História Between life and death - 2Jae - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae Markjinson Yugbam
Visualizações 18
Palavras 2.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então...
Eu sei q eu disse q n voltaria tão cedo...
Mas ultimamente eu me inspirei pra escrever essa história.
Pena que a minha primeira fic ainda n tá fluindo.
N sei se continuo ou excluo.
Bom, n voltei realmente.
Só postei esse pq estava inspirada e eu fico bastante ansiosa.
N esperem outro amanhã, semana q vem ou até msm daqui a um mês.
N quero q isso se torne uma obrigação para mim dnv.
Talvez semana q vem eu poste outro, ou só poste outro daqui a dois meses, três.
Então n me esperem.
Me desculpem por isso...

Capítulo 4 - Day one: Faith


- Jaebum, você acredita em Deus?- YoungJae disse me olhando com um olhar de curiosidade. Depois de tudo que a gente disse naquele café, aonde ele quer chegar me perguntando isso?

Ok, eu aceitei a proposta dele de me ajudar, mas não entendi o porque dessa pergunta.

 - Aonde você quer chegar com isso?

 - Só me responda, não é tão difícil assim.

 - Ok! Não, eu não acredito.- disse um pouco grosseiro demais.

  - Vou ignorar a forma que você me tratou agora e continuar. Você tem religião?

    - Não.

    - Você acredita em algo, Bum?

    - Não.

  - Deixa eu simplificar a pergunta, você acredita em você?

  - É... N-não.

   - Talvez esse seja um dos problemas.

   - O problema é eu não acreditar em nada como Deus?

  - Não, ninguém é obrigado a acreditar em Deus. O problema é você não acreditar em nada, nem mesmo em você.

   - Eu não vejo o problema nisso.

   - Vamos dizer que nós precisamos acreditar e colocar fé em algo. Não só deuses ou coisas desse tipo, mas até mesmo outros humanos. E o mais importante, acreditar em si mesmo. Isso é o que nos faz seguir em frente.

   - Então você está me dizendo que o meu problema é que eu não acredito em nada?

   - Não, eu disse que é um dos problemas e para de ser ignorante. Eu vou te ajudar mas se você relaxasse um pouco mais, seria bem mais fácil! Olha, é nossa primeira lição: Fé.

    - O que? Isso virou escola agora?

  - Não, mas eu não posso enrolar, precisamos ser rápidos. Eu não tenho muito tempo.- disse com o olhar abaixado, meio triste.

   - C-como assim, você não tem muito tempo? - disse com medo da resposta.

    - Deixa isso pra lá, só vamos focar em você agora. Eu vou te levar em um lugar.

    - YoungJae, aonde você pensa em me levar?

     - Surpresa!

     - Eu não gosto de surpresas!

    - Ahhh para de ser chato! Vem logo!- disse andando na minha frente.

Ele ainda vai me deixar louco. Corri atrás dele para alcançá-lo.

    - YoungJae, você viu no noticiário a matéria sobre um cara que mora perto daquela ponte que a gente estava ontem? Ele tentou se matar. Nunca o vi.

     - Oi? 

     - É, parece que ele está internado e e em coma.

    - Por que você está falando disso comigo? - ele disse meio... nervoso?

    - Ai, eu só queria falar sobre algo que não fosse eu. Falar de mim o caminho inteiro é como falar do meu trabalho.

     - Você não gosta do seu trabalho?

     - Não, nem um pouco.

     - Então, por que o faz?

     - Isso é uma coisa que eu prefiro não falar agora.

   - Ok, mas se você não queria esse trabalho, o que você queria ser?

    - Olha, eu também prefiro...- fui interrompido por ele, como se ouvisse minha mente.

     - Jaebum, eu preciso saber dessas coisas.

    - Ahh, ok. Eu queria ser músico.

    - Sério?!- disse um pouco animado demais.

   - Sim, eu queria cantar, fazer tours, ter fãs. Sempre foi meu sonho.

    - Então Im Jaebum tem um sonho?

    - Olha, eu também não sou um monstro okay?!

    - As vezes tenho minhas dúvidas.

  - HEI!!!- dei um soquinho no ombro dele indignado. E ele estava sorrindo. Sim, o desgraçado estava sorrindo. E eu não tive outra reação, a não ser sorrir junto.

  Aquela sensação de um formigamento na barriga me invadiu de novo. Eu parei e fiquei o olhando meio que paralisado.

     Quando ele me viu parado, parou também.

