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História Bibidi Bobidi Bu! (Jikook) - Capítulo 1


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Notas do Autor


não esqueça o comentário e o coraçãozinho!!!

Capítulo 1 - Salagadula


Jungkook andava de um lado para o outro, com os dedos entre os dentes sendo esmagados de tal forma que já estavam se tornando amarelados. Seus olhos estavam perdidos e sua respiração descontrolada. Como podia acontecer algo de tão ruim, justamente com o pobre Jeon? 

Milhões de pensamentos iam e viam em sua mente, um tanto quanto perturbada. Estava agitado demais para colocar alguma coisa em ordem e apenas de se lembrar do que havia visto, seu coração queria sair do peito e esmurrar a cara bonita de Min Yoongi, seu melhor amigo. Como podia ser tão traíra a esse ponto? Não foi ele quem jurou lealdade até o final da vida, para na primeira oportunidade o apunhalar pelas costas?

Quando, em dez anos de amizade, Jungkook imaginaria que seria feito de idiota dessa forma tão horrenda? Será que não se podia mais confiar em ninguém? 

– Se você der mais uma volta nesse chão, vai acabar fazendo buraco! – Taehyung disse ao revirar os olhos pela décima vez no dia. 

Na visão de Taehyung, Jungkook estava sendo extremamente infantil em dizer que Yoongi o havia apunhalado pelas costas e as mais trocentas e cinquentas expressões soltadas através de resmungos. Não conseguia enxergar onde o brilhante (e iniciante) rapper tinha errado para seu primo ter ficado tão puto

Quer dizer, até onde sabia, a paquera de Jungkook havia pedido para Yoongi fazer dupla com ela na apresentação de final de ano. Yoongi por não ser burro, aceitou, fazendo com que os dois passem boa parte do tempo compondo e cantando, causando muito ciúmes e incredulidade no Jeon. 

Não havia nada demais nisso tudo, não é mesmo? Oras, Yoongi estava apenas fazendo uma atividade com uma colega, Jungkook não precisava ficar com esse drama todo – Taehyung pensava a todo momento, se contendo para não gritar as palavras na cara do crianção

– Você não entende, Taehyung! Por que Ji Eun chamou Yoongi para cantar com ela e não a mim? E mais, por que Yoongi aceitou? – perguntou incrédulo, se sentando ao lado de seu primo na cama. 

– Não vejo nada demais, JK! Eles vão somente cantar e você sabe que não é tão bom cantando rap quando Yoongi – tentou da maneira mais calma que pode. 

Apenas a respiração do garoto estava o irritando durante a semana. Jungkook já era chato sofrendo por um amor não correspondido, agora havia "motivos" para sofrer em dobro e reclamar em dobro e estressar Taehyung (apenas Taehyung porque Yoongi… bem, Yoongi estava cantando no estúdio da escola com Ji Eun) em dobro. Sua vontade era desmaiar seu primo e deixá-lo acordar apenas quando o show de apresentações acabasse. Mas teria que mantê-lo desacordado por ainda uns cinco meses, provavelmente depois de três dias dariam por sua falta, afinal de contas, Jungkook falava até pelos cotovelos! Impossível não perceber sua ausência por muito tempo. 

Só o que podia fazer nessas circunstâncias, era pedir para qualquer deus ou deusa dar um rumo na vida dessa criança, porque não o aguentava mais e estava prestes a se demitir, quem sabe até fugir do país? Teria uma boa justificativa caso sua mãe mandasse militares a sua procura. 

– O que você acha que eles estão fazendo nesse exato momento, hyung? – perguntou JK fazendo um biquinho triste. 

Cantando? Compondo? Efeitos sonoros? A música? A batida? Treinando? – disse o óbvio em várias perguntas. Estava claro que o que havia entre os dois, era apenas parceria! Apenas Jungkook via coisas onde não tinha. 

Certamente o garoto dos cabelos castanhos e a carranca impaciente, não abriria mão de sua teoria maluca que nesse exato momento, enquanto ele sofria as pitangas, Yoongi beijava Ji Eun intensamente e com desejo, como sempre planejou em seus sonhos mais profundos. 

