História Bendita seja a chuva - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Kim Taehyung (V)
Tags Hoseok, Para Sazi, Presentedeaniversário, Taehyung, Taeseok, Vhope
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Palavras 6.274
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fluffy, Shonen-Ai
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como prometido a muito tempo para uma certa pessoa que está fazendo aniversário, está aqui é a fic prometida pra você meu amor!!


Espero que goste dessa história simples e bem água com açúcar, mas que foi feita com coração e pensando somente em você!!! (acho que foi por isso que ela ficou docinha e simples)


Boa leitura!!! (Me desculpe os erros, pois não tive coragem de revisar, pois tenho certeza que apagaria tudo)

Capítulo 1 - Encontro simples, mas arrebatador


“Eu nunca entendi direito o que era essa coisa de amar alguém de forma romântica, não quando eu não tinha esse tipo sentimento por uma pessoa, mas isso mudou quando conheci o meu amado hyung.  

Foi em uma noite de chuva que conheci Jung Hoseok,  estávamos em meio a chuva forte encolhidos naquele ponto de ônibus em plena onze horas da noite, o ruivo tremia de frio e olhava para os lados de forma desesperada, e eu bem, estava mais perdido no nele que nem me importava mais com tudo que acontecia à minha volta.

Sinceramente  eu não sei explicar o que estava acontecendo comigo naquele momento, sentia uma vontade grande de sorri, mas ao mesmo tempo de me afastar,  tudo parecia estar girando e o homem ao meu lado parecia ser o epicentro de tudo. Por mais que eu tentasse não olhar pra ele, isso parecia impossível. Eu via ele tremer e tentar se aquecer passando as mãos pelos braços desnudos, sua pele ficando a cada segundo mais pálida e seus lábios levemente arroxeados, afinal de contas, era outono e suas chuvas que faziam as temperaturas caírem rapidamente  pegando a todos de surpresa. A cada segundo ele se encolhia mais, e eu sentia que tinha que fazer alguma coisa por aquele desconhecido que estava aquecendo o meu coração se fazer absolutamente nada. Então provido de uma coragem que eu nunca tive tirei a minha jaqueta de couro e simplesmente joguei sobre os ombros do ruivinho que ficou completamente confuso com o meu ato.

— Moço não precisa.—  Sua voz veio em um tom tão doce que por um minuto pensei que ele fosse um anjo.—  O meu ônibus já deve estar chegando.— Ele tentou tirar a minha vestimenta de seus ombros, mas não lhe permito tal feito.

—  Tudo bem, mas fique com ela.—  Fiz ele colocar os braços para dentro da jaqueta.—  Parece que você irá congelar a qualquer momento.

—  Mas assim será você que passará frio.

—  Não se preocupe comigo.—  Sorri para ele de forma aberta, e vi suas lindas bochechas adquirirem um tom levemente rubro.—  Estou bem.

Tentei ao máximo mostrar pra ele que estava bem, por isso ignorei meu corpo que se arrepiava cada rajada de vento mais forte, mesmo o ponto sendo coberto a chuva conseguiu me atingir deixando minha camiseta molhada, mas pra mim tudo estava bem já que outro estava protegido.  Os minutos iam passando e a chuva só parecia piorar, não havia sinal de carro, ônibus ou taxi naquela rua, eu via que o mais velho estava ficando desesperado, ele olhava o celular a cada minuto e bufava logo em seguida, e eu me ocupava em tentar não treme de frio até que o meu celular tocou anunciando uma mensagem de um dos meus amigos da faculdade. Na mensagem ele dizia que devido à tempestade o transporte público da cidade tinha sido paralisado sem hora para retorno devido aos diversos pontos de alagamento. Meu apartamento não era tão longe, em vinte minutos de caminhada eu estaria confortável, mas algo me dizia que  eu não poderia deixar o ruivo sozinho, e assim a ideia mais maluca me veio. Eu não sabia se ele iria aceitar a minha oferta louca. Sim louca, pois se fosse eu na mesma situação não aceitaria, e hoje dou graças pelas coisas terem acontecido desse jeito.

—  É...—  Fiquei constrangido naquele momento por não saber como chamar  o outro, que deu uma risadinha me deixando mais envergonhado ainda.

— Jung Hoseok,  e você?— O seu sorriso me tirou de órbita por alguns segundo, e com certeza me fez parecer um idiota para ele.

— Kim TaeHyung.—  Me curvei pra ele em respeito, ato que me fez sair para fora da marquise que nos protegia, me molhando ainda mais.

—  Menino, você é doido?—  Ele fala enquanto me puxa pra perto de si e para debaixo do ponto coberto.

