História Between Teas And Books - Capítulo 9


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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Show Nu, Won Ho
Tags 2won, Changki, Gunki, Jookyun, No Mercy, Showhyuk, Wonhyuk
Visualizações 69
Palavras 2.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Crossover, Fluffy, Harem, Lemon, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tá curto e pá.
mas é nós, rs

boa leitura <3

Capítulo 9 - Numbers.


– O que é tudo isso? – Perguntou a Kihyun que entrava no apartamento com uma caixa cheia. O mesmo colocou a caixa na mesa da cozinha e se virou para o mais velho. – E que roupa é essa?

– Meus novos brinquedinhos. – Sorriu sarcástico se virando novamente retirando os objetos da caixa. – E esse é o uniforme de um serviço de quarto.

– Sua próxima missão é ser um garçom? – Gun franziu o cenho se aproximando dos materiais, pegou uma caneta tinteiro em mãos ainda com a expressão confusa.

– Não, Gun. Se não se lembra, sou um infiltrado agora.

– E por isso te dão uma caneta? – Falou com a caneta em mãos, Kihyun fez cara feia retirando a caneta das mãos do mais velho e apertando o botão camuflado.

E por isso te dão uma caneta? – A voz eletrônica de Gun foi reproduzida fazendo o rosado sorrir.

– Que legal! – O mais velho exclamou agora animado mexendo nas ferramentas.

– Tire as mãos daí. – Bateu na mão de Gun fazendo o mesmo fazer um ruído de dor e Kihyun tirou mais algumas coisas da caixa.

– Hum. Felizmente o filho de Watanabe é um pouco lerdo. – Falou com um ar protetor e se referindo ao homem no qual o rosado irá sondar.

– Para com isso. – O Yoo resmungou e suspirou. – Eu vou as seis da tarde. Volto só amanhã. – Se virou para o mais velho se escorando na mesa. – Você sabe que eu sei me cuidar, afinal, você nunca ganhou de mim. – Falou risonho e Gun revirou os olhos.

– Toma cuidado. – Falou após alguns segundos de silencio, Kihyun sorriu leve e viram a porta de abrir.

– Chang! – Kihyun abriu um largo sorriso indo abraçar o moreno.

– Que roupa é essa? – O Lim perguntou com o cenho franzido, Kihyun revirou os olhos ouvindo a risada de Gun no fundo. – Ah, você já vai?

– Ainda não. Só fui buscar algumas coisas na sede. Pensei em falar com você antes de ir. – Contou os planos tendo o assentimento de Changkyun. – Não mexa em nada, Gun! – Exclamou enquanto ia para o quarto do Lim.

– Pode falar. – O moreno falou sentando-se na própria cama, era o único que tinha um quarto só para si, já que Gun, Kihyun e Hyungwon dividiam o segundo quarto da casa, injusto, mas foi naturalmente. – Mas se é sobre ontem, está tudo bem. – Tranquilizou o rosado que sorriu e se sentou ao lado do moreno.

– Está tudo bem mesmo? Você saiu e só atendeu minha ligação a noite. – Falou preocupado e Changkyun sorriu acariciando a bochecha do rosado com a destra em seguida deixando um selar em seus lábios calando o mesmo.

– Eu fui para a casa da minha mãe. Chamei um amigo para assistirmos um filme lá. – Respondeu e Kihyun sorriu doce o abraçando, era só em momentos como estes que Yoo Kihyun deixava de ser um sarcasmo ambulante.

O rosado iniciou um beijo lento, de certa forma estava com saudades do moreno, se inclinou e Changkyun acabou deitando em sua cama sem quebrar o beijo. Changkyun segurou na barra do uniforme verde do rosado apertando o mesmo quando sentiu as mãos de Kihyun vagarem pelas estações de seu corpo.

– Você não imagina a saudades que eu estava de você.

Kihyun falou por fim dando um de seus maravilhosos sorrisos maliciosos enquanto Changkyun arfava e sorria da mesma forma o puxando para mais um beijo, dessa vez, um beijo desesperado. Changkyun retirou a camiseta do rosado quebrando o beijo por leves segundos, arranhou de leve as costas de Kihyun e o mesmo resolveu se sentar puxando o moreno para seu colo.

– A pornografia deve estar maravilhosa aí. Mas Giriboy está te convocando, Kihyun. – Hyungwon fala da porta logo saindo, os dois garotos ofegantes se entreolham e riem, era sempre engraçado como alguém conseguia estragar o clima dos dois.

– Hum... eu preciso ir. – Kihyun fala e Changkyun assente brincalhão.

– Qual é a palavrinha mágica? – Brinca e Kihyun finge pensar.