Veja bem, para você que está lendo e compreendendo todos os lados, pode até revirar os olhos (assim como Taehyung) e dizer que Jungkook está fazendo drama, mas para o adolescente de 17 anos, com os hormônios a flor da pele e o coração balançado por uma gata, era algo intenso e digno de lágrimas e sofrimento. 

Aparentemente apenas ele achava isso, porque a única coisa que seu querido primo Kim fez, foi se levantar avisando que iria embora resolver questões pendentes de algum trabalho da escola. Agora sim Jungkook se sentia traído. Como assim todos o abandonam sem mais nem menos? 

De duas uma: ou era extremamente legal e ofuscante, por isso todos resolveram lhe apunhalar pelas costas (perdão a repetição dessas palavras, mas é que são precisas! Só dava isso na cabeça nublado do garoto Jeon, e sou apenas um mero narrador contador de história) ou era chato demais e ninguém mais lhe aguentava. Jungkook se agarrava firmemente na primeira opção. Oras, teria que se dar o valor! 

Deitou-se na cama, afundando seu rosto no travesseiro deixando com que as lágrimas, antes presas com vergonha de seu primo, rolarem soltas por aí, vagando e conhecendo o tecido azul de sua fronha.

Ah! Como a vida estava amarga para o garoto. 

Seria tudo tão mais fácil se nunca tivesse feito dupla com a garota em seu primeiro ano do colegial, assim nunca teria reparado em sua beleza, muito menos em sua voz extraordinária, e não se sentiria hipnotizado por seus belos olhos e tentado a roubar um beijo de seus lábios muito convidativos; quem sabe se ele fosse um pouco mais cara de pau não a chamaria para um passeio? Mas tinha que nascer um bunda mole que tem medo da própria sombra? 

Como se não bastasse, seu choro era tão sentido que não demorou para vir os primeiros soluços, logo teria dores de cabeça mas mesmo sentindo suas têmporas pulsarem, não conseguia não derrubar a água salgada de seus olhos. Sentia muita dor para tentar impedir a cachoeira que escorria em seu rosto. 

Céus! Você está um caco! – Jungkook sentiu a cama afundar ao seu lado. 

A voz doce que invadiu seus ouvidos não foi reconhecida. Nunca a havia ouvido antes mas nem por isso não a achou graciosa. Deveria ser sua mente pregando peças ou quem sabe não criando uma voz e uma imagem para si próprio? Não seria mais apenas Jeon Jungkook, mas também a voz bonita de sua cabeça o que era até acolhedor para o garoto, mas também assustador.

Se levante e olhe para mim, querido! Preciso que você me olhe, poderei fazer com que sua dor suma – a graciosa voz fez o pedido. 

Okay, agora estava ficando estranho. Está certo que ter vozes em sua cabeça era até legal, imagina? Alguém crítico, poderia fazer com que 90% das burradas de Jeon sejam evitadas. Mas uma voz que mandava era demasiadamente esquisita. 

Quem estava sentado ao seu lado, havia acabado de se levantar porque a cama rangeu e passos apressados foram ouvidos para o que parecia, até a ponta da cama. 

O melhor a se fazer foi ignorar aquilo. Estava chorando demais para encaixar seus pensamentos e perceber que sua solidão no quarto não fosse uma tão solidão assim. 

Você não vai retirar sua cabeça desse travesseiro não? – silêncio. 

Okay, então faço as coisas do meu jeito! – aquilo pareceu ser ameaçador e era demais para Jungkook estar apenas imaginando. 

Além de se sabotar agora lhe auto ameaçava? Precisava de um psiquiatra para hoje, logo após o almoço. 

Alguns minutos se passaram e tudo continuava no silêncio, fazendo Jeon pensar que realmente foi tudo algo feito e criado por sua imaginação para disfarçar um pouco aquela dor e criar a sensação do medo, até que sentiu seu corpo formigar e incrivelmente, pontos brilhantes ao seu redor. Os pontos de luzes azuladas eram tão fortes, que mesmo parecendo um avestruz em seu travesseiro, conseguia vê-los. 

Salagadula mexegabula bibidi-bobidi-bu – o que era aquilo e o que aquelas palavras significaram? 

