História Between Secrets and Lies - Capítulo 36


Escrita por: e Karmellia

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dakota, Iris, Kentin, Kim, Letícia, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Anonimous, Blog, Bullying, Cyberbullying, Segredos
Visualizações 35
Palavras 1.372
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 36 - Não mexa com quem está Quieto


 

 

Jasmine acabou resolvendo sair um pouco do seu quarto e ir em direção a varanda, observar a movimentação na rua. Ao passar pela sala ela acabou encontrando Marie deitada no sofá, chorando baixinho enquanto abraçava uma fotografia. Jasmine parou e encarou a cena, estranhando. Era extremamente raro Jasmine ver Marie daquele jeito, chorando.

—... Ann? — Jasmine falou, se aproximando do sofá. A garota continuou deitada, limpando seu rosto.

— Estou bem mãe, não é nada demais — respondeu ela, sem encarar Jasmine — Só e-estou um pouco cansada. Precisa de alguma coisa?

A senhora acabou se sentando ao lado de Marie e acariciou levemente seus cabelos, fazendo dessa vez a garota achar estranho. Fazia tempos que ela não via Jasmine demonstrar empatia com os outros, era sempre imparcial, fria. Marie até já tinha desistido de ver algum dia a mãe demonstrando qualquer tipo de emoção a não frieza que vê-la assim, era totalmente surreal.

— A senhora está bem? — Marie acabou deixando escapar,surpresa.

Jasmine assentiu brevemente, se aproximando do seu rosto e deu um beijo em sua testa. Em seguida ela se levantou e foi em direção a varanda, deixando uma Marie perplexa para trás.

Mamãe...

❖❖❖❖

Priya andava entre as mesas da boate, segurando uma prancheta enquanto fazia anotações. Seus belos olhos azuis estavam bastante atentos a tudo a sua volta, principalmente, as funcionárias.

— Escutem vadias, eu quero que tudo esteja perfeito para hoje a noite! Se eu encontrar uma sujeira sequer eu vou descontar do salário de todas — disse a indiana, autoritária.

— Sim, senhorita Edwin — respondeu as garotas de prontidão.

Ela acabou indo em direção ao bar, onde estava Iris, organizando as bebidas.

— Está tudo bem por aqui? Estamos com alguma coisa em falta?

— Tudo está na perfeita paz, Priya — disse Iris se virando em sua direção com uma garrafa em mãos — E se permite dizer, você está sendo escrota demais com as outras garotas. Mal foi promovida e já achando que é dona de tudo.

— Minha linda, para ser gerente é preciso ter pulso firme e ser uma grande vadia às vezes. Se elas não curtirem a porta está logo ali — respondeu a indiana continuando a escrever na prancheta — E Iris, pelo amor de deus, volte com o ruivo. Você fica muito sem sal como morena. Além do mais, quem te deu permissão para pintar o cabelo?

— Fiz isso para a minha segurança, tem um maníaco a solta ai e dizem que eles tem tara por ruivas! — Iris olhou para os lados, nervosa. Priya a encarou, inexpressiva.

— Você é idiota em acreditar em coisas assim.

— É verdade! Eu vi o cara, ele até acenou para mim!

— Iris, vá se tratar, e volte com o ruivo ou senão terá seu salário reduzido — ao ver uma moça de cadeiras de rodas entrando Priya acabou deixando Iris de lado e foi ver o que ela estava fazendo ali naquela hora.

— Se fosse a Kim falando que tem alguém atrás dela você ficaria super preocupada — resmungou Iris voltando sua atenção às prateleiras.

A jovem que havia entrado estava bastante elegante com um vestido branco cheio de rendas, sapatilhas douradas com vários anéis em ambas as mãos e com óculos escuros. Priya não deixou de olhar a garota de cima a baixo, analisando.

— Desculpe senhorita mas não abrimos a essa hora. Volte de noite — disse Priya educadamente.

— Não estou aqui por causa dos showzinhos, quero falar com a gerente ou a proprietária do local.

— A senhorita já está olhando para a gerente.

A jovem retirou seus óculos e encarou Priya com seus intensos olhos azuis-celeste, sorrindo.

❖❖❖❖

Parado em frente ao seu quadro de investigações, Alexander o observava atentamente. Depois que havia ouvido a conversa do Bryan ao telefone seu cérebro não parou de fazer várias suposições ligadas ao misterioso Anonimous.

Ele se aproximou do quadro e acabou escrevendo o nome do Bryan nele ao lado de alguns outros, porém ao lado de seu nome ele traçou uma reta e acabou escrevendo "garota gringa".

