História Best of Me (imagine Jungkook) - Capítulo 48


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
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Palavras 1.277
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura desculpem os erros♥

Capítulo 48 - Culpa


Fanfic / Fanfiction Best of Me (imagine Jungkook) - Capítulo 48 - Culpa

Jungkook on

Aquilo me deixou em choque.

E se ela não acorda...

Não iria me permitir terminar aquele pensamento.

Mas eu estava sentindo uma culpa, que quase não cabia dentro de mim.

JK: Namjoon..., - eu já estava quase em lágrimas.

Os olhos de Namjoon também já estavam marejados. Ele também tinha o mesmo medo que eu. Medo de que S/N...

N: Eu sei, - falou, deixando uma lágrima cair do olho direito.

Comecei a chorar e enterrei a cabeça nas mãos.

Eu me sentia culpado. Muito culpado.

Era coisa demais para mim.

JK: Namjoon, eu não posso... eu não posso ter...

N: Cala a boca. Você não matou ela. Tire isso da cabeça.

Namjoon suspirou, levando as mãos até a cabeça e passando nos cabelos.

JK: Você sabe...

N: Eu sei Jungkook. Eu sei que você ama ela. Eu também amo. Mas ela não morreu. Tire isso da cabeça.

Suspirei. Ele tinha razão.

N: Vocês tem realmente muita sorte de terem sobrevivido. O estado em que aquele carro ficou...

Limpei as lágrimas do rosto, logo minha mãe abriu a porta do quarto e veio até mim chorando e me abraçou.

Namjoon saiu do quarto.

Retribuí o abraço e suspirei no seu ombro.

M/JK: Como você está se sentindo?, - falou me soltando.

JK: Estou bem, - falei sorrindo de lado.

Ela suspirou.

S/N não saía da minha cabeça.

M/JK: Você me deu um susto, - falou suspirando.

JK: Aquele desgraçado sabe que eu estou aqui?

M/JK: Sabe. Por isso ele não aparece em casa desde o dia do acidente.

Bufei e sorri de frustração. Aquele merda nunca estava lá para nada. No momento que minha mãe precisou de alguém ele não estava lá. Eu já não tinha mais esperança nenhuma. Na verdade, eu já tinha perdido a esperança nele desde o dia em que ele quase me matou.

M/JK: Mas agora está tudo bem. Não se preocupe.

JK: Qual é o médico que está cuidando de S/N?, - perguntei por curiosidade.

M/JK: O mesmo que está cuidando de você.

JK: Não fui com a cara dele.

Eu me sentia cansado.

Suspirei.

JK: Mãe, por quanto tempo eu vou ter que ficar aqui?

Eu já não via a hora de sair daquele lugar. Sempre odiei hospitais.

Já tive que ir ao hospital iúmeras vezes quando eu era pequeno, disfarçando as agressões que eu sofria do meu pai, por tombos e escorregões na escada.

M/JK: Não por muito tempo. O médico disse que você está se recuperando bem e acordou no tempo esperado. Um pouco mais de uma semana e você já terá alta.

Eu só conseguia pensar em S/N.

Ela saiu de cima da maca e ficou de pé me olhando.

Voltei a deitar na cama.

Ela passou a mão na minha testa, em seguida deu um beijo na mesma.

Ela me cobriu até o peito.

M/JK: Você precisa descansar. Vou estar aqui, não se preocupe. Te amo.

JK: Também te amo.

Ela sorriu e saiu do quarto.

Suspirei.

Pensei em S/N.

Eu sentia culpa, como nunca havia sentido antes.

Eu não suportava a ideia de tê-la machucado. Não de novo.

Comecei a chorar.

Eu estava com medo.

Eu não conseguia lidar com a ideia de perder S/N.

Como eu me sentia culpado.

Eu não estava fazendo questão de esconder isso.

Depois de cerca de meia hora pensando e chorando eu consegui, finalmente dormir.

•.•.•.•.•.•.•.•.•.•.•.•.

Abri os olhos discretamente.

Olhei em volta, estava tudo escuro, a única luminosidade que entrava no quarto era da luz que estava ligada no corredor.

Respirei fundo.

Eu não sentia dor nenhuma.

Ouvi sussurros atrás de mim.

Me virei o mais discretamente possível.

Vi que aquele mesmo médico que eu não fui com a cara estava cochichando com uma enfermeira. Ambos estavam virados de costas para mim.

Achei estranho, por algum motivo.

Fiquei imóvel e respirando baixo, apenas observando-os.

Nenhum dos dois parecia ter notado que eu havia acordado.

Aquela enfermeira não parecia confortável. Ela organizava mais remédios dentro daquele armário branco.

