História Bieber 2 - Extras - Capítulo 8


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Categorias Justin Bieber
Tags Ação, Drama, Romance
Visualizações 159
Palavras 1.703
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Third gift



— Desde quando você quer que eu controle o meu temperamento? —Justin encolheu os ombros. 

— Desde que nós fizemos vinte anos e suas birras deixaram de ser fofas. 

Bem, me desculpe. 

— Birras nunca são fofas. 

Justin sorriu.


— Pare de fazê-las então. 

Idiota. 

Eu respirei fundo e exalei. 

— Podemos chegar ao seu piquenique de aniversário agora? É bem depois da próxima curva.  

Engoli em seco.


— Um piquenique? Vamos para um piquenique?   

Nós nunca fomos a um piquenique antes! 

— Nós vamos. — Justin sorriu. 

Inclinei-me para cima e o beijei com força na boca, e como sempre nossa discussão com xingamentos e ameaças foi esquecida...até a próxima vez que lutarmos. 
Justin se levantou em seguida me ajudou a levantar. Nós descemos pelo caminho e ao redor da curva até onde Ryder estava sobre um belo piquenique montado. 

— Huh...ei Ry.  

Ryder piscou para mim, em seguida, virou-se e saiu sem dizer uma única palavra. 

Olhei para Justin. 

— O que foi isso?   

Justin deu de ombros.


— Ele arrumou isso, então ficou de guarda até chegarmos. Ele foi para casa agora.  

Fiquei embasbacada.


— Ele dirigiu uma hora de casa só para vir até a cidade para montar um piquenique para nós?   

— Sim. 

— Deus, eu amo os seus irmãos.  

 Justin riu.


— Eles também te amam.  

Eu pulei para o piquenique e me sentei. Justin riu e sentou-se à minha frente. Ele abriu uma cesta enorme, enfiou a mão dentro e comecei a rir quando ele retirou um balde de pedaços de frango KFC. 

— O quê? Você acha que eu posso sobreviver a este dia com seus sanduíches? Por favor. 

Eu balancei minha cabeça ainda rindo enquanto ele pegava alguns pratos de papel, guardanapos e garfos de plástico e os colocava à nossa frente. Sentei-me pacientemente enquanto ele derramava batatas fritas no meu prato seguido de pedaços de frango e feijão. 

— Isso cheira tão bem!   

 Justin olhou para cima e me deu um olhar compreensivo. 

— É coisa de uma vez só, está bem?  

 Revirei os olhos. 

— Estou falando sério, cada vez que você come fast-food você reclama sobre o ganho de peso.  

— Comida gorda. — eu murmurei.


— O quê?   

— Devia chamar comida gorda não fast-food, a pessoa que adicionou o “s” era um filho da puta inteligente. 

Justin riu.


— Você ficou seis semanas sem pisar dentro de um Mcdonalds, Burger King ou até mesmo um KFC. Você está incrível, e você perdeu um número no manequim para mostrar isso.  

Eu olhei para ele.


— Como você sabe que eu diminuí um número no meu manequim?  

Justin deu de ombros.


— Você compra sua roupa no ASOS no meu cartão de débito, e usa minha conta. Recebo um e-mail com seu pedido e ele me diz seus tamanhos e os itens que você comprou.  

Eu resmunguei mentalmente. 
Eu não era inteligente com computadores, e-mails ou cartões de débito. Sempre que eu precisava deles, só usava as contas de Justin para tudo. Eu lhe dava o dinheiro, é claro; eu não sou esse tipo de namorada. 

— Eu perdi um tamanho em cima, não em baixo.  

Justin sorriu. 

— Não é uma coisa boa, minha bunda é...  

— Perfeita do jeito que é. — Justin me cortou conforme ele servia sua comida. — Você se estressa por ter um corpo em forma de pera, por ter uma bunda grande, porque você tem quadris largos, bem, é hora de simplesmente aceitá-la totalmente e seguir em frente, você não pode mudar sua estrutura óssea. 

Eu resmunguei. 

— Infelizmente. 

Justin ficou horrorizado.


— Você tem uma bunda, uma bunda gorda. Eu a amo, assim como os caras que te checam.  

— Ninguém me checa.  

 Justin rosnou.


— Confie em mim, eles fazem. Por que você acha que eu odeio vir para a cidade com você? Eu uso um balde cheio de autocontrole para não bater nas pessoas.  

Eu bufei.


— E as pessoas dizem que eu tenho problemas de raiva.  

Justin sorriu.


— Eu sei que tenho um temperamento ruim, mas você também. É por isso que somos uma combinação perfeita. 

— Uma combinação do inferno, de acordo com Branna. 

— Como se ela pudesse falar.  

Eu ri e abri uma garrafa de Coca-Cola que Justin me entregou. Ele tinha mais frango em seu prato do que eu, porque ele pode comer mais, mas eu estava curiosa para saber por que ele estava mesmo comendo essa comida primeiramente. 

— Sem aipo ou bifes escondidos aí dentro? — eu perguntei olhando para baixo, bisbilhotando na cesta de piquenique. 

Justin sorriu.


— Como eu disse, é coisa de uma vez só.  

Eu suspirei.


— Você vai trabalhar tudo isso fora mais tarde, e eu não vou.  

Justin mordeu o lábio inferior antes de soltar e disse


— Você poderia malhar comigo, sabe?   

 Eu ri, mas parei quando eu vi a expressão de Justin. 

— Você não pode estar falando sério.   

Justin me deu um olhar severo.


— Você tem que cuidar do seu corpo, e sinto muito dizer isso, mas você está fora de forma amor. 


Eu fiz uma careta. 

