História Bieber - Capítulo 14


Escrita por:

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Romance
Visualizações 114
Palavras 2.063
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Yuki-onii: Se há possibilidade? seráaaaa? kkk aqui está mais um capítuloo

Capítulo 14 - Chapter 14 - Darkness


Fanfic / Fanfiction Bieber - Capítulo 14 - Chapter 14 - Darkness


— Eu não posso acreditar que nós estamos no alto das montanhas. — eu rosnei para Branna e rapidamente olhei os arredores. 

Eu estava louca com ela por ter me trazido até aqui, mas quando notei a vista de Dublin à noite fiquei chocada que não tivesse vindo aqui antes só para olhar. Todas as luzes e manchas da escuridão dos campos eram apenas impressionantes. 
Branna revirou os olhos quando eu olhei de volta para ela.
— Nós estamos a dez minutos de casa. Vivemos na parte inferior da montanha então qual é a grande coisa sobre estar na parte mais alta dela? — perguntou Branna. 

Dei de ombros.
— Você disse que nós iríamos a uma boate, então achei que iria para a cidade no Temple Bar, Sin, ou até mesmo The Playhouse na parte baixa de Tallaght Bypass9, mas não subir essas montanhas de merda! — exclamei baixo e esfreguei meus braços nus para gerar algum calor. 
Branna revirou os olhos para mim novamente.
— Esse lugar é exclusivo; é localizado aqui porque um monte de gente com dinheiro que vem aqui não quer se aventurar perto da cidade ou em qualquer lugar assim. 

 Eu balancei a cabeça para ela. 

— Sabe, Branna, uma irmã mais velha normal levaria a sua irmã para jantar ou pediria comida ou até mesmo iria ao cinema quando tentasse faze-la se sentir melhor sobre ser atacada. Elas não trariam uma irmã mais nova triste para uma boate no subsolo. — eu assobiei enquanto estávamos em uma fila de espera para ser avaliada pelos seguranças da Darkness, uma boate subterrânea que era aparentemente muito exclusiva depois de ver a quantidade de pessoas que foram rejeitadas desde que Branna e eu entramos na fila. 

 Branna me mandou ficar quieta enquanto ela continuava olhando para frente. 

— Eu não tenho qualquer documento de identificação ainda. Acabo de completar dezoito anos, pelo amor de Deus, Branna, eles não vão me deixar entrar. — eu sussurrei em seu ouvido enquanto avançávamos na fila. 

 Eu estava começando a suar; eu não queria ficar constrangida por ser rejeitada na entrada do clube. Branna me trouxe aqui para me tirar do pavor que eu estava desde que Micah me atacou a uma semana atrás, mas me envergonhar não ia me ajudar de qualquer maneira.
 
— Feche a boca antes que eu acerte meu punho nela! — Branna estalou em um tom muito baixo que honestamente me assustou pra caramba. 
— Tudo bem. — eu murmurei e olhei para baixo. 

 Eu senti como se estivesse sendo castigada pelos meus pais. Eu bufei mentalmente para isso, então ofeguei quando a mão de Branna pressionou a parte baixa das minhas costas e me empurrou para frente. Olhei para Branna, então para frente; éramos as próximas, e os seguranças estavam esperando que nós aproximássemos.
— Branna, querida. — sorriu um segurança alto, com zero de cabelo e uma grande tatuagem preta em espiral circulando sua bochecha direita descendo para o pescoço e desaparecendo sob a camisa. 
Fiquei horrorizada. Branna esteve aqui antes; eu sabia disso porque ela tinha me contado quando eu perguntei a ela como sabia sobre o clube que eu nunca tinha ouvido falar, mas o que é pior é que este criminoso óbvio a conhecia, pela maneira animada que se dirigiu a ela. 


— Ele se parece com um serial killer, eu estou fora, porra! — eu assobiei para Branna e estava prestes a sair da fila, só para ela me segurar no lugar, colocar a mão em volta do meu quadril, mantendo-me ao seu lado. Estremeci um pouco, porque sua mão estava diretamente na minha contusão, mas eu fiquei quieta apesar da dor. 
— Ei Skull, esta é a minha irmãzinha. Seu aniversário de dezoito anos foi há algumas semanas. Pensei em traze-la para assistir a luta e tomar sua primeira bebida alcoolica como uma adulta. — Branna falou, fazendo Skull dar risada. 
— Ela conhece as regras do clube? — ele questionou. 

