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História Bem Vindo Ao Meu Delírio - WooChan - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Gosto de escrever os capítulos após criar a história, por isso a demora.
Tomem cuidado com o corona pelo amor de deus.
Me perdoem o tamanho e qualquer erro.

LEIAM AS NOTAS FINAIS!!!!!!!!!

Capítulo 1 - 01


Era um fim de tarde fria de outono naquela velha cidade, os galhos secos e quase vazios das árvores se mexiam com leveza em meio ao vento seco e gelado. O céu acinzentado, nuvens pesadas cobriam o que a algumas semanas era azul e belo, transmitindo um ar melancólico a toda cidade.

No penúltimo andar de um prédio estava sentado na varanda um jovem rapaz que observava tudo de longe, as pessoas, os carros, as minúsculas folhas que voavam longe de seu aconchego, tudo parecia tão belo.. Mas ao mesmo tempo monótono.

Woojin já estava ali a muito tempo – à uma ou duas horas desde que seu irmão saiu junto com o namorado para comprar mais achocolatado. Logo sua cabeça viajava em meio ao silêncio, ele gostava de ficar imaginando coisas aleatórias, como se um dos seus personagens favoritos dos seus livros estivessem ao seu lado, como imaginava agora.

– Não acha que é perigoso ficar aqui nesse frio, Woojin? — Ditou a voz velha e grossa de sua criação.

– Não, na verdade eu gosto bastante de sentir o frio em minha pele.. Mas e você?

– Vai gostar bastante quando um resfriado vier também. – ditou William com certo deboche em sua voz. – Eu não preciso me preocupar, sou apenas um personagem, não?

– Não exatamente. 

– Lá vamos nós novamente nessa conversa. Por que você não aceita logo?

– Apenas… Gosto de pensar que não és um fruto de minha imaginação, as vezes me sinto louco.

– Irônico, um psiquiatra que se sente louco… Procure em si mesmo antes de procurar respostas nos outros.

E essa foi a última frase dita pelo homem mais velho, antes de sumir novamente e deixar o Kim pensativo sobre si mesmo. Era curioso e hipócrita a forma que Woojin sempre sonhou em ser psiquiatra mas não sabia se ajudar.

– Wooooo, vem me ajudar!!! – Seungmin disse ao abrir a porta levando consigo três sacolas cheias.

As vezes Woojin queria que seu irmão aceitasse morar com Hyunjin, o apartamento estaria em uma paz eterna sem o mais novo chegar gritando desta forma.

– Kim Woojin você vai me ajudar ou não?! — Sua voz soou de forma mais irritada, provavelmente o mais novo estaria com as bochechas vermelhas de raiva.

– Claro, claro, só me deixe sentir meu último momento de paz. — Brincou, recebendo assim um pacote misterioso de farinha vindo em sua direção. A dor foi mínima, mas não foi aceito com bom grado a Woojin. — Se consegue jogar isso em mim, consegue levar as sacolas sozinho.

– As vezes você me da ódio.

A conversa – discussão na verdade – dos Kim não interessa a vocês. Vamos ir logo ao que realmente importa.

Faltavam apenas dez minutos para que completassem dezoito horas, o relógio transmitia seu som graças aos ponteiros se mexendo de acordo com o tempo passando. Woojin já estava arrumado com o terno e maleta em seu colo, Seungmin tentava de qualquer forma convencer seu irmão a ficar, a procurar outro emprego, entretanto Woojin já havia se decidido, as dezoito em ponto iria descer para pegar o táxi e seguir caminho até o hospital psiquiátrico de Santa Clara.

Os ponteiros se mexiam, o barulho aumentava e o tempo passava, mas nada irritava Woojin, nem mesmo sua ansiedade em poder pisar novamente naquele lugar.


[…]


Sua viagem foi tranquila, o clima agradável da noite lhe acalmava e os pequenos barulhos noturnos o recebiam com prazer.

Em poucos passos ele já estava na frente do portão com ar antigo do hospital. Era uma sensação de medo e ansiedade, era até bom de se sentir. 

O portão, como sempre, estava aberto, então bastou um pequeno empurrão para o ferro enferrujado se mover fazendo um barulho agudo e arrastado.

– O novo psiquiatra? Se não me engano veio para cuidar de Chan. 

