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História Bem te quero - Capítulo 1



Notas do Autor


Olá! Mais uma vez aqui e satisfeita com meu resultado >_<
Já tinha ouvido falar sobre o Victon, mas nunca busquei realmente ouvir, então quando procurei conhecer, não me arrependo. Inclusive, apaixonada pelo sorriso de Do Hanse.
Enfim, espero que gostem tanto quanto eu, tem muito de mim que tentei passar pelo personagem Hanse. Boa leitura <3

Capítulo 1 - Camélias e seus significados


Do Hanse não enganava ninguém — lê-se Seungwoo — com aquele piercing nos lábios e o cabelo rebelde, forçando para parecer um bad boy atrás do balcão da lanchonete do seu pai, mais conhecido como Zeca pelos íntimos. Ficava o dia inteiro com cara de mau, e as meninas mais novas do último ano do Ensino Médio, bobas que só, ficavam de cochicho sobre como “ele é tão sexyyyy” ou então “é uma pena que ele não me dá bola”. Uma graça de vergonha alheia que Han Seungwoo sentia por elas e, às vezes, eles.

Não negava achar Hanse bonito e ter um crush, mesmo que com a pose de “mau”, a cara sempre com um ar de deboche e os cabelos tipo e-boy — talvez seja por esses detalhes que tinha o crush nele, mas nunca diria isso em voz alta. Resumindo em suas palavras: “Sou elegante demais para gostar de garotos vindos da música da Britney spears”. No fundo, Seungwoo sabia que Hanse era bem mais do que sua ignorância com ele se mostrava, principalmente quando deixava escapar um sorriso, se divertindo com as cantadas. 

Por Seungwoo, adoraria ficar o dia inteiro paquerando o outro, como sempre faz por alguns minutos pendurado no caixa, jogando as cantadas mais chulas do Facebook. No entanto, naquela semana, estava cabisbaixo de um jeito que Hanse nunca havia visto, não que se importasse ou seu coração se partiase no meio da preocupação, claro que não! era estranho vê-lo tão quieto. A lanchonete ficava em um silêncio incômodo, e os dias de Hanse pareciam incompletos — mesmo que não admitsse.

 — Oh, garoto! Me vê mais um saco de amendoim. — O cliente, aparentemente bêbado às três horas da tarde, pediu. — Cadê aquele outro garoto lá? Moleque atrevido, me venceu na sinuca — o bêbado resmungava e Hanse só ouvia, já de volta no caixa. 

— Também me pergunto… — murmurou para si mesmo. Já era para Seungwoo ter passado pela lanchonete, como de costume. 

Passou-se uma hora e nem sua sombra foi vista, nem depois, quando Hanse ajudava seu velho a fechar o estabelecimento. 

No dia seguinte, de tardezinha com o sol fraco, Hanse subiu os três lances de escadas da casa de Seungwoo com suas botas pretas pesadas, pensando o quanto era cansativo e que tinha pagado todos os pecados acumulados. Exagerado em excesso. Depois de três toques da campainha, o irmão de Seungwoo abriu a boca, surpreso igual abriu a porta.

— Pra você tá aqui, só pode tá devendo pro Seung — o irmão mais novo, que mais parecia velho, falou num tom brincalhão.

— Nunca me senti tão bem-vindo. — A arte da ironia. — Na real, só preciso trocar umas ideias com ele, tô podendo? 

— Pode, né. Ele está lá no quarto, igual uma planta murcha. — A porta foi aberta, e Hanse entrou como se fosse de casa, apesar de só ter ido uma vez no aniversário de dezoito anos de Seungwoo. 

Planta murcha? Ha! Até parece, Seungwoo é tipo girassol; pensamento que rondava Hanse enquanto seguia para o quarto do outro, no fim do corredor, nas pontas dos pés, hesitante, como se seu corpo automaticamente soubesse que ele precisava de silêncio e que qualquer barulho o deixaria irritado, mesmo não conseguindo acreditar que ele tinha um lado tão deprimido.

