História Between angel and demons - Capítulo 9


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Categorias Amor Doce, Lucifer
Personagens Alexy, Ambre, Amenadiel, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Chloe Decker, Dan Espinoza, Debrah, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lucifer Morningstar, Lysandre, Manon, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Lucifer
Visualizações 7
Palavras 3.576
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eaiiiiiiii
Bom gente, antes de vocês me de baterem e me xingarem, quero poder me explicar pelo sumiço repentino.
Bom, queria dizer que eu, em certo momento, cheguei a excluir o spirit por falta de tempo, porque com provas e trabalhos, eu quase não tive tempo de escrever.
Mas espero que gostem e quero ver gente me xingando nos comentários.
Uma leitora muito especial, disse que não shippa, mas quero ver alguém se manifestar ali nos comentários.
Quero dizer também que, acho melhor se prepararem porque, logo logo, vou abrir uma nova fic com um protagonista delicioso das galáxias. Sim, é o loiro mais lindo e delicioso que a face da terra já viu:
Nathaniel (amor doce).
Não quero dar mais spoiler, por isso aproveitem bem o capítulo, porque o próximo vai vir fervendo.
👀

Capítulo 9 - Confusão


 

          P.o.v.s Meiryane


Em casa. Essa é a melhor coisa que já pronunciei desde que chegueEm casa. Essa é a melhor coisa que já pronunciei desde que cheguei em Paris.


- Preocupada com algo, Meiry?

- Não. - a incerteza recheava minhas palavras.

- Sei que tem algo... hmm... foi aquele beijo encrível que te deichou assim, né? Ha ha! Sabia que um dia, você descobriria que eu beijo bem para cacete!

Ri irônica diante de Luck e a sua observação do próprio beijo.

- Mas... - hesitei por um instânte, mas continuei sem demoras. - E a gente? Como fica?

- A... a gente? Bom... - olhei tensa para o mesmo. - você não quer um relacionamento sério agora. E nem eu.

- Sim, sim... mas... relacionamento baseado em sexo você quer dizer? O ato de nossos corpos se interagirem irá nos interligar?

- Você quem sabe... - disse o mesmo abrindo a porta de seu quarto e se jogando na cama. Chlóe saiu a mais ou menos duas horas e vai voltar só amanhã. Trixy vai ficar de plantão e passar a noite na casa dela. Lúcifer está no seu trono depois de algumas coisas imprevistas que aconteceram no inferno. Resumindo: Luck toma conta da casa.

- Eu que sei, não! A gente quem sabe! Eu não transo sozinha, ok? - parei e refleti por um momento sobre a minha última frase dita. Como me tornei tão vulgar assim?

Luck parou o que estava fazendo e me olhou arrastado com os olhos semicerrados de malícia. Um sorriso brincalhão implantou-se em seus lábios, cujo os mesmos retorciam-se diante de alguma reação estranha.

- Eh... espera... desculpa, não quis dizer aquilo, eu só-

Derrepente senti minha frase sendo cortada por um beijo recheado de desejo. Sem conseguir resistir, sedi e retribui de bom grado, o mesmo desejo no beijo molhado, que com alguns segundos, teve um pouco de língua. Tá! O beijo foi inteiramente de língua! Admito.

- Eu sei que você não transa sozinha... mas você não é tão inocente quanto aparenta ser, Meiryane. - senti suas mãos largas percorrerem toda a extensão da minha cintura e todas as minhas curvas, levando-me e apoiando-me na cama macia e confortável do moreno.

Eu sabia que deveria parar, mas não me dei a liberdade de me interrogar o porque de não ter parado. Só aí, percebi que isso era um medo provocante e instigante, que me agradava a cada toque.

Senti minha intimidade úmida com os toques íntimos que ganhava de Luck. Meu corpo se retorcia de vontade e de... desejo? Eu sentia desejo pelo meu suposto melhor amigo? O melhor amigo que beijei a quase um dia atrás?

