História Bieber 2 - Extras - Capítulo 9


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Categorias Justin Bieber
Tags Ação, Drama, Romance
Visualizações 228
Palavras 1.757
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Strike!



— Palavras não podem expressar... — eu interrompi quando um soluço escapou da minha garganta. 

— Baby, eu não quis fazer você chorar tanto em seu aniversário.  

— Pare de me dar presentes de valor inestimável que eu adoro, então! — eu retruquei através das minhas lágrimas e engatinhei até ele. 

Justin apenas sorriu para mim e abriu os braços. Eu passei meus braços ao redor do seu pescoço e minhas pernas ao redor de seus quadris enquanto eu me sentava sobre ele. 

— Você é a melhor coisa que já me aconteceu. Estou tão feliz que você se sentou na minha cadeira na escola.  

Justin vibrou com o riso enquanto ele me abraçava apertado. 

— Eu também menina bonita, eu também.  

Eu me inclinei para trás e entreguei a minha corrente para ele. Ele sorriu, a levantou sobre a minha cabeça e fixou o coração no meu peito. 

— Você se parece com seu pai, sabe? Passei por várias imagens para encontrar as claras que poderiam ficar visíveis no seu pingente, e eu fiquei um pouco chocado com o quanto você se parece com ele. Você tem seus olhos, nariz e orelhas, mas o sorriso da sua mãe. Eles estariam tão orgulhosos de você.   

Oh, foda-se ele de qualquer maneira. 

Eu comecei a chorar novamente, Justin silenciosamente me abraçou e me balançou de um lado para o outro. 

— Eu estou feliz por não ter colocado nenhuma maquiagem hoje.
  
— Eu também, minha camiseta estaria parecendo com um livro de colorir se você tivesse colocado. 

Eu ri e continuei a abraçá-lo com força. O liberei, em seguida, voltei para o meu lado do cobertor. Terminamos a nossa comida e para ser honesta, deixou-me um pouco cansada. Abri a boca e bocejei, mas antes que eu pudesse desfrutar plenamente, Justin enfiou os dedos na minha boca e disse


— Estupro de bocejo.  

Oh, pelo amor de Deus. 

— Você quer parar de fazer isso? 
 
— Não.  

— Mas isso me deixa louca!

— Eu sei. 

— Então, pare com isso!   

— Não!   

Grr! 

Eu gritei em frustração como uma criança e caí em minhas costas, sossegando.  

Ouvi Justin suspirar.


— Caitlin, cresça. Você tem vinte e um anos, aja como tal. 

Eu mordi o interior de minhas bochechas e fiquei onde estava. Ouvi Justin arrumando tudo, mas eu não iria olhar para cima para ver. Seu rosto apareceu sobre o meu depois de alguns minutos, o bastardo, como de costume, estava sorrindo. 

— Vamos lá, criança. Temos mais uma coisa a fazer antes de ir para casa.  

Eu queria deitar e não me mover por pelo menos meia hora. 

— O que tem aí para mim? — eu murmurei. 

— Seu quarto presente.  

Ah...bem jogado Sr. Bieber, bem jogado. 

— Ok, tudo bem, me ajude a levantar. Mas eu não estou falando com você por enfiar seus dedos na minha boca. Essa merda é só grosseira pra cacete.  

Justin riu e me ajudou a levantar. Ele pegou seu telefone, em seguida, e, inesperadamente, me beijou e tirou uma foto disso. Eu ri e ele tirou outra foto também. 

— Tudo bem, faça uma cara estúpida.  

Eu fiquei vesga e prendi minha língua, enquanto Justin fez uma careta boba também. 

— Por que todas essas fotos?   

Justin sorriu.


— Você vai ver... agora você está pronta para o seu quarto presente?  

Eu sorri.


— Nasci pronta.

{...}

— Boliche? Você está me levando ao boliche como um presente de aniversário... obrigada, mas realmente? 

Justin sorriu.


— Boliche em si não é o presente, você vai ganhar o seu presente no final do jogo.  

Ele programou o painel de controle da pista de boliche e digitou nossos nomes. Ele digitou “Justin” como jogador um e “bunda gorda” como jogador dois. 

— Não! — eu gritei, mas antes que eu pudesse mudar isso, o filho da puta apertou o botão enter e começou o jogo. — Você é mal.  

Justin sorriu e levantou; ele virou a cabeça sobre os ombros e seu pescoço estalou. Eu imediatamente coloquei minhas mãos sob meus ouvidos e cantei para eu não ouvir o som de estalo. Eu pulei quando Justin bateu na minha bunda, enquanto passava por mim para escolher uma bola de boliche. 

Ele olhou para uma série de bolas coloridas, e depois de pensar por um minuto ele optou por uma Roxa. Não fiquei surpresa, porque Roxo é a sua cor favorita. 

— Você não tem permissão para me deixar ganhar - este é um jogo sério.  

Justin olhou para mim e piscou.


— Você vai para baixo, baby. 
 
— Para baixo de você? Espero que sim. 

O olhar quente de Justin perfurou o meu, e isso me fez sorrir. 

Acenei para ele.


— Vá em frente, mostre-me o que você pode fazer.  

Justin virou as costas para mim quando ele foi em direção à nossa pista. Com sua bola de boliche na mão, ele balançou o braço para trás e para frente, e lançou a bola. Sentei-me na minha cadeira e observei enquanto a bola rolava rapidamente pela pista em um ritmo relâmpago e bateu no meio dos pinos. A força da batida fez com que todos os pinos fossem derrubados. 