Um fato não óbvio e muito bem escondido é que conhecer tão pouco de Seungwoo criava em Hanse um incômodo misturado com tristeza. Em um tempo de segundos antes de chegar à porta do quarto, se perguntou se era tão ignorante assim, ao ponto de não perceber os problemas dos outros, de nunca ter olhado para Seungwoo de outra forma sem ser galanteador profissional, sem ter nada pra fazer, e por isso comia dos amendoins dos clientes enquanto jogava sinuca junto a esses. 

Três batidas soaram nos cômodos. Demorou um tempo até ouvir alguma coisa do outro lado. Quase achou que teria de insistir, e isso seria bem inconveniente, chato e irritante; nunca gostou que os outros insistissem no seu espaço silencioso, pessoal e de conforto quando estava em seus momentos pessimistas, independente se a intenção era ajudar, e não faria isso com Seungwoo. 

— Quem é? — a voz abafada deste gritou. 

— Sou eu, Hanse. Te trouxe um saco de amendoim — disse o falso bad boy e agora mentiroso, pois não tinha nenhum amendoim. 

— Amendoim é o que mais vende lá no Seu Zeca, até parece que ele ia deixar você pegar um de graça. E você não gastaria nada por agora, por causa daquela tatuagem que você quer fazer. — A voz foi ficando mais perto, assim como os passos, no entanto a porta continuava fechada. 

— Aí, ele é meu pai, tá legal?! Até parece que preciso pagar algo. — Do outro lado da porta, Seungwoo achou muito legal o jeito que Hanse falou “Aí, ele é meu pai, tá legal?!”; sentiu um ar descolado do falso bad boy, por isso sorriu ao se sentir confortável com sua voz. 

— Cara, na boa, é o Seu Zeca. — Seungwoo abriu a porta, os olhos capturando um Hanse encostado no batente com os braços cruzados sob o peito e os olhos direto nos seus. E nada de amendoim. 

— Tudo bem, um a zero pra mim. Não tem amendoim e, mesmo que tivesse, não seria de graça. — Continuava encostado no batente da porta, mas agora com um sorriso mais relaxado nos lábios.

— Foi o que eu falei. Entra aí e me conta o que te aconteceu. — Deixou a porta aberta para Hanse entrar, este que em ato contínuo a fechou logo que adentrou. 

— Eu que te pergunto, que mal te mordeu esses dias? — A pergunta feita automática pairou no ar. Silêncio. 

Seungwoo voltou para sua cama, se sentou e enrolou-se no cobertor amarelo, deixando apenas seu rosto à mostra, como se fosse um casulo seguro. 

— Eu até te contaria, mas não tô muito a fim… — E só. E tudo bem para Hanse, não insistiria, até porque o clima no quarto pesou na mão, e aquilo o deixou desconfortável, querendo ir embora. É nisso que dá ser tão brutal no espaço pessoal dos outros.

— Você sabe onde me encontrar quando precisar. 

— Vou me lembrar. 

Ficou um tempo com ele, jogando conversa fora e assistindo Detona Ralph, esta sendo a primeira vez de Hanse. Já Seungwoo não poderia dizer o mesmo. Foi um momento diferente para Hanse, como se fosse um mundo paralelo, porém era apenas um lado de Seungwoo que nunca havia tido espaço para conhecer, mesmo que o motivo o deixasse assim. Tem muita coisa que não sabia sobre seu amigo, mas o silêncio durante e após o filme não era mais incômodo, era novo, pois Hanse conhecia somente um Seungwoo falante e sorridente.

Quando saiu do quarto e fechou a porta atrás de si, Hanse suspirou aliviado, como se suas costas tivessem pesado dentro do cômodo. Eles nunca tiveram esse tipo de conversa, em que um dá apoio para o outro. Quer dizer, eles não tinham essa intimidade e nunca sentiriam necessidade em ter, no entanto isso não impedia que se apoiassem dessa forma mais íntima em meio à amizade descontraída de anos.