Luck posicionou o tronco musculoso entre minha pernas, que automaticamente se abriram em passagem e se encaixaram no corpo do mesmo, entrelaçando as pernas em torno do mesmo. O garoto já corado pegou-me no colo e se sentou na cama, me deixando em seu colo.

O calor do esfrega-esfrega de ambos os corpos me deichava louca de excitação. Sedenta e faminta, afundei-me novamente em sua boca, deichando meus dedos correrem soltos pelos fios negros e brilhantes.

Eu ofegava pesadamente. Luck já havia se tornado uma droga que apenas sonhava em prová-la. Medo. Medo de ser julgada por uma puta, biscate, dada...

Medo de admitir que estava sentindo um tamanho tesão pelo meu amigo. Melhor amigo.

As mãos quentes percorriam meu corpo livremente, pouco a pouco, explorando aquela área detalhadamente.

- Você quer isso tanto quanto eu, Mey. Me deixa te tocar? Por favor?

- O quanto você quiser... - o tom malicioso excitou mais ainda Luck, pois já podia ver seu rosto retorcendo-se de desejo. O sorriso de malícia mudava sua expressão totalmente.

Derrepente a campainha toca, rompendo o clima e a temperatura emitida entre ambos os corpos. Levantei-me entre murmúrios e fui descendo as escadas rumo a porta.

Quando estava no penúltimo degrau, senti um cobertor de plumas me envolver por inteira, impedindo-me de prosseguir.

- Não atende... - ouvi a voz rouca de Luck sussurrar e assoprar um ar quente em minha orelha. Sorri.

- Não se preocupe, Luck. Só vou atender a porta. - Luck aos poucos foi cedendo e me libertando de seu "abraço". Minhas bochechas foram pigmentando meu rosto branco e quente.

Girei-me e rapidamente pude observar seus olhos suplicantes. A expressão chorosa de Luck mexia comigo, mas precisava saber quem estava ali.

Beijei-o profundamente, sentindo o mesmo que ele sentia. Medo.

- O que foi que aconteceu com você? - perguntei ao moreno.

- É que...

Antes mesmo que pudesse responder, a campainha tocou várias vezes seguidas, cortando minha concentração.

- Vou atender...

Enquanto Luck podia me ver, sentia seu olhar colado em mim. Não sei o que ele está pensando... ou pior, ouvindo e não quer me contar...

- Olá! Em que posso lhe ajudar senhor? - a minha frente, havia um senhor parado atrás da porta aberta. Abri um sorriso estrondoso para passar uma boa impressão sobre o que acabou de acontecer.

- Oi. Eu sou Carlos Haddy's. Eu era advogado da sua mãe e... - por um momento gelei. "Era"? Como assim?

Olhei para os olhos inundados por sua solução salgada que transbordava das íris vermelhas chama de Luck. Luck estava chorando?

- Só um minuto... "Era"?

- Sim. Sua mãe morreu em um acidente de carro quando estava voltando bêbada de algum estabelecimento. Não se sabe ao certo o que aconteceu e..... - Já não escutava. Meus olhos se arregalaram marejando-os em lágrimas.

Tentei conter o choro, mas minha dor era maior. Minha garganta tinha um nó gigantesco de culpa, impedindo que o ar de meus pulmões corressem soltos pelo meu corpo. Nada mais fazia sentido, meu choro se intensificou e ficou cada vez mais amargurado. Tudo girava, rodava, rodopiava e saltitava em minha volta, estava ficando atordoada e depressiva.

Depois de um certo tempo resistindo, deixei meu choro falar mais alto e, assim, minha pernas cederam, e cai no chão sentada com as mãos meladas e tremulas sobre meu rosto. Todas as atenções se voltaram para mim.

- Eh... senhor? Será que poderia me ligar depois, pois assim conversaremos melhor com mais calma.

- Tudo bem... tenham uma boa tarde, Sr. E Sra. Willsam.

- Não, não... deve ser um engano! Eu não sou casado com Meiryane...

- Aqui no papel diz que estão... ah! Fique com a papelada para analizar melhor e depois me devolva. Boa tarde! - o homem entregou alguns papéis a Luck, que no mesmo momento, os colocou em cima da mesa e veio me buscar com ambas as mãos livres.

- Venha... - disse a voz de Luck em um tom doce e protetor. Acenti e assim o fiz, levantei-me e tentei caminhar, mas Luck percebeu que eu não conseguiria andar, então me pegou no colo e se sentou comigo ainda em seu colo no sofá. Estava inundando sua camisa, mas nada disso importava agora.

- Não sei se vou suportar...

------------------- alguns dias depois ----------------

Telefonema on;

- Oi Mey... quer dizer, oi Meiry! - a voz rouca e grossa de Charlie arrepiou-me só de ouvi-lá. Já fazia tempo que não escutava aquela voz... em especial.

- Oi Charlie! Como vai?

- Bem... então, vai estar ocupada hoje?

- Não, na realidade, não vou trabalhar durante alguns dias, mas logo volto ao normal. Por que?

- Bem... precisava de uma ajuda com uma roupa social pois preciso sair hoje em um evento especial da minha mãe, e tem que ser a porcaria da roupa social.

- Tudo bem... Quando posso ir aí?

- Pode ser agora... estou sozinho e acho que pode ser uma boa oportunidade para....

- Para?

- Para provar roupas sem ser zoado pelo meu pai!

- Mas seu pai afora roupas soci...

- Tchau e obrigada de novo Mey... quer dizer, Meiry!

Telefonema off;

- Meu Deus!

Vesti-me pensando no que poderia rolar lá. Um beijo, ou dois, ou cinco... ou poderia até rolar uma...

- Para de pensar merdas, Meiryane! - disse dando leve tapinhas em meu rosto.

Rapidamente me vesti e me aprontei com meu mero senso de moda e fui ajudar Charlie.

Chegando a sua casa, o mesmo me recebeu com a maior felicidade, com um sorriso imenso, meio divertido de olhar.

- Bom, vou pegar minhas roupas e já vou começar a experimentar as que acho mais bonitas. - Acenti.

Para variar, a maioria não combinava nem um pouco com o mesmo.

- Não, não, não! Você pensa que vai abafar naquele lugar com essa camisa social do século II? Cai na real, Charlie!

Alguns risos escandalosos escaparam-lhe dentre os lábios. Era difícil não achar bonito aquele sorriso meigo, o corpo todo musculoso e bem proporcionado que Charlie tinha. Ri junto, corando um pouco, mas usei meu cabelo como proteção para que o mesmo não percebesse.

- Tudo bem... o último! O que mais odeio, é para variar o último! Tenha Santa paciência! - Charlie sem paciência alguma, começa a desabotoar a camisa social ali mesmo, na minha frente. Dessa vez não teve como esconder a vergonha que se transformava em pigmentos avermelhados em meu rosto.

- C-C-Charlie e-eu...

- Não precisa sair. Aliás, não sou uma tentação para você... - levantei-me rindo e me posicionei a sua frente, pondo-me a sua frente e o ajudando a desabotoar os botões que lhe faltavam. O dia estava claro, o sol raiando como sempre naquele inferno de cidade, mas as janelas dali estava encostadas, causando um certo breu ali.

Comecei a deslizar meus dedos sobre sua camisa que, após aberta, deixou seu peitoral a mostra, pondo-me automaticamente a alisá-lo, com movimentos de cima pra baixo, sentindo e desfrutando de cada parte de seu tronco musculoso e sedoso.

Um sorriso malicioso e sedutor, cheio de naturalidade e maldade, invadiu meus lábios como nunca aconteceu antes. Enlacei meus braços em seu pescoço, e assim, senti o mesmo ceder e se curvar um pouco para ficar da minha altura.

Aos poucos senti sua respiração lenta e tortuosa rasgar meus limites de sanidade. Suas mãos rodearam minha cintura fina, e aos poucos, seu rosto se aproximou do meu e seus lábios se tocaram aos meus.

- Porém você é uma tentação para mim...

