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História Best Of Me - Capítulo 1


Escrita por: e Illegal-


Notas do Autor


Olá meus anjinhos!

Estou de volta! Ehhhhhhh \o/
Mesmo que ninguém estivesse mesmo esperando...
E venho postar mais uma long de Vmin. PORQUE VMIN É AMOR AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
É mais um romance com um pequeno mistério envolvido, mas não é nada policial.
Dessa vez tem a participação das queridas de Mamamoo, mas nada muito grande, elas estão ali só pra auxiliar!
Eu escrevi essa fic com muito carinho e gosto bastante dela, espero que vocês todos gostem também!
Vamos todos juntos agradecer a @illegal- porque nada disso seria possível sem ela e seu apoio! Isso sem falar na capa maravilhosa e os banner mais lindos ainda!!!
Espero que todos posso aproveitar essa história!

BOA LEITURA!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Best Of Me - Capítulo 1 - Prólogo

    Olhava pela janela a paisagem que passava rápido do lado de fora. Não era um dia bonito, apesar da paisagem ser. O tempo estava fechado por nuvens carregadas que parecia que ia cair em uma chuva pesada a qualquer momento. Suspirou fazendo o ar embaçar o vidro a sua frente. Queria culpar todo mundo por estar ali, os pais, os amigos, até a vizinha fofoqueira, mas no fundo sabia que tinha sido o próprio descontrole que o levara ali. A mãe estava certa, mesmo que tivesse dado o maior show com ele e praticamente o tivesse arrastado até a estação e o enfiado num trem para o sul.

    Fazia um ano que Jimin tinha se formado na universidade, mas tinha se enfiado em uma vida fácil de viver com os pais, trabalhar meio período só para ter dinheiro e gastar tudo em festas nos fins de semana. Depois de três fins de semana seguidos acordando na casa de desconhecidos e inventando desculpas para a mãe, ela perdeu a paciência, assim como seu pai, que gritara com ele por meia hora quando chegou em casa naquele domingo. A mãe chegou do trabalho e logo ficou sabendo de tudo pelo pai do garoto, e então pronto. 

Jimin estava agora dentro do ônibus a caminho da micro vila onde sua avó morava. Fazia anos que não ia lá, os pais e o irmão iam com frequência, mas Jimin não ia desde a adolescência quando deu um chilique dizendo que odiava aquele lugar e não tinha nada pra fazer ali, então quando os pais voltavam ele se recusava a ir. No início por não querer ir para aquele fim de mundo, mas depois passou a ser pela vergonha do que tinha feito para a avó. Só que agora ia ter que enfiar o rabo entre as pernas e pedir desculpas a senhora que nunca tinha lhe feito nada e ainda lhe mandava presentes sempre que os pais iam visitá-la. 

    Quanto mais pensava na avó e em como a senhora morava sozinha a pouca distância de uma vilinha parada no tempo, mais se sentia mal por ter sido tão babaca naquela época. O lugar era um tanto longe, tinha pego um trem até a cidade mais próxima e agora estava no ônibus que levava a pequena vila. Já via ao longe o amontoado de casinhas bem perto de uma floresta, que Jimin sempre soube que estava lá, mas nunca tinha dado real importância ao lugar. 

    Cochilou por um breve momento e acordou com o cobrador do ônibus o chamando e dizendo que tinha chegado ao local. Sorriu e agradeceu ao rapaz, que lhe retribui e assentiu antes de se afastar. Pegou sua mochila e sua mala, verificou o celular no bolso e os fones que ainda tocavam as músicas que eram ignoradas pelo seu ouvinte. Desceu as escadas se juntado a uma quantidade extraordinária de gente velha. Não que não gostasse de idosos, longe de si pensar algo assim, achava que a maioria dos mais novos, incluindo, principalmente, a si mesmo, tinha muito a aprender com aquelas pessoas. Mas o pensamento de ficar por tanto tempo cercado só de pessoas mais velhas o incomodava bastante, não teria nem com quem conversar sobre coisas novas, como as músicas e a tecnologia, só que não podia reclamar, sabia que estava merecendo aquilo. 