Gringa... há uma possibilidade de pessoas de outros lugares na cidade mas, se levar em conta dos ataques no colégio, e a probabilidade dele estar envolvido nisso, só uma pessoa vem em mente — balbuciava o rapaz enquanto escrevia no quadro — Mas qual seria o objetivo nisso? Por quê querem falar com ela?

De repente a campainha começa a tocar, fazendo o garoto despertar. Alexander acabou pegando uma toalha qualquer e tampou o quadro com ele, indo em seguida até a porta.

— Humphrey! Eu já devia imaginar — disse Alex ao abrir a porta, dando passagem para a garota — Deixa eu adivinhar, vai querer usar minha impressora.

— Vai reclamar agora, Miller? — disse Peggy carregando com pequena pasta e uma sacola — Não tenho culpa se você é a única pessoa que conheço e mora perto que eu possa usar uma impressora. Além do mais, não quero ficar gastando dinheiro em copiadoras.

— Você abusa demais, mas tem sorte que eu não me importo — respondeu o rapaz levando a garota até seu quarto.

Ao passarem pela sala, Peggy acabou percebendo o quadro na tampado por uma toalha escura e ela acabou se voltando para Alexander.

— Qual é a da toalha na parede?

— Achei que era um lugar legal para deixá-la secando. Sabe, bate um sol bacana ali então eu parei e pensei. Por quê não?

— Você é um cara estranho demais, Miller — disse Peggy.

— E você ama isso em mim que eu sei — rebateu Alex, fazendo a garota revirar os olhos enquanto ia para o quarto do rapaz.

Alex ia segui-la, mas ao ver Winchester se aproximando do quadro, se preparando para puxar a toalha, ele foi rapidamente até o gato e o pegou.

— Há! Não dessa vez, seu gato sacana! — disse ele levando o gato consigo.  

❖❖❖❖

Depois de sair do mercadinho, com algumas compras em mãos, Potyra foi em direção ao ponto de ônibus mais próximo.

Não muito mais a frente havia um beco, onde o rapaz de capuz esperava a garota passar para surpreendê-la. Ele estava inquieto, tinha que fazer aquilo o mais rápido que podia e, principalmente, sem levar suspeitas. Ele ouviu os passos se ficando mais próximos e rapidamente colocou sua máscara, contando até três lentamente, e logo pulou na frente da garota.

— Aaah! Que merda é essa?! — exclamou Potyra ao ver o rapaz a sua frente.

Ele a pegou pelo braço e tentou levá-la porém Potyra resistiu, se debatendo. Com a outra mão carregando as sacolas a garota jogou com tudo nele, o que a fez soltar. Ela continuou o batendo com as compras.

— Tá achando que aqui é bagunça? — esbravejou a garota sem parar de bater nele.

— Para com isso, vadia! — disse ele tentando inultilmente se defender, em vão.

— Ninguém tenta me sequestrar e sai de boa nisso!

Em um ato final a garota deu forte chute no estômago dele, pegando o resto que sobrara da sacola e dos mantimentos lá dentro e deu meia volta, voltando a fazer seu caminho.

— Humph! Até parece que eu, Potyra Maia, iria deixar um idiota qualquer relar a mão em mim — resmungou a garota — Aqui é Brasil!

Aaai... não sinto meus braços — murmurou o rapaz ao chão, gemendo baixinho — Anonimous tinha razão, essa dai não está pra brincadeira.

❖❖❖❖

Após passarem a tarde e o começo da noite juntas conversando, Alison acabou oferecendo Frederick para levar Li até sua casa. Enquanto o motorista preparava para tirar o carro da garagem a loira esperou com a garota em frente a escadaria.

— Você tem certeza mesmo disso, Ali? Uma vez estando de acordo não haverá mais volta — disse Li pegando seu celular da bolsa.

— Eu pensei bem entre os prós e contras disso. E, mesmo que no fundo eu esteja com receio, eu farei isso.

— Essa é a minha garota! — Li se aproximou de Alison e deu um forte abraço. Nesse momento Frederick estacionou em frente a elas — Bem está na hora de ir. Nos falamos amanhã para falar melhor sobre isso.

Assim que se separam Li se despediu da loira e foi até o carro. Alison acenou para ela enquanto o carro se afastava.

— Está mais do que na hora que mostrar o quão má eu posso ser.

 

Dentro do carro, Li voltou-se para o celular em suas mãos, e digitou a mensagem:

"Estamos de acordo"

 


Notas Finais


Xoxo~~


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