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História Best Part - Capítulo 14


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Notas do Autor


Boa leitura!!!

Capítulo 14 - Quatorze.


Em quase sete meses, tanta coisa tinha mudado na minha vida. 

A construção do instituto estava adiantada, e logo começariamos a restaurar o casarão do museu. Essa era uma das últimas etapas da obra. Snape estava acompanhando os detalhes de implantação do hospital e do alojamento, e agora além de mim na concepção do projeto, e Remus na consultoria de pedagogia, ele havia contratato Ron para o time de engenheiros. Estávamos trabalhando em família. 

Draco e eu estávamos cada dia mais unidos, se é que isso era possível. Nossa sintonia era incrível, e eu amava tudo nele. 

Nós dividiamos os dias da semana entre os nossos apartamentos, e já faziam mais de 6 meses que não dormiamos mais sozinhos, nem um dia sequer. Agora, até quando eu ia dormir nos meus padrinhos, ele ia junto. Pansy brincava que agora só faltava adotarmos um gato, e isso já estava virando piada entre nossos amigos. 

Por incrível que pareça, Sirius agora apreciava a presença dele. Draco revelou que sempre gostou de motos, e foi o que bastou para meu padrinho ciumento aprovar ele de uma vez por todas. Eles realmente passavam horas falando sobre isso, e como Draco ainda estava buscando uma profissão que o fizesse realmente feliz, Sirius sempre cogitava que ele tentasse trabalhar com as motos.

Nesse momento, eu estava organizando minha mala. O casamento de Ron e Mione seria no feriado, que começava na sexta-feira, e iria até domingo a noite. Eles reservaram um hotel lindo na serra, e todos iam para lá passar os três dias. 

O casamento era no sábado a tarde, e eles tinham preparado varios eventos durante o tempo que estariamos lá. 

Draco havia chegado há poucos minutos, depois de ter ido para sua casa organizar as coisas da viagem, e já estava reclamando por eu estar atrasado. Nós iamos na quinta para o hotel, junto com Ron e Mione, para ajudar a organizar a recepção da sexta-feira. 

– Me dá isso aqui – ele tirou uma necessaire da minha mão – eu termino de guardar isso. 

Eu revirei os olhos para o jeito mandão, mas sabia que ele sempre ficava assim quando estava ansioso. Então também sabia que o melhor a fazer era deixar ele terminar de arrumar minhas coisas.

Terminamos de organizar tudo, pegamos as malas e os ternos e saímos. 

Ele e Hermione haviam decidido por alugamos um carro grande, para facilitar a logística da viagem, então passamos para pegar meu casal de amigos e as coisas que eles precisavam levar, que lotaram o porta malas, e seguimos viagem até o hotel. 

Era relativamente perto da capital, em uma charmosa cidadezinha de interior, e em pouco mais de duas horas estaríamos lá. 

Eu já estava ansioso durante todo o trajeto. Primeiro, por finalmente estarmos à poucos dias do casamento dos meus melhores amigos. Eles eram um casal nada perfeito, mas se completavam em todos os aspectos, tinham um amor, companherismo e respeito um pelo outro que era inspirador. E eu não poderia estar mais feliz por eles.

Segundo, porque Draco estava fazendo parte de tudo isso. Era incrível como agora eles haviam se tornado bons amigos, e se ajudavam e apoiavam o tempo todo. E ele já estava íntimo até da família Weasley, graças aos almoços que Molly, mãe de Ron, sempre organizava, para reunir todo mundo. Ele era agora tão requisitado nesses eventos quanto eu, se não fosse mais. E eu adorava perceber o quão à vontade ele ficava com essas pessoas, e o quão feliz também, por pertencer a esse grupo maluco, mas que faz tudo um pelo outro.

Terceiro, bem, eu não posso negar que assim que Hermione me mostrou o site do hotel que eles haviam escolhido, eu fiquei louco com a história do lugar. Há centenas de anos atrás, havia sido sede de uma fazenda, e a arquitetura do lugar era incrível em todos os aspectos. 

Além disso, durante esse período histórico, o dono burlou leis de escravidão, abrigando um número altíssimo de escravos que conseguiam fugir de seus senhores. E posteriormente, ele deixou as terras, e tudo que havia nela, para esses escravos. Era um local de resistência histórica, e eu estava ansioso por conhecer cada canto da propriedade.

Assim que chegamos, eu percebi que a beleza do lugar era muito maior do que as fotos mostravam. O hotel estava todo restaurado, conservando o ar histórico. Tinha uma escadaria de pedra até a entrada, a fachada era cheia de janelas de madeira, azuis. Um verdadeiro casarão de Fazenda. 

