História Best Of Me - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Monsta X, SNUPER
Personagens Hyung Won, I'M, J-hope, Jimin, Jin, Joo Heon, Jungkook, Ki Hyun, Min Hyuk, Personagens Originais, Rap Monster, Sangho, Sangil, Sebin, Show Nu, Suga, Suhyun, Taewoong, V, Won Ho, Woosung
Tags 2seok, Vmon, Yoonkook
Visualizações 41
Palavras 1.267
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Kah é o amor em pessoa
Como não amar o amor?
Esse amor não desapego,
Me entrego.
Minha amorzinha te adoto'' ~~

Capítulo 2 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Best Of Me - Capítulo 2 - Capítulo 1


-- Yoon hora de acordar -- Meu pai me balança na cama.

Opa, opa, muito contato. 

-- O que? Desde quando você vem me acordar assim?

Pergunto impaciente, já me sentando na cama e revirando os olhos ao ver o olhar magoado dele, céus o que a humanidade tem de errado?

Meu pai nunca foi carinhoso, na verdade ele já foi, mas depois que minha mãe o abandonou ele se fechou, sorte a minha, era menos uma preocupação. Mas depois que ele arrumou essa namorada, um amor de pessoa, parece que tem mudado isso, mas não sei se isso é bom ou ruim.

Sobre minha mãe, eu não a culpo pelo abandono, a vida é dela e faça o que quiser, eu nunca chorei por Saudades, chorei de raiva isso sempre que meus planos dão errado.

-- Ele já chegou -- Meu pai avisa -- Kah já está lá em baixo, se troque logo. 

Resmungo várias vezes e ele ri baixinho, bagunça, ainda mais os meus cabelos, criando uma  enorme interrogação na minha linda e bela cara.

Me levanto de maneira preguiçosa e caminho até o guarda roupa, pegando uma camiseta e ume jeans bonitinho, uma cueca e uma toalha limpa. Meu pai estava parado na porta com os braços cruzados e parecia estar com os pensamentos distantes, as pessoas sempre me questionam sobre ele ser violento, geralmente o primeiro contato as assusta, mas quando você conhece a figura você vê algo muito diferente.

Uma coisa que me lembro era ele indo me buscar na creche, as crianças se escondendo e eu olhando sem entender, as professoras pediam para ele esperar do lado de fora, desde então eu não ando muito com ele.

-- O que quer? -- Pergunto vendo ele me encarar.

-- Escreveu para sua... 

Ela não merece que eu escreva, na verdade eu nem me importo, mas eu sei o que escrever, não sinto saudade, nem me lembro dela, não quero saber como ela está e também não quero que ela saiba como estou, ela apenas me gerou, nunca foi uma mãe, então é como escrever para uma estranha.

-- Você sabe que eu não escrevo, nunca vou.

-- Filho ela ainda é sua mãe... -- Jooheon diz -- Tente por mim, sim?

Ignoro seu olhar triste mas uma vez aquela manhã, passando direto por ele e saindo do quarto.

"Yoongi você não sente culpado por tratar seu pai assim?"

Kah me perguntou isso uma vez, então eu respondi rapidamente.

"Nunca me senti mal, ele me fez ficar assim depois que me afastou da minha mãe."


30 minutos depois

O garoto não parece ser de todo mal, desde que ele não se intrometa na minha vida enquanto estiver aqui.

Essa semana vai ser muito corrida, tenho aulas de música,  reforço para matérias, vou ficar os dias inteiros no colégio para terminar um trabalho e tenho uma festa para ir, fingir ser sociável e amigável com todos, isso vai me garantir paz e quem sabe não consiga algo futuramente.

-- Filho leve seu primo para conhecer a cidade -- Meu pai diz.

-- Amor ele mal chegou -- Kah eu te amo.

-- Tenho que estudar -- Forço uma tosse para que eles olhassem para mim.

-- Vamos vai ser legal primo -- Jungkook sorri e se levanta do sofá.

Para a idade ele está Um pouco avançado fisicamente, seu corpo é moreno e forte, esta usando uma camiseta que marcava bem seu corpo e o jeans também. Não, eu não estou babando no meu primo, isso não significa nada, apenas... ah, que se foda, realmente estou. Tem um deus grego na frente dos meus olhos, que vai passar as próximas três semanas aqui. Eu não gostei da idéia,  mas algum proveito posso tirar disso.

