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História Belo Desastre - Kim Jongin ( Kai) - Capítulo 7


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Notas do Autor


Tenham uma boa leitura!!

Capítulo 7 - 7 - Dezenove


Fanfic / Fanfiction Belo Desastre - Kim Jongin ( Kai) - Capítulo 7 - 7 - Dezenove

— April? — disse Minseok, batendo na porta. — A Pay vai fazer umas coisas na rua, e ela pediu pra eu te falar, caso você precise sair também.

Jongin não tinha tirado os olhos dos meus.

— Flor?

— Ah, sim — respondi ao Minseok. — Tenho umas coisas pra resolver.

— Tudo bem, então ela te espera — ele disse, e seus passos foram sumindo no corredor.

— Flor?

Peguei algumas coisas no armário e passei por Jongin.

— Podemos conversar sobre isso depois? Tenho muita coisa para fazer hoje — respondi.

— Claro — ele disse, com um sorriso forçado.

Foi um alívio fugir até o banheiro. Entrei e fechei rapidamente a porta. Ainda me restavam duas semanas ali no apartamento, e não tinha como adiar aquela conversa — pelo menos, não durante tanto tempo assim. A parte lógica do meu cérebro insistia que Sehun fazia meu tipo: atraente, inteligente e interessado em mim. Eu não conseguia entender por que me importava tanto com Jongin.

Qualquer que fosse o motivo, isso estava nos levando à loucura. Eu me sentia dividida em duas: a pessoa dócil e educada que eu era com Sehun, e a pessoa confusa, irritada e frustrada em que me transformava quando estava perto de Jongin. E a faculdade inteira tinha visto Kai passar de imprevisível para quase volátil.

Eu me vesti com rapidez, deixando os meninos para ir até o centro da cidade com Paige, ela me contou, entre risadinhas, sua aventura sexual com Minseok de manhã, e escutei assentindo quando achava que devia. Estava difícil me concentrar no assunto com os diamantes da minha pulseira criando pequenos pontos de luz no teto do carro, fazendo com que eu me lembrasse da escolha diante da qual eu de repente me encontrava. Jongin queria uma resposta, e eu não a tinha.

— Tudo bem, April. O que está acontecendo? Você anda quieta.

— Esse lance com o Jongin... é uma confusão.

— Por quê? — ela me perguntou, e seus óculos de sol se elevaram um pouco quando ela torceu o nariz.

— Ele me perguntou o que estamos fazendo.

— E o que vocês estão fazendo? Você está com o Sehun ou não?

— Eu gosto dele, mas faz só uma semana. Não estamos namorando sério ou algo do tipo.

— Você sente algo pelo Jongin, não é?

Balancei a cabeça em negativa.

— Eu não sei como me sinto em relação a ele. É só que não vejo isso acontecendo, Pay. Ele não é coisa boa.

— Nenhum de vocês assume o que sente, esse é o problema. Vocês têm tanto medo do que pode acontecer que estão lutando contra isso com unhas e dentes. Tenho certeza que, se você olhasse nos olhos de Jongin e dissesse que o quer, ele nunca mais olharia para outra mulher.

— Você tem mesmo certeza disso?

— Sim. Tenho informações privilegiadas, lembra?

Parei de falar por um instante. Jongin vinha conversando com o primo sobre mim, mas Minseok não encorajaria nosso relacionamento contando coisas para Paige. Ele sabia que ela me contaria, o que me levava à uma conclusão possível: Paige tinha ouvido os dois conversarem. Eu queria perguntar o que eles tinham dito, mas achei melhor não fazer isso.

— Mais cedo ou mais tarde haverá um coração partido nessa história — falei, balançando a cabeça. — Não acho que ele seja capaz de ser fiel.

— Ele não era capaz de ser amigo de uma mulher também, vocês dois chocaram a Eastern inteira com a amizade de vocês.

Passei o dedo na pulseira e suspirei.

