História Bendita Seja a Dor - Capítulo 13


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Seiji Komori, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Adultério, Adulto, Amor, Anime, Anos, Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Bishoujo, Carla Tsukinami, Crossover, Diabolik Lovers, Dialover, Dor, Drama, Explicito, Fanfic, Final, Harem, Hentai, Heterossexualidade, Horror, Incesto, Kanato Sakamaki, Karlheinz, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Lobisomem, Mangá, Nudez, Orange, Original, Reiji Sakamaki, Richter Sakamaki, Romance, Ruki Mukami, Sadomasoquismo, Saga, Sangue, Shin Tsukinami, Shoujo, Shu Sakamaki, Spoiler, Subaru Sakamaki, Suícidio, Suspense, Terror, Único, Universo Alternativo, Vampire, Vampiro, Vingança, Visual Novel, Yui Komori, Yuma Mukami
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Palavras 1.536
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ahhh que sono. Mas o capítulo tá bom viu!

Capítulo 13 - Capítulo 12


 

-Eu já pedi desculpas, tá bom?! -Disse Subaru tentando acalmar a mulher, que não ligando para o que acontecia, continuava a gritar.

Estavam no final da cidade, num local distante do resto do povo, para que ninguém os visse.

-Você só tinha um objetivo, só um! Como pôde Subaru? Naquele dia, eu disse pra você cuidar dela… 

O albino abaixou e suspirou fundo, voltou a encarar a moça a sua frente com atenção enquanto gesticulava com a mão.

-Eu vou buscar ela, Yui! Não vou a deixar lá. -Respondeu para a mesma, que mantinha uma expressão duvidosa sobre as afirmações do filho de Christa. 

Komori coçou a nuca e o fitou curiosa.

-Ainda não entendo, como ficou realmente quieto? Não contou nada à eles a troco de quê? -Perguntou.

Subaru ergueu as sobrancelhas e estalou os dedos em desgosto.

-Você sabe, eu me sinto mal desde aquela carta, não queria ser igual a ele, e acabei me tornando. Eu admito que estávamos errados sobre tudo o que fizemos com você. -Prosseguiu, encostou-se na parede da última loja do bairro, explicando o fato de a estar ajudando tanto depois de descobrir que estava viva.

Era verdade que Subaru poderia contar aos seus irmãos sobre ela, mas permaneceu calado diante disso e acabou provando que não vive no passado. Afirmando para Yui que cuidaria de sua filha.

A mesma abaixou a cabeça, sabia reconhecer quando alguém realmente havia se arrependido. Logo, só aprendeu isso depois de ter sofrido nas mãos dos Sakamakis.

-Eles disseram por quê a pegaram? 

-Não. -O albino negou. -Mas é bom não confiar.

Yui assentiu com a fala do outro e cruzou os braços, mudando de assunto.

-Preciso falar com eles, os Mukamis. -E fora assim que ela assustou momentaneamente o mais caçula Sakamaki. Que gaguejou quando a ouviu dizendo, estranhamente ela não confiaria assim neles.

-Vai aparecer pra eles? Por quê?

-Subaru. Por mais que eu não devesse confiar em todos vocês no geral. -Assim, o fez abaixar a cabeça novamente, atônito. -Sei que eles não farão nada com a minha filha, e eles sabem da minha existência, vou me vingar de Karl e preciso do máximo de ajuda possível.

-Achei que quisesse vingar-se de nós. -Respondeu atrevendo-se a receber um olhar intrigante da loira.

-E quero. Mas em você eu sei que posso confiar a minha filha.

 

[...]

 

-Cadê a sua mãe? 

-Em casa. Como sabe da escola? -Perguntou o menino levemente curioso ao ver o amigo de sua mãe no portão de seu colégio. Mais precisamente ele prestava atenção na pedrinha que chutava ao longo do caminho.

-Sua mãe disse. -Mentira. Reiji mentiu novamente. Ele não saia do pé do garoto, vigiando-o quase que seu dia inteiro, se esquecendo até mesmo da filha daquela suicida.

-Hm. -Resmungou o menor e olhou novamente para ele, sorrindo. -Minha mãe quer você.

-Como? -Perguntou, olhando o menino pular e andar "perigosamente" na beira da calçada tentando falhamente se equilibrar ali. 

-Ela disse: eu quero ele. E disse pra eu não atrapalhar. 

-Ela sempre faz isso? -Sua curiosidade aumentava, e raiva também ao ver o quanto ela lembrava Cordélia e Beatrix. Parou na rua e viu o menino amarrar os sapatos, com as mãos nos bolsos ele o fitava lentamente, com pena.

-Com os homens que ela namora. -Reiji respirou fundo antes de seguir a conversa.

-Ele teve quantos?

-Muitos, mas uns eu não conheci.

-Por quê? -E assim ele questionava a criança enquanto trilhava o caminho de volta à casa do menor.

-Ela mandava eu dormir na casa da minha tia quando eles iam em casa. -Reiji não era burro, nunca fora, e isso estava o deixando perplexo e estressado. Ela não podia ser chamada de mãe, a criança por sua vez não parava quieto.

-Você vai se machucar. -Assegurou.

Mas era apenas um menino pequeno, uma criança esperta que queria brincar, ele voltava todo dia sozinho pra casa. E logo hoje ele estava assim, agitado. Dos dias que o moreno o vigiou, ele não estava dessa forma.

O menino caiu, e por sorte não bateu com a face no chão, já que o Sakamaki por fim segurou-o pela alça da mochila e o ergueu sem querer transparecer sua força sobrenatural. 

