História Best Mom - Capítulo 1


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Categorias Fairy Tail
Personagens Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Nalu
Visualizações 476
Palavras 1.816
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie, bom, espero que gostem dessa minha reescrita, não mexerei no primeiro capitulo, pois querendo ou não, acho ele muito bom da maneira que ele é, um pouco da minha velha eu está nele *~*
Possivelmente todos estão começando a ler agora, e eu espero que gostem, e que não dê ruim.

Eu estou repostando, pois eu acabei tomando um rumo para fanfic que não ficou NADA legal, pelo menos para mim, eu me senti ruim em estragar aquele enredo. Mas faz mais de 1 ano que postei a velha versão dessa fanfic, mas eu tenho um carinho por essa história ^-^

Espero que gostem.

Capítulo 1 - Prólogo.


Fanfic / Fanfiction Best Mom - Capítulo 1 - Prólogo.

Autora P.O.V´S ONN

— Ah, que pena Natsu. Parece que a herança é minha. — Zeref, irmão mais velho da família Dragneel. Falava isso provocador.

— Calado! Eu não vou deixar que fique com tudo. — Natsu se controlava para não partir para cima de Zeref.

— CHEGA VOCÊS DOIS! — Grandine que estava sentada no sofá, gritou, pois odiava vê-los brigarem.

— Desculpa minha mãe. Mas é de concordar, que eu tenho vantagem em ficar com a herança do papai. — Zeref comentou.

— Ora maldito. — Uma veia salta no rosto do rosado.

— Já mandei pararem. — Mais uma vez ela afirmava.

— Idiotas. — Uma ruiva falou, ela estava escorada na parede, e observava tudo. — Bom, pouco me importo com vocês, eu tô indo visitar o Jellal. — Ela falou, e deu uma piscadinha antes de sair do local..

— Viu. Idiota, por sua culpa a Erza gosta daquele.. — Zeref foi interrompido por um olhar que recebeu de sua mãe.

— Você é surdo Zeref? — Ela pergunta, pondo-se de pé.

Bom, essa é a família Dragneel, que à um mês sofreu a perda de seu pai, Igneel Dragneel. E só nesse dia, o testamento veio à ser aberto. Falando que: Erza Scarlet Dragneel (Filha de outra mãe) Receberá 25% de toda sua fortuna, assim como Grandine. E os outros 50% Com a parte da empresa, ficaria, para o filho cujo criasse uma família primeiro. Com no minimo uma criança sadia. Ficaria à merce de toda a empresa da família, e o outro, com a vice-presidência.

Bom, isso era mais vantajoso para Zeref, que tinha uma noiva, e Natsu, que era solteiro. Mas sabe, Zeref nunca foi responsável, possivelmente iria arruinar com a empresa, por enquanto, quem estava dirigindo a empresa, era Grandine. Com o pouco conhecimento que tinha sobre essas coisas... Emfim, isso é tudo que precisam saber para entender o enredo por enquanto.

— Mãe, sabe a senhora que papai sempre me amou mais... — Zeref tenta provocar.

— CHEGA ZEREF! — Gritou irritada.

— Eu tenho que ir. — Natsu falou, e nisso saiu correndo da casa. Ele entra em seu carro, com pressa. Esculta sua mãe gritar seu nome. Mas ignora. E apenas dá partida no carro, saindo da garagem....

~~ Em Outro Lugar ~~

Havia uma loira, cujo chorava sentada no banco da praça. Ela? Ela estava grávida, não tinha coragem de voltar para casa, pois todos havia avisado "Ele não presta" "Um dia vai se arrepender Lucy" "Não quero que venha chorando quando se decepcionar" Sim, sua família nunca apoio ela em nada, ela sempre foi a filha imperfeita, assim como o rosado que andava pela cidade com seu carro.

— Idiota. Idiota. Idiota. — Ela dizia pausadamente para si mesma, sua voz era falha, sua garganta doía. A praça onde se encontrava era praticamente vazia, pelo tempo de chuva que estava sobre a cidade de Magnólia. — IDIOTA.

~~ Natsu ~~

O garoto parou em uma praça cercada por uma grade. Ele entra pelo portão, pois ela ficava aberta. Ele pensava, já estava rendido, sim, ele tinha perdido, a empresa da família iria para as mãos de Zeref. E ele logo acabaria com o patrimônio da família. Ele então suspira, o silêncio, o angustiava, se pergunta, o por que ter ido para ali? E não para uma balada, ou algo do tipo... Nesses pensamentos, ele acaba decidindo ir embora...