Não é um costume para os dois jovens. O tanto que o badboy falso se sentiu estranho não podia ser duvidado pelo elegante Seungwoo. Partilharam do mesmo sentimento e, no futuro, isso poderia ser trabalhado. Quem sabe, talvez não seja uma amizade feita para esses compartilhamentos. 

— Desembuchou o problema? — questionou o irmão mais novo de Seungwoo assim que Hanse pôs os pés na cozinha, onde a saída dos fundos ficava. Este sentava de uma maneira bem folgada no balcão. 

— Nada. — Hanse queria dizer que até foi melhor não saber de nada, porém se batia por dentro por pensar de forma tão insensível para seu amigo, enquanto sua outra parte desejava ajudar. Um pé de guerra. 

— Cara, ele tá assim porque não conseguiu um emprego, sabe? — começou o outro, expondo seu irmão. E Hanse queria muito, muito, muito mesmo respeitar a decisão de Seungwoo de não lhe  contar o problema e deixar em sua bolha amarela; cogitou sair correndo da casa ou mandar o mais novo calar a boca. 

Não obstante, sua parte curiosa permaneceu firme e forte, ouvindo tim-tim por tim-tim. 

— Ele já tá há um tempo entregando currículo, doido pra trabalhar, mas ninguém chamou ele até agora — falava, alisando suas unhas, como se fosse fofoca. Seria considerado fofoca? — O bocó tá assim porque a maioria dos colegas tá trampando e saindo pros rôles. E ele? Pff, se sentindo bem blé. 

— Vou te agradecer por me contar com peso na consciência. — Hanse tinha um protótipo de sorriso no rosto, de quem comeu e não gostou, porém foi necessário. 

— Que peso o que, brother. Falei de boa intenção. 

— É, eu sei, mas é que teu irmão não me contou quando perguntei, então meio que você não tinha direito de explanar assim. 

— Só fala isso depois de ouvir. — Suspirou o mais novo, se pondo no chão. 

— Eu sou parcialmente bacaca. A gente se vê. 

A despedida foi rápida, no entanto, ao sair pela porta dos fundos, o mundo de Hanse pareceu parar, só pra ele dar uma respirada e clarear a mente. Não tinha muitos pensamentos batendo perna em sua cabeça naquele momento, por isso seu foco era apenas em Seungwoo e sua desmotivação. Não queria ser invasivo, nem mostrar que descobriu seu problema por outra boca. Talvez ele ficaria chateado, já que o próprio não se sentiu confortável para contar, e Hanse nunca foi teimoso e intrometido, principalmente se tratando de assuntos alheios, nunquinha, mas naquele momento, incorporou a criança mais empática do bairro e teimou que iria mostrar para Seungwoo que, de alguma forma, se importava com ele.

Porque, de fato, se importava, e não por ser Seungwoo, O sorridente, mas sim porque Hanse imaginava o que era se sentir meio blé. Durante seu Ensino Médio, veio uma vontade desesperadora de trabalhar, ajudar com as contas de casa e tudo mais. Jurou ser a coisa mais fácil do mundo, que arrumar emprego era só entregar currículo, mas quando havia se passado um mês e as promessas de “entraremos em contato” não foram cumpridas, algo em si se apagou, e não foi só a preguiça o prendendo, e sim maior que isso, o sentimento de insuficiência. 

Era tão novo, querendo tanta coisa em pouco tempo só pra sentir que estava no caminho certo e com o futuro garantido. E foi só conhecer Seungwoo, no segundo ano do Ensino Médio, que percebeu estar sobrecarregado de expectativas. 

Seungwoo nunca se preocupava com o que os outros de sua idade já tinham, pois ele respeitava seu próprio tempo e limite, então não seria agora que Hanse deixaria seu amigo deprimido. Só precisava não ser tão intruso. 


