História Best Friends - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Visualizações 18
Palavras 1.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


To com sono então nada a declarar, boa leitura 😊

Capítulo 4 - Risadas contadas


Peter acordou sem nem uma vontade de se levantar mas fez, foi para o banheiro de seu quarto ignorando tudo a sua volta até finalmente acordar de verdade com o ar quente do vapor do chuveiro já desligado, olhou para o lado se deparando com o amigo molhado apenas com uma toalha branca envolta da cintura realçando a pele levemente bronzeada pelo sol que o garoto tomava trabalhando na loja do tio no litoral aos fins de semanas, se assustou um pouco mas tentou disfarçar, porém o mais alto percebendo sorriu de lado roubado o ar do outro, que fazia uma cara divertida com a escova de dentes na boca:

-Eu vou desce para o Litoral o Henry , a Wanessa e o Beto vão, quer ir ?

   Evitando olhar o amigo apenas confirmou com um movimento de cabeça, o mais alto passou por ele pegando suas roupas e mexendo no armário do outro atrás de umas das suas peças íntimas que abandonava na casa de Peter para quando dormisse lá sem intenção tivesse uma peça, se vestiu e quando o asiático saiu do banheiro após escova os dentes pegou a chave do carro e foram pegar os outros para comerem todos juntos.

   No começo olhar para Zen era quase impossível, principalmente se o outro olhasse de volta, Peter sabia Beto iria para litoral também e aquilo o deixava estranhamente desconfortável; respirou fundo quando chegaram no estacionamento da loja do Tio de Zenon, os três no banco de trás saíram às pressas, correndo até a praia deixando os dois sozinho em um silêncio raro e um raro momento constrangedor, o Moreno apertou de leve a coxa de Peter, a pele se arrepiou e o corpo esquentou com sinceridade:

-Está tudo bem entre a gente ?

   A resposta veio sem som, confirmada com a cabeça sem olhar, não havia certeza daquele jeito, não dava para ver a sinceridade nos olhos negros do asiático, queria se aproximar porém não queria ser afastado, o aperto intensificou pouco mais, não era o suficiente para machucar, mas o suficiente para deixa o asiático tenso, depois de tantos sonhos com a amigo muitos até que sexuais tê-lo o tocando era uma tortura, ficava tenso pois sabia que aquilo era pouco, não bastava e queria mais. O moreno não era burro sentiu em sua mão o outro ficar tenso, porém não tinha se afastado, tirou a mão para apreciar e ter a confirmação de insatisfação e decepção por se afasta:

-Hoje eu não vou trabalhar... podemos ficar com eles ou ser só nós dois.

   Não precisou pensar a resposta era óbvia, Sim, só eles, não queria o Beto perto dele, sem distrações, queria a atenção do mais alto só nele, estava sendo egoísta e pela primeira vez não se importava; seguiu as ordens de sair do carro em silêncio e a baixado, assim ninguém os veriam por causa dos outros carros, saíram do estacionamento e só se levantaram quando tiveram a certeza que não os veriam, suas mãos se entrelaçaram e o asiático foi puxado pelo moreno sem medo, Zen conhecia aquele lugar muito bem, a maior parte de sua Família mora no Litoral eram famosos pelas festas na praia, todos sempre se divertiram nelas, depois de conhecer a família de Zen entendia de onde vinha sua graça, sabia de onde vinha o charme de seu sorriso e com certeza vinha dos avós que dançavam na Espanha e até hoje com sorrisos simpáticos e convidativos, Peter já perdeu as contas de quantas vezes mesmo sem saber dançar foi envolvido pela família na “pista de dança” o pés sujos com a areia fofa da praia e Zen com as primas e primos o conduzindo.

   Depois de uns 20 minutos a cidade ficava cada vez mais distante, a vegetação vibrante de verde em diversos tons fascinava, a areia clara se transformava em terra depois do asfalto, o caminho reto ficava mais deformado pelos pequenos e grandes montinhos de terra e pedras, que muitas das vezes ajudava os dois a se aproximarem; o corpo magro do asiático não conseguia com tanta facilidade como Zen, deslizar pelas pedras maiores e encontrava os braços do amigo como apoio e segurança, quando seus pés tocavam o chão os dois corpos se aproximava como a distância de seus olhares diminuía.

   O longo caminho cheio de desafio teve sua glória majestosa, um lago de água transparente, pedras e areias com coloração que ia do branco a um caramelo claro cercado pelos verdes da floresta, vazio só para os dois, só eles e a natureza. O mais novo ficou inebriado com a paisagem como se o tempo tivesse parado; Zenon por sua vez apreciava com amor, mesmo depois de ver inúmeras vezes a paisagem de fato não perdia a beleza, se sentou na areia morna acompanhado por Peter deixando o silêncio tão querido reinar, até por fim as preocupações formarem voz:

-Tudo isso vai acabar ?

   Mesmo sendo uma pergunta quase que retórica, foi respondida pela voz calma e sincera de Zenon:

-Mais rápido do que parece…  para alguns acho que já acabo...

   E não era mentira, quem comparasse o grupo de amigos atual com antigamente sentiria desgosto, falariam em bom som que a versão do passado do grupo nunca veio a existir, que aquele passado é o futuro de um grupo que atualmente se conheceram. Um suspiro de frustração, foi o que se pode ouvir além da natureza por um tempo.

  A indiferença na resposta fazia aquele um interpretar mal, não Peter, Zen mantinha uma ligação entre todos, às vezes se afastava, desistia, sem abandonar, entretanto não gastaria esforços, sabia então que aquele era o começo por que tudo estava bom para os dois naquele momento.

    Outro suspiro com outro dono, mais pesado e longo, firmeza e chateação acompanharam a voz que pediu para deixar aquilo de lado.

     No silêncio os dois aproximaram suas mãos, só restava Zenon e Peter, e bastava, ainda que os outros amigos estivesse com eles só restava a presença; O sentimento e a sensação transformou o doce e lento beijo em algo com muito mais significativo, sem porque, sem explicação ou resposta. Um beijo necessitado porém sem pressa, não precisavam tê-la por agora, beijo que se repetiu diversas vezes, até mesmo no lago que entraram, entre abraços rápidos e expressivos intercalados com os beijo e risadas; se não fosse os amigos e terem que voltar não saberiam quanto tempo passariam ali, por eles uma vida inteira e agradável.


Notas Finais


Espero q tenham gostado 🤗


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