História Between Two Worlds - Capítulo 1


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Categorias Eldarya
Personagens Erika, Ewelein, Ezarel, Jamon, Keroshane, Leiftan, Mery, Miiko, Personagens Originais, Valkyon
Tags Ação, Amor, Anjos, Assassinato, Aventura, Brigas, Bruxas, Demonios, Dor, Drama, Eldarya, Fantasia, Guerra, Hetero, Lobisomens, Loucura, Luta, Magia, Medo, Mistério, Morte, Namoro, Ódio, Personagens Originais, Revelaçoes, Romance, Sangue, Sentimentos, Sobrenatural, Sobrevivencia, Songfic, Suspense, Tragedia, Triste, Vampiros, Vingança, Violencia
Visualizações 46
Palavras 1.593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Nudez, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Prólogo


 Escuridão.
            Antes do mundo ser o que hoje conhecemos, não havia nada… Apenas um vasto tecido negro infinito, sem início e sem fim, sendo que, esse véu tão obscuro e imenso é o que chamamos atualmente de universo, tudo o que existe fisicamente, toda a soma do espaço e do tempo… Algo tão abstrato para alguns, mas, ao mesmo tempo, tão concreto para outros… E então… Subitamente…
            Vida.
            De maneira repentina, os planetas, galáxias, estrelas foram criados sem explicação alguma -tendo vários seres, nos dias atuais, se questionando e criando teorias acerca de como tudo surgiu- e, com isso, veio a existência de criaturas em um planeta em específico…
            Terra.
            Por que logo o planeta que continha mais água do que territórios foi chamado desse modo?... Bom, isso, aparentemente, se devia à ignorância dos povos mais antigos que não faziam a mínima ideia de que aquele mundo retinha mais água do que terra, contudo, de qualquer forma…
Embora muitos não acreditem nos dias de hoje, quando os seres humanos foram criados -um pouco posteriormente às primeiras formas de vida naquele planeta-, criaturas consideradas como “fantasiosas”, já estavam por lá também… Coexistindo e convivendo com aqueles, muitas vezes, intitulados, como mortais.
            Paz.
            Todos viviam pacificamente uns com os outros, sem conflitos, sem desavenças… Tudo estava bem, mas então…
            Discórdia. Destruição.
            Em meados do século V, os seres que viveram com os humanos -que, naquela época, já tinham preconceitos com seus semelhantes apenas por questões raciais, maioritariamente- por bilhões de anos, foram julgados e reprimidos de maneira violenta -havendo incontáveis mortes das criaturas, nomeadas como monstros naquela época-, o que os forçou a realizar A Grande Diáspora -ou também chamado de O Grande Exílio ou mesmo, vulgarmente, dA Grande Fuga-… “Para onde eles foram?”, você provavelmente deve estar se perguntando…
            Eldarya.
            Graças ao obscurantismo e crueldade humana, houveram sacrifícios de seres vivos de raças diferentes que se encontram em menos abundância ou que estão realmente “extintos” hoje em dia… E isso tudo, apenas para proporcionar uma vida próspera, segura e tranquila para aqueles que eram diferentes dos mortais…
            E assim foi feito.
            Um novo mundo foi moldado a partir das mortes de dragões, phoenix e anjos. E, através de um portal que, também apenas existiu, exclusivamente, por conta do sacrifício das três raças citadas, que daria diretamente à Eldarya foi criado… Estando desesperados e aterrorizados com a atrocidade humana, criaturas de todas as idades e espécies, rapidamente, adentraram o portal e chegaram, diretamente, no local que chamam de “casa”, deixando a insensibilidade dos mortais para trás.
            Nas novas terras, antes desconhecidas, de Eldarya, foram encontradas pequenas criaturinhas que nunca foram vistas por aqueles que pretendiam fazer daquele local exótico recém-criado seu novo lar, tendo sido essas nomeadas como mascotes -embora, algumas, por serem selvagens e agressivas demais não são consideradas nem como um mascote, como, por exemplo, o Black Dog, existindo poucas pessoas que tiveram a coragem e ousadia de domesticar um- e, com estudos aprofundados -semelhantes à taxonomia-, foram descobrindo cada vez mais sobre elas, do que se alimentam, regiões encontradas… E, a medida que as descobertas avançavam sobre esses pequenos seres -que, diga-se de passagem, foram recebidos de braços abertos por todas as criaturas “sobrenaturais”-, cada um acaba por receber um nome, que, no caso, basicamente, corresponderia à sua espécie, sobretudo, algo também importante e que foi facilmente perceptível nos vastos territórios de Eldarya, foi a presença de um majestoso cristal que contava com mais de sete metros de altura, exatamente no centro de Eldarya inteira e que, posteriormente, os habitantes acabaram por descobrir que aquele grande bloco de coloração azulada era, na verdade, não só a fonte de vida de todos -uma vez que, o cristal produzia maana, sendo isso, algo semelhante ao oxigênio dos seres humanos-, mas, também, a morada dO Oráculo que, não seria nada mais e nada menos do que a encarnação do cristal em que habita, tendo essa entidade sido gerada através dos espíritos das raças que se sacrificaram para a criação daquele novo mundo, agindo, não apenas como uma justa criatura protetora e defensora de todos dali, mas também, como um ser lauto de castidade -que, apesar de tudo, não gostava de violência e muito menos do derramamento de sangue, independente de quem fosse-, sabedoria -tendo, aparentemente, todas as respostas do mundo- e poder -sendo, desse modo, uma entidade com incontáveis poderes esplêndidos.