Por alguns instante eu não soube o que fazer quando nossos corpos se juntaram, seu perfume  invadiu minhas narinas, seu cheiro me lembrava morangos e isso me agrada. Por algum motivo o frio que eu  sentia sumiu e em meu estômago parecia conter um panapanã. Minha mãos parecia ter vida própria e alcançaram a cintura delineada do ruivo  que continuou me segurando pelos ombros por mais algum tempo, até que nos soltamos de forma meio abrupta. Eu estava desconcertado e queria um buraco para me esconder, e pude perceber que ele  também que simplesmente virou rosto completamente vermelho.

— Me.... Me  desculpe.— Disse meio gaguejando enquanto olhava os meus ténis encharcados.—  Foi sem querer.

— Tudo bem.—  Levantei o meu olhar pra ele que continuava a fitar o fim da rua. —Mas diga o que você queria falar aquela hora.

—Jung-ssi, eu recebi uma mensagem de um amigo meu. —  Pego meu celular e desbloqueio na mensagem.— Ele diz que o transporte foi paralisado e não tem uma previsão de retorno.—  Viro para que ruivo olhe e assim ele faz , sua boca se abre e se fecha várias vezes.

— Merda, o que eu vou fazer agora—  Foi tudo que ele disse assim que terminou de ler.

O homem um pouco menor que eu se encolhe ainda mais, a ponte de parecer uma pequena criança e a minha vontade era de tomá-lo em meus braços. Alguns resmungos saem de sua boca e eu fiquei apenas tentando entender o que ele falava pra si mesmo.  Até que ele olhou pra mim e suspirou já se recompondo, mas eu podia perceber que ele estava meio perdido , então era a hora que a minha proposta poderia viria a tábua de salvação dele ou a minha razão de ter apanhando de um homem no meio da chuva.

— Pode parecer meio estranho o que vou falar agora, mas eu só quero ajudar.—  Ele me olhou nos olhos, e eu fiquei mais deslocado com a profundidade daquelas íris castanhas  voltadas pra mim.— Eu não moro muito longe, e pelo jeito você não tem pra onde ir…

— Você está me chamando pra ir para a sua casa?—  Como eu não o conhecia, não saberia dizer o que aquele tom de voz significava,  mas sei que ele me deixou mais perdido do que eu já estava e me fez cogitar sair correndo.

— Não me entenda mal, eu… eu … eu só estou te dando uma opção.—  As palavras pareciam se enroscar na minha boca a cada segundo.— Não vou te fazer mal, mas se você não quiser tudo bem, vou compreender.

— E quem me garante que você não é um psicopata, que quer me matar? — O ruivo inflou o peito e deu alguns passos na minha direção, me fazendo recuar por instinto.

— Tome.—  Desbloquei o meu telefone mais uma vez e estendi em sua direção.—  Pode ligar para qualquer pessoa na agenda e perguntar sobre mim.

Ele pegou o aparelho e continuou a me encarar, com o que eu diria ser um olhar meio cético, mas logo se desviou para a tela, seu dedo deslizava de forma suave e eu tremia a cada segundo mais tanto pelo frio, como de nervoso. Não sei o que ele achou no aparelho que fez um sorriso se abrir em sua face, seria as minhas fotos constrangedoras ou o motivo dele me matar?

—  O que você acha de eu ligar para esse, “Ser horrendo que minha mãe achou no lixo”?— Ele me vira o celular com o contato do meu irmão aberto junto a uma foto dele.

— Com tanta gente aí você tinha escolher logo o meu irmão?—  Sem querer um bico se formou em meu lábios.

— Por que? —  Seu olhar parece divertido enquanto espera uma explicação minha.

— Nunca pergunto a um irmão o que ele acha do outro.—  Respondo simples e meio derrotado, pois conheço muito bem aquele ser que tem metade do sangue igual ao meu.

—  Se você perguntar de  mim pra minha irmã, ela vai falar muito bem da minha pessoa.—  Ele fala todo orgulho, e eu cheguei a sentir um pouquinho de inveja disso.

— Isso não se aplica muito a mim e ao YoonGi, é capaz dele falar que eu sou um monstro comedor de cachorrinhos ou um fugitivo da polícia por assassinato. Por que não liga pra minha mãe ou até mesmo para o meu pai? Seria muito mais fácil assim.

—  Não, acho melhor ligar pra ele mesmo.—  E com essas palavras simplesmente suspirei e dei sinal pra que ele fizesse a ligação.

Quando ele elevou o aparelho à orelha pareceu que o tempo congelou e meu corpo junto. Se bem conheço o Min, é bem capaz dele falar todas as merdas que eu fiz quando criança, todas as vergonhas que eu passei na vida, e se duvidar mandar as minhas fotos de bebê que ele usa pra me fazer passar vergonha quando estamos em reuniões de família. Estava tão perdido em meus pensamentos que não notei que o outro já falava com o meu irmão até que escuto uma gargalhada alta vinda do ruivo.

