História Belo Desastre - Jerrie - Capítulo 16


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Categorias Little Mix
Personagens Jade Thirlwall, Jesy Nelson, Leigh-Anne Pinnock, Perrie Edwards, Personagens Originais
Tags Adaptação, Belo Desastre, Edwards, Fanfic, Fifth Harmony, Jade, Jauregui, Jerrie, Jesy, Lauren, Leigh-anne, Lesy, Little Mix, Livro, Nelson, Perrie, Pinnock, Thirlwall, Thirlwards
Visualizações 67
Palavras 2.697
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 16 - -


Fanfic / Fanfiction Belo Desastre - Jerrie - Capítulo 16 - -

Capítulo Oito: Boatos. - Continuação.

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Ela tirou minhas pernas do colo dela e sumiu dentro do quarto de Jesy. Ergui uma sobrancelha quando a ouvi murmurando, e então ela surgiu com uma caixa, que colocou no chão, aos meus pés, agachando-se atrás dela.

— Anda logo, quero ver sua cara de surpresa — ela sorriu.

— Anda logo? — perguntei, levantando a tampa da caixa.

Meu queixo caiu quando um grande par de olhos negros se ergueu para mim.

—Um cachorrinho? — falei num gritinho agudo, enfiando a mão dentro da caixa. Ergui o filhotinho peludo e loiro até perto do rosto e ele lambeu minha boca.

Perrie tinha um sorriso iluminado no rosto, triunfante.

— Gostou?

—Se gostei? Amei! Você me deu um cachorrinho!

— Precisei dirigir durante três horas para pegá-lo na quinta-feira depois da aula.

— Então, quando você disse que ia com a Jesy levar o carro dela a oficina...

— Fomos pegar o seu presente — ela assentiu.

— Ele rebola — dei risada.

— Toda garota do Kansas precisa de um Hatchi — disse Travis, ajudando-me a pôr a bolinha minúscula e peluda no colo.

— Ele realmente tem cara de Hatchi e esse vai ser o nome dele — falei, franzindo o nariz para o cachorrinho, que não parava de se contorcer.

— Você pode deixá-lo aqui. Eu cuido dele quando você voltar para o Morgan. — Sua boca formou um meio sorriso. — Assim posso ter certeza que você vai vir aqui quando seu mês acabar.

Pressionei os lábios.

—Eu viria de qualquer forma, Pezz.

— Eu faria qualquer coisa por esse sorriso no seu rosto.

— Acho que você precisa de um cochilo, Hatchi. Sim, precisa sim — arrulhei para o cãozinho.

Perrie assentiu, me puxou para o colo dela e se levantou.

— Então vem.

Ela me carregou até o quarto, puxou as cobertas e me colocou no colchão. Esticando-se por cima de mim, fechou as cortinas e caiu no próprio travesseiro.

— Obrigada por ficar comigo na noite passada — falei, acariciando os pelos macios do Hatchi. — Você não precisava dormir no chão do banheiro.

— A noite passada foi uma das melhores da minha vida.

Eu me virei para ver a expressão dela. Quando vi que estava falando sério, lancei lhe um olhar dúbio.

— Dormir entre a privada e a banheira no chão frio com uma imbecil vomitando foi uma de suas melhores noites? Isso é triste, Pezz.

— Não, te fazer companhia quando você estava mal e ter você dormindo no meu colo foi uma das minhas melhores noites. Não foi confortável, não dormi merda nenhuma, mas passei seu aniversário de dezenove anos com você. E você é bem meiga quando está bêbada.

— Tenho certeza que eu estava muito maravilhosa vomitando.

Ela me puxou para perto, dando uns tapinhas de leve no Hatchi, que estava aninhado no meu pescoço.

— Você é a única mulher que conheço que continua linda mesmo com a cabeça dentro da privada. Acho que isso diz algo sobre você.

— Obrigada, Perrie. Não vou fazer você bancar minha babá de novo.

Ela se apoiou no travesseiro.

— Não tem problema. Ninguém segura seus cabelos para trás como eu.

Dei uma risadinha e fechei os olhos, me deixando afundar na escuridão.

— Levanta, Jade! — gritou Leigh, me chacoalhando.

Hatchi lambeu meu rosto.

— Já estou acordada! Já estou me levantando!

— Temos aula daqui a meia hora!

Pulei da cama.

— Eu dormi ... catorze horas? Que porra é essa?

— Entra logo no chuveiro! Se você não estiver pronta em dez minutos, vou te largar aqui!

— Não dá tempo de tomar banho! — falei, trocando a roupa com que eu tinha dormido.