#


A lanchonete do Senhor Zeca nunca teve tanto movimento de manhã e de tarde, só a noite, principalmente no fim de semana. Entretanto, naquela tarde de quinta, o bar foi reservado para uma festa de quinze anos, aniversário ou casamento, Hanse não fazia ideia, apenas suspirava de cansaço precipitado por já imaginar a correria de servir cliente e estar no caixa ao mesmo tempo. A festa começaria às dezessete horas, e o horário na parede laranja, marcando dezesseis e quarenta e nove, deixava Hanse furioso, pois ainda estava na quinta bexiga vermelha. 

— Pelos deuses, Hanse! Que lerdeza! — o velho Zeca gritava pelo bar, correndo para arrumar todas as mesas.

— Ando devagar, porque já tive pressa. — Sua desculpa sempre foi e será a primeira frase da música de Almir Sater, pois nada representava mais Hanse e sua preguiça. 

— E pelo visto, já chorou demais. — Zeca com a música na ponta da língua. 

— Aí! Eu sou gângster, tá?! — respondeu, quase ofendido.

O pai não respondeu nada; em seu vocabulário não existia gângster, apenas moleques se pagando de difícil, mas de difícil não tinha nada. 

Quando deu dezessete horas em poucos minutos, Hanse já havia desistido de encher as bexigas, pois em sua cabeça cada soprada valia cinquenta centavos, porém não estava recebendo. Logo se sentou atrás do caixa, e lá ficou pelo resto da noite, noite essa tão longa, que quando deu vinte e três horas e o bolo ainda não havia chegado, achou que sairia de lá sem bolo. E realmente saiu sem bolo, pois não teve o mínimo de coragem de pedir um pedaço. Como uma criança, fez o maior bico quando chegou em sua moradia. 

Não sabia o quanto estava cansado até deitar em sua cama e seu corpo amolecer, assim como não fazia ideia do quanto precisava de um banho. Não dormiu de imediato, as calças jeans incomodavam e o par de tênis em seus pés estavam os deixando quentes. Sabia que acordaria desconfortável sem seu ritual de colocar um samba calção e fazer suas higienes, no entanto o corpo mole não fazia questão de se esforçar para nada. 

Pegou seu celular no bolso da calça e entrou no aplicativo de mensagens. Duas mensagens: uma de sua mãe o perguntando quando iria vê-la, e a segunda de seu professor de matemática o cobrando de lições. Não respondeu nenhuma das duas. Olhou um tempo para a tela, rolando de um lado para o outro com seu polegar. Mais para baixo, chegou ao contando de Seungwoo, cuja última conversa havia sido há um mês sobre as quentinhas de quarta do Zeca. Ele pedia desconto por ser o cliente mais querido e, sem poder discordar, o velho acatou a ideia.  

Lembrou-se, então, que nessa mesma semana, Seungwoo o havia dado uma flor camélia, e Hanse passou o dia confuso e sem saber o significado daquela ação. Desconhecia a flor, pois só tinha conhecimento das clichês rosas. Quando foi atrás na Internet para ler sobre, seu lado gângster deu uma trégua para a genuína emoção com o significado da flor, logo para Seungwoo também. Obviamente, não contou para ninguém que queria abrir o berreiro. 

— É isso! — Levantou-se num pulo da cama, com a brilhante ideia animando seus pensamentos. 


#


— Garoto, se afaste do meu jardim! 

— Dona Neuza, bom dia pra senhora! — Hanse sorria, ou tentava, de um jeito genuíno.

— Tire os pés da grama! A minha grama! Ah, minha Nossa Senhora… — Neuza gritava e resmungava, os olhos doendo por estar vendo o par de tênis de Hanse em sua grama tão bem cuidada.

— Sabe o que é, dona Neuza, eu preciso de uma flor do seu jardim. 

— Eu tenho sessenta anos, mais de um século cuidando desse jardim! Sessenta anos morando neste lugar, e você acha mesmo que é só arrancar uma flor? Que insulto! 