     - O que foi?

   - E-eu não sei se eu deveria dizer isso, mas você é muito lindo.- assim que eu terminei a frase, me arrependi.

     - A-ah o-obrigado...- dito isso, sai do meu transe.

   - Ah desculpa por isso, só vamos continuar.- andei e fiquei um pouco na frente. Teria continuado se meu pulso não tivesse sido puxado, me fazendo ficar frente a frente com ele.

  - Você também é muito lindo.- agora sim eu estava estático e fiquei mais ainda quando ele se aproximou de mim. Eu já estava esperando ele me beijar. Confesso que queria isso mais que tudo.Minhas mãos começaram a soar. Podia sentir sua respiração contra a minha face. E o beijo que eu tanto esperava...

      Não chegou...

    Porque o desgraçado desviou e me deu um beijo na bochecha. 

      Ah como eu queria matar ele naquela hora.

    Ele voltou a andar mas eu continuei parado. Estava indignado e, ao mesmo tempo, estava confuso. Eu realmente queria beijar ele. Por que diabos eu queria beijar ele?!?! Isso não pode acontecer, não mesmo.

     - Você não vai vim, Bumie?- a sua voz doce me fez acordar do meu transe.

       - Eu tô indo. - me virei e fui em sua direção. 

     Enquanto andávamos, conversávamos sobre coisas banais. Percebo que estávamos indo em direção à um lugar escuro e que parecia perigoso.

       - YoungJae, aonde a gente tá indo?- disse e sinto ele me puxar pra ficar atrás de uma parede. Estávamos meio que escondidos.

        - Que merda é isso?!- disse bravo.

      - Aish, não grita. Apenas veja.- ele apontou para uma direção e eu o acompanhei com a cabeça. Fiquei confuso, a única coisa que via era um moleque de rua.

       - É só um moleque.

        - Por que tão idiota? Espera um pouco e você verá.

        Esperei alguns minutos, já estava ficando com raiva e com vontade de tacar a cara do YoungJae na parede quando vi uma mulher que usava umas roupas meio sujas mas não tanto quanto do garoto. Parecia ser pobre. Carregava aquelas quentinhas que você compra em qualquer bar, uma lata de coca-cola e uma garrafa de água. 

      - Você veio me mostrar uma mulher suja?

     - Fica quieto! E para de falar merda. Essa mulher suja mora em uma casa pequena perto daqui. Ela está suja porque não teve como pagar a água. Na verdade, ninguém aqui pagou. Todos aqui são muito pobres.

      - Tá, e o que eu tenho haver com isso?

      - Já falei para você calar a boca. Só me ouve! Então, ela trabalha em um bar, ganha muito pouco, mas dá para comprar o pão de cada dia. Mas ela não come na janta, porque o pouco que ela consegue comprar, ela traz para esse garoto.

      - Mas por que ela faz isso? Se ela já é pobre!

     - Você sabe como é viver na rua? Ela, pelo menos, tem como comer. Esse garoto não. Ele já até procurou trabalho, mas ninguém o aceita por pensar que ele é ladrão. Mas ele é só um garoto que os pais expulsaram de casa porque ele contou que era gay.- depois de ele ter dito isso, fiquei de boca aberta.

       - Isso te lembra alguém, Bumie? 

        - C-como você sabe dessas coisas?

      - Um dos presentes que a minha segunda chance me forneceu.

       - Que?

     - Não é sobre mim que estamos falando, Jaebum. Algo parecido com você aconteceu quando você disse que era bi, certo? Ainda mais, quando disse que estava namorando um garoto?

        - C-como...?!

     - Mas você não teve a mesma força desse garoto para enfrentar a sua família. Quando eles ameaçaram te deserdar e te expulsar de casa, sem dinheiro, sem nada, você surtou e não aguentou a pressão, certo? Você disse que se iria se separar do garoto e fingir que é hétero. Disse também que realizaria o lindo desejo do seu pai: que você assumisse a empresa dele. Você desistiu do seu sonho de ser músico e desistiu de um amor. Na verdade, do seu primeiro amor. E tudo, porque você era fraco demais.- ouvindo ele dizer tudo isso, eu só queria me matar, mas antes dar um soco na cara dele. 

   - VOCÊ NÃO TEM O DIREITO DE FALAR ESSAS COISAS. VOCÊ NÃO SABE DA METADE DAS COISAS QUE ACONTECERAM COMIGO!