– Se você sair do meu colo, eu te deixo ficar nele mais tarde? – Fala com um sorriso malicioso e Changkyun ri envergonhado.

– Nossa, como você é esperto! – Falou sarcástico enquanto saía do colo do rosado que se levantou vestindo de volta o uniforme. – Vai voltar para mim, né? – Falou dessa vez mais baixo abraçando o rosado após o mesmo vestir a camisa verde.

– Não precisa ficar com medo, eu sempre volto, não é? – Falou colocando as duas mãos no rosto do moreno, sorriu de leve selando seus lábios com delicadeza. – Agora eu tenho que ir. – O abraçou forte saindo do quarto, foi para sala vendo Gun ainda mexendo na caixa. – Eu não falei para você não mexer aí?! – Brigou com o mais velho que se assustou ao ver o rosado ali.

– Já vai? – Perguntou enquanto Kihyun pegava sua bolsa colocando alguns equipamentos nela.

– Sim, Giri me convocou. Tchau. – Falou parando de frente para Gun, quando ia se virar para partir após alguns segundos de puro silencio. Gun puxou o mesmo lhe dando um abraço apertado.

– Sabe o que vai acontecer se for pego, não é? – O mais velho falou baixinho enquanto o mais novo retribuía o abraço lentamente pela surpresa.

– Eu tomarei cuidado. – Falou no mesmo tom fechando os olhos e respirando fundo, apertou Gun e se separou dele. – Tchau. – Falou mais uma vez dando de costas.

– Tchau.

 

 

 

 

 

– Fala logo, Wonho! Odeio mistérios. – Minhyuk exclamou irritado com todo o mistério que o loiro fazia, tudo isso apenas para lhe dizer a nota da prova.

– Calma. Primeiramente, eu estou muito grato por você fazer todo um esforço só para me ensinar essa matéria do satanás. Segundamente, só quero dizer que gosto muito de você e estou adorando nossa relação. Terceiramente. Tirei a nota máxima! – Gritou a última frase saindo pulando pelo corredor que não estava tão vazio, ouviu algumas risadas e o próprio Lee riu do namorado.

– Eu disse que você ia conseguir. – Falou quando o Shin se aproximou novamente lhe pegando pela cintura e erguendo em um abraço apertado. – Que tal jantar lá em casa? – Perguntou assim que se separaram, Minhyuk tentou não ficar sem graça com os olhares que jogavam para si depois do jeito que Wonho o abraçou.

– Por que não lá em casa? – Indagou abraçando a prova como se fosse algo extremamente valiosa.

– Sua casa é muito grande para duas pessoas. – Falou dando de ombros e fechando o armário, se escorou no mesmo enquanto Wonho estava parado a sua frente.

– Como assim muito grande? – Perguntou franzindo o cenho logo balançando a cabeça esquecendo do assunto. – Acho que vou até comprar um presente para você, só para comemorar. – Falou rindo bobo e Minhyuk sorriu de leve.

– Wonho! Te achei. – Exclamou Kihyun que chegou perto dos dois rapazes. – Atende a porra do celular porque você não tem ele atoa. E o Chang quer te ver.

– Chang? Changkyun? – Minhyuk interrompeu a conversa atraído um olhar feio do rosado. – Você também divide o apartamento com ele?

– Quem te falou isso? – Kihyun devolveu a pergunta agora de cenho franzido, Wonho riu disfarçado e se pôs ao lado do namorado.

– Ele e Changkyun são amigos. – Falou e o rosado assentiu lentamente.

– É, divido. – Respondeu contragosto e em seguida saiu pelo corredor, Wonho tombou a cabeça para o lado confuso pela ação do amigo que de certa forma era um pouco estranha.

– Então vai jantar na minha casa? – Voltou a atenção para o moreno e se aproximou do mesmo escorando sua mão no armário.

– E o que eu ganho em troca? – Perguntou provocando um sorriso tímido da parte de Minhyuk. Sorriu brincalhão, adorava ver seu moreno daquele jeito.

– O que você quer? – Entrou na brincadeira que mais parecia um jogo de provocações e o Shin riu envergonhado olhando ao redor vendo que o corredor aos poucos ia se esvaziando. – Está com vergonha agora, é? – Falou debochado atraindo o olhar do loiro novamente.

– Ah, espera. Eu tive uma ideia. – Wonho falou de repente com um semblante pensativo fazendo Minhyuk franzir a testa confuso.

– Que?

– Na sua casa, as oito em ponto. – Falou e lhe deu um selar longo. – Oito em ponto! – Falou enquanto saia apressado pelos corredores. Minhyuk o olhou confuso e suspirou, tudo em Wonho era confuso e inexplicável.

