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História Berlobi: Love Story - PORTUGUÊS - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, queridos! Eu tinha uma conta aqui, mas perdi-a, mas vim postar uma fanfic nova que ando a escrever sobre La Casa De Papel.

Espero que gostem e disfrutem dela!

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Berlobi: Love Story - PORTUGUÊS - Capítulo 1 - Capítulo 1

POV. Nairobi


Um homem de aparência de 40 anos, barba e óculos chamou-me para me encontrar com ele numa casa em Toledo. Deu-me a morada da casa num papel e fui até lá. Ao chegar a essa morada, encontrei esse homem (que se chamava 'Professor') com mais umas 7 pessoas. Reparei que éramos só 2 mulheres (eu e outra uns anos mais nova que eu) de cabelo castanho até aos ombros e em um homem elegante. Tenho de admitir. Aparenta uns 40 anos por aí, cabelo castanho, gravata, polóver e um casaco de smoking.


Entramos na tal casa que é grande. Passámos por uma sala de jantar e subimos umas escadas que nos levou para uma "sala de aula". Com carteiras, cadeiras e um quadro preto. Sentámo-nos todos nas cadeiras esperando o Professor falar.



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- Antes de tudo, as regras - O Professor aproxima-se do quadro. - Nada de nomes, nada de perguntas pessoais e muito menos, nada de relações pessoais - Acrescenta ele.


- Os nossos nomes aqui podem ser planetas, números ou cidades.


- Podem ser números. Ela pode ser o número 17 e eu o 34 - Sugere um jovem de 20 e muitos anos de cabelo preto e encaracolado.


- Números não, que nem sei o meu número de telemóvel - Diz um homem com uns 50 anos de barba.


- Por isso é que o digo - Responde o jovem de cabelo preto.


Atrás dele, um garoto de capuz responde.


- Planetas. Eu posso ser Neptuno e ele Úrano.


- Não - Responde o jovem que sugeriu números.


- Qual é o problema?


- Urano rima com ânus - Eles riem.


- Cidades. Ficam cidades - Diz o Professor.


Foi assim que me chamei Nairobi. A garota à frente é a Tóquio é meio impulsiva, mas gata para caralho.


Atrás dela, Berlim, o elegante. Está a ser procurado. 27 assaltos: joalharias, casa de leilões e carros fortes.


O que está a tossir é o senhor Moscou, o primeiro lugar que ele cavou foi uma mina nas Astúrias. Depois percebeu que cavando para cima chegaria mais longe, 6 lojas de luxo, 3 relogiarias e um banco rural.


Atrás dele, está o seu filho, Denver. Drogas, dentes e costelas partidas. É o rei das brigas de bar, típico sangue quente, em um roubo perfeito, é uma bomba relógio.


À minha frente, Rio. É tipo um Mozart dos computadores, faz programação desde os 6 anos, e sabe tudo sobre alarmes e eletrônica. Para o resto das coisas da vida, parece até que nasceu ontem.


Ainda temos os primos siameses, Helsinque e Oslo. Até para o plano mais sofisticado, é preciso soldados. Ninguém melhor que eles. Talvez saibam pensar, mas nunca vamos saber.


Por fim, Professor. Sem antecendetes, sem ficha criminal. A última vez que renovou o BI tinha 19 anos. Um fantasma, mas um fantasma muito inteligente.


A Tokyo levanta o braço e o Professor dá-lhe autorização para falar.


- Professor, o que vamos roubar?


O de óculos aponta para a sua frente e todos olhamos para onde ele aponta. Uma maquete de um edifício, provavelmente o que vamos roubar.


- A casa da Moeda de Espanha - Diz ele e começa a explicar o que pensa fazer.



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Depois da aula, o Professor mandou-nos sair e decido ir conviver com o pessoal. Encontrei o Berlim a falar com o Moscou, fazendo este se rir às vezes.


- Olá! Berlim, certo? - Pergunto.


O Berlim vira-se, encarando-me e sorrindo.


- Em carne e osso.


- A tua cidade é... - Diz o Moscou.


- Nairobi - Completo. - Do que estão a falar?


- Estou a contar piadas ao Moscou - Diz o Berlim, contando uma piada totalmente sem graça ao Moscou que me faz revirar os olhos. Não só por ser machista, mas também por não ter piada nenhuma.


Este gajo só pode ser um machista de merda...


Encaro, de sobrancelha franzida, o Berlim rindo.


- Desculpa. Eu não percebi: Qual é a piada? - Pergunto e ele cala-se. Bebo água com um sorriso por o fazer calar.


Vejo que o Moscou ficou um pouco envergonhado e sai dali. O Berlim continua lá como se não fosse nada e encaro-o, tranquila.


- O quê que se passa, querida?


- Desculpa? Querida? Mal nos conhecemos - Digo-lhe, indignada. - Como te atreves a chamar-me "querida" assim? Eu não sou a tua querida.


Um dos sérvios aparece lá e apresenta-se.


- Eu ser Helsinque e ele meu primo, Oslo. Estamos aprendendo vossa língua.


- Olá, Helsinque e Oslo. Não se preocupem com isso. Vocês vão aprender. Não falas mal para quem está a aprender - Digo ao Helsinque.


- Eu - começa o Oslo faz "não" com as mãos e toca na boca para se referir a falar.


- Ele não falar estrangeiro muito bem - Diz o primo.


- Sou a Nairobi e... - Sou interrompida pelo Berlim que até me esqueci que ele ainda estava aqui.


- Berlim. Qualquer coisa, estou pronto para nos ajudar.


- Oubrigado - Responde Helsinque.

- O - bri - ga - do - Corrige o Berlim.

- Isso - Responde o Helsinque, rindo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Irei postar mais um capítulo ainda hoje. O que acharam? Comentem, se faz favor, e boa noite.


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