            Finalmente os não-humanos haviam conquistado paz e tranquilidade num mundo só deles onde começaram a construir vilas, aldeias, cidades, reinos… Estava tudo tão pacífico que aquele parecia ser o paraíso para todos aqueles que residiam por lá, e, se houvessem desavenças, eram muito pequenas e logo resolvidas… Mais uma vez, tudo havia voltado a ficar calmo… Todavia, assim como aconteceu com a convivência entre os humanos, após alguns longos e agradáveis anos…
            ...A paz logo deixou de existir.
            A medida que haviam criaturas que, mesmo morando em Eldarya graças à estúpida intolerância destes, queriam, simplesmente, esquecer da crueldade que os seres humanos utilizaram contra todos ali -e até mesmo contra todos que não estavam ali… Ou seja, que foram mortos pela humanidade e seus preconceitos idiotas-... “Afinal, não se pode seguir em frente caso estejamos sempre olhando para trás.” É, normalmente, um dos principais argumentos daqueles que defendem a tolerância para com os humanos, também existiam seres vivos cujo rancor indescritível os impedia de perdoar aqueles que dizem ter humanidade -sendo, geralmente, essas pessoas, aquelas que perderam alguém importante para os mortais que, levando em conta o quão nocivos eram para si mesmos, acabaram por, na maior parte, exterminar criaturas como vampiros, ghouls, demônios e entre várias outras espécies do gênero-, sendo, na maioria das vezes, um de seus argumento: “Não é possível apagar o passado e toda a dor que foi infligida por ele” e, logo, os anos de paz que pareciam ser duradouros, logo se transformaram em anos de dor… Anos de…
            Guerra.
            O estopim para que o genocídio começasse foi a quebra do grande cristal em milhares de pedaços -tendo sido, esses, recolhidos por vários líderes, reis e mesmo cidadãos comuns de diversos lugares de Eldarya-, tendo eles se espalhado por todos os lugares de Eldarya… O responsável por isso nunca foi identificado, porém, a ação de seja lá quem tiver feito aquilo, foi o que causou a construção de Quartéis Generais e a elaboração de milhares de armamentos distintos, feitos com materiais e jeitos diferenciados uns dos outros.
            No início da guerra, todos os povos foram forçados a escolher um lado -sendo que, ambos os lados, tinham algo em comum: “dominar” Eldarya inteira com as próprias ideologias e vencer as forças inimigas-: ou eles queriam dominar o mundo em que os humanos viviam, na intenção de escravizá-los, ou eles eram contra essa ideia absurda… No caso de ser um grande grupo neutro, dificilmente, esse sobrevivia, uma vez que, tais, assim como os principais inimigos, eram aniquilados de uma maneira tão atroz que chegava a ser doentio, enquanto, pequenas facções discretas e furtivas tinham bem mais chance de sobrevivência, afinal, por ter poucos membros, na mente daqueles que estavam à frente da guerra, os mesmos não seriam capazes de causar grandes estragos, o que não deixava de ser verdade… Esses pequenos grupos serviam mais para atrapalhar ambos os lados -fazendo, como consequência, eles (ambos os lados) acabarem por danificar, mesmo que minimamente, a si mesmos- do que para causar estragos estrondosos de maneira direta… Isso, é claro, além dos grupos “neutros” pacíficos, que preferiam ficar fora de todo aquele derramamento de sangue, escondidos -sendo que, assim como os que são mais… “Agressivos”, as facções pacíficas neutras que são muito grandes, acabam por serem mortas também na maior parte das vezes, a medida que, as menores, têm, igualmente, mais chance de sobrevivência.
            A maior parte das batalhas foram travadas na Costa de Jade -que, geograficamente falando, se encontrava no “meio” do conflito, uma vez que, os povos, ou, ao menos, uma boa parte deles, que queriam dominar a humanidade se encontravam no ocidente, à medida que, aqueles que eram contra essa convicção se localizavam, obviamente, no oriente, sendo, desse modo, um trajeto que utilizasse a Costa de Jade para chegar do “outro lado”, o mais eficiente e rápido, então, ambos os lados aderiram ao tal trajeto e, por conta dessa mesma escolha simultânea, os exércitos acabaram por se enfrentar lá mesmo, na costa- que, outrora tranquila e calma, sendo ela, a morada dos sábios e legendários kappas, acabou por se tornando o palco de uma chacina, onde, mesmo as criaturas esverdeadas e pacíficas, que nunca fizeram nada de mal, tiveram de dizer adeus àquele mundo que, por anos, se familiarizaram e chamaram de lar, sendo que, nos dias atuais, não é possível dizer com certeza se ainda existem kappas que sobreviveram ao banho de sangue ou se todos foram extintos mediante às circunstâncias aterrorizantes às quais, os seres inocentes foram, repentinamente, submetidos.
            Com o início das lutas, não houveram mais relatos do Oráculo ter aparecido em nenhum dos cantos, com a presença de cristais é claro, de Eldarya, tendo isso, preocupado, no geral, todos daquele mundo… Talvez a encarnação do cristal estivesse desaprovando todo aquele derramamento de sangue? Talvez tivesse deixado os habitantes de Eldara na mão? Ou talvez estivesse planejando algo maior?... Bom, até hoje, não se sabe uma resposta para o súbito desaparecimento da entidade que exalava empoderamento por todo aquele mundo épico… Assim como…
            ...Não se sabe quando a guerra -que perdura até os dias de hoje- entre os dois lados terminará e quem será o vencedor da mesma.



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