— Tudo bem, então eu posso confiar?— Seu tom parecia de divertimento, enquanto eu já pensava das formas que eu poderia matar o Min sem que minha mãe descobrisse.—  Ok então, Obrigado pela ajuda YoonGi.— O sorriso estava na face do Jung assim que ele desligou o aparelho e me devolveu.— Bom...— Ele parecia se divertindo com a situação agora, mas eu estava longe disso. Estava mais nervoso do que antes, pois com toda a certeza do mundo que se um dia eu tivesse a chance do outro me achar pelo menos interessante ela foi ralo abaixo depois desse telefonema.—  Seu irmão disse que eu posso confiar, mas é pra eu te trancar no banheiro caso você comece a falar de girl grup, pois você vai começar a cantar e dançar sem parar.

— Como ele pode ter te contado isso?—  Bufei indignado, sinceramente com um irmão como o meu quem precisa de inimigos.—  Isso aconteceu só uma vez e eu estava alcoolizado, mas o filho da mãe não conta que o namorado dele estava do meu lado dançando também.

— Tudo bem, isso acontece com todo mundo uma vez na vida. — A risada que ele deu chamou toda a minha atenção para aquele som maravilhoso, que por um momento esqueci da chuva e do frio que eu sentia só para poder apreciar melhor aquele momento.— Que tal a gente começa a ir? Pelo jeito a chuva não vai passar mesmo.

Ajeite  a minha mochila nas costa, enquanto me preparava mentalmente para andar na chuva. Podia ver o ruivo se movimentando também  sua mochila que estava no banco foi para suas costas e no canto apoiado estava um belo guarda chuva que eu ainda não tinha notado.

— Vamos?—  Pergunto enquanto vejo ele abrir o objeto de cor azul e assentir que poderíamos seguir o caminho para o meu apartamento. O tamanho do guarda chuva que ele carrega em sua mão é pequeno, mal conseguia proteger ele da chuva.— É por aqui.—  Aponto para rua a nossa frente e assim começo a andar saindo da cobertura.

— Garoto, você é doido mesmo?—  O outro me puxou pra si mais uma vez.—  Vamos os dois juntos, assim você não precisa se molhar muito.

Mesmo com dificuldade me afastei um pouco do ruivo, mas nossos corpos ainda estavam extremamente próximos. O mais velho começou a andar na direção em que indiquei e com dificuldade eu lhe acompanhei, devido a ele ser um pouco mais baixo que eu o guarda chuva batia na minha cabeça algumas vezes, e ele simplesmente ria da situação, e bem eu não poderia fazer nada há não ser apreciar aquele sonzinho gostoso da sua risada contida.  

O silêncio se instalou sobre nós,  somente o barulho da chuva imperava, sendo assim a nossa trilha sonora pelo caminho. Eu não sabia como poderia classificar o que sentia, pra dizer bem a verdade, eu não sabia o que estava se passando comigo, só sei que assim que cheguei correndo naquele ponto o ruivo roubou toda a minha atenção, e  isso continua enquanto andamos lado a lado. Eu o via olhando para tudo a sua volta, como se ele decorasse o caminho, seus passos não são lentos, mas também não são rápidos demais, mesmo com a chuva fria caindo sem parar e praticamente nos molhando completamente.

— Eu gosto de dias chuvosos.—  A voz doce do ruivo quebrou o silêncio de forma delicada, como se naquele momento ele estivesse contando um segredo absoluto.—   Me lembra os dias de infância , de como a vida era simples e eu não tinha tantas preocupações como tenho hoje. Quando meus dias se resumiam em aprender o que meu professor passava na escola  e qual brincadeira fazer com os meus colegas a tarde.

Seus olhos brilhavam conforme as palavras se desprendia de sua boca bem desenhada, por alguns segundo consegui imaginar como o ruivo era quando criança, pela sua face diria que ele deveria ser daquelas crianças hiperativas, mas ao mesmo tempo aquele que matava a todos com a sua fofura. Os pensamentos doces me fizeram suspirar baixinho ao mesmo tempo que eu sorria para ele.

—  Vou ser sincero, eu não gostos de dias chuvosos, quando pequeno eu tinha medo de trovão, e como o meu irmão sabia disso, ele meio que me irritava em dias assim, e no final eu acabava chorando até minha mãe  vir para o quarto e me acalmar.

Sem que eu percebesse já estava falando da minha vida para ele. O mais velho me transmitia um sentimento de cumplicidade que me deixava seguro, então enquanto andávamos ia lhe contando as histórias da minha infância. E a cada vez que dizia  o que o meu irmão fazia comigo o ruivo ria de forma gostosa e isso só me incentivava a continuar. O caminho mesmo que longo ia passando rápido, nosso corpo por instinto iam se aproximando mais, tanto que eu não sei dizer quando o guarda chuva veio parar na minha mão e nem como o braço do mais velho se enganchou no meu de forma delicada.

