História Between Us - Capítulo 5


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Haechan, Jaehyun, Jaemin, Johnny, Jungwoo, Lucas, Mark, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags Taeten, Yuwin
Visualizações 82
Palavras 2.094
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!!!! Eu prometi um Yuwin e aqui temos um Yuwin!
Aqui vemos um pouco da história dos Nakamoto e como Yuta foi para a Ilha de Jeju!
E eu gostaria de agradecer os comentários :3 eles me deixam muito muito muito feliz!! Me fazem pensar que sou boa em pelo menos uma coisa =D
enfim sem mais delongas...

Capítulo 5 - Capítulo Quatro


​Especial YuWin parte.1

Os Nakamoto tinham uma vida muito boa, viviam o casal Nakamoto, Hana e Kento se conheceram quando eram crianças, e cresceram juntos e com a idade aflorando a paixão, paixão que se tornou namoro e logo após casamento, se mudaram para Tokyo afim de ter uma vida melhor para si, um tempo depois tiveram seu filho Yuta. O jovem Nakamoto vivera feliz com sua vida, seus pais eram os melhores, suas notas eram boas, e tantos amigos, o alfa tinha uma vida perfeita. Seus pais eram seus melhores amigos, sua mãe era dona de casa e seu pai trabalhava em uma empresa coreana como segurança, eles não tinha uma vida luxuosa porém eram felizes com o que tinham.

Um dia, logo após de lançarem um celular última geração, quase todos em seu colégio já tinham ele ou iriam comprar, Yuta ainda tinha seu celular V3, que ganhou a uns três anos, mas agora com todos tendo aquele celular queria também.

– Então... Mãe... lançou esse celular novo... – Perguntou enquanto ajudava sua mãe a fazer o jantar.

– Meu filho não podemos comprar um celular novo, acabamos de comprar uma geladeira e TV novas... – Disse pegando a comida e levando para a mesa onde seu pai via TV.  

– Mas mãe...

– Sem mas Yuta!

– E se eu começar trabalhar?

– Como assim trabalhar? – Perguntou o pai tirando sua

concentração do jornal que passava.

– Meu filho você tem que estudar! É sua única obrigação! – Sua mãe já se mostrava sem paciência sobre o assunto.

– Mãe eu já tenho notas boas, não acho que trabalhar vá afetar minhas notas.

– Vai sim Yuta! Menos tempo para estudar e você ainda tem apenas 14 anos! – Retrucou a Japonesa.

– Alguém pode me explicar o que está acontecendo aqui? – Perguntou Kento irritado com a discussão.

– O seu filho quer comprar um celular novo! Yuta você já tem um celular!

– Sim mãe! Um celular que ninguém mais tem! Eu sou o único dos meus amigos que não tem um Youth6!

– Um Youth6? – Perguntou Kento.

– Sim pai! Aquele que é lançamento!

– Meu filho esse celular é muito caro! – Argumentou a ômega.

– Meu amor... – Pegou a mão da esposa. – Por que não fazemos assim... semana passada o segurança da parte da noite se demitiu e estão procurando alguém para ficar em seu turno... o seu salário é maior que o meu... assim podemos comprar um celular para nosso filho o que acha? Quem sabe até um celular melhor que esse!

– Sério pai??? – Perguntou feliz.

– Claro meu filho! Assim não precisa deixar de focar em seus estudos! – Viu os olhinhos do alfa mais novo brilharem e o olhar preocupado de sua esposa. – Bom mas agora vamos comer!

E a família Nakamoto jantou calmante, mas algo no coração de Hana a deixava atordoada, e depois em seu quarto se virou para o marido.

– Kento...

– Não se preocupe meu amor... Eu faço tudo pelo meu filho!

– Sabe essa semana falei com a senhora Hirose e ela falou que uma grande mudança aconteceria que causaria mal a nossas vidas... – A senhora Hirose era uma anciã que vivia na rua dos Nakamoto.

– Você falou com aquela bruxa? – Era conhecida como bruxa pois ela lia as linhas do futuro de uma pessoa.

– Ela já acertou tanta coisa! Por que ela poderia errar?

– Talvez a grande mudança seja apenas meu turno que está mudando! E o mal vai ser não nos encontrarmos a noite...

– Estou preocupada Kento...

– Não se preocupe meu amor... Vai dar tudo certo... –Disse abraçando sua mulher e beijando seu rosto.

 

 

 

 

 

 

 

E o tempo passou, faltava pouco para Yuta comprar seu tão desejado Youth6, durante esse tempo mal via seu pai, pois ele trabalhava o turno da noite e manhã, logo apenas ia para casa de tarde, que agora era seu horário de dormir. Certo dia Yuta estava na escola, durante mais uma das aulas chatas de matemática que tinha, o Nakamoto olhava com preguiça para o quadro assim como quase todos de sua sala.