— IDIOTA. — Ele escultou uma voz de choro, era feminina, e fraca. Mas o grito o chamou atenção, ele correu para onde achava ser o grito... Até chegar ao centro da praça, onde tinha bancos, e um parquinho próximo, para que crianças brincassem. Ele se assusta, ao ver uma loira chorando em um banco. Ela rodeava os braços pela própria cintura. Estava de cabeça baixa, mas dava para ver, suas lágrimas caírem sobre sua saía. Ela tinha ao seu lado um papel, cujo parecia um exame. Ele então decide se aproximar, cruzando o centro da praça, até onde a loira se encontrava.

— E-Ei, senhorita. — Ele chama por ela. A mesma se assusta. Achando que o rapaz poderia fazer mal à ela, pois vamos dizer que estava tarde.

— Que-Quem é-é você? — Ela tenta firma à voz, em uma rapidez impensável, acabou por se levantar, e se afastar.

— Calma, não vou lhe fazer nada. — Ele tentou acalma-la. Se aproximando.

— NÃO DÊ MAIS UM PASSO. — Ela gritou.

— Já disse para se acalmar. — Ele falou. — Ei, vai começar a chover logo, é melhor ir para casa. — Ele tentou ajuda-la.

— Casa? Para que? Receber mais críticas? Não, obrigada — Ela ironizou.

— Oque quer dizer. — Ele falou, ela suspirou, e se sentou no banco, ele por puro reflexo se sentou ao seu lado.

— Minha família me odeia. — Ela falou. — Pensa se descobrirem isso. — Ela pega o papel do seu lado e mostra ao rosado. No qual dizia que ela estava grávida de duas semanas.

— Já pensou em falar com ele? — Ele perguntou, se referia ao pai da criança.

— Sting? Não, eu tentei, mas ele não podia continuar comigo, sabe. A família dele o obrigou à se casar com outra. — Ela disse com os olhos marejados. Nesse momento digamos que o céu chorou junto com a moça, pois a chuva caiu sem dó. — Desculpa, você não tinha que tá aqui, eu me desabafando com desconhecido. — Ela fala rindo de si mesma, mas suas lagrimas destacavam-se em seu rosto, ela estava toda molhada pela chuva, assim como ele.

— Que? Serio isso? Está chovendo. — Ele falou, ela o encarou, com a cara de "É mesmo é? Descobriu sozinho, ou viu no jornal?"

— Eu não tinha percebido — Ela ironiza novamente, dessa vez se levantando. Pronta para ir embora.

— Onde vai? — Ele perguntou.

— Não sei, para um hotel, para a casa da Levy. Não sei, só vou sair daqui. — Ela falou, ele se levantou, tirou o casaco que usava, se aproximou, e cobriu a cabeça da loira com o mesmo. — Oque tá fazendo? - Ela pergunta confusa.

— Não vai ficar aqui, sozinha. — Ele disse, à puxando para fora do local.

— Para onde tá me levando? — Ela pergunta, eles estavam perto da saída.

— Eu não sei, talvez para um lugar onde não se molhe. — Ele à puxou para fora da praça, agora eles iam em direção ao carro dele.

— Você nem sabe meu nome. — Ela falou, embora estivesse molhada, ela se solta dele.

— Depois falamos sobre isso! — Ele fala. - Agora me siga por livre vontade? — Ele pediu, ela apenas revira os olhos, e então. Decide finalmente segui-lo.

— Vai logo! - Ela fala, e então ele continua andando, ela vai logo atrás, até chegar em seu carro. — É seu? — Ela pergunta.

— Não, do Papai Noel. — Ele ironiza, mas ri em seguida, pois diferente dela, ele ria em momentos não favoráveis. — Entra — Ele fala, abrindo as portas com a chave.

— Vai molhar o banco. — Ela falou.

— E daí? Olha loirinha, se tô pedindo que entre, é por que não tenho medo disso. — Ele fala, novamente ela revira os olhos, e adentra no automóvel. Logo em seguida ele entra.

— Onde vai me levar? — Ela pergunta, antes que ele respondesse, ela começa com uma série intermináveis de perguntas. — Qual seu nome? Idade? Estado civil? Você é traficante? Ficha criminal? Quantos crimes cometeu? PELO AMOR DE DEUS, NÃO ME DIZ QUE VENDE MULHERES. — Ela pergunta tudo, em um tom alto, atropelando as próprias palavras.

— Ei, ei. — Ele a chama a atenção, oque a fez se calar, ela se encolheu no banco, com medo da respostas. — Não tenha medo.

— Me responde. — Ela fala, ela observava, os pingos de água que molhavam o vidro. Sua voz tentava ser firme. Mas falhava a tentativa

— Tudo bem. — Ele suspira, colocando a chave do carro em seu lugar, pronto para ligar o mesmo. — Sou Natsu Dragneel. Tenho 21 anos, sou solteiro, nunca cometi nenhum crime, e não vendo mulheres. — Ele fala debochando,

— Sei. — Ela fala — Agora, para onde vai me levar. — Seu tom de voz havia desespero.

— Olha, pensava em te levar para o apartamento do meu pai, mas sabe, acho melhor eu te levar para casa. — Ele fala, e ela se assusta.

— Pera, nem sabe meu nome, e que me levar para sua casa? — Perguntou irônica.

— Sabe, loira, diferente de você, eu tive uma mãe que me ensinou a confiar nos outros. — Ele falou, ela sorriu boba. Embora não fosse isso que queria, mas mesmo assim, lembrou do jeito que sua mãe à tratava, fria, grossa, mas no fundo, era tudo para o bem da jovem. — Te chamo de...?

— Lucy, Lucy Heartfilia. — Ela fala confiante.

— Olha Lucy, para que minha mãe goste de você, fale para ela que é minha namorada, sei lá, ela se dá bem com minhas namoradas — Ele fala, mas fala como se já tivesse ficado com várias garotas, o que era mentira.

— NAMORADA? — Ela grita, ele liga o carro e dá partida.

— Fazer oque?— Ele começa à andar com o carro. Ela suspira, tsc, como podia confiar em um idiota que havia acabado de conhecer?

Ele andaram o caminho em silêncio. Até que o rosado parou em frente à uma mansão, pediu para que o mordomo guardasse o carro, pegou Lucy, a cobrindo com seu casaco, e entrando na casa, dando de cara com Grandine, Zeref, e uma loira baixinha, mas adulta.

— Quem é Natsu? — Grandine pergunta.

— Mãe, essa é minha namorada. — Ele mente.

— NAMORADA? — Zeref se engasga com o chá que tomava.

— Sim, sou namorada do cabelo de cerejeira. — Apelidou ele, pois havia esquecido a pronuncia do nome.

— Ai que fofa. — Grandine disse. — Tá toda encharcada. — Ela faz uma voz de pena. — Venha querida, vou leva-la ao quarto de Erza, deve ter algo para vestir lá. — Ela a puxa, sem poder falar nada, a menina assenti, e vai com a albina. Natsu ficou com Zeref, e a loira pequena, cujo nome era Mavis.

— Namorando Natsu? — Zeref debocha. — Onde arrumou essa puta? — Ele fala, e então recebe um olhar mortal, na verdade dois, pois Mavis também se incomodou.

— Zeref. Respeite a... — Mavis fica em duvida.

— Lucy. — Natsu fala o nome

— É, a Lucy! — Mavis afirma.

Depois disso, Natsu subiu para seu quarto, tomou um banho quente, e jogou suas roupas molhadas no cesto, logo depois, se joga em sua cama, mas antes de dormi, o quarto é aberto.

— Olhe jovens, não façam nada ainda, tem gente acordada na casa. — Grandine brinca abrindo a porta, trazendo com si, Lucy, que vestia uma camisola.

— Ma-Mãe. — Natsu fala confuso.

— Ela dormirá com você, você sabe que namorados dormem juntos. — Grandine empurra Lucy para dentro. Fechando a porta. Deixando a loira abismada.

— Ela não bate bem da cabeça. — Os dois falam em um coro. E logo riem.

— Vem, deita aqui comigo. — Ele puxa um lado do edredom. Ela anda até, ele, mas antes de se deitar, ela o olha.

— Não me toque ok? Não somos nada. — Ela fala, ele ri e assenti, ela se deita, e se cobre.

Eles dormem ali, um de costas para o outro, tsc, dormindo com uma estranha. Que coisa em. Mas durante o sono do rosado, ele teve Uma Ideia.


Notas Finais


Foi isso, espero que seja do agrado de vocês sz


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