Somente com o seu braço conectado com o meu fazia meu coração descompassar, isso pra mim é tão inédito, senti cada vez mais meu coração bater apressado, parecia que qualquer momento ele poderia sair da minha caixa torácica e correr pela rua de forma desesperada.   Mas ao mesmo tempo um sentimento de tranquilidade corria pelas minhas veias, como se estar daquela forma com ele fosse a coisa certa, o encaixe perfeito para mim, que até hoje estava andando incompleto.

A se minha mãe ouvisse esses pensamentos meus sairia gritando para o mundo que seu menino cresceu, meu pai irá simplesmente suspirar e me desejar boa sorte, YoonGi iria zoar como a minha cara e o meu cunhado Jeon seria o único a me apoiar de forma decente.

Mais alguns minutos de caminhada e de histórias constrangedoras, eu já conseguia ver o prédio em que eu moro a seis meses sozinho. A kitnet que eu aluguei é pequena, mas aconchegante com um quarto, sala e cozinha, afinal de contas, para uma pessoa sozinha este espaço estava mais do que perfeito. Assim que paramos em frente ao prédio eu digito a senha da porta e nós dois corremos para dentro. O local estava mais quente e isso fez nós dois suspiramos aliviados.

—  Então hyung.—  Em meio as palavras trocados durante o caminho descobri que o ruivinho é dois anos mais  velho que eu, mesmo ele parecendo ser mais novo.— A parte chata vem agora…

—  Sério que a gente estava na parte legal?— A frase carregada de sarcasmo do mais velho  me fez cai na risada, a mesma ecoou pelo hall me fazendo ficar extremamente envergonhado como o som estranho ecoando.

—  Digamos que sim.— Disse de forma mais baixa, e ainda não tinha coragem de olhar o outro nos olhos. — Eu moro no sexto andar, e bem essa semana o elevador quebrou e até agora não arrumaram. E nós meio que teremos que subir de escadas.—  Em automático minha mão foi parar na nuca e sorri meio que pedindo desculpas para o mais velho.

—  Isso não tem problema.

—  Sério hyung?

—  Claro, afinal de contas, você vai me carregar nas costas até lá.—  Eu não sei dizer bem a cara que eu fiz, mas sei que minha expressão foi suficiente para o Jung sentar no chão e praticamente chorar de rir.—  É brincadeira.— Ele dizia entre as gargalhadas e eu me amaldiçoava por ser tão idiota e não ter percebido que o outro estava zoando comigo.

Assim que ele se recuperou nós começamos a subir as escadas sem fim, enquanto ele ia todo empolgado, eu ia contados dos degraus que conseguia por meu pé em cima sem reclamar, e posso dizer que não passavam de cinco e logo eu começava a contar novamente. É o sedentarismo tem sua desvantagem, enquanto eu já estava ofegante e sinceramente pensando em me sentar e chorar, o mais velho subia com empolgação enquanto ainda cantarolava uma música que eu não reconhecia, naquele momento eu poderia até compará-lo a uma criança.

— Até que fim— As palavras saíram da minha boca de forma sussurrada, pois eu não tinha mais ar suficiente para falar de forma correta.

— Nossa TaeTae, não é pra tanto, só foram alguns degrauzinhos.— Eu nesta hora travei, não sei se foi pela forma carinhosa que ele me chamou ou pelo fato dele falar indiretamente do meu estado físico deplorável, mas sinceramente acho que é mais pela primeira opção.

— Eu ainda não me acostumei a subir pelas escadas, mas  vamos deixar isso de lado.— Digo isso enquanto já virei a minha mochila para pegar a chave da minha porta.—  Nós temos que agora entra e fazer o possível para tirar essa roupa molhada antes que a gente fiquei doente.— Eu desconversa, enquanto segui para a minha porta.

Já dava graças por chegar em casa, o frio parecia estar enraizado nos meus ossos, tanto que tremia um pouco na hora de colocar a chave na fechadura. O ruivo estava atrás de mim olhando perdido para o corredor, mas acho que ele estava fazendo isso pra não continuar rindo da minha pessoa, que convenhamos este não estava sendo o meu dia para impressionar alguém. Suspirei aliviado assim que consegui abrir a porta, mas meu alívio  se foi assim que eu vi a bagunça que estava do lado de dentro. Sinceramente eu não costumo receber visitas e a faculdade come todo o meu tempo, ou seja, não arrumo a minha casa com muita frequência só quando recebo visitas, e hoje não era o dia que eu saí de casa pensando em trazer alguém.

— Hyung, entra fica à vontade.— Falo enquanto começo a recolher as minhas coisas jogadas como um desesperado, a roupas para todo o canto, e algumas embalagens de comida. — Por favor, não repare muito na bagunça, eu não tava esperando visita, e meio que não tenho muito tempo para manter as coisas em ordem por aqui.