Jungkook não sabia e sinceramente, não queria saber, por isso desejou tudo em dobro para seja lá quem esteja o falando isso. 

Não deu tempo de pensar tanto, seu corpo estava sendo levitado no ar e em um piscar de olhos, estava sentado na beirada de sua cama, tendo a visão de um garoto com vestimentas azuis e cheias de brilho, segurando uma varinha branca. Jungkook achou o menino extremamente bonito e até tentaria arrancar seu número de telefone (porque a regra de “não se aproximar” servia apenas para Ji Eun) se as circunstâncias não fossem as mais esquisitas e apavorantes. 

O maluco do cabelo cinza, o olhava com divertimento, enquanto os pontos de luz estavam se apagando aos poucos e lentamente. 

– É sempre tão divertido! Vovó me disse que não preciso dizer a magia toda, apenas o final mas é tão fascinante ver as luzinhas! – se pronunciou e não, a voz não era da mente de Jungkook mas de uma pessoa real. 

Se é aquele garoto poderia ser considerado uma pessoa real, porque quem tinha uma varinha cuja ponta tinha faíscas de luz azul, roupas extravagantes daquela forma e faziam pessoas reais flutuar no ar? 

Jeon mal sabia o significado de fala, havia perdido ela. Estava hipnotizado pelo menino que invadiu seu quarto, sabe se lá como, e que profere palavras estranhas com uma voz incrivelmente adorável. Jungkook não sabia se sentia medo ou paixão, porque wow, ele é realmente muito bonito e o garoto dos cabelos castanhos se sentia horrível por pensar isso em um momento desses mas não conseguia evitar. 

Nem lágrimas tinha mais. 

– O que foi? O gato comeu sua língua? – exclamou o maluco. 

Jungkook estava hipnotizado. Como poderia estar na presença de Taehyung, reclamando sobre Deus e o Mundo e em instantes, um ser (JK ficou em dúvida, não sabia se podia chamá-lo de ser humano) com varinha e luzinhas aparecia misteriosamente em seu quarto?

Jeon não sabia se era muito azarado ou sortudo, porque veja bem, não é sempre que alguém aleatório invade sua casa, te fazendo flutuar no ar. 

– Ah! Claro! Quase ia me esquecendo! Muito prazer, Park Jimin, seu fada madrinha, de aluguel, devo ressaltar essa parte – seu sorriso era lindo, Jungkook já não sabia se era por ser alguém mágico ou simplesmente havia tido a sorte de ter traços tão belos e encantadores. 

Espera, como assim Jimin era uma fada madrinha se é garoto? 

De mil dúvidas e perguntas que poderiam passar pela cabecinha desregulada do menino Jeon, a única que parecia brilhar foi exatamente essa. Porque o brilho que rodeava todo o corpo dele, a varinha, as roupas azuis, cheias de glitter e com uma linda capa, quase transparente com um tom leve azul claro, não importavam! 

Espera, como você pode ser minha fada madrinha se é um homem? – Jimin o olhou indignado. 

Então nada importava para aquele nariguda a não ser uma classificação? 

– Ninguém esperava que viesse um garoto na família, não tiveram tempo de criar um nome masculino para fada – respondeu da forma mais desinteressada. Sua vontade era esmurrar aquele rostinho. 

E o que é que tem ser denominado como fada e não fado? Gostava muito disso e tinha total orgulho, afinal de contas é algo passado de geração em geração e se ele veio para quebrar a lei das fadas madrinhas, não se importava nada em continuar sendo chamadao com o final A, não mudaria quem era, muito menos seus objetivos. 

Poderia até lançar um feitiço para que seu nariz cresça ainda mais ou que aquele cérebro do tamanho de uma noz crescesse tanto que sua cabeça pendesse para o lado ou quem sabe para sempre sem seu amor verdadeiro? Mas não faria isso! Obviamente não arriscaria o posto de fada madrinha de aluguel por causa de um rapazinho metido a besta que se preocupa mais com coisas supérfluas

– Bom, não é sobre mim que vamos falar hoje, mas sim, sobre você, Narigudinho Lindo! – Jimin se sentou ao lado de Jungkook, esse que tocava as pontinhas de seu nariz com uma careta. 