    Andou pelo lugar, que nem poderia ser chamado de rodoviária, pois era só um lugar com uma cobertura onde as pessoas esperavam o ônibus. Ajeitou a mochila nas costas e pegou a mala pesada. Sabia onde a avó morava, era longe, pois não era dentro da vila. Ia chegar de surpresa, pois a velha senhora nem mesmo tinha um telefone. Suspirou e seguiu pela rua com as pessoas o olhando e se perguntando quem era. Sem falar que o cabelo de cor diferente acabava chamando a atenção. Não devia ter quinhentos habitantes naquele lugar, todo mundo conhecia todo mundo, e fazia tanto tempo que não ia ali, era um completo estranho àquelas pessoas. Seguiu seu caminho sem olhá-las, somente encarando o chão, o que era bem mais confortável a ele. Seguiu pela rua principal ladrilhada em pedras cinzas e com seus comércios tradicionais que pareciam a Jimin os mesmos de oito anos atrás. 

    Estava quase chegando a estradinha de terra que dava na casinha de sua avó quando viu duas pessoas que lhe chamou a atenção, não que fossem estranhas, longe disso, eram bem bonitas, mas estranhou mesmo o fato delas serem jovens. Franziu o cenho para o casal, que lhe parecia tão atípico. Um rapaz alto de cabelos negros e feições que beiravam a perfeição, usava roupas dignas dos anos quarenta, uma calça social marrom, um sapato social preto, uma camisa branca, suspensório e um paletó no mesmo tom de marrom da calça estava jogado sobre os ombros, uma mão no bolso e a outra segurando um grande guarda-chuva. 

Jimin sentiu como se tivesse entrado num túnel do tempo e realmente estivesse nos anos quarenta, e o rapaz parecia um galã daqueles filmes antigos de tão bonito. Teria se questionado sobre isso, se não fosse a garota que acompanhava o rapaz. Ela tinha longos cabelos loiros trançados e jogado sobre o ombro esquerdo, usava uma blusa listrada de branco e preto de mangas longas e um short jeans com cinto rosa, nos pés uma sandália simples na cor preta. Eles eram completamente diferentes, em estilos, mas eram ambos igualmente lindos e com uma postura elegante demais. Jimin passou os encarando, até o rapaz o olhar, sentiu um frio na barriga com o olhar do outro em si, e se virou indo pela estradinha de terra sem conseguir coragem nem pra olhar pra trás, mas foi o resto do caminho pensando naqueles dois.  

    Andou por alguns minutos até avistar a casa de sua avó. Não era nada impressionante, mas era bastante boa para os padrões dali, com três quartos, sala cozinha e banheiro. Mas o melhor do lugar era o quintal, na frente tinha um belo jardim, e nos fundos uma horta de verduras e legumes e um pomar. Ao menos eram assim na última vez que Jimin tinha ido lá, e pelo que via dali os jardins continuavam como sempre, muito bem cuidados. 

    Os braços já doíam de carregar aquela mala pesada, quando chegou ao começo do jardim. Parou ali por um segundo, tentando diminuir o nervosismo, era difícil se preparar para aquele reencontro. Se sentia um idiota. Respirou fundo e seguiu até chegar a porta, hesitou por uns segundos, mas logo bateu na porta. Tudo parecia tão igual ali, até o cheiro era o mesmo, uma mistura de grama, terra molhada e flores, que fazia Jimin se sentir nostálgico, mesmo não gostando muito das lembranças, gostava da avó.

    Estava um tanto pensativo quando foi despertado pelo barulho da porta se abrindo.  Olhou em frente e encontrou a velha senhora o encarando de boca aberta, e na hora fez o mesmo. 

— Jimin? – a senhora questionou sem disfarçar a expressão de surpresa.


Notas Finais


Esse foi só o inicio... Como será que a Sr. Park vai receber o neto?

Se gostarem da fanfic, façam essa autora feliz, favoritando e comentando!
Agradeço muito!

Até logo!!!


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