Eu podia ver de relance ele entrando e indo em direção ao sofá, e tudo que eu queria era me esconder no meio da bagunça até o mais velho se cansar e dormir ali mesmo no sofá, pois eu tenho certeza que nesta hora o mais velho deveria está achando que eu sou uma criança irresponsável.

— Não tem problema, morar sozinho é difícil e eu sei bem como é não ter tempo para muita coisa.— Sua palavras me deixaram um pouco aliviado, mas sinceramente não foi tanto assim. — Mas eu posso te dizer que eu gostei de uma coisa aqui.

— E o que seria?— Perguntei da cozinha, pois tinha ido levar alguns pratos que estavam jogados.

— Essa cueca do Capitão América é uma gracinha.

Neste momento eu só sei que meu cérebro parou de funcionar, e minhas pernas se moveram sozinho. Assim que voltei para a sala vi o ruivo segurava a peça de cor azul com escudos do meu personagem favorito estampado em todos os cantos  na altura de seu rosto ,e eu bem, estava cogitando ir morar no Brasil depois de passar por mais essa vergonha na minha vida.

— Essa...essa cueca.— Está é aquela hora que você pedi ajuda divina, mas parece que todos os deuses estão ocupados e você é deixado na fila de espera, e no final  tem que pensar em uma boa desculpa sozinho mesmo, o que nem sempre é muito inteligente.— Ela não é minha, é do meu cunhado, ele esqueceu aqui.

— Nossa mas ele deixou ela assim em cima do sofá?—  É nessa hora que eu quero bater forte a minha cabeça na parede para ver se o meu cérebro pega no tranco.

— É….— Mas como sempre ele me decepcionar, e prova o quanto eu sou burro e o pior mentiroso que existe na terra.

— E que eu sabia a cueca do Jeon é do Homem de ferro.— O ruivo explode de rir  e eu já estou pensando no valor da minha passagem sou de ida para uma vida nova.

— Tudo bem, ela é minha.— Minha voz  sai baixa,afinal de contas é difícil admitir que a peça de temática infantil  é de um cara com vinte e três anos nas costas, e tudo só piorar por eu estar aqui  admitindo tal fato para um desconhecido que estava mexendo com meu coração. — Mas espera aí. — Minha lentidão é grande, mas tem hora que meu cérebro funciona.— Como você sabe que a do Kook é do Homem de ferro?

O mais velho parou de rir na hora, e suas bochechas ficaram vermelhas, seu olhar desceu para o chão, eu poderia jurar que naquele momento ele estava constrangido. Suas mãos se enroscam uma na outra e sua boca se abre algumas vezes, mas logo ela se fecha. Tudo isso me mostra o quanto o Jung está nervoso, eu não tentei apressá-lo  ou algo parecido, só permaneci parado olhando para ele que ainda segurava a minha peça íntima.

— Eu...eu...— Agora era ele quem não sabia o que falar e eu que estava mais do que curioso para saber o que estava acontecendo.— Conheço o Jeon e o YoonGi. — A voz dele era baixa e ele parecia querer se esconder.

Minha mente começou a  girar em um looping sem fim, pois o que veio a minha mente não era uma coisa muito agradável. A um tempo atrás eu tinha pregando uma peça no meu irmão, e bem ele caiu direitinho, tanto que foi parar na delegacia só de pijama, e eu me lembro exatamente que ele disse que isso teria volta, mas eu não pensava que poderia ser desse jeito.

— Ah… Entendi.— minha voz saiu decepcionada.— O que meu irmão pediu pra você fazer comigo?— Peguei a peça dele e comecei a andar para o canto, a colocando junto com as outras.

Quando olhava para as minhas roupas eu não sabia se ria de como eu estava sendo idiota ou se ficava com raiva do meu irmão. Sinceramente eu estava mais pra chateado por algo que eu nem sabia direito o que era,  só que toda a felicidade que eu estava sentindo parecia ter sumido em um piscar de olhos. O outro só me olhava do lugar em que ele estava, seu rosto estava meio inexpressivo, mas isso eu não poderia afirmar o que se passava na mente dele, afinal  de contas eu só o conhecia a poucos minutos e não poderia assegurar nada que viesse do mais velho. O Jung deu alguns passos e parou ao meu lado, seu suspiro foi audível, ele me olhava meio de canto, mas não falava nada. Ficamos assim por alguns minutos, mas sinceramente o cansaço que eu não estava sentindo veio de uma vez só, a minhas roupas molhadas já estavam me fazendo tremer ainda mais, então tudo que eu queria naquele momento era tomar um bom banho quente e me jogar na minha cama.

— Seu irmão não me pediu pra fazer nada com você.— A voz dele era baixa, como se fosse um suspiro.