Porém a aula chata e maçante de fora interrompida pelo Professor de Biologia, Nomura, abrindo a porta com um semblante preocupado procurando um aluno na sala cheia.

– Por favor Nakamoto Yuta? – Chamou–lhe, o garoto se assustou com alguém o procurando afinal, não tinha feito nada de errado no colégio.

– Sim? – Se levantou de seu lugar.

– Siga-me – Chamou o Alfa para fora da sala.

O Nakamoto seguiu o professor até a sala dos professores encontrando sua mãe com a face chorosa sendo confortada pela professora assistente. Hana tinha o rosto vermelho e inchado por causa de seu choro, ela ao ver o filho chorou mais ainda, abraçou o filho que não entendia nada.

– Filho... Houve um acidente no trabalho do papai... – Então Ômega então lhe falou a pior frase que Yuta ouvira em sua vida, seu mundo desabou, o chão já não estava mais lá, e seu rosto esfriar e embranquecer. Hana ainda falava mas ja não ouvia mais nada apenas um zumbido,   o alfa apenas encarava suas mãos em choque. Não derramou uma lágrima, nem no funeral, nem nos dias decorrentes, não chorou quando sua mãe disse que se mudariam de país, não chorou quando se despediu da casa onde fora 14 anos feliz com sua família.

Hana depois do óbito de seu marido se viu desesperada, perdera sua alma gêmea, e como continuaria a vida? Agora o único motivo para continuar era seu filhote era por ele que viveria, já havia perdido seu amor não perderia seu mundo.

Mas não tinha formação e já estava velha não conseguiria arranjar um bom emprego, e então quando acreditava que estava perdida um advogado chinês chamado Wu Yifan, que ajudava no caso de seu marido lhe dera a notícia que sua chefe queria contrata–lá como empregada. Havia comentado para a senhora coreana, que precisava de uma nova empregada, sobre a Nakamoto que agora viúva e sem formação enfrentaria muitas dificuldades em manter seu filho. Após pensar muito em na proposta Hana tomara a decisão de que precisaria de uma nova vida pelo bem de seu filho.

 

Ao chegarem na ilha de Jeju, lugar onde ficava a majestosa mansão Lee, foram recebidos pela dona da casa, a Bilionária Lee, e seus empregados. O japonês sequer ligou para a mansão ou a ilha, apenas olhava ficava quieto em um canto com uma expressão neutra. A senhora Lee começou a conversar com sua mãe em japonês mas o Nakamoto não ligava, a dona da casa até lhe perguntara algumas coisas mas Yuta apenas dizia coisas como “sim” e “não” as vezes muito raras vezes conversava com algumas palavras a mais com sua mãe.

Yuta havia se isolado de tudo e todos, o seu tempo na ilha já de uns 3 meses, durante esse período sequer se deu o trabalho de aprender coreano, aprendera algumas coisas, nunca conversava com os outros moradores da mansão e na escola se via excluído de todos, mal conversava com sua própria mãe. Durante as refeições, quando não as pulava, se via sentado na mesa com os empregados e suas famílias que conversavam animadamente, Yuta se sentia um intruso naquele lugar. Não conseguia ser feliz, muito menos triste, estava num limbo de solidão sem sentimentos e vontades.

Certo dia após um dos jantares, o alfa Nakamoto se dirigiu a seu quarto que dividia com sua mãe, um quartinho pequeno com um armário grande, duas camas e um banheiro, se deitou com o uniforme mesmo e ficou olhando o teto até cair em sono. E como sempre desde aquele fatídico dia não teve sonhos, teve uma leve lembrança, do dia em que seu pedido matara seu pai, do dia em que quis um misero desejo de ser igual aos outros havia condenado seu próprio pai. E como todas as vezes o japonês acordara todo suado, com o coração a mil, odiava quando dormia, pois sempre lembrava de seu pai...

Gritos com algo que lhe parecia “surpresa” soaram no lado de fora da mansão, que o Nakamoto sequer se dera a vontade de explorar, risadas foram ouvidas e conversas também, a curiosidade do japonês o fez ir calmamente para fora vendo os empregados da casa em uma festa, haviam balões e confeites pela casa dos fundos da mansão, o japonês então viu uma grande faixa escrito em japonês “ Parabéns Hana” foi então que se tocara era aniversário de sua mãe... Yuta estava tão perdido em si que não lembrava de sua própria mãe, se sentiu mal consigo mesmo por esquecer de sua mãe, perdera seu pai mas ainda sua mãe, que depois de tudo se manterá firme por si. Hana conversava com os outros na festa feliz e sorrindo, com uma simples blusa branca e jeans escuros com um coque que ressaltava sua franjinha. Yuta finalmente depois de tanto tempo vira sua mãe sorrindo verdadeiramente.