Perrie apoiou a cabeça em uma das mãos e deu risada.

— Vocês duas são ridículas. Não é o fim do mundo se vocês atrasarem para uma aula.

— É o fim do mundo no caso da Leigh. Ela não perde uma aula e odeia se atrasar. — falei, enfiando uma camiseta e uma calça jeans.

— Deixa a Lee ir na frente. Eu levo você.

Fui saltando num pé só, depois no outro, colocando as botas.

— Minha bolsa está no carro dela, Pezz.

— Tudo bem — ele deu de ombros —, só não vai se machucar a caminho da aula.

Ela ergueu Hatchi, aninhando-o em um dos braços como se fosse uma minúscula bola de futebol, e atravessou o corredor com ele.

Leigh me fez sair correndo e entrar no carro.

— Não consigo acreditar que ela te deu aquele cachorrinho — disse ela, olhando para trás enquanto tirava o carro do estacionamento.

Perrie estava parada sob o sol da manhã, só de pijama e descalça, envolvendo-se com os braços para se proteger do frio. Ela ficou olhando enquanto Hatchi cheirava um pequeno canteiro de grama, guiando o cãozinho como uma mãe orgulhosa.

— Eu nunca tive cachorro — falei. — Vai ser uma experiência interessante.

Leigh olhou de relance para Perrie antes de acelerar o Honda.

— Olha só para ela — disse Leigh, balançando a cabeça. — Perrie Edwards, a Sr. Mamãe.

— O Hatchi é lindo. Até você vai cair nas garrinhas fofas dele.

— Você sabe que não pode levar cachorro para o dormitório. Acho que a Perrie não pensou nisso.

— Ela disse que vai ficar com o Hatchi no apartamento.

Ela ergueu uma sobrancelha.

— É claro que vai, a Perrie pensa em tudo, tenho que lhe dar esse crédito — disse ela, enquanto pisava no acelerador.

Cheguei ofegante à saia de aula e fui me sentar assim que a adrenalina se dissipou, o peso de meu coma pós-aniversário se assentou no corpo. Leigh me cutucou quando a aula acabou e eu a acompanhei até o refeitório.

Jesy nos encontrou na porta. Notei na hora que havia algo errado.

— Lee — ela disse, agarrando-a pelo braço.

Perrie veio quase correndo até nós e colocou as mãos na cintura, arfando para recuperar o fôlego.

— Tem uma multidão de mulheres raivosas perseguindo você? — brinquei.

Ela balançou a cabeça.

— Eu estava tentando te encontrar... antes de você... entrar aqui — se ela, meio sem fôlego ainda.

— O que está acontecendo? — Leigh perguntou a Jesy.

— Está rolando um boato — Jesy começou. — Todo mundo dizendo que a Perrie levou a Jade pra casa e... Os detalhes variam, mas a coisa é bem ruim.

— O quê? Você está falando sério? — gritei.

Leigh revirou os olhos.

— Quem se importa, Jade? As pessoas vêm fazendo especulações sobre você e a Perr há semanas. Não é a primeira vez que alguém acusa vocês duas de terem transado.

Perrie e Jesy trocaram olhares de relance.

— O quê? — falei. — Tem mais alguma coisa, não é?

Jesy se encolheu.

— Estão dizendo que você transou com Sam no apartamento do Jason e depois deixou a Perrie... levar você pra casa, se é que me entende.

Meu queixo caiu.

— Que ótimo! Agora eu sou a vadia da faculdade?!

Os olhos de Perrie escureceram e seu maxilar enrijeceu.

— A culpa é minha. Se fosse qualquer outra pessoa, não estariam falando isso de você.

Ela entrou no refeitório com as mãos cerradas nas laterais do corpo.

Leigh e Jesy foram atrás dela.

— Tomara que ninguém seja idiota o bastante pra dizer alguma coisa pra ela — falou Leigh.

Perrie se sentou em um lugar meio afastado, do outro lado do meu, pensativa diante de seu sanduíche. Esperei que ela olhasse para mim, desejando lhe oferecer um sorriso reconfortante. Ela tinha sua fama, mas eu deixei que Sam me levasse até o corredor.

Jesy me cutucou enquanto eu encarava sua prima.

— Ela só está se sentindo mal. Provavelmente está tentando desviar a atenção do pessoal do lance do boato.

— Você não tem que sentar longe, Perr. Vem, senta aqui — falei, batendo com a mão no espaço à minha frente.

— Ouvi dizer que você teve um baita aniversário, Jade - disse Chris Jenks, jogando um pedaço de alface no prato de Perrie.

