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História Betting high. - Capítulo 2


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Notas do Autor


Oi galeres!!!!
+1 pra vocês.

Boa leitura ❤️

Obs: BELAAAAAAA OBRIGADOOOO POR ME AJUDAR NESSE CAPÍTULO!!!!! EU TE AMO!!!!!

Capítulo 2 - A grande aposta.


Fanfic / Fanfiction Betting high. - Capítulo 2 - A grande aposta.

Eu e Helena tínhamos chego rápido em Nova Iorque e fomos direto para minha cobertura. Havia falado com meus pais que já estava cidade, mas nas próximas três semanas não conseguiria vê-los, por conta dos trabalhos para a nova marca. A noite iria ter um desfile para apresentarem aos sócios a nova cara da marca, que era eu. Não estava nervosa, mas em todos os lugares já estavam anunciando a nova parceria.

A mídia já estava colocando uma grande pressão no assunto e os comentários já estavam me irritando logo cedo. Enquanto muitas modelos parabenizavam, outras faziam comentários maldosos a respeito de tudo isso. Toda essa movimentação era porque Shannon Leto carregava a fama de ser um destruidor de corações e comedor de modelos. Todas que entravam para sua marca, passavam pela sua aprovação interna. Nojento.

Ele era famoso por levar as modelos para os hotéis, passar a noite com elas e de manhã as deixavam dormindo com a conta paga, não entrava em contato novamente. Muitas, se não todas, o odiavam por isso, mas ele também era a escada para muitas delas alavancarem na carreira. Por sorte fui agraciada em não precisar dele para absolutamente nada. Tudo que conquistei sempre foi com muito esforço, sacrifício e suor. Só de trabalhar para uma grife, não precisando me rebaixar a tanto já era ótimo.

Nunca tinha se quer trocado meia dúzia de palavras com ele na vida. Nos víamos em alguns eventos, mas nunca ficamos próximos e fiquei surpresa por ele entrar em contato pessoalmente com Helena para que eu entrasse no seu time. O cara não era discreto nenhum pouco. Adorava holofotes, entradas triunfais e estava sempre nas colunas de fofocas com a modelo da vez. Leto era o mais novo dentre seus sócios. Confesso que sempre tive aversão as histórias que ouvia sobre ele, mas filho de rico, criado em berços de ouro, sempre teve tudo na mão. Ficaria admirada se ele não fosse desse jeito.

Apesar de tudo, ele tinha uma modelo fixa, Charlotte Evans. Ela fazia parte do time de modelos da BF, mas era totalmente proibida de falar qualquer coisa sobre isso. Em alguns eventos que fizemos juntas e a encontrava, ela contava as histórias em sussurros.

No meio de todos, ele nem a olhava e Charlotte nunca chegou a ser a cara da marca, mesmo tendo um caso com o cara. Em tantos anos nesse meio, não sabia exatamente porque algumas não escolhiam sacrificar alguma coisa do que ter que passar por situações como essa, com um cara desses. Vergonhoso.

Estava no quarto com o maquiador e cabelereiro, arrumando-me para o evento. Como a primeira impressão é a que fica, queria estar bem maravilhosa para a minha apresentação. Pedi que a maquiagem fosse a mais natural possível, para que realçasse bastante o meu par de bilhas azuis. Pedi que fizessem um rabo de cavalo baixo para que sobressaísse bem as marcações perfeitas e definidas do meu rosto. Um brinco médio de diamante e coloquei um vestido dourado, bem chamativo com decote, com uma bela fenda na perna direta e salto transparente.

Depois de horas me arrumando e ajeitando o máximo de coisas possíveis, Helena já estava me apressando há horas e havia me avisado que Charlotte estaria no mesmo carro que o nosso, me deixando um tanto desconfortável. A empresa tinha feito questão de mandar a Limousine e Helena me obrigou a aceitar, mas já estava me arrependendo.