Jungkook não sabia mais se achava a situação engraçada ou apavorante. Tinha uma fada (de aluguel, para deixar bem claro) em sua casa e não se lembrava de ter chamado uma, ou um no caso, ou seja lá o que; porém não se sentia muito horrorizado, estava até gostando do baixinho dos dentinhos tortinhos. Aquela varinha era bem hipnotizante na opinião de Jeon e os pontinhos azuis que o rodeavam, tornavam sua figura tão mais graciosa. 

Tenho que explicar algumas coisas básicas antes dos atendimentos gratuitos durante uma semana, porém você pode continuar com o plano, pagando apenas 2788,12¹ wons! – Jimin fez a oferta enquanto mexia suas sobrancelhas para cima e para baixo, com uma expressão bem sugestiva. 

Jungkook o olhou com uma careta. Como assim até às fadas não faziam tudo gratuitamente? Era só o que faltava! 

– Esse é o preço do meu lanche. Não vou comprar seus serviços de fada madrinha por tudo isso não, nem testei a semana grátis ainda! – respondeu incrédulo. 

Jimin sorriu para o garoto, mas sua vontade era de arrancar-lhe a cabeça. Quem negava serviços de uma fada por causa de lanche? (Jeon fazia o lembrar de sua prima distante, qual era mesmo o nome dela? Ária? Ella? Eriel? Alguma coisa assim) Fala sério! Jungkook não havia entendido ainda: Ele era uma fada! Poderia dar mil lanches de diferentes sabores e de graça ainda. Mas também não diria isso ao cabeçudo, não foi lá muito com a cara dele e talvez o melhor seja passar apenas uma semana ao seu lado. 

– Certo! Vamos para o que interessa então; qual é exatamente o motivo das suas lágrimas, meu caro? – Jimin segurou o ombro de Jeon, fazendo o garoto lhe olhar nos olhos. 

Okay, talvez Jungkook tivesse o cérebro do tamanho de uma noz, mas não poderia negar que ele era realmente muito bonito com suas pupilas iguais a jabuticaba e suas madeixas escuras e bem cortadas. Poderia ser um adolescente ao auge de seus 17 anos, mas tinha o rosto marcante e bem moldado. 

Os pequenos pontos de luz que rodeavam Jimin, foram de azul para vermelho. A cor brilhava e Jungkook não deixou de notar a mudança das cores. Resolveu perguntar mas o fada balançou a cabeça fechando os olhos, logo as luzinhas voltaram a sua cor original. 

Decidiu que deixaria para lá, quem sabe fosse algo relacionado a vontades como por exemplo, usar o banheiro? Talvez Jimin estivesse com dor de barriga mas não tivesse coragem de perguntar onde ficava o banheiro. 

Meu amigo está me traindo com o amor da minha vida! – Jungkook disse por fim, sentindo seus olhos lacrimejar.

Não choraria na frente de um fada, seria quase uma falta de respeito, certo? Quem chora na frente de um ser celestial e de pura magia por causa de uma garota mortal? 

– E por que você acha isso? – Jimin perguntou, já não segurava o ombro de Jeon. 

– A algumas semanas, foi anunciado o show de final de ano, com apresentações nossas. Eu sabia que meu amigo, Yoongi, participaria, seria quase um pecado ele não participar! o cara arrasa no rap. Fiquei contente quando ele anunciou que iria colocar o nome dele, mas aí meu grande amor, Ji Eun apareceu e pediu para que os dois fizessem uma dupla. Yoongi me contou sobre isso e eu realmente não liguei nos primeiros dias mas depois… – pausa para suspirar – … eles ficavam o tempo inteiro juntos. Intervalo? Yoongi e Ji Eun; Aulas vagas? Yoongi e Ji Eun; Finais de semana? Yoongi e Ji Eun! 

Jimin confirmou com a cabeça, mostrando que estava entendo a história. Não daria seu palpite agora, porque obviamente não queria cortar o fio da meada de Jungkook. 