Ao ouvir a voz levemente estranha e um tanto quanto grossa, se virou para fitar a criatura cujo era dona da frase, assim avistando um homem baixinho com olhos e cabelos pretos, pele branca e lábios não muito pigmentados. Sua expressão era uma mistura de duvidosa e séria, suas roupas eram pretas e quase iguais a de Woojin.

– Sim, eu mesmo. Me chamo Kim Woojin, é um prazer lhe conhecer! — Woojin não costumava ser muito fofo e carinhoso com quem acaba de conhecer, mas passar uma boa primeira impressão era importante. Mas pelo jeito para o baixinho, não.

– Hum. — Murmurou como resposta.

O coreano não enrolou para entrar junto com o gótico sem humor, enquanto Woojin teve que parar na recepcionista para pegar a lista e ficha de seus pacientes, o outro psiquiatra cujo o nome não sabia seguiu caminho nos corredores brancos e vazios do hospital, tendo apenas portas e mais portas como sua companhia.

– Obrigado. — Ditou com gentileza ao pegar os papéis da mulher, seu crachá dizia "Minatozaki Sana" e seu olhar doce junto com os fios rosas só faziam Woojin achar que ela era uma pessoa boa. — Poderia me dizer qual é a do gótico mau humorado?

A mulher pensou e pensou, até se tocar em quem ele se referia e responder calmamente:

– O Changbin não é muito de falar.. Ele nunca comenta nada e em suas fichas a única coisa que registra é que seu paciente está melhorando aos poucos. Mas ele fala isso a anos, e Felix não mostra sinais de avanço algum. — Respondeu digitando no computador. — Bem, não ligue para ele. Aqui está os números dos quartos dos seus pacientes, qualquer coisa pode vir aqui me falar de algo.

Mais um papel foi entregue a Woojin, que segurou e seguiu seu caminho sozinho ao segundo andar, onde se encontrava os casos isolados ou mais graves.

Enquanto andava pode ouvir o cantar de uma doce voz, era masculina mas isso não interferia no fato de ser suave e meigo. Curioso, ele andou através de corredores e mais corredores, até achar uma porta toda branca não havia janelas ou qualquer tipo de forma de ver o dono daquela voz.

– Não é esta sala na qual deveria se interessar. 

Um sussurro misterioso soou perto ao seu ouvido, Woojin sentiu todos os pelos e fios de seu corpo de arrepiarem ao mesmo tempo e logo se virou rapidamente, se dando de cara com o nada.

A voz parou de cantar e o mais puro silêncio reinou sobre o local, mas isso não atrapalhou o Kim, que resolveu ignorar e seguir seu caminho até a sala 139 ao fim do corredor D.

Na porta isolada de cor preta apenas as palavras “Que Deus tenha misericórdia de sua alma.” recebiam tão bem o novo psiquiatra que não se intimidou e destrancou a porta com a pequena chave.

Para si foi revelado um quarto todo branco com apenas um homem de pele pálida e cabelos castanhos sentado em sua cama, escrevendo sobre uma folha de papel aparentemente velha.

– Seja bem vindo. — Falou simples o homem em cima da cama.

– Obrigado. Sou Kim Woojin, sou seu novo psiquiatra. — Sorriu enquanto adentrava no quarto e trancava a porta para seguir caminho até a poltrona de couro marrom posicionada bem a frente do rapaz jovem com olheiras tão fundas.

– Nome bonito.. — Sussurrou enquanto escrevia. 

Se ele estava estranhando? Demais. Porém manteve a calma e respirou fundo enquanto fitava o paciente.

– Agradeço, poderia se apresentar, hm?

Após o pedido, o moreno desviou seu olhar vazio aos olhos fofos de Woojin, acabando por realizar seu pedido.

– Sou Christopher Bang, ou Bang Chan. E serei seu mais novo motivo para querer sair daqui.




Notas Finais


Como todos sabem, BVAMD passou por dificuldades envolvendo plágio. Quero deixar claro que se ocorrer novamente eu não irei ter dó, demorei anos para criar isso e não aceito NENHUM trabalho por cima dessa fanfic. Ela é de autoria MINHA e não quero desculpas esfarrapadas. Caros leitores que liam a Fanfic acusada de plágio (não irei sitar nomes, mas IH): me perdoem mas não irei suportar ver alguém pegar todo o universo que criei, mentir sobre ver minha história em uma plataforma que não uso e receber elogios por trabalho roubado. Mais maturidade.

Por favor, mandem para aqueles que acompanhavam e não me seguiam:)))
beijinhos.


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