— Eu não sei. Não me incomodo com a forma como as coisas estão agora. Podemos ser apenas amigos. Paige balançou a cabeça.

— Só que vocês não são apenas amigos — ela suspirou. — Quer saber de uma coisa? Estou cheia dessa conversa. Vamos arrumar o cabelo e fazer maquiagem. Vou comprar uma roupa nova para você usar no seu aniversário.

— Acho que é exatamente disso que eu preciso — falei.

Depois de horas de manicure, pedicure, escova, depilação e maquiagem, coloquei meus brilhantes sapatos de salto alto pretos e meu novo vestido vermelho.

— Agora sim! Essa é a April que eu conheço e adoro! — Paige disse, rindo e balançando a cabeça em aprovação para o meu visual. — Você tem que usar essa roupa na festa amanhã.

— Não era esse o plano? — falei, com um sorriso convencido.

Meu celular tocou na bolsa e o levei ao ouvido.

—Alô?

— Está na hora do jantar! Para onde vocês duas fugiram? — disse Jongin.

— Nos demos ao luxo de ser mimadas hoje. Você e o Seok sabiam comer antes de aparecermos. Tenho certeza que ainda conseguem.

— Não brinca! A gente se preocupa com vocês, sabia?

Olhei para Paige e sorri.

— Estamos bem.

— Diga a ele que eu devolvo você em breve. Tenho que parar na casa do Brazil para pegar umas anotações para o Seok, e depois vamos pra casa.

— Ouviu? — perguntei a ele.

— Ouvi. A gente se vê depois então, Flor.

Fomos em silêncio até onde Brazil morava. Paige desligou o motor do carro e ficou encarando o prédio à nossa frente. O fato de Minseok pedir que ela passasse por ali me surpreendeu — estávamos a uma quadra do apartamento deles.

— Qual é o problema, Pay?

— O Brazil me dá arrepios. Da última vez que vim aqui com o Seok, ele ficou dando em cima de mim.

— Bom, eu entro com você. Se ele ousar sequer piscar para você, enfio meu salto no olho dele, tá?

Ela sorriu e me abraçou.

— Obrigada, April!

Fomos andando até os fundos do prédio, e Paige respirou fundo antes de bater à porta. Ficamos esperando, mas ninguém apareceu.

— Acho que ele não está — comentei.

— Está sim — ela disse, irritada. Bateu na madeira com a lateral do punho cerrado e então a porta se abriu com tudo.

— FELIZ ANIVERSÁRIO! — a galera reunida ali dentro gritou.

O teto estava cheio de bexigas pretas e cor-de-rosa, com longos fios prateados pendendo sobre a cabeça dos convidados. O pessoal dispersou e Jongin veio andando na minha direção com um sorriso, segurando meu rosto e me beijando na testa.

— Feliz aniversário, Beija-Flor.

— Mas é só amanhã! — falei.

Ainda em estado de choque, tentei sorrir para todo mundo que nos cercava.

Jongin deu de ombros.

—Bom, já que te avisaram sobre a festa, tivemos que fazer umas alterações de última hora para surpreender você. Surpresa?

— Muito! — falei, enquanto Finch me abraçava.

— Feliz aniversário, querida! — disse Finch, beijando meus lábios.

Paige me cutucou com o cotovelo.

— Ainda bem que eu consegui te arrastar comigo hoje, senão você estaria com cara de bunda!

— Você está linda — disse Jongin, analisando meu vestido.

Brazil me abraçou, pressionando o rosto contra o meu.

— Espero que você saiba que esse papo da Paige de que “o Brazil me dá arrepios” foi só para fazer você entrar aqui.

Olhei para Paige, que deu risada.

— Funcionou, não é?

Assim que todo mundo me abraçou e me desejou feliz aniversário, me inclinei para falar ao ouvido de Paige:

— Cadê o Sehun?

— Ele vai vir mais tarde — ela respondeu num sussurro. — O Minseok só conseguiu falar com ele sobre a mudança de planos hoje à tarde.