— STRIKE! — a máquina rugiu. 

— Maldição. — eu murmurei e levantei para jogar a minha vez. 

Justin passou por mim parecendo convencido pra caralho. 

Bastardo. 

Caminhei até as bolas de boliche e selecionei uma vermelha e eu a segurei com as duas mãos, porque era um pouco pesada. 

— Você pode fazer isso. — eu disse para mim mesma quando dei um passo à frente na nossa pista. 

Olhei para a minha direita, assim que um garoto a três pistas de distância rolou a bola para baixo da pista e derrubou todos os pinos. 

Todos. Os. Pinos. 

Ele não poderia ter mais de nove anos, dez, no máximo. 
Se ele pode fazer isso, então eu também posso. 

Eu balancei a cabeça e balancei meu braço para trás, mas eu gritei quando a bola voou da minha mão. Eu rapidamente me virei e corri atrás dela.


— Está tudo bem, está tudo bem. Nada foi quebrado. Eu tenho tudo sob controle. Não há nada para ver aqui pessoal. — eu gritei para os funcionários que olhavam para mim e balançavam suas cabeças. 

Olhei para Justin, que estava ocupando dois assentos, porque ele caiu para o lado de tanto rir. 

— Cale a boca, você está fazendo uma cena.  

— A cena. — ele riu. — Foi feita quando você decidiu jogar uma bola de boliche no ar.  

Eu bufei. 

— Escorregou da minha mão... e nada foi quebrado por isso dá um tempo.  

Ele continuou a rir.


— Quem me dera ter gravado isso.
  
Fuckface do caralho. 

Virei com raiva e me aproximei da nossa pista. Segurei a bola mais firme dessa vez e balancei meu braço para trás, em seguida, para frente e a lancei pela pista, mas aconteceu a mesma coisa, ela subiu na porra do ar e aterrissou no chão com um baque terrível. 

— Oh, por favor, pare. Não consigo respirar!  

Eu acabaria com aquela risada de hiena dele para sempre se ele continuasse rindo de mim. 

Eu pulei para trás da bola que tinha acabado de cair no chão e então com raiva, eu coloquei meu pé atrás da bola e a empurrei tão forte quanto eu podia. Funcionou, a bola foi deslizando para baixo da pista e eu pulei para cima e para baixo com entusiasmo. 
Ela se chocou contra os pinos e derrubou alguns deles. 

Virei-me e dei um soco no ar. 

— Sim. 

Justin balançou a cabeça para mim.


— Isso é trapaça.  

Oh, Sr. Justo. 

— Tanto faz, quantos eu derrubei?   

— Seis pinos. 

Eu fiz uma pequena dança de quadril.


— Sim, garoto.  

Justin balançou a cabeça para mim, enquanto se levantava. 

— Deixe-me mostrar como se faz.  

Revirei os olhos.


— Você está pegando coisas que eu nunca fiz antes para esses encontros de aniversário. O único em que fui boa até agora, foi comer frango no nosso piquenique. 

Justin inclinou a cabeça para mim.


— Você nunca jogou boliche antes?  

Cara de pau.


— Você não viu minhas duas primeiras tentativas de rolar a bola para baixo da pista?  

— Sim, mas eu pensei que era só porque você é uma merda. 
 
 Oh. 

—Porra, muito obrigada!   

Justin ergueu as mãos.


— Apenas dizendo a verdade.  

Estreitei meus olhos e disse


— Jogue, Fuckface.  

Virei-me e caminhei para o painel de controle do jogo e olhei para a tela. 
Justin levantou as sobrancelhas para mim, em seguida, virou-se, pegou sua bola roxa na máquina e caminhou para a nossa pista. Então rolou para baixo da pista e fez outro strike. 

 Foda-se.

Ele caminhou de volta e sentou-se ao meu lado, um sorriso puxando-lhe os lábios. 

Eu grunhi quando eu me levantei.


— Não sorria ainda.  

Ele virou a cabeça para mim quando eu rolei meu pescoço em meus ombros e balancei minhas mãos. Eu ia rolar uma bola para baixo dessa porra de pista, mesmo que isso me matasse. 

— Tudo bem. — eu respirei.  

Eu peguei a minha bola vermelha da máquina e caminhei até a linha que me separava da pista. 

— Seja aquela com a bola. — eu disse. 

Justin se intrometeu atrás de mim.


— Você está bem aí, Cait? 

  
Eu iria machucá-lo pra caralho, se ele não fechasse a boca. 

— Estou me concentrando!   

— Sinto muito.  

Ele não estava arrependido. 
Eu me livrei de Justin e foquei. 

Você pode fazer isso. 

Fui à moda antiga e abri minhas pernas, abaixei e rolei a bola entre elas, para a pista. Não tinha tanta força nela, mas estava rolando pela pista em vez de, possivelmente, voar para o rosto de uma pessoa e para mim isso era um sucesso. 

— Para a direita. — eu murmurei e acenei com as mãos para a bola ir para a direita. 

— É isso, use o ar para empurrar a bola na direção certa.  

Eu mostrei o dedo para Justin. 

— Sim! — eu pulei quando a bola bateu nos pinos. 

Eu rapidamente voltei para Justin. 

— Quantos foram? — perguntei. 

— Dois pinos. 

Dois. 

Porra, dois? 

— Isso é um saco.  

Talvez eu deva chutar todas as bolas para baixo da pista; derrubei um monte de pinos da primeira vez que fiz isso. 

Eu suspirei e olhei para Justin. O nível de presunção sobre o rosto desse maldito cara era irreal. