História Beware Of The Angel - Capítulo 5


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Categorias Ashley Benson, Justin Bieber, Liam Hemsworth, Lucy Hale
Personagens Ashley Benson, Justin Bieber, Liam Hemsworth, Lucy Hale, Personagens Originais
Tags Amor Proibido, Ashley Benson, Chaz Somers, Christian Beatles, Drama, Justin Bieber, Liam Hemsworth, Lucy Hale, Mentiras, Romance, Ryan Butler, Traições
Visualizações 40
Palavras 1.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olha eu outra vez :)

boa leitura, amores!

Capítulo 5 - You don't deserve me


Las Vegas, 2015, 14 de Outubro

22h34min PM.

Point of View — Narrator

Arthur se encontrava em um desespero absurdo: estava completamente nervoso e desnorteado com o que tinha acontecido. Aurora não podia ter descoberto aquilo, daquela forma; aliás, ela nunca deveria ter tomado conhecimento daquela maldita informação.

O desespero do loiro se multiplicava toda vez que ele olhava para o relógio de parede, que o mesmo tinha ganhado de presente de casamento. Já estava tarde da noite e a sua amada não tinha dado nenhum sinal de vida.

A coitada da Eliza, desesperada com toda a situação, enchia a mente do seu chefe com ideias mirabolantes do que supostamente teria acontecido com Aurora, enquanto o mesmo andava de um lado para o outro na sala de estar, tentando bolar alguma desculpa bem convincente para dizer a sua amada.

— Senhor Arthur... — a senhora de cabelos grisalhos olhava para a porta de entrada com os olhos arregalados.

— O que você quer dessa vez Eli... — o loiro calou-se no mesmo instante em que seus olhos deram de encontro à porta. — Aurora... Meu amor... — o mesmo andou em direção a sua amada.

— Não se aproxima de mim, Arthur. — a morena protestou e o homem à sua frente assim fez.

— O que? Por quê? Meu amor, não isso comigo, por favor. — suplicou.

— Não me chama de “meu amor”, porque eu não sou o seu amor. — disse seca.

— Não faz assim, Aurora, pelo amor de Deus. — Arthur se aproximou um pouco, mas a morena recuou. — Aurora, por favor, me deixa explicar, não é nada daquilo que você...

— Calado! — a garota o interrompeu. — Eu sei o que você vai dizer. — sorriu e abaixou a cabeça, mas voltou a encará-lo. — E olha, não estou nem um pouco a fim de ouvir a sua desculpa esfarrapada. — ditou por fim.

— Mas você precisa me ouvir, você precisa me entender. — Arthur virou-se, dando as costas a sua amada, um tanto desesperado, passando a mão sobre os seus cabelos.

— Não, eu não preciso te escutar, não preciso te entender, a única coisa que preciso é fingir que você nunca existiu. — a morena cuspiu as palavras e uma pequena lágrima que se atreveu a sair, foi expulsa do rosto da mesma com certa agilidade. — Você traiu a minha confiança, Arthur. Como você ainda pode achar que eu tenho que te entender? Que tenho que te aceitar?

— Aurora, só preciso de um minuto pra te explicar tudo. Por favor, me escuta. — Arthur já estava ficando sem saída e a morena a sua frente arqueou uma das suas sobrancelhas, ela estava irredutível.

— Tudo bem, querido, vamos lá, quero ouvir o que você vai dizer. — a morena voltou atrás em sua decisão e resolveu da uma chance ao loiro. — Vem amor, senta aqui e me explica tudo. — ela caminhou até a poltrona e se sentou, cruzando as pernas, com total ironia em sua voz.

— Por que você está agindo assim? — o loiro perguntou totalmente confuso e surpreso com a reação da sua, até então, esposa. — Você não é assim...

— Isso não vem ao caso agora. — ela o interrompeu. — Você não queria que eu te ouvisse? Então, estou te ouvindo, meu amor — e a ironia estava, mais uma vez, presente.

Point of View — Arthur Meclkins

Aurora estava muito estranha, ela nunca agiu assim, nunca foi sarcástica, sempre foi verdadeira e sincera com as coisas e agora começa a agir desse jeito: com ar de deboche e...

— Vamos logo, não tenho a noite toda. — ela me interrompe. — O que? Não sabe mais o que dizer? — a mesma se levantou e colocou a mão na cintura.

— Não, não meu amor, só me escuta... — suspirei. — Aquela ligação que você ouviu, não é nada disso que você estava, ou ainda está pensando... — suspirei mais uma vez. — Quer dizer, é o que está pensando, mas não estou fazendo essas coisas porque eu quero. isso tudo foi ideia do meu chefe, foi tudo um plano, aquela mulher que você me ouviu ao telefone hoje mais cedo é a dona de uma das maiores empresas dos Estados Unidos. — eu andava de um lado para o outro na sala, um tanto desesperado, rezando para que Aurora acreditasse na minha mentira, ou meia mentira, já aquela mulher era realmente a dona de umas das maiores empresas dos Estados Unidos. — Foi só uma jogada, uma técnica pra conseguir que ela assinasse um contrato de parceria com a gente, foi só isso, meu amor. Eu fui forçado, Arnold estava me ameaçando, ele iria me demitir se eu não fizesse o que queria e você sabe o quão difícil foi conseguir chegar onde cheguei, o quanto lutei para estar aonde estou hoje. Você me entende agora? Você consegue me compreender? — perguntei olhando nos seus olhos e ela apenas me encarava sem expressão alguma. — Aurora? Você me perdoa?

