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História Bibidi-Bobidi-Bu - Jikook - Capítulo 18


Escrita por: e JaoHoseok


Notas do Autor


Boa leitura!! Desculpa qualquer erro. Não esqueçam de ler as notas finais!!!

Capítulo 18 - Bibidi-Bobidi-Bu - A goodbye


Fanfic / Fanfiction Bibidi-Bobidi-Bu - Jikook - Capítulo 18 - Bibidi-Bobidi-Bu - A goodbye

Jungkook ficou bravo por eu ter brincado com ele. Qual é desse garoto? Não sei por que está bravo desse jeito. Eu que deveria ficar, pois ele brincou com a minha altura!

— Chegamos! — disse. Jungkook soltou o ar que estava prendendo. Ele não estava respirando. Esse garoto é extremamente estranho.

— Como eu saio... — nossas mãos se tocaram rapidamente. Jungkook arregalou os olhos sem dizer absolutamente nada.

Para quebrar esse clima tenso de apenas 15 segundos, resolvi me pronunciar.

— Por que está usando luvas?

— Para controlar os meus novos poderes. — disse. — O cocheiro irá abrir a porta, você não precisa abrir. Não abre por dentro.

— Então se eu tiver que vomitar, vou ter que esperar o cocheiro abrir? Porque a janela é pequena demais.

— Sim. — deu de ombros. — Você terá que gritar bastante, pois ele não ouve muito bem.

— Eu duvido. Ele parece ser novo.

— Duvida? — arqueou a sombrancelha. — Tente.

— Senhor cocheiro! Iremos nos atrasar.

— Senhor padeiro? Iremos nos casar? O que você está dizendo, garoto?

— Nada... — Jungkook estava segurando o riso. — Pode abrir a porta, por favor? Iremos nos atrasar.

— Por que não disse antes? — revirou os olhos.

— Estaremos aqui depois do pôr do sol, por favor senhor Smith, esteja aqui depois do pôr do sol. O senhor sabe o quão perigoso fica de noite.

— Sim, majestade. — fez uma breve revência e saiu.

— O que você vai comprar, Park Jimin?

— Presentes para as crianças, Taehyung e para mim. Vou comprar algumas coisas de comer para a casa da Fada Madrinha e...

— Casa da Fada Madrinha?

— Casa da Fada Madrinha? — imitei o moreno.

— Jimin!

— Jungkook!

— O que tem a casa da Fada Madrinha?

— Não tem nada! Eu falei errado. Eu quis dizer os ingredientes que vi no programa que a Fada Madrinha faz. O programa se chama "Lar da Fada Madrinha", eu apenas disse casa sem querer.

— Entendi. — gargalhou. — Por que está nervoso, Jimin? Está tudo bem? Se rosto está vermelho. — colocou a mão no meu rosto e eu bati na mesma.

— Eu estou bem, Jeon! Vamos logo.

— Ok, Park Jimin. — revirou os olhos.

Entramos em algumas lojinhas de artesanato. Era cada coisa mais linda que a outra, mas nada que me chamasse tanto atenção.

Jungkook queria comprar uma jóia para a mãe. Enquanto o mesmo estava distraído com a vendedora, fui até às outras prateleiras.

Um colar com um pingente de neve. Ele brilhava muito. Ele era lindo. Ele era perfeito.

— Achei o colar perfeito para a minha mãe! — disse Jungkook. — Obrigado, Jimin! Você tem um ótimo gosto. — Jungkook pegou o colar que eu havia gostado e analisou o mesmo. — É muito lindo. Senhorita, embrulha ele para mim.

— Sim, majestade.

— Se não fosse você, eu ficaria horas procurando o colar perfeito.

— Sim...

— O que foi? — a mulher entregou o presente para Jungkook e o mesmo deu o dinheiro. — Fique com o troco. Vamos, Park Jimin?

— Sim.

[...]

— O que você acha? — Jungkook e eu fomos até uma loja de roupas. Jungkook disse que as minhas roupas eram extremamente ridículas e que eu precisava comprar roupas novas. Eu não iria comprar, apenas para fazer birra. Porém, como eu não sou bobo e ele que está pagando, deixei a birra de lado e aceitei. Ele também iria comprar algumas roupas para as crianças.

— Tenho que admitir, você ficou bem em todas. É idiota, porém bonito. — minhas bochechas estavam queimando por causa da vergonha. Que porra Jimin, até parece que nunca recebeu um elogio!

— Isso serve para você também! Eu não sei qual peça de roupa irei levar...

— Pode levar todas.

— O quê? Eu sei que eu disse que iria abusar do seu dinheiro, mas essas roupas são caras demais.

— É um presente, Jimin. Meu presente para você, por ter ajudado o meu pai e não ter contado para ninguém sobre a gravidez.

— Bom, onde estão as roupas que separei para as crianças? — eu não havia guardado 100%. Taehyung sabia sobre a senhora Moon, mas Jungkook não precisa saber disso.

— Eu deixei com a mulher que estava no caixa...

— Certo.

Coloquei todas as roupas em cima do balcão. A mulher encarou-me esperando que eu pagasse.

— Ele vai pagar tudo. — digo apontando para Jungkook.

— Quanto que deu? — o mesmo revirou os olhos.

Assim que saímos da loja, Jungkook perguntou se eu queria que ele segurasse as sacolas e eu apenas disse que não precisava.

— Já compramos os presentes das crianças, roupas para vocês, comida e o presente do Taehyung. O que temos que fazer agora?