— Não precisa mais mentir Jung-ssi. — Tentei sorrir, mas no momento eu não estava conseguindo muito.

— Eu não estou mentindo.— A voz firme e um pouco mais alta me fez olhar diretamente nos olhos do mais velho.— E como eu já disse ele não me pediu pra fazer nada, e vou ser sincero, mesmo que ele me pedisse para dar um susto em você isso não aconteceria, pois eu não concordo com esse tipo de brincadeira.— Pelo tom voz ele me parecia meio ofendido, mas ainda sim eu conseguir achar ele  uma graça com as bochechas cheinhas e levemente coradas, e o bico em seus lábios dava ao ruivo um ar infantil.

— Então como você conhece o meu irmão?— Pergunto sem rodeios, pois no momento eu só o mais interessado em esclarecer o que está acontecendo.

— Eu só um dos professores  da escola de artes assim como o Min, nos conhecemos a mais ou menos dois anos, que foi quando eu comecei a dar aulas.

— E como eu nunca te vi lá?— perguntei de forma baixa mais pra mim mesmo, mas o ruivo me ouviu.

— Eu trabalho de manhã, não a tarde como o seu irmão, a essa hora era pra eu estar em casa a muito tempo, mas aconteceu um problema com o professor de dança da tarde, e eu tive que substituí-lo.— Ele bufou e o bico em seus lábios estava o deixando a fofura em pessoa, me fazendo esquecer qualquer suspeita.

—Espera aí, você é o J-Hope que o Kook sempre fala?— Isso não poderia ser verdade, afinal qual a probabilidade de eu me deparar sem querer com o homem que o meu cunhado quer me apresentar, pois o menino jura que o ruivo é a minha alma gêmea só pelo fato  de gostarmos de comer pizza com mostarda.

— Sou eu sim, por quê?— Ele olhava pra mim um pouco irritado, mas eu só conseguia sorrir de forma meio estranha com o pensamento que talvez o mais novo possa estar certo.

— Nada, é que o Jeon comenta bastante de você, de como você é um bom professor e tudo mais.— Claro que eu deixei de fora a parte que moreno diz que esse hyung rebola de um jeito indecente e de como as coxas deste ser humano são lindas demais.

— Obrigado,  ele também é um ótimo aluno.— Ele suspirou e chegou a tremer um pouco, o que me fez lembrar que ainda estávamos molhados a temperatura estava caindo ainda mais.

— Vamos deixar esta história de lado.— Eu disse pra ele que voltou a conectar seus olhos nos meus.— Está muito frio e nós ainda estamos molhados. Acho melhor tomarmos um banho e trocar de roupa para não ficarmos doentes.

— Tudo bem.— Ele não falava mais no mesmo tom animado de antes, parecia que tinha ficado chateado com a situação.

— Vem, você pode tomar banho primeiro.

Sem me questionar ele me seguiu pelo pequeno corredor. No meu quarto separei para ele um conjunto de moletom e uma toalha limpa. Entreguei tudo para ele que me agradeceu de forma simples. Indique para o ruivo a porta do banheiro e a passos lentos ele se dirigia pra lá.

Por dentro eu me corroía de culpa por suspeita dele e por deixá-lo magoado, mal dita seja a hora que eu lembrei da pegadinha. Mas conhecendo o meu irmão isso poderia ser bem uma ideia dele, uma forma dele se vingar e ainda tirar uma com a minha cara, mas ao mesmo tempo o outro me parecia tão inocente.

— Hyung. — Antes mesmo de eu pensar alguma coisa minha boca agiu antes e fez o mais velho para o seu andar e olhar para mim da porta.— Me desculpe por suspeitar de você.— Eu estava mais do que sem graça no momento.

— Tudo bem, isso acontece.— A voz calma dele me fez olhá-lo rapidamente, mas a vergonha não me permitiu manter os meus olhos voltados para ele.

— Não, isso não deveria acontecer.Eu realmente sinto muito. — Eu dizia para ele enquanto olhava para os meus pés.

— Tudo bem, vamos deixar esse assunto pra lá.— E assim ele me ofereceu um sorriso aconchegante e entrou no banheiro, não demorou muito para eu ouvir o barulho do chuveiro.

Sai do quarto ainda chateado comigo mesmo pela situação, e agora tudo que eu pensava era como estabelecer mais uma vez o clima gostoso que estava entre nós, e tudo que eu pude pensar no momento seria que nós precisávamos de algo quente para comer.

Entro na cozinha e foi direto para o meu armário, hoje na mesa teríamos a especialidade do chefe. Entre as mais muitas opções de macarrão instantâneo que eu possuo, peguei o sabor mais clássico e fácil de agradar, ou seja, com galinha você nunca erra.  Panela com água no fogo e logo miojo estaria pronto, pensei em até incrementar com alguma coisa, mas deixei a ideia de lado, vai que ele não gosta de alguma coisa.

