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História Bendy e a máquina de tinta - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Em outro lugar


Já estava no corredor que levava à máquina, mas olhei ao fundo e vi que algo estava errado, a sala estava fechada com tábuas, como se alguém ás tivesse fechado entre o curto período de tempo que estive procurando as coisas. Caminhei com mais pressa, para ver de perto oque tinha acontecido, e quando cheguei sondei pelas frestas das tábuas o lado de dentro, parecia tudo normal, até que derrepente, uma figura estranha apareceu na minha frente, era um monstro coberto de tinta, eu me assustei e comecei a correr para o mais longe possível da sala, quanto mais eu corria, mais os corredores eram inundados por tinta preta, dificultando meus paços, mesmo assim corri, corri como se nada mais importasse, quando finalmente cheguei no corredor que levava para a saída, passos antes de eu conseguir alcançar a porta, acabei caindo, ao pisar em umas tábuas velhas, o buraco parecia não ter fim, até que depois de um tempo, senti o chão. 

Me levantei o mais rápido possível, fiquei apenas tonto, onde eu tinha caído estava cercado de tinta preta, e isso me fez congelar, pois o monstro poderia ter me seguido, mas logo notei que isso não foi o caso, depois de alguns segundos, comecei a caminhar onde tinha acabado de cair, a única porta que me tirava dali estava fechada com várias tábuas, olhei mais ao redor e vi mais uma mensagem na parede feito com tinta preta. 

"O criador mentiu para nós"

Olhei mais em volta e vi outra porta, tentei abri-la mas era inútil, olhei mais até que, encontrei um machado preso na parede, o peguei com rapidez e logo fui em direção a porta que estava fechada com tábuas e comecei a quebrar elas, depois que quebrei as que estavam na porta, tive que fazer o mesmo com as que estavam no meio do caminho, assim feito, depois que saí do  corredor pequeno, virei para a esquerda e já dei de cara com outra sala, essa era sem porta, me aproximei mais, e então vi um pentagrama desenhado com tinta preta no chão, em volta dele tinha várias velas e encostados nas paredes vários caixões, e assim que vi tudo aquilo, acabei perdendo a consciência e desmaiei. 

Depois de um tempo acordei, minha cabeça doía muito, me levantei devagar e quando olhei para saber onde tinha caído, notei que estava bem no meio do pentagrama, procurei logo meu machado, e o achei encostado em um dos caixões, então fui até ele e o peguei. 

- Oque está acontecendo aqui? Onde estou? Quem era aquele bicho? Ele parecia uma cópia do Bendy, só que maior e mais assustador... - Falei para mim mesmo segurando o machado - Tenho que dar um jeito de sair daqui o mais rápido possível, antes que eu seja morto - Assim falando, caminhei até a porta e quebrei ás tábuas que a fechavam, assim que o fiz, abri e saí dali. 

Desci uma escadaria e a primeira coisa que vi ao terminar de descer foi uma prateleira, e sobre ela tinha mais velas, um prato fundo com alguns bolinhos dentro, porém eles já pareciam que não dava mais para comer, um desenho do Bendy ao lado e mais uma mensagem na parede acima das velas. 

"Ele vai nos libertar" 

Andei mais naquela sala, achei velas e mais um recorte do Bendy, porém esse era menor e ao lado do recorte que estava sobre uma prateleira vi outro gravador. 

- Meu Deus, como esse lugar ficou tão grande? - Falei indo até o gravador e logo que cheguei, apertei o play. 

"Ele aparece das sombras para chover suas benções sobre mim, a figura de tinta que brilha na escuridão, eu te vejo meu Salvador, eu rezo para que você me escute, aquelas velhas canções, sim eu ainda canto elas, pois eu sei que você está vindo me salvar, e eu serei acolhido pelo seu abraço final, mas, amor precisa de sacrifício, posso ouvir um amém?"

E assim acaba o áudio, eu fiquei parado em frente ao gravador, pensando no que a voz dizia, tentando entender oque aquilo significava, possivelmente pelo jeito que ele descreveu, seu Salvador é aquele monstro, mas, por que sacrifício? Quem seria esse sacrifício que ele falou? Foi ae que parei de vez, o sacrifício só poderia ser eu, pois apenas eu estava lá preso, com um demônio de tinta, que poderia aparecer a qualquer momento. 

- Só pode ser brincadeira... - Falei olhando para o gravador e logo em seguida para o recorte do Bendy que estava ao lado - Isso só pode ser uma brincadeira... 

Eu não sabia mais oque fazer, eu já estava em algum outro caralho de lugar, não sabia onde ficava a saída, e ainda tinha a porra de um demônio andando por ae, esperando o momento certo para me matar, eu realmente não sabia mais oque fazer, a única coisa que eu tinha para me defender era esse machado, mas caso ele quebre estarei fudido, respirei fundo tentando me acalmar, oque até que estava funcionando. 

- Oque me resta é seguir em frente, ficar parado aqui se lamentando não vai ajudar em nada - Disse segurando ainda mais firme o machado e então resolvi sair daquele lugar. 



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