— Eu vou te pagar um bolo.

— Eba! — sorriu.

Depois de horas caminhando até a lanchonete com sacolas pesadas, Jungkook e eu estávamos sentados saboreando o bolo em silênco.

— O que aconteceu com os pais das crianças?

— Eu já te disse uma vez...

— Desculpe, eu não me lembro.

— Não quero falar sobre esse assunto, ok?

— Tudo bem. — deu de ombros.

— O seu nariz está sujo de bolo.

— Onde?

— Aqui. — o mesmo passou um pouco de chantilly no meu nariz.

— Você é tão clichê, Jungkook. — gargalhei. — Você tem sorte que eu estou um humor ótimo. Caso contrário, eu teria jogado todo o bolo no seu rosto.

— Você é agressivo, Jimin!

— Não sou nada, Jungkook-ssi!

— Jungkook-ssi?

— Esqueça.

— Nós poderíamos ser amigos. Você não é tão ruim como eu pensava ser.

— Jungkook, você tem algum problema? Você disse que poderíamos ser amigos naquela floresta, no mesmo dia me beijou. Depois nos tornamos inimigos, e agora quer ser meu amigo? Está sendo difícil entender você.

— Me desculpa.

— Desculpar pelo quê? Pelas coisas que me disse quando me beijou? Por tentar me matar? Por está me deixando confuso? O que você realmente quer Jeon Jungkook?

— Podemos sair daqui? — perguntou.

— Sim. — suspirei.

Jungkook me puxou até um banquinho, onde ficava um grande lago com a água cristalina.

— Você tem algum distúrbio mental?

— Jimin...

— Por favor, me diga. Porque eu não sei se te odeio ou se gosto de você. Eu quero entender você!

— Eu estou confuso, ok? Quando eu te vi, eu senti algo estanho, eu achei que fosse apenas coisa da minha cabeça. Eu sentia que tinha que ficar perto de você por algum motivo..., mas você não é a pessoa que eu tenho que ficar para o resto da vida, Jimin. Por isso eu te afastei. Aquele beijo... Eu precisava saber como era te beijar, antes que eu fizesse a maior besteira. Fazer com que você tivesse ódio de mim. Eu não vou mentir que também sentia um pouquinho de raiva por você, porque você consegue ser extremamente irritante.

— O sujo falando do mal lavado.

— A verdade é que talvez eu esteja gostando de você, mais do que eu deveria. E eu não posso sentir nada por você, porque estou destinado a viver com outra pessoa. E eu não quero me afastar de você, mas eu devo.

— Jungkook...

— Eu deveria ter deixado as coisas do jeito que estão, mas eu precisava me abrir para você.

— Eu também não quero me afastar de você, Jungkook. Sabe...Eu não queria admitir, mas todas as vezes que eu fui no castelo, é porque eu queria te ver.

— Desculpe, Jimin. Eu não queria que você gostasse de mim, mas é horrível fingir que não gosto de você. Eu não queria ferir seus sentimentos, mas nunca vamos ficar juntos.

— Jungkook, podemos tentar. Talvez esse negócio de prometido seja falso. Eu não duvidaria que o seu pai possa fazer isso.

— Não fale o que você não sabe, Park Jimin! Você não conhece o meu pai! Ele sofreu demais, por isso ele é assim.

— E você sofreu demais também, mas ele continua te tratando feito lixo! Acorda Jungkook, o seu pai não ama você. — gritei.

— Eu só não vou levar isso para o coração, porque eu sei que eu deixei você com raiva. Vamos embora, o cocheiro deve estar chegando.

— Então é assim? Eu confesso que gosto de você, e você confessa que sente algo por mim, e vamos embora como se nada tivesse acontecido.

— Eu sinto muito.

— Por que não podemos tentar?

— Porque eu não que te fazer sofrer quando eu encontrar a pessoa certa para mim. Jimin, você não é o amor da minha vida! Isso é passageiro.

— Mas você é o amor da minha vida.

— Vamos embora, Jimin.

— Eu vou sozinho, eu não quero ficar perto de você.

— Jimin, por favor. Nós podemos ser amigos.

— Quando você disse isso da última vez, você me beijou e nos tornamos inimigos.

— Eu só não quero perder você.

— Não quero ser nada seu, Jungkook. Vamos enterrar isso e fingir que nunca nos conhecemos.

— Tudo bem. — suspirou. — Eu posso te deixar em casa? É perigoso você andar de noite sozinho e você está cheio de compras.

— Ok.

[...]

— Pode me deixar aqui, Jungkook.

— Mas a casa do Taehyung não é aqui.

— Eu quero pegar um ar, por favor.

— Tudo bem.

O cocheiro abriu a porta. Olhei para Jungkook pela última vez. Suspirei e desci da carruagem.

— Jimin! Espera! — segurou meu pulso.

— O que foi, Jungkook?

— Vai ter um baile, para comemorar o aniversário da minha mãe. Você e as crianças estão convidados. Não recomendo levar o Taehyung... Mas eu posso ver o que faço.

— Obrigado, Jungkook. Mas eu acho que não estou com cabeça para baile.

— Eu entendo. Mas se você mudar de ideia, Vernon entregará o convite na praça principal. Se você não conseguir, pode ir até o castelo. — ele com certeza tem algum problema.

— Adeus Jungkook.

— Adeus, Jimin.


Notas Finais


Tradução do título: Um Adeus.

Consegui terminar antes de chegar sábado!! Beijos e até mais!!!! Lavem as mãos e não saíam de casa👉


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