Depois de algumas horas no aguardo do carro, ele havia chego e já andávamos á caminho do evento, em silêncio. Charlotte balançava as pernas o tempo todo e parecia nervosa com alguma coisa, enquanto olhava a janela.

— Para de balançar essas pernas, pelo amor de Deus Charlotte. — Pedi impaciente.

— Você já é a cara do Black Full, posso ao menos sacudir minhas pernas? — Fuzilou meus olhos, fazendo-me rir.

— Quanta hostilidade. — Debochei.

— Shannon me prometeu. — Ela estava realmente chateada. — E quando menos espero, ele coloca você. A famosa, milionária e procurada Florence Griffin.

— Prometeu quando estava no meio das suas pernas? — Helena segurou o riso, fazendo Charlotte me olhar com indignação. — Esse cara deve ser o Deus na terra para você ainda sair com ele.

— Nós transamos. Só isso.

— Corta essa. — Revirei os olhos. — Você gosta do cara. E pela fama que tem, deveria saber que ele não é a melhor pessoa para se envolver.

— Não estou envolvida.

— É bom mesmo não estar, ele não se apaixona pelo visto.

— A fama dele é de dar nojo. — Helena riu e sorri para ela. — Um dia ele vai achar alguém para ferrar com a vida dele.

— O Shannon é como você, Florence. O cavalheiro de aço. — Desdenhou. — Isso não vai acontecer.

— Um dia ele vai tomar um chá de buceta e vai descansar o pau mundial dele em algum lugar. — Helena gargalhou. — É sério.

— Nem você conseguiria tal coisa. — Charlotte olhou-me de cima a baixo.

— Não duvidaria dos meus dons, se fosse você. — Encarei-a com firmeza. — Consigo roubar ele de você, com facilidade.

— Levar ele para cama é fácil. — Deu de ombros. — Apaixonar é outra história.

— Acha que não consigo?

— Tenho certeza.

— Você não é tão inteligente como pensei.

— Tudo bem. — Ela inclinou os braços no joelho. — Vamos fazer uma aposta.

— Estou ouvindo. — Falei maliciosa.

— Para com isso, Florence. — Helena me advertiu. — Não começa com seus jogos. Você não sabe parar.

— Deixa ela falar, mulher! — Brinquei.

— Posso? — Assenti para ela. — Se você não conseguir fazer ele se apaixonar até o próximo desfile, daqui á trinta dias, no desfile principal para a revista eu vou com a sua roupa, no seu lugar e aparecer na revista como a nova cara da Black.

— Você não pode fazer isso no desfile. A capa dela sou eu. Vou perder dinheiro.

— Como se eu me importasse com você, Griffin. — Arfou um falso sorriso. — Já tem a carta branca com Shannon.

— Mas e se eu perder? — Sorri em meio ao deboche. — Você me mata?

— Não. Desfilo por último, sendo completamente apagada de tudo.

— E eu só preciso fazer ele se apaixonar, para você parar de encher meu saco?

— Isso é tudo. — Deu de ombros.

— Florence, isso vai dar merda. — Helena estava aparentemente nervosa. Ela me conhecia bem. Nunca jogava para perder, independente do prêmio. — Você nem conhece o cara.

Olhei nos olhos de Helena e dei um enorme sorriso, fazendo-a bufar de raiva e cruzar os braços, mostrando toda sua irritação.

— Devia aprender a negociar melhor, Charlotte. — Desprezei seu olhar para mim. — Assim você não vai passar perto da porta da VS.

— Aposta feita?

— Lembre-se que eu não sei brincar.

— Boa sorte. — Ela sorriu e voltou seu olhar para a janela.

Aposta fácil. Trouxa.

...

SHANNON LETO

A noite do evento começou agitada, já haviam várias pessoas no salão e outras não paravam de chegar.

Eu estava ansioso e eufórico para os acontecimentos de logo mais. O principal deles era a apresentação da nova cara da Black Full, Florence Griffin.

