História Beyond Fellings - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Confusão, Drama, Enigmático, Escola, Gays, Lgbt, Sadomaquismo, Yaoi, Yuri
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Palavras 2.778
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi irmanzinhas lindas dos corações apaixonantes. Vim passar rápido infelizmente aqui para falar algo minha gente.. eu odeio romantização em coisas sérias, sério ! Mas, eu abri uma exceção para Beyond Fellings. Eu irei colocar romantização de relacionamento abusivo... desculpa minha gente... sério! E o que minha mente quer encaixar na fic, não dá certo além de um relacionamento abusivo.

MAAAAS CALMA ! sem spoilers !!!! mas o Matt está bem ok ?hehe.

é isto ! não vou atrapalhar vocês, podem ler a história. Kissus no kokoro.

Capítulo 5 - Feelings are Fatal.


Fanfic / Fanfiction Beyond Fellings - Capítulo 5 - Feelings are Fatal.

*LEIAM A DESCRIÇÃO*

Eu preciso transar ! 

 

Argh... eu sei que só fiz sexo uma vez e sou bastante inexperiente nesse ramo mas... quero sentir aquela sensação de novo. Aquela sensação dos nossos corpos soados juntos, e uma mistura de gemidos e estocadas ao mesmo tempo.  Desde que eu meio que falei a verdade para o Peter, nos nunca nos falamos novamente. E isso já faz um mês ! Agora, eu só sinto o seu olhar sobre mim e sua tentativa falha de me fazer ciúmes... ele é muito hilário ! 

 

Mas por outro lado, eu o queria perto de mim. Quero o sentir se enterrando em mim. Estou quase deixando o meu orgulho de lado para ir em sua casa para fazermos sexo loucamente... o que não vai acontecer, pois a única coisa que eu não sou é ser trouxa, sei muito bem no final dessa trama toda com ele. E disso quero manter distância. 

 

— Vamos Matt — após abrir a porta, Alicie exclamou e fechou-a novamente.

 

Ah é... hoje é o dia do "passeio" que a escola nos proporciona, que só é desculpa para os pais acharem que a escola é boa. Contudo, ela só nos joga em um ambiente aleatório, com comida e dormitórios. Infelizmente, eu vou, no final ganhamos no máximo uns três pontos em todas as matérias. Não podia negar né? Isso foi uma pergunta retórica, claro que eu não ia negar ! 

 

[...]

 

Todos já estava em um ônibus aparentemente escolar. Eu subi no ônibus e logo a subir com a Alicie, alguns olhares se redirecionaram a nós, alguns cochichos vindo de alguns cantos do ônibus. Alicie parecia estar gostando daquela situação, enquanto a mim, estava extremamente envergonhado. Não gostava de ser o centro das atenções, estava tão acostumado com desconhecimento, que ao vir esse pequeno grupo de olhares, sinto que vou ter um ataque de pânico a qualquer momento. 

 

Com passos complexos, mãos soadas agarrando firmemente a mochila e boca ressecada. Fui até o último banco daquele veículo, sentei-me e esperei a Alicie dar aquele seu "showzinho", no caso é paquerar discretamente todos que estão naquele veículo. Incluindo o Peter, que resolveu dar uma piscadela em resposta ao charme dela. Ah, por que vocês não se comem logo ? Ela sentou ao meu lado e eu a olhei com reprovação. 

 

— Que foi ? Você sabe que eu mais gosto de fazer sexo do que gosto de você priminho, e cai entre nós— ela chegou perto ao meu ouvido — Você não é bissexual, eu senti seu ciúme quando eu tentei paquerar aquele garoto... e mesmo se fosse, a gente já teria transado— ela voltou a se sentar normalmente, pegando o seu fone e colocando em seus ouvidos. 

 

É... talvez ela esteja certa... talvez eu seja gay por completo...ou...

 

— Posso me sentar aí — Jhonathan perguntou e eu reparei que teve um espaço de uma cadeira entre eu e Alicie. Que filha da puta !

 

— Não tem ninguém te empatando— balbuciei sendo ríspido, coloquei o meu fone de ouvido, encostando a cabeça no banco e olhando para a janela.

 

Sem falar nada, ele se sentou e por alguns segundos, seu olhar pousou sobre mim. 

 

— O que foi ?— tirei um lado do fone e o olhei debochadamente. 

 

— Nada, por que acha que eu estou olhando para você? Eu poderia estar olhando o lado de fora...

 

— Primeiro que essa parte do ônibus esta literalmente encostada em uma parede e segundo, o espelho da janela reflete você me olhando — Por sua vez, ele não respondeu, apenas revirou os olhos e encostou a cabeça no banco. 

 

Eu vi ele mussitar no ouvido de Alicie, que ficou estressada e se levantou para ir ao banheiro. O que esses dois estão tramando ein ? Não acredito que depois de tudo que ela fez, ela vai voltar a ser aquela Alicie de antes. 

 

— Bom dia, turma... que turma é essa ? — o professor de educação física apareceu se apoiando a um banco na frente. 

 

— Terceiro ano...— em uníssono, algumas pessoas falaram— Seu burro — Jhonathan sendo Jhonathan, ele implementou descaradamente a frase. 

 

— Muito engraçado Jhonathan, mais uma dessas gracinhas e você desce do ônibus. 

 

— Nossa professor, eu sou um amorzinho— O mesmo falou sarcasticamente e algumas risadas foram escutadas. 

 

Liguei a tela do meu celular e coloquei uma musica aleatória da minha playlist, me apoiei no banco e vi o ônibus dar a partida para sim ir para o local. 

 

[...]

 

— Vamos crianças, chegamos — me assustei ao escutar o professor quase gritando, minha cabeça estava apoiada ao ombro do Jhonathan, me ajeitei rapidamente, ele me olhou confuso. 

 

— O que foi? — exclamou como se fosse algo mais simples do mundo, e eu o olhei como se fosse óbvio. 

 

— Uh, isso é estranho —  tirei meus fones e os guardei no bolso — Esquece que isso aconteceu. —Me levantei e no meio daquela "multidão" de alunos querendo sair, eu fiquei por eles. 

 

Quando todos saíram que foi aí que suspirei tranquilo sem estar naquele ônibus abafado. Peguei minhas malas e fui andando até onde o professor mandou todos irem. É a recepção... da porra de um acampamento. Não creio... enfim, após o professor afirmar nossa estadia no local, todos entraram alvoraçados, e como sempre, fui o último a entrar naquele local. É até que bonito. 

 

— e aí ? O que achou ? — Alicie assustou-me ao chegar e dar um pequeno tapa em meu ombro e me dar um selinho relativamente grande. 

 

— legal — nos afastamos e algumas pessoas falaram "vão para um quarto" e etc. 

 

— tenho certeza primo, que vamos trair um ao outro nessa semana — ela exclamou e andou na minha frente, deixando me para trás. Ah, lembrei que Alicie inventou um tal de um "namoro" entre eu e ela. Dei uma pequena risada e fui em direção ao local.

 

—Bom alunos, iremos passar as organizações dos quartos. Tirem foto ou faça o que vocês bem entenderem. — ele entregou a uma menina na frente que foi passando a diante. 

 

Eu pude ver os olhares de negatividade e entusiasmo em algumas pessoas, eu espero que no entanto que eu não fique com o Peter, para mim está ótimo. O papel veio até mim, e eu vi que os quartos eram para duas pessoas. Pelo visto eles compraram mais quartos do que deviam. No que era para ser um quarto para três pessoas, agora é para dois. Eu tirei a foto antes mesmo de olhar com que pessoa ficava e passei adiante. O professor foi entregando as chaves dos quartos para todos. 

 

Agora fui ver quem era e... puta que pariu ! Que porra é essa ? Eu to no mesmo quarto que Peter. Infelizmente... me levantei e fui em direção ao local onde o papel sugeriu onde eu ficarei. Era o último quarto, o mais isolado. Sério isso ? Que droga de coincidência é essa ein ? 

 

Entro no quarto e coloco minha mala na poltrona, me jogando na cama. Pelo menos a cama não são de casal. Escutei a porta ser destrancada, não dei a mínima. Deve ser o Peter... não me importei pois peguei no sono. 

 

[...] 

 

Acordei para lá de umas 18:30, peguei uma muda de roupa e tomei um banho rápido. Saindo do quarto, fui explorar o local, que é aparentemente grande. Uma melodia estava tocando em algum lugar, e eu a segui. Tinha uma fogueira mediana e alguns alunos sentados em volta e como sempre. Peter, o centro das atenções estava tocando e arrulhando uma música desconhecida aos meus ouvidos. Que ao me ver, voltou a olhar para a garota que estava ao teu lado, a sua "namorada". 

 

Eu não suporto mais isso... quando Peter terminou ele começou a tocar uma outra canção. E depois, o que me parecia um jogo cruel e vivo tornou-se um arrulhar lento e terno, vagamente sensual. Ele tocava 'crazy in love' da Beyonce, só que de um jeito muito mais sensual. Me dava calafrios cada vez que ele chegava em um tom um pouco agudo. Ele olhava descaradamente para mim, revidei o olhar. A tensão sexual pairava pelo local. 