Entramos para fazer o check-in, e por dentro ele era ainda mais perfeito. Da recepção eu pude ver, pelas enormes portas francesas, o imenso jardim dos fundos, com fontes, arvores, pergolados, uma pequena vinícola, e mais adiante, víamos a serra. Era incrível, parecia um cenário de filme. 

Um funcionário guiou Ron e Mione até a suíte deles, que ficava em um chalé privativo na área externa, do lado direito do hotel.

Draco recebeu nossas chaves, e nós subimos para o ultimo andar do casarão, sendo que ao todo, eram 4 andares de quartos.

Nossa suite só era menor que a nupcial, e ainda assim pegava um lado inteiro do quarto andar. Mione me disse que nós merecíamos o melhor, mas de acordo com Ron, estávamos proibidos de contar isso a sua mãe, porque ela surtaria de ciúmes. 

O quarto era todo em madeira, havia uma sacada que dava para o jardim e para a serra, uma cama enorme de dossel, com mesinhas laterais, uma antesala com sofá e tv, e o banheiro era todo em mármore Branco. A banheira era grande, de louça, e eu já calculei que caberia ali com Draco no meu colo facilmente. As pias eram duplas, e o espelho pegava toda sua extensão.

Draco foi desfazer nossas malas, enquanto eu falava com Ron pelo telefone do quarto, e meu amigo estava surtando com o tamanho do chalé que eles tinham só pra eles, e principalmente com a quantidade de comida que tinha no frigobar deles, que era uma cortesia do hotel para os noivos. Eu dei risada, e avisei que desceriamos em 15 minutos, para ajuda-los a colocar os kits de boas vindas para os convidados nos quartos. 

Draco foi tomar um banho rapido, e eu fiquei na varanda, admirando como o por do sol dali parecia mais lindo do que todos que eu já tinha visto. A serra se estendia a perder de vista, e o cheiro das flores subia suave até o quarto.

Senti braços me envolvendo carinhosamente, e Draco deixando beijos no meu pescoço, me fazendo arrepiar.

– A vista daqui é magnífica – ele disse, baixinho – mal posso esperar pra você me jogar nessa cama, e me foder até eu perder o fôlego. 

Eu ri sem me conter, mas já sentindo uma fisgada no baixo ventre. Ele conseguia me excitar com muito pouco esforço. Me virei no abraço, trocando nossos corpos de lugar, prensando ele contra o guarda-corpo da varanda, encaixando meu quadril naquele traseiro que eu tanto amava. Ele ofegou, sentindo minhas mãos percorrerem sua cintura, e empinou ainda mais o quadril. 

– Se não descermos agora, eu não me responsabilizo por me trancar aqui com você e só sair no domingo – disse, rouco, no ouvido dele, que riu gostosamente, mas rebolou o quadril antes de se virar de frente para mim.

– Então vamos logo, quanto antes terminamos tudo, melhor. Quero aproveitar cada cantinho dessa suite, me esfregando em você. 

Nos beijamos, ainda entre risos, e eu precisei de alguns minutos para me acalmar, porque já estava ficando excitado demais.

Descemos para a recepção, encontrando Ron e Mione já com as caixas separadas. Cada convidado ia ganhar um kit, cheio de presentinhos e lembranças, que eles prepararam ao longo desses meses. 

Colocamos um kit em cada quarto, já que o hotel estava fechado para o casamento, então todos os hóspedes seriam convidados. Alguns funcionários foram nos ajudando, e logo terminamos de organizar tudo.

Nós jantamos, Mione e Ron foram para o chalé deles, e nós fomos para nossa suite.

Como a noite estava esfriando, eu deixei a banheira enchendo com uma água bem quente, já pensando em me afundar ali com Draco, acrescentando alguns sais e espumas. Ele teve a mesma ideia, porque veio entrando enquanto eu terminava de configurar a temperatura da água, e deu risada.

– Ainda bem que estamos em sintonia. Eu tive a mesma ideia que você – ele se aproximou, desabotoando lentamente a camisa. Eu me levantei, pois estava agachado ao lado da banheira, já tirando a camiseta, sorrindo ao ver como ele encarava meu corpo com luxúria.

Caminhei até ele, pressionando-o contra a pia, deslizando sem pressa a camisa para fora do corpo perfeito. 

Dediquei alguns minutos beijando seus ombros, deslizando os lábios pelo pescoço branquinho, enquanto nossas respirações iam acelerando. Eu senti seus dedos subindo e descendo pelas minhas costas, em um carinho despretensioso, mas de repente uma de suas mãos se agarrou aos meus cabelos, em um puxão nada sutil, que me fez ofegar.

