História Bendita Seja a Dor - Capítulo 14


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Seiji Komori, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Adultério, Adulto, Amor, Anime, Anos, Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Bishoujo, Carla Tsukinami, Crossover, Diabolik Lovers, Dialover, Dor, Drama, Explicito, Fanfic, Final, Harem, Hentai, Heterossexualidade, Horror, Incesto, Kanato Sakamaki, Karlheinz, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Lobisomem, Mangá, Nudez, Orange, Original, Reiji Sakamaki, Richter Sakamaki, Romance, Ruki Mukami, Sadomasoquismo, Saga, Sangue, Shin Tsukinami, Shoujo, Shu Sakamaki, Spoiler, Subaru Sakamaki, Suícidio, Suspense, Terror, Único, Universo Alternativo, Vampire, Vampiro, Vingança, Visual Novel, Yui Komori, Yuma Mukami
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Palavras 1.410
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AHHHH, Man eu escrevo um, aí não guento e escrevo mais. Porra eu tenho que parar com isso

Capítulo 14 - Capítulo 13


-E ela? -Apontou Yuma diretamente à menina sentada em seu enorme sofá alaranjado, com as pernas esticadas e um olhar vago e escuro. Seus olhos estavam foscos e perdidos num pensamento paralelo.

-Ela não falou nada até agora. Não há o que esperar também, filha dele. -Respondeu Kou olhando juntamente para a mesma ali. Então resolveu piscar suas pálpebras e olhar para o moreno que encarava a janela à fora num pôr do sol.

-Ruki. -A menina o chamou. E os quatro ali ficaram abismados já que ela não os conhecia, claro, além de Kou. -Ruki.

-O que foi? -Continuou a fitar o céu alaranjado pelo horário, sem indicar atenção para a garotinha.

-Quando viraram isso? -Indicou Chieko olhando para ele. O adulto se virou e olhou rapidamente e sério para os irmãos adotivos, que permaneciam espantados da mesma forma que ele.

-Viramos o quê? -Kou se atreveu.

-Isso. -Apontou com o minúsculo dedo indicador que ela tinha. Piscou várias vezes.

Os quatro perderam a fala e se entreolharam. Não poderia, ela não poderia saber sobre eles, sobre a transformação em um vampiro.

Desistência.

-Somos... puro sangue. -Disse Azusa enfim, se aproximando da menor com preocupação.

-"Puro sangue"? Reiji disse. Não. O cheiro, diferente. -inspirava o ar conforme falava, lembrando-se do perfume que os Sakamakis tinham por serem verdadeiramente vampiros. A menina descobriu. 

-Espera, apenas por ser uma mestiça, muito esperta. -Ruki por sua vez, soltou um pequeno e quase não visível sorriso genuíno. 

-O que é isso? "Metiça?"

Yuma riu alto e a olhou fortemente, abaixando-se e ficando provisoriamente da altura da loira.

-Você. Você é uma mestiça. Uma vampira e humana, estranho né?

A menina permaneceu calada e piscou, tocando na testa do homem por minutos.

-O que você é? -Questionou retórica e Yuma riu.

-Eu sou um vampiro. -Respondeu friamente.

-Não. Ela disse, recebendo ainda mais o olhar curioso do ruivo. -Plebeu.

Empurrou os dedos finos mais na testa pálida do Mukami, fazendo-o gemer de dor e agonia. 

Deixou suas íris de um tom ébano, e seu corpo passou a ficar mais leve. Yuma arregalou os olhos sentindo muita dor em sua cabeça e segurou a ponta do sofá com força extrema, para um humano. Seus olhos pulsavam e começavam a se encharcar de lágrimas salgadas e molhadas.

-...Edgar…-Sussurrou a pequena. O homem parecia cada vez mais levado pelas palavras paralelas e perdidas da criança que se mostrava cada vez mais poderosa.

"Vamos Edgar! Vamos brincar!"

-..Amizade… -Yuma sorriu, não porque queria, mas por estar sendo levado pela menor que o enfeitiçou involuntariamente. 

"Venha … vou te mostrar a macieira que eu te disse!"

"Mas vamos logo, minha mãe vai me matar!"

-...Fogo… -Arregalou ainda mais as orbes e gritou alto antes de se lembrar do incêndio que tinha em sua aldeia, do qual morreram seus pais, amigos e possivelmente seu melhor amigo. 

"Mãe! Pai! O que está acontecendo?! Cadê vocês!? Mãe! Está pegando fogo! Mãe!"

-...Amor...

"Cadê ele?! Cadê o --

-Me solta sua bruxa! -E empurrou a mão da garota para longe e caiu no chão espantado pelo o que reviveu, mas não podia negar as lágrimas que escorriam de desespero, as bochechas e nariz vermelhos, seu peito pulava. 

-Ai! Minha cabeça dói! -Gritou o transformado.

-O que ela fez!? -Kou correu para ajudá-lo e o puxou olhando fixamente para ela.

-Ela me enfeitiçou! -Por quê? Ele não tinha aquelas lembranças, ele nem sabia que porra era Edgar!

-O que…? -Murmurou a menor logo em seguida voltando sua consciência e perdendo a consciência do momento, desmaiando.

 

[...]

 

-Não sei porquê não acho esse livro! -Exclamou. Yui estava irritada, e não achar o que tanto queria piorava tudo.

-Ele estava aí, talvez você não esteja procurando direito. -Afirmou a amiga da mesma seguindo a loira e procurando junto à ela. -Impossível, Yui. Ele estava aqui.

Komori pausou e olhou para a outra.