– Sei que eles estão se dedicando ao máximo a música e que vai ser lindo, já que passam tanto tempo nela, mas poxa, não posso evitar que eles estão tendo um caso e… 

– Espera! Deixa eu ver se entendi bem: você acha que seu amigo está tendo um caso com a garota que você gosta, porque eles passam tempo demais trabalhando em um projeto? – Jimin não conseguiu não interromper o raciocínio do garoto. 

Jungkook poderia ter algumas partes do cérebro faltando, mas como assim ele levanta suspeita apenas porque duas pessoas estão empenhadas em algo? Sem contar que já estava a um bom tempo vigiando a vida do garoto boboca, que parecia ser mais legal (e mais feio) de longe, mas que Jimin descobriu ser menos legal e mais bonito de perto. Park já sabia de tudo o que estava acontecendo, tirando as lamúrias de Jungkook. A fada poderia até ter muitos poderes, mas com certeza, um deles não era a audição. 

Era óbvio que Yoongi não traia a confiança de Jungkook, mas a insegurança do garoto era incrivelmente e desnecessariamente por motivo algum. 

Talvez fosse, porque Ji Eun nem ao menos tinha muita ideia da existência do garoto. Apenas sabia que existia alguns Jeon Jungkook na escola e que um deles era amigo do garoto no qual iria fazer dupla no show de final de ano e que no começo do ensino médio, o garoto havia feio um trabalho e posto o nome dela 30 minutos antes da entrega. 

Obviamente Jungkook não precisava saber desse último fato (mesmo que Jeon já desconfiasse) e não seria Jimin quem contaria isso. 

– Sim – Jeon confirmou a pergunta do fada. 

Precisaria ter muita paciência com aquela criança. 

– Certo, primeiramente você tem que conversar com seu amigo e quando tirar suas dúvidas, vamos partir para a missão dois! 

– E qual seria a missão dois? 

– Conquistar sua garota, rapaz! – Jimin conseguiu ver um brilho nos olhos de Jungkook e algo iluminou seu rosto. 

Não deixou de notar na beleza espontânea que o rosto de Jungkook ganhou quando falou em conquistar Ji Eun e novamente as luzinhas a sua volta se tornaram vermelhas. 

Bom, fada… digo, Jimin… você não… não que ir ao banheiro? – Jungkook perguntou tentando ser delicado com Jimin, não queria tocar na ferida do ser carregado de magia. 

Jimin revirou os olhos, tendo ciência de que teria que suportar poucas e boas se quisesse fazer com que Jungkook não chorasse mais. 


2788,12¹ wons equivalem a 12 reais e 70 centavos 


Notas Finais


ᝰ 𝗧𝗮𝗺𝗯𝗲́𝗺 𝗱𝗮 𝗮𝘂𝘁𝗼𝗿𝗮 ⤵️

❝ 𝑱𝒂𝒏𝒕𝒂𝒓 𝒄𝒐𝒎 𝒐 𝑷𝒂𝒑𝒂𝒊 ❞  𝘑𝘪𝘬𝘰𝘰𝘬 (☑️)
https://www.spiritfanfiction.com/historia/jantar-com-o-papai--jikook-16479817

❝ 𝑼𝒎𝒂 𝑭𝒂𝒏𝒇𝒊𝒄 𝒏𝒆𝒎 𝒕𝒂̃𝒐 𝑭𝒂𝒏𝒇𝒊𝒄 ❞ 𝘑𝘪𝘬𝘰𝘰𝘬
https://www.spiritfanfiction.com/historia/uma-fanfic-nem-tao-fanfic-jikook-19440221

❝ 𝑺𝒑𝒓𝒊𝒏𝒈 𝑫𝒂𝒚 ❞ 𝘑𝘪𝘬𝘰𝘰𝘬 (☑️)
https://www.spiritfanfiction.com/historia/spring-day--jikook-17954064

❝ 𝑩𝒊𝒃𝒊𝒅𝒊 𝑩𝒐𝒃𝒊𝒅𝒊 𝑩𝒖! ❞ 𝘑𝘪𝘬𝘰𝘰𝘬
https://www.spiritfanfiction.com/historia/bibidi-bobidi-bu-jikook-19767353


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