— Não começa, Jenks — Perrie avisou, com um olhar bravo.

Chris sorriu, elevando as bochechas arredondadas e rosadas.

— Ouvi dizer que o Sam está furioso. Ele disse que passou pelo apartamento de vocês ontem, e você e a Perrie ainda estavam na cama.

— Eles estavam tirando um cochilo, Chris. Não força. — disse Leigh com desdém.

Meu olhar se fixou em Perrie.

— O Sam apareceu por lá?

Ela se mexeu, desconfortável, na cadeira.

— Eu ia te contar.

— Quando? — perguntei irritada.

Jesy se inclinou para falar ao meu ouvido.

— O Sam ouviu a fofoca e apareceu por lá para te confrontar. Tentei impedir, mas ele entrou pelo corredor e... entendeu tudo errado.

Plantei os cotovelos na mesa, cobrindo o rosto com as mãos.

— Isso está ficando cada vez melhor.

— Então vocês realmente não chegaram aos finalmentes? — quis saber Chris. — Que merda. E eu achando que a Jade era a mina certa pra você no fim das contas, Perr.

— É melhor você parar agora, Chris — Jesy avisou.

— Se você não transou com ela, se importa se eu tentar? — disse Chris, dando risada para seus colegas de time.

Meu rosto ardeu com o embaraço inicial, mas então Leigh deu um berro no meu ouvido em reação a Perrie, que se esticou até o outro lado da mesa, agarrou Chris pelo pescoço com uma das mãos e, com a outra, apanhou um bom punhado da camiseta dele. O jogador deslizou pela mesa, e dúzias de cadeiras rangeram no chão quando as pessoas se levantaram para observar a cena: Perrie socando-o repetidas vezes na cara, o cotovelo erguendo-se alto no ar antes de ela desferir cada soco. A única coisa que Chris podia fazer era cobrir o rosto com as mãos.

Ninguém encostou em Perrie. Ela estava descontrolada, e sua reputação deixava todos com medo de se meter. Os jogadores de futebol americano se contorciam e se encolhiam enquanto viam seu colega de time ser atacado sem misericórdia no chão frio.

— Perrie! — gritei, correndo em volta da mesa.

Ela conteve o punho cerrado no meio do caminho e soltou a camiseta do Chris, deixando que ele caísse no chão. Estava arfando quando se virou para olhar para mim. Sua expressão nunca me parecera tão assustadora. Engoli em seco e recuei quando ela abriu caminho e passou por mim.

Dei um passo para ir atrás dela, mas Leigh me segurou pelo braço.

Jesy a beijou rapidamente e seguiu a prima.

— Caralho! — sussurrou Leigh.

Nós nos viramos e vimos os colegas de time de Chris erguendo-o do chão. Eu me encolhi de aflição quando vi seu rosto, vermelho e inchado. O sangue escorria devagar do nariz, e Jason lhe entregou um guardanapo que pegou na mesa.

— Aquela desgraçada filho da puta! — Chris gemeu, sentando-se na cadeira e segurando o rosto. Depois olhou para mim. — Desculpa, Jade. Eu só estava brincando.

Fiquei sem palavras. Assim como ele, eu não sabia explicar o que tinha acabado de acontecer.

— Ela não foi pra cama com nenhum dos dois — Leigh afirmou.

— Você nunca sabe a hora de calar a boca, Jenks — disse Jason, sério.

Leigh me puxou pelo braço.

— Vamos. Vem comigo.

Ela não perdeu tempo e me enfiou dentro do carro. Quando engatou a marcha, agarrei seu pulso.

— Espera! Aonde estamos indo?

— Para o apartamento da Jesy. Não quero que ela fique sozinha com a Perrie. Você viu? Ela perdeu completamente a cabeça!

— Bom, eu também não quero ficar perto dela!

Leigh me encarou, sem poder acreditar no que estava ouvindo.

— Obviamente tem algo acontecendo com a Perrie. Você não quer saber o que é?

— Meu instinto de autopreservação é maior que a minha curiosidade, Lee.

— A única coisa que fez a Perrie parar foi a sua voz, Jade. Ela vai te escutar. Você precisa conversar com ela.

Suspirei e soltei o pulso dela, caindo de encontro ao encosto do banco.

— Tudo bem. Vamos.

Chegamos ao estacionamento, e Leigh parou entre o Charger da Jess e a Harley da Perrie. Foi caminhando até as escadas, colocando as mãos na cintura com um toque dramático.

— Vamos logo, Jad — disse, fazendo um movimento para que eu a seguisse.

Hesitante, finalmente fui atrás dela, parando quando vi Jess descer correndo as escadas para falar algo baixinho ao ouvido de Leigh.