— Eu não estou te chamando de gorda, antes de você cair em mim. Eu só estou dizendo que não faria mal você ser capaz de subir escadas sem perder o fôlego. 

Eu estava mortificada porque era verdade. 

Eu estava muito fora de forma. 

Eu fiz uma careta.


— Você iria com calma comigo, né?   

O repentino sorriso de Justin aqueceu meu coração - ele ficou chocado que eu estava pensando nisso. 

— Claro que sim, eu vou fazer para você um programa de exercícios e uma dieta de principiante. 

A palavra “dieta” me desanimou. 

— Eu não vou comer comida de coelho. Você estaria morto em uma semana depois de me transformar em um monstro e me enfurecer por comida de verdade.  

Justin começou a rir.


— Você não vai comer comida de coelho, você vai comer a mesma comida que eu, apenas em pequenas porções. Você ainda pode ter pequenos deleites e até mesmo uma refeição liberada uma vez por semana.  

Justin tem todas as semanas uma refeição liberada, era a mega promoção de comida no Four Star Pizza, era para uma família de quatro, mas ele podia terminá-la sozinho. Nós nunca fazíamos sexo na noite da refeição liberada, mas parece valer a pena para ele, mesmo se ele entra em coma alimentar depois que ele come. 

— Está bem. Tudo bem, eu vou fazer isso... mas não hoje. Segunda-feira.  

Justin assentiu com a cabeça. 

— Ótimo, você pode até tentar Pilates ou algo assim, se você quiser.  


Em uma dieta? 

— Eles são permitidos?   

Justin franziu as sobrancelhas.


— É um exercício, Caitlin. Pilates.  

— Pilates? Oh, Jesus Cristo, não. Pensei que tivesse dito torta e café com leite (Em inglês ppie and lattes).  

Justin me olhou como se eu tivesse uma cabeça extra, então eu dei de ombros e disse


— Eu gosto de comida. 

Eu sorri e então coloquei um pouco de feijão em três batatas antes de os colocar em minha boca para provar o meu ponto. 

— Você não vai usar um garfo...não é? 

Eu mastiguei e engoli minha comida.   

— Para comer batatas fritas e frango? Cara, não. 

Justin rosnou.


— Pare de dizer cara. Eu não digo cara!   

Engoli minha comida e disse


— Desculpe mano, isso não vai acontecer novamente.  

— É irritante que você possa imitar o meu sotaque tão perfeitamente agora. 

Eu bufei.


— Eu o ouço latir 24 horas por dia, sete dias por semana, é claro que eu peguei isso.  

Justin murmurou algo sob sua respiração e então começou a comer sua comida. 
Eu tomei um gole da minha bebida quando olhei para a minha esquerda e sorri.


— Justin. — eu sussurrei. — Olha. 

Justin virou a cabeça e seguiu o meu dedo estendido apontando para o lago que estava a vinte metros de distância de onde nos sentávamos. 

— Isso é um monte de patinhos.  

Eu gritei um pouco.


— Eles são tão fofos, eu só quero apertá-los! 

A expressão de Justin era insegura quando ele olhou para mim.
 
Eu ri alegremente.


— Eu não vou, de verdade, não se preocupe.  

Eu olhei de volta para a pata mamãe e seus bebês enquanto ela rebolava ao redor e eles a seguiam em uma fila perfeita. 

— Você pode imaginar crianças humanas indo atrás de sua mãe em fila assim?  

 Justin riu.


— Seria muito divertido ver isso.  

Eu ri e continuei a comer minha comida. Depois de alguns momentos, me abaixei na minha bolsa e tirei o livro que Justin me deu. 

 Ele riu.


— Você gosta tanto dele que você quer ficar apenas olhando para ele?   

Olhei para cima e sorri.


— Eu amo isso, você não tem ideia do quanto. Eu ainda amo todos os brutos...mas precisava honestamente dizer que me ama, porque eu dou-lhe boquete, quando eu estou menstruada?   

Justin assentiu com a cabeça.


— Claro, você é tão atenciosa durante a semana do seu  período. 

Comecei a rir. 

Ele era tão estranho. 

— Bem, eu o adorei, é o melhor presente de todos. 

Justin sorriu.


— Você não recebeu o seu terceiro ainda.  

Outro presente! 

— Onde está? — perguntei. 

Justin acenou para o balde de frango, então eu me inclinei e olhei para dentro do balde.  Senti meus olhos se arregalarem quando eu vi uma caixa retangular preta no fundo do balde. 

Eu senti meu lábio inferior tremer em seguida. 

— Você colocou o meu presente embaixo do frango? Você é tão romântico.  

Justin riu quando funguei, enfiei a mão no balde e levantei o meu terceiro presente de aniversário. 

— Obrigada. — eu disse a Justin, que apenas balançou a cabeça para eu abrir a caixa. 

Eu respirei, em seguida, lentamente levantei a tampa da caixa. Avistei a corrente do meu colar primeiro e coloquei a mão dentro e o levantei para que eu pudesse ver o que era o pingente. 

Eu parei de respirar quando eu peguei um vislumbre do pingente de coração. Não era apenas um coração plano em forma de pingente normal - tinha hologramas de imagens na parte da frente e de trás. 

— Meus pais. — eu sussurrei enquanto deslizava os dedos sobre o rosto holográfico da minha linda mãe, então, passei a fazer o mesmo sobre o do meu pai. 

— Eu sei o quanto você sente falta deles e quanto uma parte do seu coração eles são. Eu queria algo deles que você pudesse transportar e manter perto do seu coração. Alyssa me ajudou a projetá-lo, já que ela é ótima com desenhos e essas merdas...você gostou?   

 Gostar não expressa isso.



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