 

Levantei-me chamando a atenção de alguns e sai de lá, procurando um lugar isolado para fumar um maço de cigarro para aliviar essa tensão. Encontrei o lugar atrás dos dormitórios , onde tem pouca iluminação e extremamente vazio. Peguei o maço do cigarro e acendi-o com isqueiro. E fiquei degustando o ar que entrava em meus pulmões. 

 

— E aí cara — me assustei e vi que era o Jhonathan. 

 

—  Você me seguiu?

 

— Claro que não...— sua cabeça afirmava — talvez...

 

— Quer ? — ofereci o maço para ele, que assentiu e pegou-o da minha mão, dando um grande inspiro, acabando com o cigarro. 

 

— Hey, isso dava para mim também. 

 

—Desculpa— ele se sentou no chão e eu fiz o mesmo. — Mano, minha vida está muito complicada, sabe ? 

 

— Não me diga que seus pais tiraram seu direito de dar festas na casa deles ?

 

— Não, não é isso — o mesmo deu uma risada sem humor olhando para o chão. —É que meu pai tá sem um emprego fixo... agora ele tá desesperado para ir procurar outro, e minha mãe também. Acho que eles irão descontar da mesada da minha faculdade para ajudá-los nos impostos. 

 

—Oh... tenso. 

 

— E... eu to apavorado. Não achei que eu ia dizer isso, mas eu estou apavorado — Sussurrou confuso. 

 

O moreno deitou a cabeça entre as pernas e levantou-as olhando para mim, não consegui ver sua face por causa da escuridão. Ele foi chegando mais perto, e eu entrei em pânico. Não sei o que fazer, eu literalmente vou beijar o cara que fez minha vida um inferno nesses últimos anos. 

 

Não aguentei ele nessa demora toda e tomei iniciativa, peguei a gola de sua camisa e puxei para mim, e nossos lábios se encontraram... eu abri um pouco a boca e com rapidez ele enfiou a língua dele na minha boca. O beijo era selvagem e cheio de luxúria. Subi em seu colo, e ele apertou minhas nádegas. Nossos lábios ainda estavam colados, mas ele se desfez do beijo para ir em direção ao pescoço, dando chupões fortes. Com certeza vai ficar a marca. 

 

— Você já fez alguma vez com um homem — eu perguntei e Jhonathan parou de dar chupões em meu pescoço — Quer dizer, você quer fazer ? 

 

— Quero... 

 

—ok !

 

Desci minha mão até a braguilha da sua calça e a tirei junto com a cueca até o joelho. Seu membro pulsante e ereto pulou para fora, cuspi em seu pau e o lubrifiquei bem. Eu me levantei e tirei minha calça com a cueca junto. Cuspi e lubrifiquei mais uma fez, eu forcei meu ânus para entrar em seu pau. Quando entrei, eu desci de vez, o beijando para abafar o gemido.  

 

— Oh Jhon, arwn ! — balbuciei em seu pé de ouvido, sentido o seu pelo arrepiar, ele apertou minha bunda um pouco mais forte e eu fiquei surpreso. 

 

Conforme eu ia quicando em seu colo, nossos gemidos eram abafados por causa do beijo. Eu me masturbava, eu estava quase chegando ao ápice. Até que ele conseguiu encostar em minha próstata, eu gemi um pouco alto demais. Merda ! 

 

—tem alguém aí ? — alguma pessoa falou um pouco alto, apontando a lanterna para frente, batendo quase em nossa direção. 

 

— rápido, geme que nem uma menina — ele sussurrou no meu ouvido e eu não sabia como agir... 

 

— Arwn, mais rápido — falei agudamente, um pouco melancólico, Jhonathan riu um pouco rouco. 

 

— sai daqui, não escutou não ? — Jhonathan exclamou um pouco estressado. 

 

— ah desculpe — a iluminação da lanterna foi cada vez mais se afastando, até não ter mais luz no local. 

 

Eu comecei a me movimentar novamente, só que dessa vez, um pouco mais rápido. Até que chegou a parte em que ele gozou e preencheu-me por inteiro, ele soltou um gemido ou pouco mais alto. Mas consegui fazer que esse ato não acontecesse colocando a minha mão sua boca. 

 

[...]

Eu entrei com o sapato na mão e  de fininho no quarto, pois o Peter aparentemente estava dormindo, peguei uma muda de roupa. Eu estava um pouco dolorido. Ah, quem eu quero enganar ! Eu estava muito dolorido. Fui ao banheiro e tomei uma ducha demorada, comecei a pensar em cois...Oh meu deus ! Eu transei com o Jhonathan, COM O JHONATHAN !? Eu me aproveitei de sua fraqueza para o beijar e transar com ele. Eu sou um monstro ! Espero que ele estivesse bêbado ontem. Não sei nem com que cara eu irei olhar para ele hoje. Ah meu Deus, as minhas paranóias não me deixam em paz. 