Confuso e inexplicável. Nunca achou palavra que definia melhor aquela relação, mas estava gostando tanto do loiro que não estava se importando tanto, claro que tem horas que sua cabeça adorava lhe perturbar. Mas esse momento não era agora. Balançou a cabeça indo em direção a sua sala.

– Minhyuk! – Ouviu a voz de Hyunwoo encontrando o mesmo a alguns passos atrás de si. – A Sra. Kim está doente, vamos adiantar o horário de artes. – Avisou tendo o assentimento do Lee. – O que foi?

– Nada, por que? – Devolveu a pergunta franzindo a testa e suspirou em seguida, no momento estava cansado demais para dar qualquer explicação. – Não é nada. Vou no meu armário pegar os materiais

Avisou indo dentro de uma espécie de armário especialmente para guardar materiais de pintura, lá era bem espaçoso para guardar os quadros. Respirou fundo sem a menor paciência para desenhar alguma coisa, abriu o armário com seu nome e de lá caiu vários papeizinhos, franziu a testa se agachando para pegar um.

“Morra, infeliz. ”

Fechou os olhos por alguns segundos até abri-los novamente, leu todos aqueles papeis com palavras cruéis direcionadas a si. Entendia que tinha pessoas fissuradas no seu namorado e outras que lhe odiava por gostar de garotos, mas já sabia de tudo isso quando escolheu o caminho em que estava. Juntou todos os papeis colocando todos no lixo voltando a sua atividade inicial. Afinal, ainda estavam na Coreia.

 

 

 

 

 

Wonho naquele momento correu, correu como se sua vida dependesse disso até chegar ao banheiro que sabia estar vazio, os alunos já estavam em suas salas e isso facilitava o corredor. Chegou ao banheiro logo abrindo a torneira da pia e colocando sua boca na agua corrente, viu todo aquele sangue que saia da sua boca indo para o ralo e suspirou.

Não era a primeira vez que isso acontecia e tinha certeza que não vai ser a última, bom, ter uma doença crônica que o faz sangrar, falando assim parece até que não é tão ruim, mas era sim, ainda mais quando tinha a vida que tinha.

– Won? – Olhou para a porta encontrando seu fiel escudeiro. Hyungwon. – Parece que levou um soco na boca. – Comentou enquanto entrava no banheiro e se escorava na pia ao lado do Shin.

– Bobo. – Falou enquanto enxaguava a boca vendo que parou de sair sangue de sua gengiva.

– Está namorando Minhyuk agora? Não acredito que se apaixonou por ele em dois meses. – Falou risonho e Wonho suspirou sofrido.

– Também não acredito, mas por mim está tudo bem. – Falou dando de ombros e Hyungwon sorrir para si, tinha total noção de como Hyungwon era fofo e gentil demais, isso fazia as pessoas se aproveitarem de toda sua bondade, mas Wonho não ia deixar ninguém fazer nada disso com ele, talvez ele seja um pouco super protetor.

– Hum, não está tão bem assim, você sabe. – Falou encarando o chão, o Lee olhou para o mesmo com o cenho franzido. – Aqueles números... aqueles números não são boa coisa, Wonho. – Falou temeroso e o loiro o abraçou. De todos os seus amigos mais chegados, Hyungwon era o mais preocupado com tudo e todos. – Você devia ir no QG, Soyou está sofrendo com todos aqueles números.

– Achei que fosse Giriboy a ver isso. – Falou com a testa franzida após se separarem.

– E era, mas aparentemente ele tem uma coisa muito importante para fazer em Toronto. – Falou e juntos andaram para fora do banheiro andando no corredor vazio.

– Ok, vai para sua sala, eu vou ver o que faço mais tarde. – Pararam na cruzada do corredor onde cada um vai para um lado, Hyungwon assentiu e Wonho suspirou. – Será que alguém se importa se eu não for? Marquei de jantar na casa de Minhyuk.

Falou com um sorriso envergonhado, Hyungwon abriu a boca para falar algo, mas em seguida fechou, acenou e deu as costas. Wonho estava mortinho, mortinho era até pouco.

Pescou o celular do bolso e mandou algumas mensagens para Sewon que no momento parecia ser o único sincero, precisava ir no QG ver se conseguia tirar de lá algo produtivo, sentia que aquelas informações que os gêmeos japoneses deram era de suma importância. Depois, iria passar em algumas lojas, claro que se fosse jantar na casa do namorado com os pais dele, tinha que estar no mínimo bem vestido.

Esperava que tudo dê certo naquela noite, na verdade, tinha que dar certo.

 


Notas Finais


Até. <3


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