História Between Angels and Demons - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Katherine McNamara, Kaya Scodelario, Tyler Posey
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Katherine McNamara, Kaya Scodelario, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Tyler Posey
Tags Drama, Sobrenatural
Visualizações 6
Palavras 2.765
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura 💜

Capítulo 3 - Capítulo: III


Fanfic / Fanfiction Between Angels and Demons - Capítulo 3 - Capítulo: III

POV's Allana

No dia seguinte acordo por volta das dez horas da manhã, vou até o quarto de Rebekah e a acordo com cuidado, assim que ela acorda saio de seu quarto pego meu celular e não tem nenhuma mensagem. Então decido mandar uma mensagem a Hoseok desejando feliz aniversário.

   “Bom dia, Parabéns aproveite bem o seu dia” 

   É a única coisa que consigo mandar. Desço para o andar de baixo minha mãe já está na cozinha preparando algo para comermos antes de partir. Entro na cozinha sentindo o cheiro do café minha mãe nota minha presença e se vira se deparando comigo.

  - Bom dia – Ela revela um sorriso radiante.

 - Bom dia – Beijo sua Buchecha. – Precisa de ajuda? 

 - Não... Sua irmã já acordou? 

 - Sim, cadê o pai? 

 - Foi ver se está tudo bem o carro, para podermos viajar.

   Concordo com a cabeça, pego as xícaras dentro do armário e ponho na mesa, acrescento pão de forma integral, cereal de Rebekah que sempre come e requeijão. Rebekah entra na cozinha animada ela dá bom dia para nossa mãe e a mesma  caminha em minha direção quando chega perto o suficiente me abraça apertado.

 - Bom dia – Sorrio para ela.

 - Está animada? – Pergunta ela me olhando feliz.

 - Como não poderia estar? 

    Ela não me responde, sentamos na cadeira pego um pão integral passado requeijão em seguida minha xícara colocando um pouco de café. Tomo um gole está delicioso como sempre, minha mãe sempre sabe fazer um bom café.

 - Não creio – Nossa mãe se expressa preocupada olhando para a tela do celular – Provavelmente iremos pegar chuva.

 - Ah! – Rebekah sem ânimo.

 - mas será apenas hoje.

 - Iremos hoje mesmo assim? – Pergunto.

 - Se vocês quiserem. 

 - É melhor, vai ser só hoje mesmo – Dou de ombros.

 - Então, vamos arrumar a mesa que quando seu pai chegar já vamos. 

       Ajudo minha mãe retirar as coisas da mesa, lavar a louça e guardar. Assim que acabo vou para meu quarto vê se não me esqueci de nada, olho meu celular Hoseok apenas me respondeu com um “obrigado”. Estou me sentindo muito culpada por não poder comparecer em seu aniversário. Quando voltarmos farei o possível para recompensar isso. Escuto a buzina de meu pai pego minha mala que não está tão cheia, saio de meu quarto ando pelo corredor vazio Rebekah provavelmente esteja dentro do carro já que sua porta está fechada. Desço as escadas ando um pouco até sair de casa o porta malas já está aberto, apenas arrumo minha mala e entro no carro e esperamos por mamãe.

       Já se passaram 1 hora de viagem, olho pela janela a estrada e o campo com a grama verde. Cai uma gota de água no vidro, não demora muito para cair várias, Rebekah está focada em sua música que está escutando em seu fone de ouvido e prestando atenção na paisagem. Nossos pais conversam sobre alguns assuntos pendentes. A chuva cada vez mais engrossa, sinto um frio na barriga deve ser por causa do frio. Minha mãe pede para segurar um pacote de salgadinho enquanto meu pai dizia que iríamos precisar parar. Me estico um pouco para alcançar o salgadinho mas sem querer cai da mão de minha mãe. Abaixo um pouco para pegá-lo quando o carro vira para a direita bruscamente, Rebekah e minha mãe gritam ao mesmo tempo, endireito minha coluna arregalado os olhos quando vejo o carro passar da barra do encostamento e o começar a capotar em uma ribanceira. Seguro a mão de Rebekah o barulho é muito grande por causa do impacto com a terra. Os vidros começar a quebrar bato minha cabeça  bruscamente sinto uma dor enorme que é impossível de descreve-la os vidros quebrados cortam meu rosto, o carro para de ponta cabeça. Meus pais não apresentam nenhuma reação meus olhos rapidamente se enche de água, olho ao meu lado Rebekah está tonta.  