Apenas segui o fluxo e deixei a tristeza e o estress de lado, para seguir uma aventura animalesca. O beijo se aprofundou aos poucos e se intensificou, até que finalmente, senti sua língua invadir minha boca e iniciar uma dança erótica com a minha.

O beijo prosseguiu até alguns minutos, e enfim, o beijo se acabou por aqui. Ainda colada ao seu corpo, sussurrou em seu ouvido.

- Será que não?

Os risos gostosos e safados saíram de sua boca e encheram o ambiente.

- Isso é o que vamos ver.


i em Paris.


- Preocupada com algo, Meiry? 


- Não. - a incerteza recheava minhas palavras.


- Sei que tem algo... hmm... foi aquele beijo encrível que te deichou assim, né? Ha ha! Sabia que um dia, você descobriria que eu beijo bem para cacete!


Ri irônica diante de Luck e a sua observação do próprio beijo.

- Mas... - hesitei por um instânte, mas continuei sem demoras. - E a gente? Como fica?

- A... a gente? Bom... - olhei tensa para o mesmo. - você não quer um relacionamento sério agora. E nem eu.

- Sim, sim... mas... relacionamento baseado em sexo você quer dizer? O ato de nossos corpos se interagirem irá nos interligar?

- Você quem sabe... - disse o mesmo abrindo a porta de seu quarto e se jogando na cama. Chlóe saiu a mais ou menos duas horas e vai voltar só amanhã. Trixy vai ficar de plantão e passar a noite na casa dela. Lúcifer está no seu trono depois de algumas coisas imprevistas que aconteceram no inferno. Resumindo: Luck toma conta da casa.

- Eu que sei, não! A gente quem sabe! Eu não transo sozinha, ok? - parei e refleti por um momento sobre a minha última frase dita. Como me tornei tão vulgar assim?

Luck parou o que estava fazendo e me olhou arrastado com os olhos semicerrados de malícia. Um sorriso brincalhão implantou-se em seus lábios, cujo os mesmos retorciam-se diante de alguma reação estranha.

- Eh... espera... desculpa, não quis dizer aquilo, eu só-

Derrepente senti minha frase sendo cortada por um beijo recheado de desejo. Sem conseguir resistir, sedi e retribui de bom grado, o mesmo desejo no beijo molhado, que com alguns segundos, teve um pouco de língua. Tá! O beijo foi inteiramente de língua! Admito.

- Eu sei que você não transa sozinha... mas você não é tão inocente quanto aparenta ser, Meiryane. - senti suas mãos largas percorrerem toda a extensão da minha cintura e todas as minhas curvas, levando-me e apoiando-me na cama macia e confortável do moreno.

Eu sabia que deveria parar, mas não me dei a liberdade de me interrogar o porque de não ter parado. Só aí, percebi que isso era um medo provocante e instigante, que me agradava a cada toque.

Senti minha intimidade úmida com os toques íntimos que ganhava de Luck. Meu corpo se retorcia de vontade e de... desejo? Eu sentia desejo pelo meu suposto melhor amigo? O melhor amigo que beijei a quase um dia atrás?

Luck posicionou o tronco musculoso entre minha pernas, que automaticamente se abriram em passagem e se encaixaram no corpo do mesmo, entrelaçando as pernas em torno do mesmo. O garoto já corado pegou-me no colo e se sentou na cama, me deixando em seu colo.

O calor do esfrega-esfrega de ambos os corpos me deichava louca de excitação. Sedenta e faminta, afundei-me novamente em sua boca, deichando meus dedos correrem soltos pelos fios negros e brilhantes.

Eu ofegava pesadamente. Luck já havia se tornado uma droga que apenas sonhava em prová-la. Medo. Medo de ser julgada por uma puta, biscate, dada...

Medo de admitir que estava sentindo um tamanho tesão pelo meu amigo. Melhor amigo.

As mãos quentes percorriam meu corpo livremente, pouco a pouco, explorando aquela área detalhadamente.

- Você quer isso tanto quanto eu, Mey. Me deixa te tocar? Por favor?