Sorri olhando intensamente para ele, deslizando a língua por toda sua mandíbula, até deixar mordidas no seu queixo, seguindo para atacar sua boca em um beijo intenso, enquanto minhas mãos marcavam sua cintura, mostrando todo desejo que eu sentia naquele momento.

Ele rebolava o quadril contra o meu, me fazendo tremer de excitação, ao sentir nossas ereções, completamente duras, se roçando. E mesmo que ainda estivéssemos vestidos da cintura para baixo, a sensação era deliciosa, e estava me deixando cada vez com mais tesão.

Ela soltava gemidos por entre o beijo, e eu decidi intensificar o momento, descendo a boca para seus mamilos, sugando e mordendo com vontade, do jeito que eu sabia que ele adorava.

Senti ele estremecer nos meus braços, enroscar mais uma vez a mão no meu cabelo, e me puxar com força para mais um beijo de tirar o folego.

Fomos aprofundando o ósculo, enquanto eu contornava sua calça com os dedos por dentro do cós. 

Abri o botão e o zíper, mas ele parou meu movimento, me empurrando de leve para trocar a posição dos nossos corpos, e eu franzi o cenho. Ele desceu com o corpo, ajoelhando na minha frente, me lançando um olhar intenso, e um sorriso safado, enquanto abria lentamente minha calça.

Meu membro já estava completamente duro, e saltou para fora quando ele forçou para baixo o elástico da cueca box que eu estava usando. 

Eu adorava ver aquele olhar de desejo de Draco para mim, e foi enlouquecedor sentir sua língua quente contornar minha glande, e sugar com precisão bem na fenda.

Ele se afastou rapidamente, e eu apoiei as mãos na pia, ajudando-o a tirar completamente minhas calças, e ele apoiou as mãos no meu quadril, agora lambendo toda minha extensão, me fazendo gemer sem me conter.

Ele voltou a circular a glande com a língua, agora sugando lentamente, pressionando com os lábios, me empurrando para dentro da sua boca, usanso uma das mãos para acariciar meus testiculos.

Eu já estava perdendo o fio da sanidade, quando ele atingiu a base, me forçando a estocá-lo, movimentado meu quadril com a mão livre. Ele tentava não engasgar, e eu contive um impulso de parar tudo, para não machucá-lo, porque ele percebeu e olhou bravo para mim.

Então eu fiz o que sabia que ele adorava. Enrosquei as duas mãos nos cabelos loiros, e nesse momento ele soltou as mãos, deixando-as apoiadas nas minhas coxas, relaxou a garganta, e então eu estoquei com vontade. Movimentava o quadril de encontro à sua boca, enquanto sentia os gemidos que ele tentava soltar, quase engasgando ao ter meu membro indo fundo na sua garganta, mas se esforçando ao máximo para dar conta.

Eu me forcei a desacelerar quando vi que ele tinha levado uma das mãos para trás do seu corpo, à própria entrada, e agora de tocava com vontade, deslizando os dedos dentro de si mesmo.

Ele percebeu meus movimentos, e se afastou, sugando meu membro com pressão, antes de soltar com um sonoro pop, que ecoou pelo banheiro.

Ajudei ele a ficar em pé, e como eu amava ver os lábios inchados e vermelhos, entreabertos e ofegantes. Os cabelos bagunçados, o ar de tesão que o envolvia nesses momentos. Tudo nele era perfeito e excitante. 

Eu o ajudei a terminar de tirar a calça e a roupa íntima, e espalmei as mãos nas suas nadegas, pressionando nossos corpos, e nossos gemidos foram sincronizados, quando nossas ereções se chocaram. Ergui uma das pernas dele pela coxa, até enroscar na minha cintura, e comecei a masturbá-lo com a outra, fazendo pressão,  deslizando o dedão pela fenda, adorando sentir o quanto ele estava excitado, espalhando seu pré gozo por toda sua extensão, enquanto ele suspirava.

Ele arranhava minhas costas e puxava os cabelos da minha nuca, enquanto nós tentávamos manter um beijo por entre as respirações ofegantes. 

Ele soltou a perna de volta para o chão, e se virou de costas para mim, em um convite explícito, me levando à loucura quando esfregou o traseiro no meu membro. Eu o abracei pelos ombros, mordiscando sua orelha, enquanto ele levou uma das mãos por entre nossos corpos, guiando meu membro para sua entrada, e eu fui me movimentando devagar, até estar completamente dentro dele, sendo apertado e sentindo os espasmos do seu corpo.

