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História Between Our Souls - Taegi - Capítulo 12


Escrita por:


Notas do Autor


Inhaí, gente? Mais uma att da minha filhinha. O especial de 1K já está chegando, viu? Será um capítulo cheio de mimos para vocês, espero muito que gostem. Boa leitura e beijinhos <333333

Capítulo 12 - 11 - could you stay with me?


Fanfic / Fanfiction Between Our Souls - Taegi - Capítulo 12 - 11 - could you stay with me?

“Beije-me, não importa o quanto doa, torne este laço mais forte até que não possa doer mais.” – Bts

O puxei para mais perto, intensificando nosso beijo. Taehyung passou suas mãos entre meus cabelos, dando leves puxões. Chupei e mordisquei os teus lábios, escutando um gemido baixo vindo de sua garganta.

Massageei os seus lábios com a minha língua, abrindo passagem para sua boca. Taehyung desceu uma de suas mãos para minhas costas,  acariciando a minha coluna. O puxei novamente para dentro da minha casa e o empurrei contra parede.

Afastei nossos lábios, dando selinhos longos e demorados em seu pescoço contornando um caminho até sua clavícula.

- Yoongi.... – gemeu Taehyung, bem baixinho. 

Escutá-lo dizendo meu nome num tom manhoso e desesperado me deixava excitado.

Voltei os meus lábios para os seus. A cada beijo, a cada toque, sentia um frio na barriga e minha respiração ficando cada vez mais ofegante. Taehyung puxou com vontade meus cabelos, me fazendo gemer.

- Eita, caramba.

Levamos um susto e nos separamos no mesmo instante.

Porra, Jimin.

O Anjo da morte havia aparecido no momento mais inoportuno. Fiz uma carranca para ele, e percebendo o que fez, começou a andar, dando leves passinhos até a cozinha.

Me virei para Taehyung e percebi que o mesmo estava constrangido. Toquei levemente o seu rosto que se afastou ao sentir meu toque.

- Não deveríamos ter feito isso. – falou.

- Por que? – perguntei, meio sem graça.

- Yoongi, eu tenho namorado. – disse, me encarando. Seu olhar estava sério.

Suspirei.

- Pensei que você também queria me beijar. – falei, desconfortável.

- O problema é esse, Yoongi. – ele falou, com a voz tremula. – Eu também queria, mas não posso fazer isso com o Jun.

Olhei para ele atentamente. Saber que o beijo era recíproco aqueceu meu coração, mas por um momento eu havia esquecido daquele detalhe importante.

- Eu tenho que ir. – falou.

Não pude conter a expressão deprimente em meu rosto, mas assenti. Eu sabia que ele precisava pensar no que aconteceu, mas queria que ele ficasse.

- Eu vou poder te ver novamente? – perguntei.

- Não sei.... – falou.

Caminhou até a porta e saiu. Me deixando sozinho.

- Me desculpa, eu não sabia que vocês estavam se pegando. – disse Jimin, brotando ao meu lado.

- Por isso que te falei para entrar pela porta. – respondi, desanimado. – Mas tudo bem. Como você pôde ouvir, ele tem namorado.

Ele assentiu.

- Preciso te contar uma coisa. – falei.

Nos sentamos nas cadeiras perto da mesa que ficava próxima a cozinha. Tínhamos que falar um pouco mais alto, pois o ronco de Namjoon estava de matar. Contei para Jimin sobre o sonho que Taehyung teve e que fora o mesmo que o meu, na noite passada.

Jimin me escutou atentamente e ficou por uns instantes pensando.

- Pra ser franco, esse tipo de coisa raramente acontece. – começou. – Para você ter as lembranças de sua vida passada, sua mente precisaria ser tocada por um Anjo da morte.

Assenti.

- Irei investigar isso, e ver se nenhum Anjo da morte esteve em contato com ele. – disse. – Talvez, no dia que vocês se encontraram pela primeira vez, algo tenha se despertado dentro de Taehyung que esteja permitindo que as memorias de Han Sung sejam passadas para ele.

Escutei atentamente.

- Essas coisas acontecem quando o sentimento era muito profundo. Você e Han Sung eram praticamente ligados, e agora, ligado a Taehyung. – disse Jimin, tocando em meu ombro. – Eu te falei que algo grande estava destinado a você, e pelo o que eu percebi, é o seu reencontro com a sua cara metade.