Ela olhou para mim, balançou a cabeça e sussurrou algo para Leigh novamente.

— Que foi? — perguntei.

— A Jesy não... — ela estava inquieta. — A Jesy não acha uma boa ideia a gente entrar no apartamento agora. A Perrie ainda está com muita raiva.

— Você quer dizer que ela não acha que eu devo entrar — falei.

Leigh deu de ombros, meio sem graça, depois olhou para Shepley, que pós a mão no meu ombro.

— Você não fez nada de errado, Jade. Ela só não quer... ela não quer te ver agora.

— Se eu não fiz nada de errado, por que ela não quer me ver?

— Não sei, ela não quer falar sobre isso. Acho que está com vergonha de ter perdido o controle na sua frente.

— Ela perdeu o controle na frente do refeitório inteiro o que eu tenho a ver com isso?

— Mais do que você pensa — disse Jesy, evitando meus olhos.

Fiquei olhando para elas por um momento, depois subi correndo as escadas. Irrompi pela porta e me deparei com a sala vazia. A porta do quarto de Perrie estava fechada, então eu bati.

— Pezz? Sou eu, abre a porta.

— Vai embora, Flor — ela disse do outro lado.

Dei uma espiada lá dentro e a vi sentada na beirada da cama, olhando pela janela. Hatchi batia com as patinhas nas costas dela, infeliz por estar sendo ignorado.

— O que está acontecendo com você, Perr? — perguntei.

Ela não respondeu, então fiquei em pé ao seu lado, de braços cruzados. O maxilar dela estava tenso, mas ela não tinha mais a expressão assustadora que exibira no refeitório. Parecia triste. De um jeito profundo, desesperançada.

— Você não vai conversar comigo?

Esperei, mas ela permaneceu quieta. Eu me virei em direção à ela e finalmente soltou um suspiro.

— Lembra daquele dia quando o Jason falou besteira pra mim e você me defendeu? Bom... foi isso que aconteceu. Eu só fui meio longe demais.

— Você já estava com raiva antes de o Chris dizer alguma coisa — falei, me sentando ao lado dela na cama.

Ela continuou olhando pela janela.

— Eu já disse uma vez. Você precisa se afastar, Flor. Deus sabe que eu não consigo me afastar de você.

Encostei no braço dela.

— Você não quer que eu vá embora.

Seu maxilar ficou tenso de novo, depois ela me abraçou. Fez uma pausa por um momento e então beijou minha testa, pressionando a bochecha contra a minha têmpora.

— Não importa quanto eu tente. Você vai me odiar no fim das contas.

Eu a abracei.

— Precisamos ser amigas. Não aceito “não” como resposta — falei, citando-o.

Ela retraiu as sobrancelhas e me aninhou com ambos os braços, ainda olhando pela janela.

— Muitas vezes fico te observando enquanto você está dormindo. Você sempre parece tão em paz. Eu não tenho esse tipo de calma. Tenho essa raiva e essa fúria fervendo dentro de mim... menos quando te observo dormindo. Era isso que eu estava fazendo quando o Sam entrou — ela continuou. — Eu estava acordada, e ele entrou no quarto e simplesmente ficou parado, com um olhar chocado no rosto, eu sabia o que ele estava pensando, mas não esclareci as coisas. Não expliquei, porque eu queria que ele achasse que tinha acontecido algo entre a gente. Agora a faculdade inteira acha que você transou com nós dois na mesma noite.

Hatchi foi enfiando o focinho e se aninhando no meu colo. Esfreguei as orelhas dele. Perrie esticou a mão para fazer carinho nele, depois pousou sua mão na minha.

— Desculpa.

Dei de ombros.

— Se ele acredita em fofoca, o problema é dele.

— Ele viu a gente juntas na cama, seria difícil não pensar isso.

— Ele sabe que estou ficando aqui com você. Pelo amor de Deus, eu estava totalmente vestida!

Perrie soltou um suspiro.

— Provavelmente ele estava puto demais para perceber isso. Eu sei que você gosta dele, Flor. Eu devia ter explicado. Eu devo isso a você.

— Não importa.

— Você não está brava? — ela me perguntou, surpresa.

— É com isso que você está tão preocupada? Você achou que eu ficaria brava quando me contasse a verdade?

— Mas você devia ficar! Se alguém acabasse com a minha reputação, ficaria com raiva.

— Você não está nem aí para a sua reputação. O que aconteceu com a Perrie que não liga a mínima para o que qualquer pessoa pensa? — eu a provoquei, cutucando-a de leve.



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