  - A- Allana – Rebekah sussurra meu nome com dificuldade.

 - Estou aqui – Aperto sua mão, me sinto zonza balanço a cabeça como se fosse passar em algum momento. - N- não se mexe – Falo com a voz rouca e falha.

 - Mãe, pai – Rebekah os chamam com dificuldade mas nenhum dos dois respondem.

      Tiro meu sinto de segurança, assim que caio no teto do carro grito após sentir algo furar minha barriga, fico de joelhos com dificuldade tiro o pedaço de vidro. Provavelmente o corte foi fundo, olho para Rebekah que não está mais acordada meu desespero começa a aumentar cada vez mais assim como minhas lágrimas. Tiro seu sinto de segurança e a seguro com cuidado abro a porta com dificuldade, saio primeiro em seguida a retiro de dentro do veículo. A analiso e vejo que sua cabeça não para de sangrar.

   - Acorda – Digo entre soluços – Não me deixam.

     Abro a porta do passageiro onde minha mãe está cubro minha boca com a mão quando me deparo com minha mãe com o rosto todo sangrando e presa entre as ferragens, meu pai está na mesma situação mas dez vezes pior. Minhas lágrimas já se juntaram com a chuva olho para o carro está totalmente destruído, sinto uma forte dor na barriga me junto com Rebekah, pego meu celular está sem sinal o jogo longe. O sangue de Rebekah vira uma poça assim como a água da chuva. Minha visão vai ficando embaçada olho meu ferimento estou perdendo o sangue muito rápido, deito na terra molhada  olho para meus pais e Rebekah. 

   - E- eu sinto muito – Murmuro. Sangue começa a sair pela minha boca, sinto a chuva parar aos poucos até que meus olhos vão se fechando e minha vista cada vez mais embaçada, até que se fecham por inteiro.

                    .........

  As cenas passam tão rápido em minha memória que sinto uma tremenda falta de ar, abro meus olhos, sento puxando o ar olho em volta desesperada noto que estou em um hospital. Sinto a ponto do dedo de alguém tocar meu ombro olho para a direção da mão me deparando com Namjoon, seu olhar para mim é de pena ou tristeza.

   - Cadê eles? Cadê minha família? – Pergunto com a voz trêmula.

  - Sinto muito – Ele baixa a cabeça.

   As lágrimas cai rapidamente pelo meu rosto, passo a mão pelo meu cabelo me encolhendo. Namjoon senta na beirada da cama e me puxa para mais perto me envolvendo em um abraço tão confortante e caloroso que por um momento não dói tanto meu coração. 

    - Preciso ir no enterro – Murmuro.

  - Eles já foram enterrados – Sua voz saí tão baixa que é quase um sussurro.

  - Que ? Como assim ?

   Me afasto para olha-lo melhor.

 - Eles foram enterrados um dia depois do acidente, você foi a única sobrevivente. 

 - Quantos dias fiquei inconsciente? 

 - 4 dias.

 - E- eu não entendo – Fico confusa, passo a mão pela minha barriga não sinto absolutamente nada, nenhuma dor ou pontos, olho para Namjoon confusa – É possível uma pessoa se curar de um corte rápido?

 - Allana tenho que te contar algo – Sua voz é séria, limpo meu rosto por conta do choro, balanço a cabeça afirmando e espero sua fala. Ele abre a boca para falar mas é interrompido quando a porta se abre revelando Jin, JungKook e Taehyung os mesmo me olham com tristeza.

   - Preciso ir – Namjoon se levanta indo na direção da porta e saindo logo em seguida.

 - Como está? – JungKook pergunta me analisando.

 - Quer mesmo saber? 

 - Sinto muito – Jin se aproxima dando um beijo em minha testa – Tudo isso vai passar.

 - Não, não vai. Por mais que passe os anos a dor sempre vai permanecer no meu coração. 

 - Não vai – Taehyung afirma e me abraça forte – Tudo vai cicatrizar com o tempo. 

  - Eu só quero sair daqui – Me afasto do mesmo, levanto da cama ando com dificuldade até o banheiro e me surpreendo por não ter uma marca de arranhão ou corte, mas não faz nenhum sentido, nada está fazendo sentido. Como eles sabiam que estava no hospital? Várias perguntas vem em meu pensamento, mas são afastados quando Jin me entrega uma peça de roupa. Fecho a porta do banheiro tiro a camisola do hospital me olho no espelho parece não aconteceu praticamente nada comigo. Coloco a peça de roupa que Jin me deu logo em seguida saio dando de cara com Jimin. O mesmo me olha com cuidado.