Mas aquele médico. Ele era estranho.

Vi ele chegar mais perto dela, não de uma maneira profissional.

Aquele médico me dava nojo.

Ela não parecia nenhum pouco confortável.

Ele pegou ela pela cintura colocando-a perto de seu membro, cochichando algo no ouvido dela.

JK: O que pensa que está fazendo?, - falei firme e alto, me sentando na cama.

O médico levou um susto, logo se afastando daquela enfermeira, que suspirou de alívio.

Antes que eu pudesse articular qualquer palavra, ele saiu do quarto apressado.

Ela havia deixado uma lágrima do olho direito cair. O que indicava que aquela, provavelmente não foi a primeira vez.

JK: Ei. Está tudo bem?, - falei fazendo menção de me levantar, mas ela me impediu chegando até mim e colocando as mãos nos meu ombros.

E (Enfermeira): Não se levante, você ainda não pode. Deite-se.

Suspirei e obedeci.

Ela me cobriu novamente.

JK: Você está bem?

Ela suspirou.

E: Estou.

Ela pegou uma seringa e injetou algo na minha veia.

E: Esse é só um remédio para a dor.

JK: Ei.

Ela me olhou.

JK: Eu não sei quem você é, e não te conheço, mas você não pode deixar ele fazer isso com você sempre que quiser, - dava para perceber nos olhos dela, que não havia sido a primeira vez.

Lembrei do que a minha mãe havia dito. Aquele era o mesmo médico que cuidava de S/N. Eu iria avisar Namjoon.

Ela suspirou.

Eu não tinha mais o que dizer. Apenas suspirei.

Namjoon entrou no quarto, estava me olhando com uma expressão de interrogação.

E: Está tudo bem, agora descanse.

A enfermeira saiu do quarto, fechando a porta bem devegar.

Namjoon me olhou.

JK: Por que está aqui?

N: Vi aquele médico sair daqui apressado.

JK: Ah.

N: O que tem aquele médico?

JK: É um daqueles que assedia as enfermeiras. Ele é o mesmo que cuida de S/N, né?

N: Isso.

JK: Não deixe ele ficar sozinho com ela no quarto.

Jungkook off


Namjoon on



Assenti com a cabeça.

Aquele médico me dava nojo.

N: Você está bem?

JK: Estou.

N: Cheguei agora. Prometi para a mãe de S/N, que iria passar uma noite com ela aqui, para que ela pudesse descansar. Só vim aqui ver como você estava.

Jungkook assentiu com a cabeça.

N: Boa noite. Vou te deixar descansar.

JK: Boa noite.

Saí do quarto, fechando a porta bem devagar, para não fazer barulho.

Ajeitei a jaqueta que eu vestia com as mãos.

Peguei o elevador e subi dois andares, indo até o quarto de S/N, abri a porta devagar.

O quarto de S/N era igual ao de Jungkook.

A mãe de S/N estava sentada no sofá branco. Ao me ver a mesma levantou-se.

N: Pode ir. Eu passo a noite aqui.

Ela sorriu. Parecia cansada.

M S/N: Obrigada. S/N tem muita sorte de ter você.

Me aqueceu ouvir aquilo.

A mãe de S/N foi até S/N e beijou a testa da mesma.

M S/N: Boa noite.

N: Boa noite.

A mãe de S/N saiu do quarto.

Pelo menos uma vez por semana eu passava uma noite com S/N, para a mãe dela descansar. Jungkook não precisava de acompanhante no quarto, por isso sua mãe ia vê-lo todos os dias. Mas S/N precisava. O caso dela era diferente. Por isso, eu, sempre que podia passava uma noite ali.

Fui até aquele sofá branco e deitei-me no mesmo. Peguei um cobertor que eu havia trazido dentro da mochila e me cobri.

Observei S/N por um tempo.

Me doía vê-la assim. Ela estava entubada, com alguns aparelhos ligados à ela. Ela não havia acordado desde o acidente.

Suspirei e deitei a cabeça para trás.

Eu não estava muito confortável naquele sofá. Pois eu era muito grande.

Fechei os olhos.

Ouvi a porta abrir.

Abri os olhos.

Vi aquele mesmo médico entrar, com uma prancheta nas mãos.

Me sentei no sofá, fazendo o médico perceber minha presença. O mesmo me olhou assustado.

Eu iria ficar muito mais atento, depois do que Jungkook me disse.

Ele olhou a prancheta, olhando os aparelhos, que mediam a pressão e os batimentos de S/N.

Eu apenas o olhei sem dizer nada.

Apenas quando o médico saiu do quarto eu consegui dormir.


Notas Finais


Obg por terem lido♥


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