-Eu avisei. -Afirmou antes de soltar o menino na forma de antes e o menor fazer apenas um sinal de reverência juntamente com um obrigada voando para fora de seus lábios. 

-Me desculpa não ouvir.

-Você não precisa pedir desculpas. Você é uma criança. -Finalizou e pôs a andar mais rapidamente com o mais novo. 

Quando próximos a casa do garotinho, o pequeno saiu correndo para a porta de casa quando viu a mãe em frente a mesma, mexendo no celular enquanto fumava um cigarro.

-Oi mamãe! -E seu um beijo antes de adentrar a mesma e sua mãe nem ao menos perceber o ato do filho. Irritando o vampiro que via tudo ali.

Quando percebeu que o tal Sakamaki estava a frente de sua casa também, sorriu e o encarou, guardando o celular em menos de três segundos, encarando o mais velho, com um sorriso exposto na face.

Apagou o cigarro no chão e foi até ele.

-Boa tarde! -Sei um beijinho na bochecha do moreno que se segurou para não vomitar ou bater na mulher a sua frente. Raivoso e falso.

-Seu filho é muito esperto.

-Veio ver ele? -Fora um tanto direta, e Reiji praticamente espancou-a mentalmente, mas apenas por enxergar a frieza de uma mãe como próprio filho. Ele riu sem graça e negou.

Por minutos a mulher ficou ali à enchê-lo de conversas paralelas sobre si mesma. Antes do mais novo chegar com os cabelos molhados e a roupa trocada, sorrindo para Reiji.

-Bom, tenho que ir. -Afirmou, fitando o relógio de pulso e vendo o céu nublado se fechando. -Mas antes, tenho um presente pra você. 

A mesma arregalou os próprio olhos e sorriu alegre. Vendo-o tirar um colar da caixinha e lhe entregando, puro ouro. Ele claro, não diria que o colar estava a anos na mansão Sakamaki, porque a antiga dona fora morta pelo próprio filho. 

-Obrigada! -Sei um beijo no rosto dele, perto do canto de seus lábios, o revirando de nojo por dentro. E logo finalizou sua conversa e se despediu, adentrando a casa.

O menino viu o homem se virando para ir e foi até ele, abraçando-o.

-O que foi? -Perguntou curioso para criança.

-Obrigada! -Reverenciou o moreno de óculos.

-Por? 

-Você é a primeira pessoa que me busca na escola! -Sorriu e saiu de volta para dentro da casa. Deixando o mais alto totalmente fora de si, perplexo com o que ouviu.

 

[...]

 

-Ayato? Ayato? 

Subaru batia na porta do irmão mas ele não abria nem ao menos respondia, e no estava que estava, não era comum deixar a porta fechada.

-Ayato?! -Gritou, mas o ruivo não respondia.

-Subaru… -Laito o chamou baixo do outro lado do corredor, de frente ao antigo quarto de Yui, com a porta totalmente aberta.

Indicou com a cabeça o local de dentro e saiu dali, sem se importar muito. Subaru por sua vez, entendeu aquilo e negou com a cabeça juntamente com um suspiro pesado. Fora até a porta do quarto da mulher falecida.

-... Ayato… -Sussurrou o nome do irmão mais velho e o encarou, o outro por sua vez estava sentado na cama com as pernas esticadas no colchão, seu olhar paralelo no crucifixo que estava em sua mão direita, com a corrente quebrada e com algumas pedras faltando. 

Suas orbes estava foscas e escuras, com o brilho perdido por algum lugar de sua alma. 

Ele não respondia o mais novo lhe chamando.

-Ayato, o remédio. Você precisa tomar. -Seguiu o albino na sua falha explicação de que o irmão precisava daquilo para viver, já que não comia mais.

-Ayato!

-Não… Eu quero dormir. -Apertou o crucifixo entre os dedos e aplicou a cabeça na parede atrás de si, fechando as pálpebras devagar.

-Você precisa disso, você sabe. Se não--

-Eu morro. -Finalizou. -Foda-se.

Respirou fundo e foi até o ruivo. 

-Não é a primeira vez. Eu vou te forçar a tomar isso nem que tenha que te amarrar, você sabe, então é melhor descer e tomar a porra do remédio. Não deveria ficar assim a toa. -Deu de ombros e desviou o olhar do irmão, se lembrando que a loira realmente não havia morrido.

Ayato abriu os olhos e o encarou irritado.

-À toa? -riu sarcástico. -Ela morreu por nossa causa, se matou! Ela morreu! E você fala que é a toa?! 

O filha de Christa repensou o que disse e engoliu seco o que ouvia do irmão. Negando a cabeça enquanto piscava forte.

-Não é isso! Ayato! Ayato não é isso! -Ayato olhou com raiva e se levantou, guardando o objeto prateado no bolso.

-Conseguiu, filho da puta, eu vou tomar a porra do remédio. 

Subaru ficou surpreso por dois segundos ao ouvir que o vocabulário do irmão era o pior de todos, e sorriu por ele ter ido realmente injetado o remédio. Mas ele estava certo, Yui estava viva, tudo aquilo era em vão, toda a comoção era em vão, mas ninguém sabia além dele, não é mesmo?

 


Notas Finais


Ahhhhhh
Oq vcs acharam? Eu escrevi pouco hj pq estava sem ideias e não queria deixar de postar, mas não está ruins, eu gostei quando li! E podem esperar! O cap 20 vai ser um cap especial com duas mil palavras e meia (ou mais), assim espero, vamos ver uns flashbacks e uma grande surpresa e revelação ai.
Vocês vão amar! Tenho certeza!
Bom, continuem a história! Leiam e coloquem em sua biblioteca pra não perder nenhum capítulo ai!
Bjosss galerus!


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