Arrumei a mesa de forma discreta, colocando dois pratos a mesa e uma tigela com o Kimchi que eu tinha comprado minimercado a poucos dias. Para que o lugar parece mais limpo levei a louça suja para a lavanderia e fechei a porta, depois daria um jeito nisso. Assim que coloquei a panela na mesa pude ouvir os passos pelo apartamento, e sem demora o mais velho estava a minha frente.

O moletom que lhe dei ficou um pouco grande deixando suas mãos escondidas nas mangas, mas nada que fosse exagerado. Os cabelos estavam úmidos,  mas ele ainda passa a toalha os secando de forma cuidadosa, me deixando fascinado com os movimentos leves que ele fazia.

— Nossa que esse cheiro deu até fome.— Ele comentou e sorriu, foi a sua voz  que me fez acordar para a realidade.

—Por favor, hyung sente se.— Indiquei a cadeira para ele.— Fiquei a vontade para comer. Eu não sou muito bom na cozinha, então eu fiz um miojo mesmo, pois sinceramente é a única coisa que eu sei fazer e o Kimchi é gostoso eu compro no mercado aqui perto.— Ele olhava para mesa e depois para mim com um sorriso no rosto, parecia que a mágoa sentida foi embora junto com a água do banho, e de certo modo um peso saiu dos meus ombros.

— Ok, pode deixar, mas vai tomar o seu banho para que a gente possa comer.— O ruivinho fala de   forma sorridente e eu não consigo ficar sem retribuir.

— Pode comer hyung, eu não estou com fome, como eu  disse fique a vontade e não se preocupe comigo.

— Nós podemos fazer assim.—  O seu olhar se encontra com o meu e sua expressão é séria.— Eu vou ficar bem aqui esperando você tomar banho e depois nós comemos. E mais uma coisa, deixe que eu resolvo se devo me preocupar ou não.

— Mas hyung....

— Sem mas, como você mesmo disse eu sou seu hyung, então pare de me responder e vai fazer o que tem de fazer, e não me deixe esperando por muito tempo.

Sua pose me dizia que eu não deveria contra argumentar, então sem dizer mais nada corri para o meu quarto, peguei  necessário para o banho e corri para o chuveiro. Somente me livrei das peças molhadas e senti o choque da água quente contra o meu corpo, por alguns segundo foi meio agoniante, mas assim que me acostumei com a temperatura o banho foi mais do que agradável.

Por mais que muitos digam que morar sozinho é  bom e que você tem total liberdade, há um porém, sua casa está sempre vazia, não à ninguém lhe esperando para nada e tudo dentro da casa é provido por você. Por mais bobo que pareça é gostoso saber que tem alguém esperando por mim, mesmo que seja pra comer um macarrão instantâneo,  e isso que não acontece desde sai da casa dos meus pais. Então o banho não poderia demorar mais que o necessário, o mais velho não merecia comer o macarrão frio por minha causa, já bastava o clima chato demais cedo. Sem pensar muito vesti uma blusa e uma calça de moletom, com meus cabelos ainda molhados corri até o mais velho que estava a mesa no mesmo lugar em que eu havia deixado ele.Me sentei a sua frente e o mais velho somente ficou me olhando divertido, com a mão ele tentava cobrir discretamente o sorriso.

— Algo estava errado?— Foi o que me restou perguntar para ele que ainda me olhava com aquele ar divertido.

— Você parece uma criança.— Sua voz doce me fez fazer uma lindo bico em meus lábios, e ele não conseguiu mais segurar seu sorriso encantador. O ruivo se levantou  e veio até mim. — Sua blusa está do avesso.— Ele segredou em meu ouvido e tudo que eu pude sentir foi as minhas bochechas pegando fogo.— Olha só esses cabelos encharcados, deixa que o hyung vai cuidar isso pra você.

Sem que eu pudesse fazer alguma coiso o Jung pegou a toalha que estava em meus ombros e começou a secar meus fios de forma delicada, por mais que eu quiser pedir para o ruivo parar e dizer a  ele que não precisava fazer aquilo por mim, as palavras travaram em minha garganta.

Então eu passei a apreciava o carinho delicado que me é dado, meus olhos se fecharam e assim pude sentir melhor o calor que emanava dele, que é aconchegante  e me dá vontade de abraçá-lo, e assim meu corpo se minha autorização se moveu, os braços que estavam para baixo foram parar na cintura do mais velho, minhas pernas que estavam fechadas se abriram, e em com um simples puxar o ruivo veio para o meio das minhas pernas, seu corpo se junto com o meu. A cada momento eu me via mais perdido no Jung, sua beleza me fazia suspirar, a profundidade de seu olhar me deixava sem fôlego e despertava em mim uma vontade de cuidar e proteger, mas ao mesmo tempo que todo esse sentimento superprotetor me vem a vontade de tomá-lo em meus braços e abusar de seus lábios , de sentir diretamente o seu corpo no meu e de fazê-lo se perder entre ofagos e sensações.

