História Best of Me (imagine Jungkook) - Capítulo 40


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Visualizações 319
Palavras 720
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura desculpem os erros♥♡♥

Capítulo 40 - Eu prometo


Fanfic / Fanfiction Best of Me (imagine Jungkook) - Capítulo 40 - Eu prometo

Jungkook on



Eu não tive reação nenhuma.

Aquele merda...

A minha ficha caiu.

Ela estava chorando desesperadamente.

Eu também estava chorando horrores.

Abracei ela.

Ela primeiramente não retribuiu, socou minhas costas para que eu a soltasse, mas não o fiz. Logo ela passou os braços pelas minhas costas, me abraçando com muita força.

Ao S/N colocar a cabeça no meu ombro, a mesma chorou mais ainda.

Ela estava gelada.

Depois de alguns minutos abraçados e chorando muito eu perguntei:

JK: S/N, - falei baixinho. - Sua mãe sabe disso?

Ela assentiu com a cabeça.

JK: Mais... alguém sabe?

S/N: Não, - ela falou enxugando as lágrimas do rosto. - Só você e ela.

Respirei fundo e limpei as minhas lágrimas.

Eu e S/N ainda estávamos bem perto um do outro.

Eu não ia dizer que estava tudo bem, porque não estava.

Eu não ia dizer que o pior já passou, porque não havia passado.

Mas era bom saber que ela confiava em mim o suficiente para me contar aquilo.

Eu não iria deixar aquele merda olhar para ela de novo.

Eu já sabia quando havia acontecido aquilo.

Quando eu tinha uns sete anos meu pai ainda tinha um emprego. E tinha que viajar direto. Para vários países. Inclusive o Brasil. Ele deve ter se envolvido com a mãe de S/N nos meses que passou lá e... enfim, machucou S/N.

Aquilo me fez sentir raiva, como eu nunca havia sentido antes. Achei que era impossível eu sentir mais raiva dele, do que eu já sentia.

Eu não conseguia... eu não ia aceitar o fato de ele ter invadido o corpo dela. Ela era apenas uma criança. 

Eu sabia que ele era capaz de fazer muitas coisas, mas... abusar de uma criança? 

E se ela não tivesse sido a única?

Eu não conseguia explicar o que eu estava sentindo naquele momento.

S/N era a pessoa que eu mais amava e mais queria ver bem.

Doía muito em mim, vê-la assim.

Era horrível saber que ela havia passado por tudo aquilo, e ter que sofrer quieta todos esses anos. Era horrível saber que aquele merda havia se aproveitado e machucado ela e não ter o que merecia. Era horrível saber o motivo de ela estar com medo de mim.

Eu não ia conseguir olhar na cara dele de novo. Mas faria se fosse preciso, para deixar S/N longe dele.

S/N me abraçou novamente. Ela parecia um mínimo mais calma que antes.

Retribuí o abraço e beijei sua cabeça.

É claro que ela não estava bem.

Mas ela precisava descansar.

JK: S/N, quer me dizer alguma coisa?

S/N: Eu te amo.

JK: Eu também te amo S/N. Muito.

S/N enterrou a cabeça no meu peito, e suspirou.

JK: S/N, tá tudo bem?

Ela assentiu com a cabeça.

JK: Tem certeza?

Ela assentiu novamente com a cabeça.

Me levantei da cama e puxei os cobertores para que ela pudesse deitar.

Eu iria dormir ali.

Não me importaria de dormir em outro quarto, se ela não se sentisse confortável.

S/N se deitou e suspirou fundo. Ela ainda chorava.

Cobri ela com os cobertores até o peito.

Dei um beijo carinhoso em sua testa.

Quando fiz menção de sair de perto de S/N, a mesma pegou na minha mão.

S/N: Por favor, dorme comigo.

JK: Claro. Não vou te deixar sozinha.

Soltei sua mão e tirei os tênis. Fui até o outro lado da cama e me deitei.

S/N se virou e me olhou.

Limpei suas lágrimas com o dedo.

Me cobri com os cobertores até o peito.

Eu já havia conseguido parar de chorar.

Cheguei perto de S/N e a olhei, como se pedisse permissão para abraçá-la.

Estiquei o braço e S/N deitou a cabeça no meu peito.

A abracei com meus dois braços. E enlacei minhas pernas nas suas.

Beijei sua testa mais uma vez.

S/N suspirou, parecia de alívio.


Jungkook off


S/N on


Deitei a cabeça no peito de Jungkook, eu sentia o seu coração bater.

O seu peito arfava em uma respiração calma.

Aquilo me deixou mais tranquila.

Eu amava Jungkook. Amava muito.

Um peso inexplicável havia saído das minhas costas. Foi libertador falar aquilo para Jungkook. Ele era a pessoa que eu mais confiava. Eu sabia que podia contar aquilo para ele.

Eu obviamente, me sentia horrível, por dentro. Eu odiava aquele homem.

Mas eu estava ali. Com a pessoa que eu amava.

Pelo menos naquele momento eu conseguia esquecer. Deixar para lá.

Jungkook ao me abraçar, me fez eu me sentir protegida.

Eu estava quase dormindo, quando Jungkook sussurrou para mim.

JK:  S/N, vai ficar tudo bem. Eu te prometo.


Notas Finais


Obg por terem lido. Comentem oq estão achando♥♡♥


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