Voltei a masturbá-lo, enquanto estocava cada vez com mais força, e ele gemia alto, sem se conter, empurrando o quadril de encontro ao meu.

– Harry... – ouvir meu nome dentro daquele gemido era demais para mim. Eu me sentia tocar sua próstata, e os espasmos ao redor do meu falo ficando cada vez mais intensos, até ele se desfazer nas minhas mãos, gozando em jatos. Eu cheguei ao ápice logo depois, preenchendo seu interior, continuando a me movimentar por mais algumas vezes, até sentir as sensações irem diminuindo.

Sai devagar de dentro dele, que se virou de frente para mim, sorrindo, buscando por um beijo calmo, enquanto eu o abraçava. 

– Isso foi incrível – eu disse por entre o beijo, fazendo ele sorrir ainda mais. 

– Foi perfeito – sua voz não passou de um sussurro, que me fez arrepiar.

Ele me puxou para a banheira, e nós ficamos ali dentro, na água ainda quente, por longos minutos, apenas curtindo aquele abraço, aquele momento relaxante.

Quando a água começou a ficar morna, quase fria, Draco já tinha se virado dentro da banheira, provando meu ponto, e meus cálculos, de que caberíamos ali confortavelmente com ele no meu colo. Ele começou a rebolar sutilmente, e eu já sentia meu membro ficando duro contra seu traseiro.

Eu deslizava as mãos pelas costas dele, em um carinho suave, e nós nos beijavamos profundamente, quando ele quebrou o beijo e foi se levantando bem devagar, e saindo da banheira. Eu fiquei hipnotizado, vendo seu membro já completamente duro, e ele se virando de propósito, deixando as nadegas bem na minha cara, enquanto se secava.

– Vai ficar só olhando? – ele perguntou, com aquele sorriso safado que me deixava totalmente rendido, e eu rapidamente sai da banheira também.

Me sequei depressa, vendo o corpo branquinho já saindo do banheiro, e segui atrás dele, vendo-o abrir as portas da varanda do quarto.

– Qual a possibilidade de alguém nos ver aqui, a essa hora? – ele questionou, maliciosamente, se virando de frente para mim, e eu segui até ele sorrindo, já apertando as mãos na sua cintura, puxando-o de encontro ao meu corpo, sugando demoradamente seu pescoço, seu queixo, seus ombros, querendo deixa marcas, e adorando ouvir como sua respiração já estava ofegante.

– Acredito que nenhuma... mas eu nem me importo, porque parece um lugar muito bom para aproveitarmos – disse baixinho, contra o ouvido dele, lambendo seu lóbulo, e adorei a forma como ele se arrepiou. Fui andando, entre beijos e carícias, empurrando ele até sentir seu corpo encostar na grade da varanda.  

Ele desceu as mãos pelas minhas costas, até chegar ao meu traseiro, e foi sua vez de dedicar um bom tempo sugando e mordendo meus mamilos, me levando a loucura. 

Eu me afastei, vendo a confusão no seu rosto rapidamente se transformar em um sorriso de lado, quando me ajoelhei à sua frente. 

Subi com as mãos pelas suas pernas, suavemente, até chegar no traseiro perfeito. Enquanto isso, minha língua se divertia com a sua ereção, percorrendo toda extensão, dedicando uma atenção especial à glande, até eu abocanhá-lo sem cerimônia, indo de encontro à base, adorando como ele empurrou o próprio quadril da minha direção. 

Ele estava se esforçando para não gemer alto, e nos denunciar. Apesar da noite já estar avançada, e não ter outros hóspedes além de nós nessa parte do hotel, algum funcionário poderia passar pelo jardim e nos ouvir na varanda. Mas isso só estava nos deixando com mais tesão ainda. A perspectiva de talvez sermos vistos, o perigo de alguém nos escutar, tudo era excitante demais.

Eu sugava com vontade, enquanto ele dava puxões no meu coro cabeludo, ainda arremetendo o quadril em direção à minha boca. Ele me empurrou de leve, mas eu suguei mais uma vez, já prevendo o que ele queria.

Ele se virou, apoiou os cotovelos na grade da varanda, empinou o traseiro, e olhou para trás, me encarando intensamente. Eu segurei as nadegas branquinhas, dei várias mordidas, que ficariam marcadas, adorando como ele rebolava e me atiçava, até começar a brincar com a língua na sua entrada, fazendo ele morder o próprio punho para conter um gemido. Fiquei alguns minutos ali, até ele se virar, agora com pressa para me sentir de fato dentro dele.