Assenti.

- Mas mesmo assim irei investigar. Se nenhum anjo da morte entrou em contato com ele, então certamente será essa opção.

- Obrigado, Jimin. – agradeci. – Mas, sobre o nosso beijo.

- O que tem? – perguntou, enquanto mexia no celular.

- Acha que tem haver com o Han Sung? Sabe, ele talvez ter me permitido beijá-lo por conta de alguma sensação de sua vida passada.

Jimin passou a olhar para mim, com uma expressão pensativa.

- Talvez sim, talvez não. Isso depende do tanto que a pessoa se lembra da outra.

Corei.

- Ou seja, Kim Taehyung tem atração por você. – sorriu malicioso. – E ele nem precisou das lembranças de Han Sung para sentir isso por ti.

Senti o meu rosto queimar ainda mais.

- Yoongi. – veio uma voz da sala.

Me virei para trás e vi Namjoon com as duas mãos massageando as têmporas.

- Mas olha se não é o cachaceiro numero um. – falei, me aproximando dele. – Como você tá?

Namjoon me encarou.

- Eu acho que vou morrer. – falou.

- Não, não. A data da sua morte está prevista pra quando você ficar bem velhinho. Fica tranquilo. – disse Jimin.

Namjoon olhou para ele, incrédulo.

- Quem é o esquisitão? – perguntou para mim.

- Só mais um amigo meu. – falei.

Jimin olhou para mim e sorriu. Acho que chama-lo de amigo o deixou feliz. Acabei soltando uma risada e comecei a cuidar de Namjoon.

Enquanto ia a caça de analgésicos, Jimin jogava algum jogo aleatório no celular e Namjoon se remexia no sofá, procurando uma posição confortável. Vendo aquela cena e rindo da situação do vice-presidente da minha empresa, mal percebi o meu celular tocando.

O peguei e olhei para a tela reconhecendo o número internacional. Sem conter o sorriso, atendi a ligação.

- Fala, melhor CEO de toda a Coréia do Sul.

- Oi, Max. – ri. – Quanto tempo.

- Demais, cara. Saudades de olhar para essa sua cara embocetada. – falou.

Gargalhei. Percebi que Jimin havia se levantado da cadeira e andou em minha direção, parou na minha frente e fez uma cara emburrada.

- Me dê atenção, diabo. – sibilou.

- Me erra, coisa ruim. – falei.

- O que? – Max perguntou.

- Nada não, só um amigo meu me enchendo. – expliquei, empurrando a cara do Jimin. – E aí, quais são as novidades?

- Bom, eu tenho duas. – disse. – A primeira é, vou me casar, e a segunda é, vou ser pai.

- Max, isso é ótimo. – sorri ainda mais.

- Sim, cara.

Depois disso, Max ficou em silencio por um tempo. Pela ligação, podia sentir que ele estava querendo dizer alguma coisa, mas por conta do nervosismo, não conseguia.

- Escuta, eu queria pedir uma coisa. Na verdade, duas. – disse por fim.

- É só dizer.

- Eu queria muito que você fosse o meu padrinho de casamento, e também, do meu filho. – pediu. – Eu e a Lisa vamos ir para Coreia, ver os parentes dela, resolver alguns assuntos, e eu esperava que a gente fosse se encontrar. Queria muito que você a conhecesse.

- Max, é claro, vamos sim. E aceito ser o seu padrinho, e do seu filho também. – falei. – Vai ser uma honra para mim.

Max riu do outro lado da ligação.

- Então tá, te mando mensagem quando estivermos aí. – disse. – Até mais, Yoongi.

Me despedi dele e finalizei a ligação. A felicidade passou a preencher o meu peito, eu seria padrinho de casamento de um dos meus melhores amigos. E, meu deus, irei ser padrinho de uma criança. Espero poder acompanhar o crescimento do filho dele.

- E aí? – Jimin perguntou, se aproximando.

- E aí, o que?

- Vai me dar atenção ou não? – perguntou.

- Eu vou é dormir.

Ignorando as reclamações do Jimin, fui até um armário e achei uma cartela de analgésicos. Entreguei para Namjoon, junto de um copo d’água, e fui para o meu quarto. 


Notas Finais


E aí, o que acharam dessa novidade? Alguma dúvida, é só perguntar. Até a próxima~~


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