História Between Us - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Huang Zitao "Z.Tao", Kris Wu, Lee Taemin, Lu Han
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Do Kyung-soo (D.O), Huang Zitao (Tao), Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Jong-dae (Chen), Kim Jong-in (Kai), Kim Jun-myeon (Suho), Kim Min-seok (Xiumin), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lee Taemin, Lu Han (Luhan), Min Yoongi (Suga), Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Wu Yifan (Kris Wu), Zhang Yixing (Lay)
Tags Chanbaek, Experimento, Galaxia, Jikook, Kaisoo, Namjin, Planetas, Sulay, Virus, Xiuchen
Visualizações 20
Palavras 1.560
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Nowhere


Taehyung se encontrava em uma pilha de nervos. Havia andado pela cabana inteira desde que o Sol começou a se por e nenhum dos outros voltou. Sua ansiedade estava em um nível extremo, suas mãos estavam frias e tremendo, mal conseguia respirar, mas mesmo assim não conseguia ficar parado. 

Todos se encontravam em um estado parecido. Estavam demorando demais, deveriam ter voltado a horas atrás, mas estava prestes a escurecer e não havia nem sinal deles. Jimin estava prestes a ir atrás de Jongin, mas ninguém queria deixar. Se algo tivesse acontecido com os quatro, o garoto poderia ser pego e eles continuariam presos – em um lugar que não tinham a menor noção de onde ficava –sem poderem ajudar os outros.

—Não podemos ficar aqui esperando. – Disse Taehyung, se sentando entre Jimin e Sehun. Os três estavam do lado de fora da cabana, pensando se deveriam ou não irem atrás deles. – Não importa quais foram as ordens do Suho e do Namjoon.

—A gente não pode fazer isso com os outros. – Sehun argumentou. – Se pegarem o Jimin, eles ficam presos aqui e depois? Não vai ter ninguém para ajudar a gente.

—Mesmo assim nós deveriamos tentar. – Taehyung insistiu. – Hyung, são nossos irmãos lá. Vamos mesmo ficar aqui quando podemos ir atrás deles?

Sehun respirou fundo, olhando Jimin. O garoto estava quieto, com uma expressão perturbada enquanto abraçava os joelhos. Parecia estar em uma batalha interna, quando na verdade a decisão era óbvia. Tinha que ir atrás de Jongin porque sabia que o primo faria o mesmo por ele, porque era tudo o que havia lhe restado.

—Vamos atrás deles... – Murmurou. Sabia que, mesmo discutindo entre si, os outros dois só estavam esperando que ele se posicionasse. 

—Tem certeza? – Perguntou Sehun. 

—Não consigo mais ficar aqui parado, hyung... 

—Tudo bem, mas se tentarem nos pegar você volta sem a gente, okay? Sem olhar para trás. – O mais velho sustentou o olhar no de Jimin, até receber uma confirmação. Mesmo assim tinha a sensação de que não seria tão fácil fazer o garoto voltar. – Vamos antes que os outros apareçam.

Jimin se levantou e começou a abrir o portal da forma mais discreta que conseguia, enquanto lutava para se manter concentrado. Se sua mente se desviasse do percurso por um segundo, ficariam presos no vazio. 

—Onde vamos parar? – Sehun perguntou antes de adentrar o portal.

—No café da Jonghee. Tenho certeza que Jongin foi atrás dela. 

—Eu vou com vocês. – Kyungsoo atraiu a atenção dos três para si, enquanto descia rapidamente as escadas. Com o susto, Jimin quase fechou o portal. 

Taehyung estava prestes a questionar o mais velho, mas logo se sentiu ser empurrado portal a dentro junto com Sehun. Apareceram nos fundos do café, em frente a uma porta que parecia dar para a cozinha. Kyungsoo foi o primeiro a tomar a frente e empurrar a porta.

—Oh! Kyung! 

—Song! – Sorriu nervosamente assim que seus olhos encontraram o do amigo padeiro. Não se viam desde o curso de culinária. – Não sabia que trabalhava aqui.

—Eu não trabalhava até a semana passada. – O jovem de cabelos negros sorriu, limpando a mão no quardanapo antes de olhar Kyungsoo um tanto curioso. – Essa não é a entrada de funcionários? Por que entraram por aí? 

—Estamos procurando a Jonghee ou o Jongin. – Respondeu Jimin. – Você viu eles? 

A expressão de Song de repente endureceu, fazendo os quatro a sua frente temerem o que o garoto estava prestes a dizer.

—Não estão sabendo o que aconteceu? Está em todos os jornais! 

—Como assim? – Perguntou Sehun. 

—Parece que alguém colocou uma bomba na casa dela, mas quando detonou não havia ninguém lá. – Explicou o mais velho, abrindo a geladeira e tirando uma torta de chocolate. 

[...]

Por alguns segundos Suho sentiu como se estivesse se afogando. Se lembrava de ter pulado na água junto com Namjoon, mas tudo o que veio depois se tomou um borrão. Sabia que não havia como os dois terem se afogado, tinha pleno controle de seus poderes quando atingiram a água e aquela era a habilidade básica que mais dominava.

Tentou abrir os olhos, mas estes estavam pesados demais, suas pálpebras pareciam ter sido coladas por algum tipo de supercola. Tentou se mexer, mas seu corpo não obedecia seus comandos, não importava o quanto tentasse. Aquilo não devia estar acontecendo já que tinha total consciência de que estava acordado, ou ao menos parecia estar. De repente, perdeu a consciência mais uma vez, desta vez se sentindo ser levado pelo que parecia ser uma correnteza.