Brazil aumentou o volume do aparelho de som, e todo mundo vibrou.

— Vem cá, April! — ele disse, indo até a cozinha. Então alinhou diversos copinhos no balcão e pegou a tequila do bar. — Feliz aniversário do time de futebol, garotinha — ele sorriu, enchendo cada copo até a borda com tequila Patrón. — É assim que comemoramos aniversários: você faz dezenove anos e vira dezenove doses de tequila. Você pode beber ou dar pra alguém, mas, quanto mais beber, mais dessas aqui você ganha — disse ele, mostrando várias notas de vinte dólares em leque.

— Ai, meu Deus! — gritei.

— Bebe tudo, Flor! — disse Jongin.

Olhei em dúvida para Brazil.

— Ganho uma nota de vinte para cada dose de tequila que beber?

— Isso mesmo, peso leve. Calculando pelo seu tamanho, acho que vamos perder só umas sessenta pratas até o fim da noite.

— Refaça as contas, Brazil — falei, pegando o primeiro dos copinhos. Coloquei-o nos lábios, inclinei a cabeça para trás para esvaziá-lo e o joguei na outra mão.

— Caramba! — exclamou Jongin.

— Isso é um desperdício, Brazil — falei, limpando os cantos da boca. — A gente vira Jose Cuervo, não Patrón.

O sorriso convencido sumiu de seu rosto, e ele balançou a cabeça e deu de ombros.

— Vai fundo então. Tenho a carteira de doze jogadores de futebol aqui que dizem que você não consegue virar dez doses.

Estreitei os olhos e falei:

— O dobro ou nada, e eu consigo beber quinze.

— Uau! — gritou Minseok. — Só não pode ir pro hospital no dia do seu aniversário, April!

— Ela consegue — disse Paige, com o olhar fixo em Brazil.

— Quarenta pratas por copo virado? — disse Brazil, sem parecer muito seguro.

— Está com medo? — perguntei.

— É claro que não! Eu te dou vinte por copo e, quando você chegar em quinze, duplico o total.

— É assim que se comemoram aniversários no Kansas — falei, virando outra dose.

Uma hora e três copos de tequila depois, eu estava na sala de estar dançando com Jongin. A música era uma balada de rock e ele ficou falando a letra para mim, só mexendo os lábios, enquanto dançávamos. Ele me abraçou e me curvou até o chão no fim do primeiro refrão, e deixei os braços caírem para trás. Ele me levantou de novo e soltei um suspiro.

— Você não vai poder fazer isso quando eu estiver no décimo copo — falei, dando uma risadinha.

— Já falei que você está incrível?

Fiz que não e o abracei, repousando a cabeça em seu ombro. Ele me apertou, enterrando o rosto no meu pescoço e fazendo com que eu esquecesse decisões, pulseiras ou personalidades divididas. Eu estava exatamente onde queria estar.

Quando o ritmo da música deu lugar a uma batida mais rápida, a porta se abriu.

— Sehun! — chamei, correndo para ir abraçá-lo. —Você veio!

— Desculpa pelo atraso, Ap. — disse ele, me dando um selinho.

— Obrigada — falei, vendo de canto de olho que Jongin nos encarava.

Sehun ergueu meu pulso.

—Você está usando a pulseira.

— Eu falei que ia usar. Quer dançar?

Ele balançou a cabeça em negativa.

— Hum... eu não danço.

— Ah. Então quer me ver virando a sexta dose de tequila? — falei sorrindo, erguendo minhas cinco notas de vinte. — Ganho o dobro se conseguir chegar a quinze.

— Isso é meio perigoso, não é?

Eu me inclinei para falar ao ouvido dele.

— Estou enrolando eles. Eu brincava disso com o meu pai desde os dezesseis anos.

— Ah — ele disse franzindo a testa em desaprovação. — Você bebia tequila com o seu pai?

Dei de ombros.

— Era o jeito dele de se aproximar de mim.