– Olhem quem acabou de chegar – Brincou Yukhei, um dos filhos de um dos empregados.

– Meu filho... – Disse a mãe sorrindo para o filho, não haviam chamado ele, pois não conseguiam sequer se comunicar com o japonês.

– P-parabéns mamãe... – Disse olhando para o chão, nesse momento os olhos de Hana estavam cheios de lágrimas.

– Oh meu filho... – E o abraçou e para sua surpresa, Yuta retribuiu, seu filho nunca mais havia retribuído seus abraços, e isso deixava a japonesa com um coração quente de felicidade. – Venha meu filho... você quer um bolo? Oh é o seu favorito! Chocolate!

A festa havia se passado rapidamente, Yuta não entendera o que acontecera em pelo menos 80% da festa mas ficou por sua mãe, ela estava feliz, com todos ali mas principalmente seu filho. Ao final da festa a Nakamoto se sentara ao lado do filho e disse:

– Sabe qual foi meu presente favorito hoje? – Perguntou olhando para a frente. – Foi seu abraço... A quanto tempo não nos abraçávamos? Obrigada meu filho... pela sua presença. – Disse em lágrimas, vendo seu filho apenas observar seu rosto com um semblante preocupado. – Irei dormir agora meu amor... Não durma muito tarde ok?

– Sim... – E viu sua mãe saindo, o japonês aproveitou para ver o que mais tinha naquela mansão, se viu saindo da casa dos fundos e parando numa espécie de pátio que havia na parte de trás da mansão, vendo a praia noturna, o mar, a lua, as estrelas e a imensidão escura, se deitou no pátio apenas contemplando aquele momento. Quando sentiu um corpo se deitando consigo.

– Errr... O que você esta fazendo? – Perguntou e então Yuta olhou de lado vendo um dos filhos da governanta, Sixing? Sicheng? Chengxi? – Você me entende não é? – Apenas viu o japonês fazer sim com a cabeça. – Gosta de ver o céu? – Perguntou vendo–o fazer o mesmo movimento, Yuta não queria conversar apenas queria ficar sozinho. – Sua mãe sente sua falta... – Disse com uma voz carregada de preocupação.

– O que? – Se virou preocupado com a afirmação do outro.

– Ela achou que não viria... para ser sincero nem nós achamos não viria, temos tentado conversar contigo sobre isso nos últimos dias, sabe sobre a festa surpresa, mas você só nos ignora... – Isso era fato, toda vez que alguém tentava conversar com si o Nakamoto fugia, nem ouvia o que queriam lhe falar, apenas fugia de tudo e todos.

– Eu...

– Você esqueceu não é?

– Como...

– Pela sua expressão quando chegou na festa, era de alguém que estava totalmente perdido! – Riu do outro que se mantia sério.

– Ah... – Agora se sentia mais mal consigo mesmo, se ele havia percebido era óbvio que sua mãe viria também.

– Olha... Sua mãe ficou bem mais feliz quando viu você... ela realmente se preocupa contigo...

–  Eu sei...

–  Deveria se esforçar mais por ela, ela se esforça tanto por você.

–  Eu...

–  Você vai tentar?

–  Sim...

–  Que bom... e tente sorrir mais! Você é tão bonito não deveria ser tão ranzinza assim!

–  O que...

–  Sorria! – Brincou, vendo o japonês confuso. – Vai! Sorri! Não é muito difícil!

–  Eu não...

–  Você não sabe sorrir? Mas é tão fácil! Vou te ajudar! – Disse assim colocando seus dedos em cada uma das extremidades de sua boca as puxando para cima e formando um sorriso na face de Yuta, aquele ato fez o japonês cair na gargalhada assim como o chinês.

–  E a propósito não tem problema esquecer aniversários, eu esqueço os do Lucas todo ano!

 

 

E os dois ficaram lá rindo um com o outro, e aquele sorriso ficou na cabeça de Yuta, aquele sorriso que agora vinha em sua direção no corredor vazio como sempre era no final das aulas, aquele sorriso que iluminava sua vida assim como as estrelas e a lua iluminavam a noite que se conheceram.


Notas Finais


Olha... Pessoas espertas vão começar a ligar fatos...
Espero que tenham gostado!!
Até o próximo capítulo!


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