— Todo esse nervosismo é para conhecer a dama de ferro? — Ouvi Tompson perguntar ao se aproximar com nossa bebida.

— O que? Do que você está falando? — Mirei-o com confusão aparente e peguei um dos copos de whisky.

— Da nova garota propaganda da Black. — Respondeu com desdém. — Vai dizer que você não sabe da fama dela?

— Continuo sem entender. — Bebi um pouco da bebida âmbar. — Por que dama de ferro? — Ele soltou um sorriso ladino e mirou a bebida.

— Se você tentar algo com ela vai entender. — Bebeu todo o conteúdo do copo.

— Hum... Entendi. — Murmurei ficando interessado. — Eu já tive o prazer de fazer belas mulheres, tidas como duras e difíceis, rastejarem aos meus pés. Implorar por uma boa foda numa cama macia, gemendo meu nome enquanto goza. — Comentei mexendo o gelo da bebida. — Acredite. Mulher nenhuma resiste por muito tempo a mim. Nem a mais durona delas, meu amigo. — Sorri de lado.

— Uau! Se você se garante tanto, senhor garanhão e rei da foda. — Ri disso. — Vamos fazer uma aposta então. — O encarei esperando ele continuar. — Se em um mês você a conquistar eu faço o designer da próxima coleção de graça. — Sugeriu. — Mas ela precisa de apaixonar.

— E se eu não conseguir? — Mirei-o com um sorriso largo no rosto.

— Vai me dar a coordenação de moda da Black, sem passar pelos sócios. — Gargalhei da idéia.

— Você é podre e vai trabalhar para mim de graça. — Comentei convencido. — Pois eu vou conquistar essa dama de ferro na metade do tempo e você não vai ter nada.

— É o que veremos. — Provocou. — E falando no diabo. — Ele indicou a multidão na porta de entrada.

Voltei minha atenção para o local e a visão que tive quase me fez derrubar meu copo. Vi uma mulher de sorriso estonteante passar pelo tapete vermelho e cumprimentar as pessoas ali presentes. Mas algo nela era perturbador. Mesmo sorrindo ao ser simpática sua presença e olhar eram de alguém com uma superioridade inabalável.

Seu olhar era tão gélido quanto às montanhas nevadas do ártico. Mas mesmo assim eu sentia calor ao lhe encarar. Ela é uma das mais lindas mulheres que já vi.

Já tinha escutado sobre a mesma, mas nunca imaginei tamanha beleza. Em uma postura digna de realeza, corpo milimetricamente esculpido e usando um vestido perfeitamente modelado a si, como um belo e provocante decote. O que dava uma visão divina do desenho dos seus seios.

— Coloca um babador. — Ouvi Tompson provocar ao meu lado. Eu nada consegui dizer, apenas observei aquela deusa. 

— Eu vou colocar algo sim, mas não é um babador. — Maliciei enquanto a via se aproximar.

Sua visão imponente me fez entender o porquê ela ganhou tal apelido. Ela é do tipo de mulher que mal pisa no chão.

Mas por mim ela vai rastejar.

Pensei, disposto a tudo para ter aquele monumento em forma de mulher na minha cama. Imaginar ela nua, com aquele corpo moreno bem desenhado, todo suado e vermelho após horas de sexo, me deixava com o sangue fervendo.

— Como deve ser o gemido dela? — Pensei alto e ouvi o Tompson abafar uma risada.

— Senhores, boa noite. — A mulher ao lado dela se pronunciou.

— Boa noite. — Tompson cumprimentou de volta.

— Uma belíssima noite. — Saudei sem tirar os olhos da modelo.

Sorri de lado mirando-a atentamente, mas ela não esboçou nenhuma reação. O que continuou a instigar minha curiosidade e fazer algo grande mexer entre minhas pernas.

Sua feição era séria e de poucos amigos. Ela não parecia ser uma pessoa de muitos sorrisos, fazendo jus a sua fama. Os olhos dela eram de azuis tão claros que hipnotizavam qualquer pessoa ao redor. Parecia uma boneca de cera parada do jeito que estava. Gostosa, sensual e aparentemente impenetrável.