-Estava, Saori? Logo esse sumiu? -Suas indiretas aumentavam e a bruxa se agonizava com isso. Ela não era culpada por nada.

-Tudo bem, Yui! Se acha que peguei isso pra te prejudicar, que o procure sozinha! -Saiu dali extremamente nervosa com as veias marcadas na pele de seu pescoço. Dava para ouvir a madeira do chão contra os pés pesados da loira mais velha.

Mas ela não poderia deixar de falar com a vampira, já que ainda tinha interesse no que ela faria em relação os Sakamakis e sua vingança contra eles e contra Karl, já que o rei dos vampiros tinha lá sua parcela de culpa em sua vida tenebrosa.

-O que fará à Karl? -Questionou rápida antes de sentar numa das cadeiras de madeira daquela mesa minúscula e quadrada, começou a ler um livro sobre magia branca e cura. 

-Eu? Eu farei o pior com ele. Assim como farei com meu pai quando o encontrá-lo. -Saori ergueu as sobrancelhas e olhou para Yui que estava do outro lado com a porta do quarto de casal aberta mexendo num dos baús da bruxa.

-Sabe onde está Seiji? -Perguntou mais uma vez, preocupada. Komori então indagou e levantou a cabeça, estranhava aquele ato.

-Sabe o nome do meu pai? -Perguntou preocupada, franziu as sobrancelhas.

-Não seja boba, Yui. Você me disse. Ou vai desconfiar disso também? Já estou à par dessa sua desconfiança. -Afirmou logo após engolir seco e seguir sua leitura, mostrando irrelevância no assunto da outra.

-Desculpe. -Suspirou apreensiva e talvez um pouco triste por ter tratado a amiga mal. -Voltando ao assunto, não, não sei mas vou achar ele.

-Mas tem uma ideia disso? 

Yui riu alto. 

-Tenho 1001 ideias, bruxa. Você vai me ajudar nisso, não é? -Perguntou sorridente, um sorriso amarelo e maldoso direcionado aos pensamentos que ela tinha do pai.

A bruxa riu antes de fechar o livro e encarar um lugar paralelo, num pensamento fechado para falas. Disse:

-Com certeza, querida amiga.

 

[...]

 

O arroxeado estava assentado no chão, praticamente caindo aos poucos e escorregando a bunda no frio. 

Rastejou devagar até a caixinha próximo à si e puxou uma seringa já composta por seu líquido transparente, olhou cansado para a droga e sorriu fracamente. Poucas vezes se sentiu bem, e essa não era uma das vezes.

Lentamente levou a agulha diante sua pele esticada e pálida, um pouco azulada pela força, mas aparentemente normal à um vampiro. Atreveu-se a apertar a agulha fina em sua carne e fora colocando devagar, injetando o líquido. Quando o finalizou, tirou o objeto de seu corpo e o jogou longe, piscando lentamente algumas vezes.

-Que merda em drogado. -Laito disse uma única vez, alto e claro para o gêmeo ouvir bem. Parado na porta aberta e apoiado na entrada da mesma, ele sorriu fraco para o mesmo com sua maçã verde na mão, visivelmente mordida.

-Sou um drogado, mas não um louco. -Respondeu sem forças e sem um pingo de consciência do que dizia, sua face cansada e seus olhos caídos, ele ficava assim quando o fazia, mas passava rápido por ser um vampiro.

-Tem certeza? -O irmão brincou atrevido.

-Não a ponto de enxergar coisas. Pessoas. -Olhou para a frente, despistando sua visão do mais novo do lado. Laito enfurecido engoliu seco e jogou a maçã com força no chão, aproximando lentamente e forte ao outro Sakamaki, 

-Nunca mais diga isso! -Gritou para o mesmo enquanto puxava-o pela gola da camisa branca. -Eu nunca encostei um dedo em você, mas estou a ponto de te matar se falar isso novamente. 

-Não fará isso aí seu irmão, Laito. -A mais nova Yui aparecia ao lado do ruivo acobreado escuro, sussurrando ao pé de sua orelha, afirmando um ato desonroso para o vampiro. Ele tremeu suas pálpebras e engoliu seco, respirando em seguida, ainda apertando a camisa do irmão.

-Laito. -Ela murmurou. Segurava no ombro do mais velho que se mantinha na mesma posição. Não fazia parte de ajudar a ele, afinal, ela não existia, não fora de sua cabeça.

-Ela está aqui, não é? -Kanato perguntou curioso, rindo involuntário da face do mais novo.

-Cale a boca, já sabe, né? Eu te mato. -Afirmou ainda o ameaçando. Seu tom de voz áspero e seu ranger de dentes, o Sakamaki estava realmente nervoso.

-Laito. Não.- Komori dizia, tentando falhamente o acalmar com seu toque ou com sua voz leve e doce.

Kanato então riu, olhou para baixo e ergueu o rosto direto para seu gêmeo. Retrucando ele com seu semblante calmo e vazio.

-Louco.

 

 


Notas Finais


O que acharam? Espero que tenham gostado, pq esse eu quis mexer viu! Hehe, e vocês tiveram uma experiência bom com o Yuma ou melhor, com Edgar não é mesmo? Pra quem será que vai sobrar essa história? Me digam suas teorias sobre isso e o que mais esperam que aconteça na história!
Você tem raiva de algum especificamente? Em?

Eu tenho de todos sabe (deu pra perceber né?)
BRINCADEIRA
mas não pouparei nenhum ehe

Mais uma dica em geral, pode se com qualquer um viu!
Love is crazy but nobody forgets


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