 Branna assentiu com a cabeça.
— Sim, eu passei por elas duas vezes e a fiz deixar seu telefone em casa, assim não pode fazer vídeos ou tirar fotos. 
Skull acenou com a cabeça para Branna e piscou em minha direção. Eu me perguntei se ele ainda me pediria minha identidade, em seguida, me perguntei de qual luta Branna estava falando e por que eu não podia ter um telefone para tirar fotografias ou vídeos. Skull me deu uma olhada de cima a baixo e sorriu para mim, conseguindo toda a minha atenção, antes de assentir para Branna e eu ao passarmos pela corda vermelha e para dentro do clube. 

— Fale para John carimbar vocês duas para bebidas grátis. — Skull falou atrás de nós. 

 Branna olhou por cima do ombro.
— Obrigada, querido. — ela sorriu para Skull. 

 Skull. 
Meu Deus, seu nome era realmente Skull (Caveira em inglês). 
O nervosismo de ser rejeitada passou e no seu lugar o medo me atormentou quando Branna segurou minha mão e me levou para descer quatro lances de escadas. Esta era, literalmente, uma boate no subsolo, estávamos profundamente na montanha. Para ser honesta, isso me assustou mais do que um pouco. 

— Eles devem ser horríveis para subir quando você está bêbado.  — eu expressei meu pensamento em voz alta, quando eu olhei para os degraus. 
— Eles são. — Branna respondeu com uma gargalhada. 

 Quando chegamos ao fundo das escadas, havia duas enormes portas negras. Elas estavam fechadas e na frente delas havia dois seguranças enormes. 

— O-oi. — sorri quando eles olharam para mim e Branna. 
— Skull disse para você nos carimbar, John. — Branna disse sorrindo. 
 O homem à minha direita riu, então eu imaginei que ele fosse o John.
— Você tem o Skull  amarrado quando mostra as suas pernas bonitas, Branna. O pobre rapaz não pode pensar direito. 

Branna riu.
— Seja como for, ele só gosta de mim porque eu sou sua companheira de seus erros. 
John bufou e disse:
— Sim, certo. 
 Depois eles acenaram para nós, e notei Branna levantando seu braço direito e assim eu fiz o mesmo com o meu. Os seguranças pegaram um carimbo de seus bolsos e viraram as nossas mãos e em seguida carimbaram no interior dos nossos pulsos.
“Grátis” estava marcado no meu pulso em tinta grossa preta. O segurança que me carimbou pegou meu outro pulso e carimbou um selo diferente. Quando eu olhei para o meu pulso esquerdo, Darkness estava escrito na minha pele com a mesma tinta grossa preta. 
 Eu segurei minhas mãos por alguns segundos sem querer me sujar com a tinta, mas acho que ficou praticamente seco imediatamente, então não precisava me preocupar. 
— Divirtam-se na Darkness senhoras. — disse John com um sorriso e empurrou as portas duplas para o lado. 

 Eu pulei quando a batida da música encheu meus ouvidos. Isso me assustou, a área da escada e porta estava mortalmente quieta até que as portas se abriram para o clube. Elas eram seriamente à prova de som, porque quando elas estavam fechadas você honestamente não podia ouvir uma coisa de fora. 
 Branna me levou para o clube. O nome Darkness era adequado, porque a entrada era praticamente preta até que os flashes das luzes estroboscópicas atacaram meus olhos.

 Eu abaixei minha cabeça e me encolhi perto de Branna. 

— Este lugar é o pior pesadelo de um epiléptico. — eu gritei para ela. 

 Eu senti as vibrações de seu corpo, indicando que ela estava rindo, mas eu não podia ouvi-la por causa da música que estava tocando realmente muito alto nos meus tímpanos. Mais uma vez me encolhi perto de Branna quando a visão de uma enorme multidão de pessoas balançando seus corpos chamou minha atenção. 
 As luzes estroboscópicas faziam tudo parecer louco. Era como se eu estivesse sonhando e tudo estivesse acontecendo em câmera lenta. As mãos de Branna envolveram as minhas quando ela me levou para a esquerda da pista de dança, e foi aí que vi uma enorme faixa que se estendia por toda a sala, só parando a poucos metros de distância de uma área escura do clube. 
 Eu me inclinei para Branna, colocando minha boca no seu ouvido.
— Para que é aquela área? — eu perguntei, apontando para a área escura. 

 Branna olhou para a área, em seguida, de volta para mim, e sorriu. 

— Isso, minha querida irmãzinha, é onde as meninas molham suas calcinhas com a mera visão de homens grandes, maus e assustadores. 
 Senti o sangue escorrer do meu rosto. 
— Trata-se de um clube de sexo? — eu gritei, horrorizada. 