Sehun não parecia impressionado quando seu olhar desviou do meu para analisar a galera ali reunida.

— Não posso ficar muito tempo. Vou acordar cedo para viajar com o meu pai. Vamos caçar.

— Que bom que a minha festa foi hoje então. Se fosse amanhã, você não teria conseguido vir — falei, surpresa ao tomar conhecimento de seus planos.

Ele sorriu e me pegou pela mão.

—Eu teria conseguido voltar a tempo.

Eu o puxei até a cozinha, peguei outro copo de tequila e o virei, baixando-o no balcão com a boca virada para baixo, como tinha feito com os cinco anteriores. Brazil me entregou mais uma nota de vinte, e fui dançando até a sala. Jongin me puxou e dançamos com Paige e Minseok.

Minseok me deu um tapa no bumbum.

Paige deu um segundo, depois todos que estavam na festa fizeram o mesmo, menos Sehun.

No número dezenove, Jongin esfregou as mãos.

— Minha vez!

Esfreguei o bumbum dolorido.

— Pega leve! Já estou com dor na bunda!

Com um sorriso maldoso, ele levou a mão bem acima do ombro. Fechei os olhos com força. Depois de uns instantes, dei uma espiada. Antes de sua mão encostar no meu bumbum, ele parou e me deu um tapinha de leve.

— Dezenove! — exclamou.

Os convidados gritaram animados, e Paige começou a cantar uma versão alcoolizada de “Parabéns a você”. Ri quando chegou à parte de dizerem o meu nome, e a sala inteira falou “Beija-Flor”.

Outra música lenta começou a tocar, e Sehun me puxou para a pista de dança. Não levei muito tempo para descobrir por que ele não dançava.

— Desculpa — ele disse, depois de pisar no meu pé pela terceira vez.

Encostei a cabeça no ombro dele.

— Você está indo bem — menti.

Ele beijou minha testa.

— O que você vai fazer na segunda-feira à noite?

— Jantar com você?

— Sim. No meu novo apartamento.

— Você arrumou um apartamento!

Ele riu e assentiu.

— Sim, mas vamos pedir comida. A minha não é exatamente comestível.

— Eu comeria mesmo assim — falei, sorrindo para ele.

Sehun olhou de relance ao redor da sala e me levou até um corredor. Gentilmente me pressionou contra a parede, beijando-me com os lábios macios. Suas mãos passavam por todas as partes do meu corpo. No começo fiz o jogo dele, mas, depois que sua língua penetrou minha boca tive a nítida sensação de que estava fazendo algo errado.

— Ok, Sehun — falei, fazendo uma manobra para me afastar.

— Está tudo bem?

— Eu só acho grosseiro da minha parte ficar de amasso num escuro quando tenho convidados lá fora.

Ele sorriu e me beijou de novo.

— Você está certa, desculpa. Eu só queria te dar um beijo inesquecível de aniversário antes de ir embora.

— Você já vai?

Ele pôs a mão no meu rosto.

—Tenho que acordar daqui a quatro horas, Ap.

Pressionei os lábios.

— Tudo bem. Vejo você na segunda?

— Amanhã. Passo na sua casa quando voltar de viagem.

Ele me levou até a porta e me deu um beijo no rosto antes de ir embora. Notei que Minseok, Paige e Jongin me encaravam.

— O papai foi embora! — Jongin gritou quando a porta se fechou. — Hora de começar a festa!

O pessoal vibrou animado, Jongin me puxou para o centro da pista.

— Espera aí. Tenho um cronograma a seguir — falei, conduzindo-o pela mão até o balcão.

Virei mais uma dose de tequila e dei risada quando Jongin pegou uma da ponta, virando-a também. Peguei outra e a engoli, e ele fez o mesmo.

— Mais sete, April — disse Brazil, entregando-me mais duas notas de vinte dólares.

Limpei a boca enquanto Jongin me puxava para a sala de novo. Dancei com Paige, depois com Minseok, mas, quando Chris Jenks, do time de futebol americano, tentou dançar comigo, Jongin o puxou pela camisa e fez que não com a cabeça. Chris deu de ombros e se virou, dançando na primeira garota que viu pela frente.

A décima dose de tequila desceu com dificuldade, e me senti meio zonza em pé no sofá do Brazil com Paige, dançando como colegiais desajeitadas. Nós ríamos de nada, balançando os braços com a batida da música.

Cambaleei, quase caindo do sofá, mas as mãos de Jongin instantaneamente me seguraram para que eu me equilibrasse.

— Você já provou seu argumento — ele disse. — Já bebeu mais do que qualquer garota que conhecemos. Vou cortar seu barato agora.

— Nem ferrando que você vai me impedir! — falei enrolado. — Tenho seiscentos paus esperando por mim no fundo do último copo de tequila, não vai ser você quem vai me dizer que não posso fazer algo extremo para descolar uma grana.

— Se você está precisando tanto de dinheiro, Flor...

— Não vou pegar dinheiro seu emprestado — falei em tom de desdém.

— Eu ia sugerir penhorar a pulseira — ele sorriu.

Dei um tapa no braço dele assim que Paige começou a contagem regressiva até a meia-noite. Quando os ponteiros do relógio chegaram ambos ao número doze, todos nós comemoramos.

Eu tinha dezenove anos.

Paige e Minseok beijaram, cada um, um lado da minha bochecha depois Jongin me levantou, me fazendo girar no ar.

— Feliz aniversário, Beija-Flor — disse ele, com uma expressão suave.

Fiquei encarando seus cálidos olhos castanhos por um instante, sentindo perdida dentro deles. A sala parecia congelada no tempo quanto nos olhávamos, tão próximos que eu podia sentir a respiração dele na minha pele.

— Tequila! — falei, cambaleando até o balcão.

— Você parece detonada, April. Acho que está na hora de encerrar a noite. — disse Brazil.

— Não sou de desistir — falei. — Quero ver o meu dinheiro. Ele colocou mais uma nota de vinte no balcão e gritou para seus colegas de time: — Ela vai beber todos! Preciso de quinze!

Eles resmungaram e reviraram os olhos, puxando a carteira para formar uma pilha de notas de vinte atrás do último copo de tequila. Jongin tinha esvaziado os outros quatro do outro lado das minhas quinze doses.

— Eu nunca teria acreditado que perderia cinquenta paus em aposta de quinze doses com uma garota — Chris reclamou.

— Acredite, Jenks — falei, pegando um copo em cada mão.

Virei os dois e esperei que a ânsia que me subia à garganta assentasse.

— Beija-Flor? — Jongin me chamou, dando um passo na minha direção.

Ergui um dedo e Brazil sorriu.

— Ela vai perder — ele disse.

— Não vai não — Paige balançou a cabeça. — Respira fundo, April.

Fechei os olhos e inspirei, pegando o último copo.

— Minha nossa, April! Você vai morrer de coma alcoólico! — gritou Minseok.

— Ela tem a manha — garantiu Paige.

Inclinei a cabeça para trás e deixei a tequila fluir garganta abaixo. Meus dentes e lábios estavam amortecidos desde a dose número oito, e o efeito do álcool já tinha perdido a contundência fazia tempo. A festa inteira irrompeu em assobios e gritos enquanto Brazil me entregava a pilha de dinheiro.

— Valeu — eu disse com orgulho, enfiando o dinheiro no sutiã.

— Você está incrivelmente sexy — Jongin disse ao meu ouvido enquanto caminhávamos em direção à sala.

Dançamos até o amanhecer, e a tequila que corria em minhas veias me acalmou até eu me esquecer de tudo.

 


Notas Finais


Confesso que esse é um dos capítulos que eu mais gosto!! O Jongin como sempre sendo um amor preparando a festa, a Pay sempre tentando aconselhar a April..Amo demais essa amizade entre as duas, e vocês?


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