   - Não fala que sente muito – Falo com tristeza.

  - Vai ficar tudo bem 

   Meus olhos voltam a se encher de água, não demora muito para as lágrimas rolarem pelo meu rosto, ele passa a mão em meu rosto limpando minhas lágrimas.

 - Eles estão em um lugar melhor.

 - Queria estar junto com eles. 

 - Não diga isso.

 - Por que ? Não faria a maior diferença se eu estar aqui ou não. Apenas queria estar ao lado deles.

 - A gente iria sentir muito sua falta.

  Sorrio fraco sem mostrar os dentes, deixo a camisola em cima da cama e saímos do quarto, andamos até a recepção não tem nenhum dos meninos nela, então saímos do hospital o vento gelado toca minha pele fazendo eu me retrair, Jimin tira sua blusa de frio dando a mesma para mim e a coloco, paramos em frente de um carro preto entramos no mesmo dentro está Yoongi,Hoseok e Jin.

     - Para onde vamos? – Jin pergunta ligando o carro. 

    - Cemitério – Digo olhando para frente. Jimin concorda com a cabeça e Jin dá partida.

                ......

   O carro para em frente do cemitério, todos que estão no veículo me olham sérios abro a porta do carro e Jimin segura minha mão, não sei o por que mas sinto uma energia positiva.

    - Quer companhia? 

   - Não, preciso desse tempo sozinha – Suspiro pesado tirando minha mão da sua e saio do carro fechando a porta logo em seguida. Ando devagar até entrar no cemitério cruzo os braços por conta do frio, sinto alguém me seguindo olho para trás vendo Hoseok vindo em minha direção. Paro de andar e o espero até chegar em uma determinada distância para podermos andarmos lado a lado.

       Caminhamos em silêncio por alguns instantes até paramos em frente de um túmulo, olho que está escrito Família Young,Camila Young, Christian Young & Rebekah Young sinto meu peito se apertar seguro o choro, me agacho perto do túmulo cheio de flores baixo a cabeça e deixo o choro tomar conta de mim.

    - Me perdoem – Digo entre soluços – Tudo foi culpa minha.

   - Não foi – Hoseok agacha em meu lado colocando a mão em meu ombro. 

  - Eu deveria ter escolhido irmos no dia seguinte. – Faço uma pausa – Eu amo muito vocês, logo irei encontrar com vocês.

    Hoseok me olha sem entender mas permanece em silêncio. Nos levantamos sinto alguém nos observando olho em volta mas não vejo nada além de túmulos. O barulho de sinal de escola soa extremamente forte dentro de meu ouvido, grito de dor tampando meus ouvidos Hoseok me olha confuso.

    - Tá doendo – Praticamente grito – Faz parar. 

     Sinto minha mãos ficar molhadas destampo meus ouvidos e olho minhas mãos que estão com sangue, começo a me desesperar Hoseok me pega no coloco em questão de segundos estamos perto do carro, _O que está acontecendo?_  Yoongi abre a porta Hoseok me coloca dentro do carro.

     - O que houve ? – Yoongi pergunta me observando.

   - Ela deve estar ouvindo algo – Hoseok responde dentro do carro. Yoongi segura meu rosto fazendo olha-lo o som cada vez mais aumenta pois escuto várias coisas.

   - Foca apenas em mim.

   Confirmo com a cabeça então ele continua.

  - Respira fundo, e se concentra apenas aqui. Escuta apenas minha voz.

    Fecho os olhos respirando fundo, conforme ele vai falando comigo e vou prestando atenção apenas em sua voz, os sons que estava ouvindo vão sumindo aos poucos até não escuta-los mais, isso é um alívio tão grande.

       O carro para em frente de uma casa enorme com um carro prata estacionado em frente a garagem, saio do carro analisando tudo sem deixar nada escapar, a grama é bem cuidada assim como as demais casas. A casa tem uma varanda para de frente para a rua entramos na casa, que é não é nada do que eu esperava, não é apenas uma simples casa tudo que tem aqui é muito caro, acho que até o piso que estou pisando. Vamos para sala que está JungKook, Namjoon e Taehyung, parecem estar nos esperando.

   - O que foi ? – JungKook chega perto observando meu ouvido.

  - O efeitos começaram – Jin revela sentando no sofá delicadamente. 