  - Mas parece que eu sei o bastante. Jaebum, fica calmo, ok? Eu não vim pra te julgar pelas escolhas que você fez. Eu vim pra te ajudar a melhorar. Mas para isso acontecer, você tem que aceitar os fatos como são. Essa mulher, apesar de ter quase nada, ela divide o pouco que tem com uma pessoa que tem muito menos que ela. Ela não é egoísta. Ela não pensa que é a única com problemas. E ajuda as pessoas em uma situação pior que ela.- sinceramente, ele tem um pouco de razão. Mas eu não sei o que pensar. Como é que ele sabe dessas coisas?

  - E agora, Jaebum? Você ainda não acredita nas pessoas?

 

           Quebra de tempo...

 

     Depois do YoungJae ter me perguntado aquilo, eu gelei. Não sabia o que responder, então pedi para ele me dar um tempo para organizar minha mente. Ele aceitou meu tempo.

        Voltamos para casa sem dizer uma palavra sequer. Chegamos, comemos e fomos pro quarto.

        Agora me encontro olhando para o teto, deitado ~ lê-se jogado ~ em minha cama enquanto YoungJae está tomando banho.

         - Está pensando em mim?- estava tão distraído em meus pensamentos que nem percebi ele sair do banheiro. Não percebi também, a pouca distância entre nós dois, o que me fez ficar super envergonhado quando virei minha cabeça bruscamente, encurtando ainda mais essa distância.

          - Aish... Desculpe-me...

      - Pelo quê exatamente, Bumie?- disse chegando ainda mais perto de mim. Esse homem quer fazer um jogo comigo, só pode! 

        - Omo! Não chegue tão perto! - disse empurrando sua cabeça.

        - Por que? Ficou envergonhado?- ele disse com um sorriso lindo que me deu vontade de esganar ele na hora. Como pode ser tão lindo?!

      - Para com isso! Só vem dormir logo. Estou com sono. 

      - Só paro se você me deixar dormir agarrado com você!

         - Que?! Você tá maluco? Não!

      - Ai para de ser chato! Como se a gente já não tivesse dormido assim. 

        - Aish... Tá bom... Só vem logo!- dito isso, ele deu o melhor sorriso que eu já tinha visto.

       Ele deitou ao meu lado e me abraçou, ficando com a cabeça em meu peito e suas pernas em cima das minhas. Mas eu não abraçava, apenas deixava meu braço solto na cama.

      - Sabe Bumie... Não acho que você seja uma pessoa ruim...- disse mexendo com minha blusa.

     - Já eu acho que você não conseguirá me mudar.

   - Sério? Eu não acho. Sabe por quê? Porque você já está mudando.- disse levantando sua cabeça, olhando diretamente em meus olhos.

   Fiquei sem saber o que responder. Esse garoto sabe muito bem como me deixar sem palavras. 

  - Sabe o que mais? Acho que quem você é de verdade vai começar a aparecer, e toda essa armadura fria que você colocou em si, vai se esvair.

 - E-eu... Eu não tenho certeza se quero ser quem eu sou de verdade.- digo perdido em seu olhar.

  - Por que não? 

  - Não acho que o mundo irá entender e nem aceitar.

   - Bumie...- eu o interrompo.

 - Mas, sinceramente, quando tudo estiver perdido, quando eu não aguentar, quando eu escolher ir embora, eu apenas quero que você, só você, saiba quem eu sou de verdade.

 - Bumie, você vai aguentar porque eu vou te ajudar. Por favor, não diga essas coisas. Não fale como se fosse uma despedida...- disse e pude ver seus olhos marejarem.

  - Não chore...

  - Por que não?

 - Porque não aguento ver você chorando, ainda mais quando eu sou o motivo. Eu não te mereço, Jae...- disse colocando minha mão em sua bochecha, acariciando-a. 

 - Vem. Vamos dormir.- digo tirando minha mão de sua bochecha e o empurrando ( cuidadosamente ) de volta para o meu peito.

 - Bumie...

 - Oi?

 - Não me importo se você me merece ou não. Eu não vou te abondonar como outras pessoas fizeram.- disse se aconchegando no meu peito.

 - Obrigado...- digo sorrindo, e finalmente o abraçando.

E assim dormimos,agarrados.Como se estivéssemos com medo de perder um ao outro...

 

Não chore!

Guarde suas lágrimas.

Você pode precisar delas mais tarde...

 

Continua...

           

  

 

 

       


Notas Finais


Espero q tenham gostado...
Bjinhos...


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