 Branna riu da minha expressão facial e balançou a cabeça.
— Não, não é um clube de sexo. — ela riu e se inclinou em meu ouvido e disse. — Na verdade é um clube de luta secreto. 

 Eu me inclinei para trás e olhei para Branna.
— Um clube de luta secreto? — eu repeti e ela balançou a cabeça. — Um clube de luta real? Como no filme Clube da Luta? — eu questionei com minhas sobrancelhas levantadas. 

 Branna me fez assistir esses filmes. Ela estava realmente por dentro dessa coisa toda de luta secreta, e eu gostava de assistir os filmes, mas estar aqui em um clube real de combate secreto era realmente um pouco assustador. 

— Caitlin, quantas vezes eu tenho que te dizer? Você não fala sobre o clube da luta. — Branna sorriu. 

 Revirei os olhos.
— Eu não sei se estou confortável com isso. 
 Branna suspirou.
— Tudo vai ficar bem, você pode ficar aqui atrás e assistir a luta. Você não tem que circular.

 Eu balancei a cabeça.
— Tudo bem. 
 Branna sorriu.
— Estou falando sério, porém, sobre o que eu disse antes. Você não fala sobre o clube da luta; este lugar é bem conhecido, mas apenas para certas pessoas. E é ilegal além de tudo. 

 Eu fiquei boquiaberta com Branna.
— Eu pensei que você estivesse apenas se referindo ao filme! 

 Branna riu.
— Eu estava, porque eu sempre quis dizer isso, mas na verdade se aplica a esse lugar. Não fale sobre esse clube de luta, nunca. Era sobre isso que Skull estava falando lá fora; este lugar é muito exclusivo, por isso não fale sobre ele. Para ninguém, tudo bem?  

 Eu não falava com ninguém, então não teria alguém para contar, mesmo que eu quisesse, mas ainda assenti com firmeza. Eu não podia acreditar que minha irmã mais velha tinha me levado a uma boate que tolerava atos ilegais. Era estranho, assustador e meio emocionante ao mesmo tempo. 

— Então, o que fazemos aqui? — eu gritei. 

 Branna riu quando ela se virou, gritou algum pedido a um homem atrás do bar e, em seguida, virou-se para mim. 

— Nós bebemos, dançamos, assistimos caras quentes lutarem, e temos um inferno de um bom tempo de merda. — Branna aplaudiu. 

Comecei a rir, graças a Deus ela continua sendo minha irmã desde que se tornou minha guardiã. Teria sido horrível se ela caísse completamente no papel de ser a minha mãe e meu pai. Eu não teria, literalmente, ninguém para me apresentar a qualquer coisa selvagem, e eu certamente não teria ninguém para fazer coisas estúpidas comigo. 

— Eu nunca bebi antes, então o que eu vou pedir... 

— Eu já pedi uma garrafa de WKD azul, tem pouco álcool. Não quero que você saia bêbada daqui comigo. — Branna bufou. 

 Dei de ombros; eu confiava nela, então, seria WKD. 

— Tudo bem. 

 Quando o garçom voltou com um copo cheio de líquido azul brilhante e o que parecia ser um copo de Coca-Cola, lambi meus lábios. Branna mostrou-lhe o pulso direito que tinha estampado grátis nele. O barman assentiu e, em seguida, olhou para mim, então eu mostrei a ele meu carimbo, e ele assentiu novamente antes de sair para pegar mais pedidos. 

— Como conseguimos o carimbo grátis? — inclinei-me e perguntei à Branna. 

 Ela sorriu.
— Eu costumava ter uma coisa com o Skull, mas isso foi a muito tempo atrás. Agora ele sai com Aideen. 

 Eu assenti, Aideen era amiga de Branna desde que estavam na escola primária, ela também era a irmã mais velha de Gavin.
 
— Sim, por isso somos todos muito bons amigos. Vale a pena ter amigos como ela, literalmente. — disse Branna e gesticulou para as nossas bebidas, o que me fez rir. 

 Ela me entregou o meu grande copo de líquido azul e me observou tomar um gole. Ela riu quando eu arregalei os olhos e de repente tomei um gole enorme. 

— Tem gosto de refrigerante gelado. Nós costumávamos beber quando éramos mais jovens, lembra? — eu falei com sentimentalismo. 

 Branna riu e acenou com a cabeça.
— Eu me lembro, mas vá com calma, há álcool nisso, mesmo que não tenha sabor. 



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