-- Okay... -- Bufo irritado e me levanto.

Puta merda, ele é enorme ou eu sou baixo demais, não sei. Meu pai é alto, mas meus avós não eram, os maternos e paternos, que raramente vem me ver, talvez meu pai os tenha afastado também. 

Kah estava abraçando meu pai, enquanto ele sussurra algo em seu ouvido que faz a mesma corar. Eu não me imagino em um relacionamento assim, mal consigo amar meu pai, imagine uma pessoa que mal conheço? 

Meu pai me disse "Confie em alguém apenas quando tiver total certeza e teste isso, até lá ninguém é completamente confiável"

Não vou confiar em ninguém. 

Não vou amar ninguém. 

Quem precisa de amor? 

Preciso de dinheiro e fama.

Assim serei Feliz.


Vou andando até o meu quarto e ouço passos atrás de mim, ignoro,não quero papo com ele. 

Quando me viro para fechar a porta ele a segura com o pé e sorri sacana.

-- O que quer? -- Cruzo os braços fitando o mesmo. 

-- Conhecer o lugar que vou dormir -- Jungkook ri.

O folgado passa por mim como se eu nem estivesse ali, meu corpo se enche de um ódio, eu odeio dividir o que é meu.

-- Fique a vontade -- Sorriu e fecho a porta atrás de mim.

Ele analisa meu quarto,  seus olhos param em minha escrivaninha, onde eu tinha deixado algumas partituras do piano, eram da minha avó paterna, eu prometi que iria tocar algum dia, ela morreu e eu não consegui tocar.

-- Eu tenho a outra metade -- Ele pega os papéis -- Ela disse que está parte estava com uma pessoa especial.

-- Ela nem me conhecia e eu não sou especial.

Dou de costas para ele e no meu guarda roupa pego uma camiseta de moletom bonita e outro jeans, não quero sair de casa de qualquer jeito.

Coloco o moletom, Jungkook ainda estava em silêncio, não sei o que ele está pensando mas pelas suas feições não é algo bom.

Tiro o meu jeans e coloco o outro, sem me importar com a presença dele, afinal ele nunca iria me olhar de uma forma maliciosa, primeiro porque ele é um homem e segundo porque é meu primo e posso adicionar um terceiro eu não tenho interesse em me envolver com ninguém. 

-- Ela passou anos esperando --Ele se pronuncia depois de alguns minutos -- Ela queria nos ouvir tocar -- Sua voz era carregada de um sentimento ruim.

-- Não é culpa minha, pessoa morrem todos os dias...

-- Nossa avó não era qualquer pessoa -- Seu tom era mais rude agora.

-- Para mim era, eu nem a conhecia -- Disse simples e fui até o guarda roupa pegar uma escova.

Quando ia tirar a escova de cabelo dali de dentro, ele agarra meu pulso e me empurra contra a porta do quarta roupa, seu toque me faz arrepiar inteiro.

-- Me solte!  -- Gritei aflito e me debato --Não me toque!  Não me toque!

-- Ela passou tempos enviando cartas! Aposto que você sequer as abriu! -- Jungkook gritou -- Eu vi ela chorar Yoongi! Por dias inteiros! 

-- Não abri! Não li nenhuma! Joguei todas elas no lixo! -- Tento me soltar e sorriu, notando o ódio em seus olhos -- Ela... nunca... Foi... Nada... Para... Mim.

Eu disse lentamente, sinto os pulsos doerem mais, iria ficar marcado mesmo com o tecido pesado do moletom. Jungkook estava com raiva, isso me impedia de olhar em seus olhos, não olhava nos olhos das pessoas, apenas do meu pai, já aprendi a lidar com sua decepção relacionada a mim.

-- Ela te amava... -- Jungkook diz -- Maldito ela sempre perguntava por você!

-- Desconheço qualquer tipo de amor. 

Ele parece colocar os pensamentos em ordem e me solta, meus pulsos estavam latejando. Ele se afasta e passa as mãos pelos cabelos.

-- Como pode ser assim? -- Jungkook perguntou.

-- Deixei de me importar, tenho objetivos mais importantes. 

-- Eu vou mudar isso, vou salvar você -- Jungkook sorriu e eu tombei a cabeça para o lado -- Me deixe tentar, sim?



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