  - E agora? – Taehyung perguntando olhando para Namjoon.

  - Ela vai ter que aprimorar 

  - Ela vai ter que aprimorar as habilidades – Responde ele com o olhar baixo.

 - Se vocês não notaram eu estou aqui – Levanto minhas mãos balançando as mesma – Do que vocês estão falando? 

    Todo mundo engole em seco entreolhando decidindo quem irá responder minha pergunta, mas ninguém está afim de falar.

  - Do que vocês estão falando? – Repito a pergunta.

  - Você não vai entender – Diz Yoongi com a voz calma.

  - Sério? Tudo para mim não está fazendo nenhum sentido. Sabe por que? Porque desde que aconteceu aquele maltido acidente, tudo mudou. Eu deveria estar com sintomas como um corte profundo na barriga, meu rosto cortado e minha cabeça com algum sintoma por bate-la muito forte. O que mais não poderia fazer sentido? 

  - Você acredita em anjos ? – Jimin pergunta com serenidade.

  - É sério isso? – Solto uma risada baixo irônica. Mas todos permanecem sérios – Sim Por que?

 - Pois está vendo sete anjos na sua frente – Responde Taehyung. Minha risada dá eco pela a sala, mas os mesmo se entreolham ainda sérios. Paro de rir e analiso a situação.

 - Vocês estão brincando comigo? – Cruzo os braços sorrindo de nervoso.

 - Desde de quando alguém citou que isso tudo é uma brincadeira? – Yoongi retruca, fazendo meu sorriso desaparecer e minha expressão ficar séria.

 - Impossível – Murmuro.

 - Nada é impossível – Namjoon encosta no batente da parede da sala. – Você deve ter notado mudanças pelo seu corpo e ter ficado mais “sensível”. É melhor você não estranhar muito isso.

  - Por que ?

  - Você é uma imortal – Hoseok sorri.

 - S- Sou o que ? – Minha voz saí trêmula.

 - Imortal, sei que você não deve acreditar mas é verdade.

 - Como?

 - Eu previ que iria acontecer o acidente, mas foi no mesmo dia do ocorrido e você já estava longe, como não sou tão evoluído não consegui ver antes. Então fomos atrás de vocês – Jin faz uma pausa mas logo em seguida continua – Infelizmente quando chegamos ao local seus pais e sua irmã já estavam mortos, você era a única com pouca vida.

   - Mas por que eu ? – Pergunto com lágrimas nos olhos.

  - Você é como uma âncora para nós, ou seja, uma fonte de energia e porto seguro. digamos assim e tem a alma pura. Se você tivesse morrido nós ficaríamos vulneráveis, todas nossas habilidades e poderes não seriam estáveis o suficiente. Por isso fizemos você tomar nosso sangue no cálice a tornando imortal para que não corra mais risco de morte. Mas você tem que  ser cautelosa pois agora você está interligada a todos nós, se acontecer algo com você a gente que receberá a consequência ou algo de ruim conosco. – Namjoon explica calmamente para eu possa entender e absorver tudo.

    - Vocês não tinham esse direito – Altero minha voz – Vocês pensaram em apenas vocês mesmos.

  - Não é verdade – Jimin os defende.

  - Não? – O olho com raiva – Não era decisão de vocês escolher se eu ia sobreviver ou não. Por que não salvaram minha família? 

  - Não é assim que funciona – Taehyung suspira – Era para o acidente acontecer e sua família morrer, não podemos interferir nas decisões de Deus.

 - Mas na minha pode? – Retruco.

 - Você não entendeu ainda? Se nós ficarmos vulneráveis coisas ruins aconteceram, assim como tem Anjos existe demônios. 

 - Não acredito que isso está acontecendo comigo – Fechos meus olhos sentindo as lágrimas rolarem pelo meu rosto respiro fundo abrindo meus olhos em seguida.  – Preciso ficar sozinha. 

     Saio da sala sem olha-los  noto uma porta no fim do corredor, vou me dirijo até ela, saindo logo em seguida observo uma piscina grande com espreguiçadeiras em volta o chão é de concreto, sento em uma espreguiçadeira com o olhar baixo, são tantas coisas para eu digerir e compreende las por mais dolorosa que seja. Nunca achei que tivesse um dia tão ruim como esse. 


Notas Finais


Espero que vocês estejam gostando... Me perdoem por qualquer erro.
Até a próxima bjs ❤


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