 

 Ao sair do banheiro eu me assustei, vi que o Peter acordou e estava mexendo no celular, desliguei a luz do banheiro. 

 

— Te acordei? — perguntei a ele, e o mesmo não respondeu, apenas arqueou a sobrancelha. 

 

— Não... onde você estava ? — o moreno falou com uma áurea desconhecível, ele não olhou para mim em nenhum sequer momento. 

 

— Não é importante para você, foi mal cara — andei até a minha mala, joguei a minha muda suja de roupa na mala e me deitei na cama. 

 

— Não saia mais assim ! —ordenou ele e eu fiquei completamente confuso. 

 

— o... o que você disse ? — perguntei fingindo-me de sonso. 

 

— eu disse que... 

 

— eu entendi o que você disse, estava não acreditando mesmo no que disse — exaltei extremamente estressado. 

 

— o que há de errado nisso? 

 

— ah sim, não se lembra que voc... ah que se dane, eu não vou dialogar com você. E aliás, eu vou para onde eu quiser — coloquei a coberta me virei para parede.

 

[...]

 

Na manhã seguinte, eu acordei completamente dolorido, lembrando-me da noite anterior... merda ! Nada cogitava o fato de que eu com certeza irei ver o Jhonathan hoje... ah céus !

 

Me levantei e dei um gemido de dor, olhei para os lados e nada do Peter está lá. Eu fui mancando a minha mala e peguei um short de praia e uma blusa preta. Pelo que eu vi no folheto, existe uma praia aqui perto, provavelmente as outras pessoas devem estar lá. 

 

Após uma ducha eu saí do quarto com o folheto mostrando onde fica a praia. Eu fui andando para uma pequena trilha, o que me levou a metade dos alunos. Não demorou muito para que eu conseguisse encontrar a Alicie, a mesma estava sentada da areia olhando para o horizonte. Andei até ela e me sentei ao teu lado e me sentei. Por início ela se assustou mas depois relaxou-se. 

 

— boa tarde, bela adormecida — Alicie ironizou e tirou os seus fones de ouvidos. 

 

— boa... pera aí, que horas é essa ? — perguntei para ela e a garota pegou o seu celular, verificando as horas na tela de bloqueio. 

 

— 13:00. 

 

—caramba! O que eu perdi ? 

 

— nada demais, só uma briga de duas garotas ao descobrirem que as mesmas estavam namorando o mesmo cara. — Exclamou como se fosse a coisa mais simples do mundo. 

 

— E quem era o cara ? — completamente tomado pela curiosidade, eu pergunto audacioso. 

 

— esse aí que está vindo para cá. 

 

Confuso, olhei para frente e me deparei com o Jhonathan. Que destino cruel ! Sua reação estava neutra, aparentemente ele saiu das águas a segundos atrás. 

 

—eae Alicie — o moreno estendeu a mão para ela em forma de cumprimento, e Alicie fez o mesmo. Após saudar minha prima, ele olhou para mim normalmente e estendeu a mão. — eae Matthew. — após ter extendido a mão, eu não fiz o mesmo. Acabei ficando confuso e não deixando de esconder a minha cara confusa para todos. 

 

—o que foi, tem alguma alga no meu cabelo? 

 

—n-n-não, quer dizer. Não, não é isto...— balbuciei, e ele acabou se despedindo e indo embora logo em seguida. 

 

—o que foi isso, Matt ? —Alicie, na mesma situação que eu, perguntou com um um de curiosidade. 

 

— nada, por que ?

 

—está gostando do Jhonathan? — após ela perguntar isso, eu acabei me engasgando com a própria saliva, acabando tossindo até um determinado tempo. 

 

— pff não — me levantei, e tentei esconder o máximo que a minha parte anal está doendo. Tirei minha blusa e a entreguei. — vou nadar, já volto...

 

Fui em direção ao mar, deixando-a para trás. Ainda bem que fugi dessa pergunta estranha ! Realmente, não sei o que sinto sobre ninguém. Eu estou fugindo dos meus problemas, de novo... eu encostei o meu pé nas águas é um calafrio chegou e corroeu-me dos pés a cabeça. Andei sem governo até em um lugar em que a água ficou em minha cintura, me sentei na areia e fiquei olhando para o mar.

 

Eu vi o Peter jogando baseball com algumas pessoas, inclusive sua namorada... acabei dando um suspiro. Sentimentos são fatais...


Notas Finais


voltei, e tchau irmãnzinhas lindas, até a próxima !!!!


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