História Belo desastre - adaptação ( Delena ) - Capítulo 11


Escrita por:

Postado
Categorias Belo Desastre, Saga Crepúsculo, The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Aaron Whitmore, Andie Star, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Enzo, Giuseppe Salvatore, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Malachai "Kai" Parker, Mason Lockwood, Matt Donovan, Stefan Salvatore
Tags Delena, Klaroline
Visualizações 77
Palavras 967
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente!
Desculpa por n posta esses dias e q eu estou muito ocupada, mais consegui arrumar um tempinho.
Cap novinho para vcs!!
Sem mais delongas vamos para o cap.

Boa leitura!

Capítulo 11 - Rumores - ( Golpe baixo )


Luke deu mais uma tragada. A fumaça fluiu de seu nariz em duas torrentes espessas. Virei o rosto em direção ao sol enquanto ele me entretinha contando sobre seu fim de semana de dança, bebidas e um novo amigo muito persistente.

— Se ele está te perseguindo, por que você deixa que ele pague as bebidas? — perguntei e ri.

— É simples, Elena. Estou sem um tostão furado.

Ri de novo, e Luke me cutucou com o cotovelo quando viu Damon vindo em nossa direção.

— Ei, Damon — Luke falou alegre, piscando para mim.

LukeDamon o cumprimentou com um aceno de cabeça e balançou as chaves. — Estou indo pra casa, Flor. Precisa de carona?

— Eu ia entrar no dormitório... — falei, erguendo o olhar com os óculos de sol e abrindo um sorriso para ele.

— Você não vai ficar comigo hoje à noite? — ele quis saber.

Em seu rosto, a expressão era de surpresa e decepção.

— Não, vou sim. Só tenho que pegar umas coisas que esqueci.

— Tipo o quê?

— Bem, meu aparelho de depilação, por exemplo. O que você tem com isso?

— Já estava na hora de você raspar as pernas. Elas ficam ralando nas minhas, é o maior inferno — ele disse com um sorriso travesso.

Luke me olhou com os olhos arregalados, e fiz uma careta para Damon.

— É assim que os rumores começam! — Olhei para Luke e balancei a cabeça. — Estou dormindo na cama dele... só dormindo.

— Certo — disse Luke, com um sorriso irônico. Dei um tapão no braço dele antes de abrir a porta e subir as escadas. Quando cheguei ao segundo andar, Damon estava ao meu lado.

— Elena, não fique brava. Eu só estava brincando.

— Todo mundo acha que estamos transando. Você está piorando as coisas.

— Quem se importa com o que as pessoas pensam?

— Eu me importo, Damon! Eu me importo!

Abri a porta do quarto, enfiei algumas coisas em uma pequena sacola e saí tempestivamente, com Damon me seguindo. Ele deu uma risadinha enquanto tirava a sacola da minha mão, e olhei furiosa para ele.

— Não é engraçado. Você quer que a faculdade inteira ache que sou uma de suas vadias?

Damon franziu a testa.

— Ninguém acha isso. E, se acharem, é melhor torcerem para que não chegue aos meus ouvidos.

Ele segurou a porta aberta para mim, e, depois de passar, parei abruptamente na frente dele.

— Eita! — disse ele, dando de cara comigo.

Eu me virei.

— Ah, meu Deus! As pessoas devem achar que estamos juntos e que você continua, sem vergonha nenhuma, com seu... estilo de vida. Devo parecer patética . — eu disse, dando-me conta disso enquanto falava. — Acho que eu não devia ficar mais no seu apartamento. Devíamos nos afastar por um tempo.

Peguei a sacola das mãos dele e ele a arrancou de volta das minhas.

— Ninguém acha que estamos juntos, Flor. Você não precisa parar de falar comigo para provar alguma coisa.

Começamos um cabo de guerra com a sacola, e, quando ele se recusou a soltá-la, rosnei alto, me sentindo frustrada.

— Alguma garota, uma amiga, já ficou na sua casa com você antes? Você alguma vez já deu carona de ida e volta da faculdade para alguma garota? Já almoçou com ela todos os dias? Ninguém sabe o que pensar sobre a gente, nem mesmo quando explicamos!

Ele foi andando até o estacionamento, segurando os meus pertences.

— Vou dar um jeito nisso, tá bom? Não quero ninguém pensando coisas ruins sobre você por minha causa — ele afirmou com uma expressão perturbada. Então seus olhos brilharam e ele sorriu. — Deixe eu te compensar por isso. Por que não vamos ao The Dutch hoje à noite?

— Mas lá é um bar de motoqueiros — falei com desdém, observando enquanto ele prendia minha sacola à moto.

— Tudo bem, então vamos a uma casa noturna. Levo você pra jantar e depois podemos ir ao The Red Door. Eu pago.

— Como sair pra jantar e depois ir a uma casa noturna vai resolver o problema? Quando as pessoas nos virem juntos, vai ser pior.

Ele subiu na moto.

— Pensa bem. Eu, bêbado, numa sala cheia de mulheres com um mínimo de roupa?Não vai demorar muito para as pessoas se darem conta de que não somos um casal.

— E o que eu devo fazer? Pegar um carinha no bar e levá-lo pra casa, para deixar as coisas bem claras?

— Eu não disse isso. Não precisa se empolgar — disse ele, franzindo a testa.

Revirei os olhos e subi no banco da moto, envolvendo a cintura dele com os braços.

— Uma garota qualquer do bar vai com a gente até em casa? É assim que você vai me compensar?

— Você não está com ciúme, está, Beija-Flor?

— Ciúme de quem? Da imbecil com DST que você vai irritar e mandar embora de manhã?

Damon deu risada e arrancou na Harley, voando até o apartamento, no dobro do limite de velocidade. Fechei os olhos para bloquear a visão das árvores e dos carros que deixávamos para trás.

Depois de descer da moto, dei um tapa no ombro dele.

— Esqueceu que eu estava com você? Está tentando me matar?

— Fica difícil esquecer que você está atrás de mim quando suas coxas me apertam tanto que quase me matam. — Com a próxima fala dele, veio um sorriso malicioso. — Pra falar a verdade, eu não consigo pensar em uma forma melhor de morrer.

— Tem algo muito errado com você.

Mal tínhamos entrado no apartamento quando Caroline saiu do quarto de Klaus arrastando os pés.

— Estávamos pensando em sair hoje à noite. Vocês topam?

Olhei para Damon e abri um sorriso.

— Vamos dar uma passada naquele lugar de sushi e depois vamos ao Red.

O sorriso de Caroline foi de um lado ao outro.

Klaus! — ela gritou, seguindo em disparada para o banheiro. — Vamos sair hoje à noite!


Notas Finais


Gostaram?!
Deixe seus comentários

Bem, eles vão para um bar tentar aminezar os rumores sobre eles, mais será q isso vai dar certo?
Ate o próximo cap.

Beijinhos dos brothers Salvatore 💙


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...