— Shannon, essa é a Florence. — Novamente a mulher se pronunciou nos apresentando. — Flor, esse é dono da grife. Senhor Shannon Leto.

— Senhor não, por favor. Me chame apenas de Shannon. — Sorri para ela e voltei atenção para a modelo.

— Oi Florence. — Tompson falou e ela o mediu rapidamente, com um mínino sorriso.

— Ah, é você. Oi. — Gélida. — Então, você é dono da grife. — Me encarou fixamente.

— A menos que tenha outro Shannon Leto nessa festa, sim sou eu. — Brinquei, mas ela permaneceu inexpressiva. — É um prazer conhecê-la, Florence. — Lancei meu olhar mais sedutor e peguei sua mão para beijar.

— Eu posso imaginar. — Puxou a mão rapidamente. — Confesso que é um pouco decepcionante encontrá-lo. Quando escutei falar de sua pessoa imaginei algo... Hum... — Me mediu com desdém e acabei por sentir meu pênis pulsar com aquele gemido rouco. — Esperava bem mais. — Sorriu de lado.

— Você é bem mais audaciosa e debochada do que aparenta ser, senhorita Griffin. — Estreitei os olhos em sua direção.

Queria rebater o deboche a altura, mas a ocasião não permitia. Mas nada me impedia de ter mais pensamentos quentes com ela.

— Já o senhor não é nada do que sua fama diz. — Continuou a sorrir me analisando com malicia.

Por Deus, eu vou foder muito essa mulher.

Mordi os lábios reprimindo um gemido.

— Gosta do que vê? — Perguntei e dei um passo para trás.

— Quer que seja honesta ou fique lhe bajulando, senhor Leto? — Arqueou a sobrancelha em desafio e caminhei até ela.

Tompson e sua acompanhante apenas observavam nosso diálogo em silêncio. Não havia por que se meter, mas às vezes ouvia uma risada abafada de um dos dois.

— Pelos comentários, imaginei alguém mais alto, majestoso e imponente. Não um meio metro pouca telha. — Debochou a centímetros do meu rosto.

Nem a pouca distância entre nós fazia sua postura ficar abalada.

— Para sua sorte o salão está cheio. Pois eu teria muito prazer em desfazer essa impressão que tem de mim. — Comentei me aproximando do seu ouvido. — Principalmente a fazendo gemer meu nome. — Sussurrei provocativo.

— Deixa eu te contar um segredo. — Rebateu e afastou o rosto. — Nem no meu pior pesadelo eu teria tanto mau gosto. — Voltou a me medir e arfou um sorriso maldoso. — Mas se contente em sonhar. Só cuidado para nenhuma câmera filmar. — Comentou passando por mim, com sua voz rouca e sensual.

Florence andou sem pressa para cumprimentar outras pessoas que estavam no evento e se quer olhou para trás quando se afastou. Além de ser gostosa e ousada, me deixou de pau duro no meio do meu próprio evento e um tanto irritado.

— Filha da puta. — Sussurrei para mim mesmo e ouvi Tompson rindo. — Está rindo de que, palhaço?

— Não devia ter aceitado a aposta. — Bateu no meu ombro e tirei sua mão com raiva. — Você vai perder feio, meu parceiro.

— Você dúvida muito da minha capacidade.

— É que eu tenha certeza da dela. — Ergueu as sobrancelhas, virando para olhá-la. — Quer uma dica? — O olhei de canto. — Ela não é como as outras.

Tompson saiu andando, sorrindo e me deixando sozinho e irritado. Não devia ser tão difícil assim conquistá-la. Ela era mulher. Mulheres são previsíveis demais e atrás daquela muralha, ela tinha um ponto fraco e eu iria descobrir.

Ah, eu ia. 


Notas Finais


EITA 🔥
Espero que tenham gostado.
Nos vemos nos comentários ❤️


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