—Hyung.— Seus olhos se encontraram com os meus e ali ficaram, criando assim a nossa bolha e nos separando do mundo.

Essa era a primeira vez que eu estava agindo por  impulso, temia ser rejeitado, mas pelo menos não me arrependeria de não fazer nada com essa coisa nova que estava nascendo dentro de mim.   Sem esperar por mais nada me levantei sem soltá-lo, e me aproximei ainda mais, fazendo a nossas respirações se encontrarem e se misturam de forma natural e surreal que eu podia jurar que isso era só um sonho. Mas foi quando eu senti os braços do mais velho nos meus ombros que vi que era mesmo a realidade e que ele estava me correspondendo.

— Você está esperando o quê para me beija? — Com a voz risonha ele  disse com seus lábios rosados raspando nos meus, e tudo que eu fiz foi ficar mais parado do que nunca, afinal  estava mais do que impactado com o momento.— Ok, pode deixar que eu tomo uma atitude.

O ruivinho não esperou mais nada, terminou de encurtar a distância de nossos lábios, os juntando de forma deliciosa. O beijo começou com um leve selar que já me fez sair de órbita, se antes ele já me tirava o chão agora ele conseguiu me tirar da atmosfera. Os lábios macios se mexiam de forma gostosa buscado mais dos meus, até que eu desliguei meu cérebro e correspondi a ele conta a minha vontade.

— Isso foi...— o ruivo estava mais do que ofegante com a sua testa apoiada na minha.

—Perfeito.— Isso foi tudo que eu consegui dizer quanto tentava respirar.”


— Então meninos, escutem o que eu digo….

— Querido.— A voz de meu esposo me chamou a atenção para ele que estava apoiado no batente da porta.— Os meninos já dormiram.

Eu só conseguia sorrir  para o mais velho por ver que finalmente o nosso  menino e o nosso sobrinho deitados juntinhos e dormindo. O meu ruivo favorito já estava com o seu pijama e me esperando para enfim podermos ir pra cama também.

— Eu me empolguei amor.— Me levante do chão   e deixei um selinho na testa do NamJoon e fiz o mesmo com o meu sobrinho Jimin.— Quero só ver amanhã quando YoonGi e o Jeon chegarem e ver esses dois dormindo juntos.

—Vão morrer de ciúmes do filho. —  Meu esposo me chamou com seus dedos para eu ir até ele.—  E você sempre se empolga quando conta histórias.— Abri meus braços para que meu esposo pudesse se aconchegar entre eles.— Principal a nossa.

— É lógico que eu me empolguei, ainda mais com uma história linda como a nossa, esses meninos tem que aprender com história da vida real e não com aqueles contos doidos onde sempre tem alguém precisando ser salvo.

Puxei o meu marido em direção ao nosso quarto e não demorou para nós deitarmos entre os cobertores, o tempo estava frio e a chuva lá fora parecia que não iria parar tão cedo.

— Amor, naquele dia eu estava precisando ser salvo  e foi você que me socorreu.

— Meu docinho, quem me salvou foi você.— Selei meus lábios no do mais velho.— Você, me mostrou um mundo lindo e cheio de cores, e me fez ter um motivo para perdeu um dos meus medos mais antigos,  e de quebra agradecer por dias assim, chuvosos.

— Nossa querido, que lindo isso.— Sorri para o meu amado e acariciei sua face me deliciando com o toque singelo.

— Bendita seja a chuva, que me fez conhecer um homem maravilhoso, pela família  amorosa que eu tenho, e por me proporcionar os dois maiores amores da minha vida.


Notas Finais


Bom @Sazi, estamos mais um ano juntas comemorando o seu aniversário e espero que isso se repita muitos e muitos anos mais, que eu posso estar do seu lado de modo físico para lhe abraçar, te encher de beijinhos e muito bolo!!!


Meu amor , você faz quase desaparecer toda a distância que nos separa. É verdade que sinto muito sua falta aqui do meu lado (mesmo que nunca tenhamos estados uma de frente pra outra) e que estou sempre pensando em você, mas nunca me sinto esquecido com todo o carinho que vem da sua parte.

Todas as doces palavras que você me diz ficam guardadas no coração. Não há ninguém que me pudesse fazer tão feliz como você faz.


Feliz aniversário pra você meu amor, que me faz uma pessoa mais feliz a cada dia!!!

 

Te amo do fundo do meu coração, e estou contando os dias para te ver!!!


Beijokinhas do meu TumTum para o seu!!!!


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