História Bieber 2 - Extras - Capítulo 10


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Categorias Justin Bieber
Tags Ação, Drama, Romance
Visualizações 252
Palavras 1.538
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Did you give me a dog?



— Quer saber? Eu não vou lidar com seu “eu” sarcástico hoje; é a merda do meu aniversário, eu tenho vinte e um anos. É o meu dia, não seu, então vai se foder.   

Eu teria adorado se meu cabelo estivesse solto, assim poderia jogá-lo, esta era a porra do momento perfeito para jogar o cabelo. 

— Ohhh, isso é realmente um “é meu aniversário e eu vou chorar se eu quiser pelo tipo de dia que você está tendo”. Apesar disso, vou fazer você ficar em um humor comigo, que não seja chorando.   

Cheguei à frente e empurrei Justin no peito. 

— Eu não posso fazer nada se eu sou coração mole e choro fácil, certo? Se eu fosse coração duro, eu nunca teria namorado sua bunda ianque estúpida.  

Justin sorriu.

— Você não está me insultando.  

Droga. 

— Eu nunca virei aqui com você novamente, eu espero que você saiba disso.  

Justin deu de ombros.


— Eu não vou trazer você aqui novamente. Você é uma merda ainda pior do que Branna, e ela é uma menina completa, quando se trata de esportes.  

 Ok, já chega, eu não estava falando com ele. 

 Mostrei-lhe o dedo, em seguida, sentei-me e cruzei os braços sobre meu peito. Justin bufou, enquanto rolou outro maldito golpe. Isto continuou durante o resto do jogo estúpido. Justin conseguia strike, spare, ou derrubava um monte de pinos. Eu, por outro lado, derrubei quatro ou cinco pinos, durante cada rodada. Cinco se eu estivesse com sorte. 

Justin estava certo. 
Eu era uma merda. 
Porém, não ia admitir isso em voz alta para o bastardo.
 
— Rabugenta mal-humorada, é a sua rodada final.  

Eu resmunguei enquanto me levantava.


— Sua pontuação é de cento e três, a minha é de vinte e três... eu acho que nós dois sabemos que você ganhou.  

Justin sorriu.


— Apenas vá jogar sua última rodada.  

Eu ia, mas eu ia fazer isso com uma atitude. 
Eu estava prestes a jogar a minha bola quando uma mulher da minha idade apareceu ao meu lado. Ela era um pouco mais alta que eu, com cabelos de comprimento no quadril, loira branca e grandes olhos azuis. 

Ela era muito bonita. 

— Ei, eu sou Jo.  

Eu sorri.


— Caitlin. 

— Eu espero que você não se importe que eu diga, mas você está fazendo isso errado. Não pude deixar de notar o seu jeito, e uma vez que seu irmão não vai ajudá-la, eu vou.

Meu irmão. 

Ela achava que Justin era meu irmão? 
Revirei os olhos mentalmente, porra, isso acontecia muitas vezes comigo. 
Entendi, tudo bem! Justin era incrivelmente quente, e eu era a namorada caseira, que se  encaixava mais como sua irmã do que sua namorada. 

Que seja. 
Decidi ser gentil com a garota porque eu precisava de toda a ajuda que pudesse conseguir. Olhei por cima do ombro para Justin e sorri.


— Jo aqui vai me ajudar a jogar, porque você, querido irmão, não vai.

 
Eu podia ver a diversão no rosto de Justin quando ele me acenou para ir em frente. 

Voltei-me para Jo e disse


— Ensine-me, oh sábia.  

Jo sorriu e moveu-se para trás de mim; ela estendeu a mão e tocou a minha, em seguida, colocou a mão esquerda no meu quadril para me firmar ou algo assim. 

— Tudo bem, mantenha o corpo reto, puxe o braço para trás e balance, mas não com tanta força, pois você perde o equilíbrio. Eu vi você, e você move todo o seu corpo para frente quando você joga a bola. Apenas mova o seu braço de arremesso, mantenha o resto do seu corpo em linha reta. 

 Oh. 

Isso explica por que eu errei tanto nas minhas duas primeiras tentativas de jogar a bola. 

— Tudo bem, então puxe para trás... balance para frente... e solte.  

Fiz o que Jo disse, e eu me senti como se todo o boliche estivesse assistindo a bola zunir para baixo da pista. 

Eu pulei quando a voz da máquina gritou: STRIKE!
Eu tenho um strike. 
Porra, eu tenho um. 

— Isso! — eu gritei e instantaneamente virei e abracei Jo, que me abraçou de volta e saltou para cima e para baixo comigo.

Afastei para agradecê-la e a coisa mais estranha aconteceu.
Ela me beijou. 
Ela. Me. Beijou. 

— De nada, aproveite o resto do seu jogo. — Jo sorriu e saiu como se ela não tivesse me beijado na boca. 

Eu pisquei algumas vezes, então virei para Justin com a minha boca aberta e o encontrei rindo com seu telefone apontado na minha direção. 

Aquele filho da puta estava me filmando? 

— Apague isso! — rosnei e limpei minha boca. 