- O quanto você quiser... - o tom malicioso excitou mais ainda Luck, pois já podia ver seu rosto retorcendo-se de desejo. O sorriso de malícia mudava sua expressão totalmente.

Derrepente a campainha toca, rompendo o clima e a temperatura emitida entre ambos os corpos. Levantei-me entre murmúrios e fui descendo as escadas rumo a porta.

Quando estava no penúltimo degrau, senti um cobertor de plumas me envolver por inteira, impedindo-me de prosseguir.

- Não atende... - ouvi a voz rouca de Luck sussurrar e assoprar um ar quente em minha orelha. Sorri.

- Não se preocupe, Luck. Só vou atender a porta. - Luck aos poucos foi cedendo e me libertando de seu "abraço". Minhas bochechas foram pigmentando meu rosto branco e quente.

Girei-me e rapidamente pude observar seus olhos suplicantes. A expressão chorosa de Luck mexia comigo, mas precisava saber quem estava ali.

Beijei-o profundamente, sentindo o mesmo que ele sentia. Medo.

- O que foi que aconteceu com você? - perguntei ao moreno.

- É que...

Antes mesmo que pudesse responder, a campainha tocou várias vezes seguidas, cortando minha concentração.

- Vou atender...

Enquanto Luck podia me ver, sentia seu olhar colado em mim. Não sei o que ele está pensando... ou pior, ouvindo e não quer me contar...

- Olá! Em que posso lhe ajudar senhor? - a minha frente, havia um senhor parado atrás da porta aberta. Abri um sorriso estrondoso para passar uma boa impressão sobre o que acabou de acontecer.

- Oi. Eu sou Carlos Haddy's. Eu era advogado da sua mãe e... - por um momento gelei. "Era"? Como assim?

Olhei para os olhos inundados por sua solução salgada que transbordava das íris vermelhas chama de Luck. Luck estava chorando?

- Só um minuto... "Era"?

- Sim. Sua mãe morreu em um acidente de carro quando estava voltando bêbada de algum estabelecimento. Não se sabe ao certo o que aconteceu e..... - Já não escutava. Meus olhos se arregalaram marejando-os em lágrimas.

Tentei conter o choro, mas minha dor era maior. Minha garganta tinha um nó gigantesco de culpa, impedindo que o ar de meus pulmões corressem soltos pelo meu corpo. Nada mais fazia sentido, meu choro se intensificou e ficou cada vez mais amargurado. Tudo girava, rodava, rodopiava e saltitava em minha volta, estava ficando atordoada e depressiva.

Depois de um certo tempo resistindo, deixei meu choro falar mais alto e, assim, minha pernas cederam, e cai no chão sentada com as mãos meladas e tremulas sobre meu rosto. Todas as atenções se voltaram para mim.

- Eh... senhor? Será que poderia me ligar depois, pois assim conversaremos melhor com mais calma.

- Tudo bem... tenham uma boa tarde, Sr. E Sra. Willsam.

- Não, não... deve ser um engano! Eu não sou casado com Meiryane...

- Aqui no papel diz que estão... ah! Fique com a papelada para analizar melhor e depois me devolva. Boa tarde! - o homem entregou alguns papéis a Luck, que no mesmo momento, os colocou em cima da mesa e veio me buscar com ambas as mãos livres.

- Venha... - disse a voz de Luck em um tom doce e protetor. Acenti e assim o fiz, levantei-me e tentei caminhar, mas Luck percebeu que eu não conseguiria andar, então me pegou no colo e se sentou comigo ainda em seu colo no sofá. Estava inundando sua camisa, mas nada disso importava agora.

- Não sei se vou suportar...

------------------- alguns dias depois ----------------

Telefonema on;

- Oi Mey... quer dizer, oi Meiry! - a voz rouca e grossa de Charlie arrepiou-me só de ouvi-lá. Já fazia tempo que não escutava aquela voz... em especial.

- Oi Charlie! Como vai?

- Bem... então, vai estar ocupada hoje?

- Não, na realidade, não vou trabalhar durante alguns dias, mas logo volto ao normal. Por que?

- Bem... precisava de uma ajuda com uma roupa social pois preciso sair hoje em um evento especial da minha mãe, e tem que ser a porcaria da roupa social.

- Tudo bem... Quando posso ir aí?

- Pode ser agora... estou sozinho e acho que pode ser uma boa oportunidade para....

- Para?

- Para provar roupas sem ser zoado pelo meu pai!

- Mas seu pai afora roupas soci...

- Tchau e obrigada de novo Mey... quer dizer, Meiry!

Telefonema off;

- Meu Deus!

Vesti-me pensando no que poderia rolar lá. Um beijo, ou dois, ou cinco... ou poderia até rolar uma...

- Para de pensar merdas, Meiryane! - disse dando leve tapinhas em meu rosto.

Rapidamente me vesti e me aprontei com meu mero senso de moda e fui ajudar Charlie.

Chegando a sua casa, o mesmo me recebeu com a maior felicidade, com um sorriso imenso, meio divertido de olhar.

- Bom, vou pegar minhas roupas e já vou começar a experimentar as que acho mais bonitas. - Acenti.

Para variar, a maioria não combinava nem um pouco com o mesmo.

- Não, não, não! Você pensa que vai abafar naquele lugar com essa camisa social do século II? Cai na real, Charlie!

Alguns risos escandalosos escaparam-lhe dentre os lábios. Era difícil não achar bonito aquele sorriso meigo, o corpo todo musculoso e bem proporcionado que Charlie tinha. Ri junto, corando um pouco, mas usei meu cabelo como proteção para que o mesmo não percebesse.

- Tudo bem... o último! O que mais odeio, é para variar o último! Tenha Santa paciência! - Charlie sem paciência alguma, começa a desabotoar a camisa social ali mesmo, na minha frente. Dessa vez não teve como esconder a vergonha que se transformava em pigmentos avermelhados em meu rosto.

- C-C-Charlie e-eu...

- Não precisa sair. Aliás, não sou uma tentação para você... - levantei-me rindo e me posicionei a sua frente, pondo-me a sua frente e o ajudando a desabotoar os botões que lhe faltavam. O dia estava claro, o sol raiando como sempre naquele inferno de cidade, mas as janelas dali estava encostadas, causando um certo breu ali.

Comecei a deslizar meus dedos sobre sua camisa que, após aberta, deixou seu peitoral a mostra, pondo-me automaticamente a alisá-lo, com movimentos de cima pra baixo, sentindo e desfrutando de cada parte de seu tronco musculoso e sedoso.

Um sorriso malicioso e sedutor, cheio de naturalidade e maldade, invadiu meus lábios como nunca aconteceu antes. Enlacei meus braços em seu pescoço, e assim, senti o mesmo ceder e se curvar um pouco para ficar da minha altura.

Aos poucos senti sua respiração lenta e tortuosa rasgar meus limites de sanidade. Suas mãos rodearam minha cintura fina, e aos poucos, seu rosto se aproximou do meu e seus lábios se tocaram aos meus.

- Porém você é uma tentação para mim...

Apenas segui o fluxo e deixei a tristeza e o estress de lado, para seguir uma aventura animalesca. O beijo se aprofundou aos poucos e se intensificou, até que finalmente, senti sua língua invadir minha boca e iniciar uma dança erótica com a minha.

O beijo prosseguiu até alguns minutos, e enfim, o beijo se acabou por aqui. Ainda colada ao seu corpo, sussurrou em seu ouvido.

- Será que não?

Os risos gostosos e safados saíram de sua boca e encheram o ambiente.

- Isso é o que vamos ver.



Notas Finais


Eai gostaram?
Quem shippa?
Charleiry
Ou
Meirie(aí meu Deus...)

Bom, já estou me despedindo de vocês novamente pois apartir do dia 18, eu estarei viajando e não sei se conseguirei postar capítulos. Só recordando que eu não tive tempo de ver se alguns erros passaram despercebidos, pois eu valorizo minha vida.
Beijos meus lindos e safados e até a próxima!
Fui! 🍃


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