Me levantei, já puxando uma de suas pernas para cima, até a altura do meu quadril, guiando meu membro para sua entrada, demorando a colocar, só para deixá-lo com mais vontade ainda. Ele havia enroscado as mãos no meu pescoço, e mantinha a testa apoiada na minha, tentando controlar a respiração. 

Comecei a penetrá-lo devagar, firmando sua perna na minha cintura, e com a outra mão eu subia e descia em movimentos ritmados pela sua ereção. Quando estava totalmente dentro dele, tirei o membro devagar, quase saindo completamente, e voltei com força, puxando o quadril dele contra o meu. Ele gemeu baixo, eu repeti o movimento, quase saindo novamente, e voltando com tudo. Eu não parava com os movimentos na sua ereção, e aumentei a velocidade das estocadas, amando ouvir o barulho dos nossos corpos quando se chocavam. Mas essa posição estava nos cansando rápido, então ele desceu a perna para o chão, me fazendo sair de dentro do seu corpo, se virando de costas para mim mais uma vez.

– Você adora ser fodido assim, não é? – eu agarrei seu quadril com força, chegando a ser brusco, sabendo que ele adorava isso, esfregando meu membro no traseiro dele, enquanto via ele prender as mãos com força na grade da varanda.

Ele empinou ainda mais o quadril, e eu voltei a penetra-lo, usando uma não para segurar minha ereção à sua entrada. Dessa vez eu não esperei, e entrei de uma vez, adorando vê-lo arquear as costas, e segurar um ofego que quase saiu alto demais. 

– Você quer mais? – perguntei baixinho, com a voz quase rouca, perto do seu ouvido.

– Quero... – ele quase não conseguiu responder com coerência. 

– Então pede – falei mais uma vez, adorando ver o espasmo que percorreu seu corpo.

– Ah... me fode, Harry – ele falou em um gemido, quase choramingando – por favor... me fode...

Eu quase perdi o fio da sanidade, quando ao final da frase, ele puxou o quadril para frente, fazendo meu membro quase sair de dentro dele, e depois voltar com tanta força que eu quase me dedequilibrei.

Senti o membro dele pulsando na minha mão, e nem percebi a pressão que eu estava fazendo. Mas sabia que era exatamente isso que ele queria.

Então eu comecei a estocá-lo com precisão, bem devagar, mais uma vez quase saindo, e voltando com tudo. Ele já estava com o peito colado à grade, os nós das mãos brancos de tanta força para se segurar.

Eu aumentei o ritmo, e nossos corpos sacudiam e se chocavam, inundando a noite silenciosa com os sons da nossa sessão de sexo.

Ele já não estava conseguindo conter o volume dos gemidos, então eu acelerei a um ritmo insano, tanto nas estocadas quanto nos movimentos em seu membro, e aí ele se desfez em um longo orgasmo, pingando gozo no chão, perdendo a força nas pernas. 

Eu o segurei firme, soltando sua ereção, e firmando as mãos no seu quadril, e com mais algumas estocadas eu gozei longamente dentro dele, mordendo meu lábio inferior para não gritar, sentindo minhas pernas amolecerem também, e o seu interior pressionar meu membro em espasmos.

Sai devagar de dentro dele, ajudando-o a se levantar, virando-o de frente para mim, e ele me puxou para um beijo calmo, enquanto nos abraçávamos.

– Uau... isso foi... puta merda – Ele não conseguia nem formar uma frase, e eu dei risada. 

– Isso foi sensacional – completei por ele, nossas respirações ofegantes dificultando ainda mais nossa fala – Vem.

Puxei ele para dentro, já estava ficando mais frio, e agora que não estavamos nos movimentando, eu sentia nossas peles arrepiadas pelo vento gelado que corria ali.

– Agora eu só quero um banho e uma boa noite de sono – ele se espreguiçou, me levando para o banheiro com ele, mas dessa vez nós ficamos só no chuveiro mesmo.

Enquanto nos secavamos, eu percebi que ele sorria, e o envolvi por trás, em um abraço apertado. 

– Eu te amo – disse baixinho, caminhando aos tropeços, sem soltar nosso abraço, até chegarmos na cama.

– Eu  também te amo – ele ainda sorria, quando eu deitei, e ele veio se aconchegar em mim.

Esse feriado ia mesmo ser perfeito. 



Notas Finais


Hei!
Nem preciso dizer nada né? hehehe
Só que: eu adoro limonada, e vocês?
😈🔥🔥

Até mais 🧚🏻‍♀️


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