— Quando você vai viajar? — disse se levantando de onde estava sentada.

— Daqui a dois dias, por quê?

— Daqui a dois dias eu te darei uma resposta. — resmungou e se virou indo em direção a escada, mas parou assim que colocou o pé no primeiro degrau. — Ah, até lá, você irá dormir no quarto de hóspedes. — disse simples, ainda de costas pra mim e voltou a subir aquela grande escadaria, até sumir do meu campo de visão.

Me joguei no sofá ao meu lado, soltando um suspiro frustrado. Ponho meus cotovelos sobre as pernas, uno as minhas mãos e apoiei meu queixo sobre elas. Aurora foi tão fria comigo, tenho certeza que não acreditou em uma palavra sequer que saiu da minha boca. Não posso perdê-la, isso não me ajudaria em nada a essa altura do campeonato, tenho que dar um jeito nisso e bem rápido.

Point of View — Aurora Collins

Fecho a porta atrás de mim aos prantos, me arrasto pela mesma até sentir o chão gélido embaixo de mim e, de repente, lembranças vem a minha mente.

Flashback On

— Amor? — chamei-o.

— Sim? — disse calmo, olhando as estrelas no céu.

— Você teria coragem de me trair algum dia? — perguntei um pouco envergonhada e ele me encarou confuso.

— Mas que pergunta sem cabimento, Aurora, é claro que eu nunca te trairia, eu amo você. — ele disse olhando em meus olhos. — Eu jamais, em hipótese alguma, irei te trocar por outra mulher. — completou, dando um beijo no topo da minha cabeça. — Eu me casei com você e serei só seu para todo o sempre. — sorriu e me envolveu em seus braços.

— Eu te amo, Arthur.

— Eu também te amo, minha pequena, e vou te amar sempre e sempre.

Flashback Off

Ele mentiu pra mim, mentiu esse tempo todo e eu burra, acreditei. Mas Arthur parecia ser tão sincero com suas palavras, o brilho nos seus olhos toda vez que dizia que me amava, eu posso até não amá-lo na mesma intensidade, posso ter me casado por pura luxúria da minha mãe, mas eu nunca teria coragem de traí-lo, nunca.

Tentei conter as lágrimas, que pareciam que não teriam fim, mas era quase impossível, ele me enganou, eu posso até perdoá-lo, mas nunca mais terá a minha confiança outra vez.

Levantei-me de onde estava e fui caminhando até o meu banheiro, apoiei minhas mãos sobre a pia e encarei meu reflexo no espelho.

— Eu estou horrível. — murmurei para mim mesma, fazendo um coque em meu cabelo. Despi-me rapidamente e adentrei no box, ligando o chuveiro logo em seguida e foi como se alguém tivesse tirado mil quilos das minhas costas.

Espumei o sabão por todo o meu corpo, sentindo o aroma de rosas invadir todo o local, me enxaguei rapidamente, passei a toalha pelo meu corpo úmido e passei a mesma em volta do meu busto, dando um pequeno nó um pouco acima do meu seio esquerdo para que ela não caísse.

Sai do banheiro e fui até o closet. Vesti apenas uma blusa larga, na altura da minha coxa, sai do closet e caminhei até minha cama, seria difícil dormir sem ele, já estava acostumada a me deitar sobre o seu peito e cair no sono ouvindo apenas os batimentos do seu coração e a sua respiração calma.

— Aurora, querida, você ainda está acordada? — despertei dos meus devaneios com Eliza batendo na porta do quarto.

— Sim, Eliza, acabei de tomar banho, já estava indo me deitar. — disse um pouco alto para que ela escutasse.

— Me desculpe atrapalhar, mas eu só queria saber se a menina quer algo para comer? — disse.

— Não, Eliza. Muito obrigada, mas eu estou sem fome, pode ir dormir. — murmurei sem muito ânimo.

— Tudo bem, querida, tenha uma boa noite. — ela disse por fim e ouvi passos se distanciando da porta.

Deitei-me e puxei o edredom para cima, cobrindo o meu corpo, não demorou muito e minhas pálpebras começaram a pesar e em minutos já me encontrava em um sono profundo.


Notas Finais


meu tt: https://twitter.com/darkilyzs caso queiram falar comgo :)

minha fic criminal: https://www.spiritfanfiction.com/historia/fanfiction-justin-bieber-dangerous-call-5849543, ela também está sendo reescrita, mas os cap ainda estão lá.


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