Quando despertou "pela segunda vez", sentiu a areia embaixo de seu corpo e as roupas ensopadas. Desta vez não teve dificuldade alguma para abrir os olhos. Fitou o céu cinzento acima de si enquanto sentia as pequenas ondas se chocando contra seu corpo. 

—Ele está vivo? – Uma voz distante perguntou a medida com que passos começaram a se aproximar. Imediatamente Suho fechou os olhos.

—Acho que está. – Outra voz desconhecida foi ouvida. – Parece que está respirando. 

—Tem outro ali. Vou ver se ele está vivo. 

Os sons dos passos se aproximaram e se afastaram, mas Suho sentia que ainda havia alguém ao seu lado. Suas dúvidas receberam confirmação no momento em que uma mão fria tocou seu rosto. Com o susto se levantou de uma vez, quase fazendo seu rosto se chocar com o do rapaz a sua frente, e ergueu as águas atrás de si, ameaçando arremessá-las contra ele. 

—Quem é você? – Perguntou, observando o outro com as mãos erguidas. 

—Meu nome é Woojin, eu sou do refúgio. – Se apresentou o garoto de cabelos claros. 

—Que refúgio? 

—Eu sou um dos vigias do refúgio para gente como você. Nowhere

—Não encosta em mim! – Namjoon gritou, se afastando do outro garoto e por consequência indo parar dentro d'água. 

—Felix, espera. – Woojin fez um sinal para o amigo, que se encontrava com uma expressão assustada pela reação do outro. – Se ele for quem eu estou pensando, os poderes dele podem te matar. 

—Ele é quem você está pensando. – Suho confirmou, fazendo as águas voltarem a sua forma natural. – Eu sou Kim Junmyeon, mas todo mundo me chama de Suho. Ele é Kim Namjoon. 

—Acho que vocês estão precisando de um descanso. – Disse Woojin quando Felix se aproximou. – Me sigam. 

—Por que confiaríamos em vocês? – Perguntou Namjoon. 

—Porque não somos tão diferentes. 

Os dois garotos mostraram as marcas não muito diferentes da de todos que fizeram parte do experimento. A única característica que os diferenciava eram as falhas nas pupilas, quase imperceptíveis aos olhos. Eram dois dos que obtiveram "meio sucesso", que os poderes não se desenvolveram completamente.

Convencidos, Namjoon e Suho seguiram os dois entre as árvores sempre se mantendo em alerta. Não tinham ideia de onde estavam ou se realmente podiam confiar naqueles dois, então tinham que ser cautelosos.

Foram guiados até um lugar que se parecia com uma grande aldeia, as casas eram feitas de madeira assim como o mercadinho e a quitanda. Algumas pessoas andavam pelas "ruas" de pedra e os olhavam curiosos. Felix falou algo para Woojin e saiu correndo em direção a um grupo de garotos que havia próximo a uma das casas. 

—Que lugar é esse? – Perguntou Namjoon, enquanto olhava em volta. 

—Nossa casa desde que deixamos o Inferno. Muitos de nós não tinham para onde ir, então criamos este lugar. – Explicou Woojin, deixando o orgulho bem claro enquanto falava. Namjoon tinha certeza que ele ajudou a construir aquele lugar. 

—Por que Nowhere? – Suho quis saber enquanto tirava o moletom que estava vestindo e o amarrava na cintura. 

Nowhere é "lugar nenhum" em inglês. Demos esse nome porque esta é uma região esquecida por Deus e pelo homem, perfeita para nos escondermos. 

O silêncio voltou a reinar até chegarem a uma casa um tanto maior do que as outras, provavelmente onde faziam suas reuniões. 

—Chan? Jinyoung? Ten? – Woojin chamou, após os três entrarem. – Tém alguém em casa? 

—Aqui! – Alguém gritou e aos poucos um garoto foi surgindo, como se tivesse se materializado no ar. – Olá, estranhos! 

—Hyung, cadê os outros?

—Lá em cima. Esses dois não são os líderes dos experimentos principais? 

—Sim. – Woojin olhou os recém chegados, que encaravam os dois com olhares curiosos. – Namjoon, Suho, esse é Chittaphon, nosso vidente ou algo do gênero. Podem chamar ele de Ten.

—Prazer em te conhecer. – Os três se curvaram rapidamente em forma de cumprimento. 

—Fizemos algumas descobertas interessantes desde que aquele diário veio parar em nossas mãos. – Contou Ten, cruzando as pernas enquanto passava a levitar sobre as escadas. A falha na pupila estava bem presente nos olhos dele. 

—É bom saber. Vou levar eles para falar com o Chan e o Jinyoung e depois conversamos sobre isso, tudo bem? – O tailandês assentiu, dando espaço para subirem as escadas antes de seguir seu próprio caminho. 

Os três subiram até o último andar e seguiram pelo corredor iluminado com o que pareciam ser pedras brancas que emitiam uma luz muito forte. Pararam em frente a uma das portas e Woojin bateu algumas vezes antes de entrar.

—Desculpa interromper, mas achei que vocês fossem querer saber quem Felix e eu achamos na praia. 

As três pessoas que estava reunidas em volta de uma mesa de madeira – perfeitamente detalhada – pararam de conversar para dar atenção para as pessoas que acabavam de entrar. Ao parar o olhar sobre um daqueles rapazes, o sangue de Namjoon congelou.

—Jackson? 

—Nam?



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