o contrato e leva-lo a vocês segunda-feira. Vamos nos falar novamente então.

- Parece bom.

- Sim, obrigado, Cosima. Estamos ansiosos para falar com você novamente.

- Tenham um ótimo final de semana.

- Oh, nós vamos. Você também.

- Obrigado, tchau.

- Tchau – Alison desliga, olha para Donnie, e então eles começam uma bizarra sessão de celebração.

Cosima pega seu celular e chama Martin para vir busca-la.

- Cosima, antes de ir, precisamos que você complete e assine alguns documentos para que Adele possa elaborar o acordo.

- Com prazer!

 

Delphine pega o telefone e liga para o serviço de quarto – Oi, é Delphine Cormier na cobertura, você pode enviar uma garrafa de vinho tinto que Cosima gosta, e alguns morantos cobertos de chocolate e trufas de chocolate? Obrigado.

 

Cosima acaba de assinar o documento – É tudo?

- Por enquanto. Fico feliz que finalmente tenhamos um nome para a droga. Isso soará muito melhor no comunicado de impressa do que a marca de espaço reservado.

- Definitivamente. Marion, muito obrigado – Cosima a abraça.

- Por favor, devemos agradecê-la. A decisão de hoje foi a certa, mas nada disso será possível sem você. Continue, tenha uma ótima noite.

- Obrigado – Cosima sai do escritório. O elevador leva muito tempo, então ela se apressa pela escada e sai, onde Martin está esperando.

- tudo correu bem?

- Muito bem – ela exclama.

- Estou feliz em ouvir isso. Para o hotel, eu presumo?

- Na verdade, precisamos parar, você conhece alguma floricultura por aqui?

 


Notas Finais


Espero que tenham curtido esse capítulo pequenino. Realmente agora posso dizer que estamos entrando na reta final da fic, talvez demore um pouquinho pois o capítulo é grande, ainda não decidi se divido ele ou não, vamos ver como se desenvolve e do que vcs estão achando até agora.


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