— Claro que não, senhora! Eu super reconheço que você está há anos cuidando disso tudo. Mas tem um amigo meu meio mal, sabe, e eu acho que a flor que a senhora tem pode animar ele — Hanse falava e falava, gesticulando as mãos pra tudo que é lado. 

— Pois fale para o seu amigo pra ele caçar o que fazer! — Neuza deu um ponto final, ignorando todas as lamúrias de Hanse. Entrou em sua casa e não olhou para trás. 

Hanse ficou parado de frente à casa de Neuza, desta vez na calçada, longe da grama. Poderia ser a teimosia mais infantil de sua vida, mas no fundo sentia que valeria a pena. Seguindo sua intuição, fez seu caminho pelos ladrilhos e, sem pôr os pés na grama, delicadamente arrancou uma flor camélia entre as poucas por ali. No entanto, sabe o ditado “o que os olhos não veem, o coração não sente”? Falso. 

— Seu fedelho! — Neuza, com os cabelos em pé, gritou ao abrir a porta e ver a cena que partiu seu coração: a flor nas mãos de Hanse. 

— Desculpa, mas é para um bem maior! 

E se mandou correndo na rua, na qual ficaria sumido por um bom tempo até a senhora perdoá-lo. 


#


Hanse nunca havia dado uma flor para alguém, ou qualquer outro gesto como esse. No caminho para a casa de Seungwoo, passou no bar de seu pai para escrever um bilhete que iria junto com a flor. Ficou longos minutos pensando no que escrever sem sentir que estaria invadindo a privacidade dele. Deveria fingir que não ouviu nada? No final, as letras saíram uma bagunça:


“Seu irmão é um verdadeiro boca aberta, e eu infelizmente sou um ótimo ouvinte. Te trouxe essa camélia e espero que você lembre do significado dela.”


E como pensou em desistir! Releu e releu o bilhete diversas vezes, tanto que logo a mensagem perdeu sentido em sua cabeça. Respirou fundo e guardou o papel no bolso traseiro da calça. Ouviu seu pai chamá-lo algumas vezes enquanto saía do estabelecimento, mas não olhou para trás, nem disse para onde iria. Qualquer distração o faria perder a coragem. 

Quando chegou à porta da casa de Seungwoo, subitamente o irmão dele saiu, prestes a colocar os fones de ouvido. 

— Olha só! Legal saber que, a partir de agora, você vai encher a gente por aqui. 

— Deixo esse cargo pra você. — Sorriu quando o irmão de Seungwoo estreitou os olhos. 

— Eu vou sair, mas pode entrar se quiser. 

Hanse recebeu um tapinha no ombro esquerdo e esperou que saísse. Então, entrou. A casa estava silenciosa. Tinha curiosidade para saber se era sempre tão calmo. Olhou os cômodos à procura de Seungwoo e, quando não o achou, fez seu caminho para o quarto. Não bateu na porta. Passou o papel e a flor — sem machucá-la — por baixo, então se afastou, o coração na boca e as pernas bambas de tremedeira. Sentia-se um verdadeiro adolescente.

Não sabia se Seungwoo estava acordado, e torceu para que não estivesse, assim não teria perigo de ele abrir a porta e encontrá-lo encostado na parede, nervoso que só. 

E, quando ouviu passos do outro lado, sua única reação foi sair nas pontas dos pés, quase correndo de forma silenciosa. Chegou no seu cafofo, conhecido como quarto, ainda com a sensação de estar se intrometendo demais. Prometeu nunca mais sair por aí sabendo dos problemas dos outros sem que estes lhe contassem. 

— Droga! Esqueci de assinar. 

Como se precisasse. Seungwoo se lembrava perfeitamente para quem havia dado uma camélia. 


Notas Finais


Agradeço a quem chegou até aqui e deram uma chance <3 e principalmente para o pessoal do fantasy, que tiveram paciência comigo e estão me dando essa oportunidade de conhecer vários grupos <3


。ENREDO: @baekoncomovos
• 。CAPA: @hypados
。BETAGEM: @vickdenariz


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