Justin rapidamente bateu na tela do seu telefone, em seguida, pulou.


— Tarde demais. Meus irmãos, sua irmã e Alyssa já viram você ser agarrada e beijada por uma garota.  

Fiquei vermelha de vergonha. 

— Seu desgraçado, por que você fez isso?   

— Porque essa foi a merda mais engraçada que eu já vi em toda a minha vida. Essa garota olhou para sua bunda mais do que para o seu rosto. Ela estava literalmente a fodendo com o olho.  

Será que a mortificação nunca vai parar? 

— Eu estou indo embora!   

Justin se levantou e colocou os braços em volta do meu corpo impedindo-me de distanciar. 

— O jogo ainda não acabou.  

 Sério? 

—Eu joguei Boliche suficiente para durar uma vida inteira...  

— E o seu presente?   

 Oh, aquele bastardo. 

— Eu fiz o que você pediu - eu joguei o jogo... agora, onde está?

Justin riu.


— Hum...está no final da nossa pista. 
 
Como é que é? 

— Desculpe?   

— Eu fiz você trabalhar pelos seus outros presentes, qual a diferença desse?   

Eu gemi em aborrecimento. 

— O que aconteceu com apenas dar um presente a alguém e dizer, aqui para você, feliz aniversário? 

— Isso é chato.  

Revirei os olhos.


— Isso é uma coisa que você não é. Esse dia me esgotou, e é só depois das cinco. O que você acha que é excitante, não é minha ideia de excitante.  

Justin suspirou.


— Basta ir buscar o seu presente, eu prometo esta será a parte mais excitante do seu dia.  

 Oh? 

— Eu tenho que andar na pista? Eu não vou entrar em problemas?  

Justin riu.


— Não, quem vai dizer alguma coisa para você?  

— Huh, os funcionários. 

— Ryder veio e colocou o presente no fim da nossa pista. Ele falou para eles o que estava acontecendo.  

Engoli em seco.


— E eles concordaram?   

Justin deu de ombros.


— Você não concordaria com Ryder?  

— Eu não concordo com ele o tempo todo.  

— Mal exemplo, você não tem medo de mim e meus irmãos, mas a maioria das pessoas tem. Os funcionários não vão dizer nada e se o fizerem, eu vou ter uma palavra com eles. 

Oh, homem assustador. 

— Tudo bem, deixe-me ir para que eu possa acabar com isso. 
 
Justin me soltou, bateu na minha bunda e me enviou no meu caminho. 

Fui até a pista e subi na faixa de passeio que o pessoal deve usar, para que eles não caiam. Eu andei todo o caminho para onde os pinos ficavam alinhados e me agachei. 

— Onde diabos está o meu presente? — eu murmurei. 

Inclinei-me todo o caminho até que eu estava deitada na minha barriga e olhando por baixo da máquina de pinos. Eu vi uma corda azul e prata com uma coleira no final dela. 

Uma guia? 
Estendi a mão para ela, mas meus braços eram muito curtos para agarrá-la. Eu cuidadosamente movi para a pista escorregadia e me aproximei dos pinos. Cheguei para o lado e agarrei a guia com a minha mão, então eu me levantei. 

Examinei a guia com olhos confusos. Olhei para a coleira, em seguida, para a placa em branco que tinha a forma de osso. 

Um cachorro? 

— Por que ele iria me comprar uma guia se não temos um....Oh meu Deus!   

Virei-me para Justin. 

— Você me deu um cachorro? — eu gritei.


Ele estava de pé no final da pista e me filmando novamente em seu telefone. 

— Eu te dei um cachorro.  

 Oh, meu Deus! 

Eu gritei de alegria, em seguida, saltei para cima e para baixo, mas pular para cima e para baixo em uma pista de boliche não foi uma jogada inteligente. 

Sério, nunca faça isso. 

Eu escorreguei e caí para trás na minha bunda, colidindo com os pinos e derrubando-os. Eu gemi e rolei para fora do caminho, bem quando a máquina desceu para colher os pinos. 

— Isso dói. — eu gemi e me arrastei até o caminho que eu tinha andado pela pista. 

 Levantei-me, coloquei minha mão no meu traseiro e comecei a caminhar de volta para Justin. Olhei para cima e olhei para ele. Ele estava de joelhos me gravando, mas ele estava rindo. 

— Isso não foi engraçado. 

Notei que Justin estava chorando quando cheguei a ele. 

Chorando de rir. 

— Isso foi hilário. 

 Bastardo. 

— Eu acho que eu quebrei a bunda. 

Justin se levantou e me deu um abraço apertado.


— Nunca há um momento de tédio com você, menina bonita.  

Eu resmunguei.


— Tão feliz por divertir você.  

Justin se afastou e bufou.


— Você fez um strike quando você derrubou todos os pinos com a sua bunda. 
 
Típico, muito típico. 

— Valeu a pena. Você me deu um cachorro!   

Justin deu um beijo na minha cabeça.


— Eu te dei um cachorro.  

— Onde?   

Ele sorriu.


— Em casa. 

— Por que ainda estamos aqui então? Vamos!    



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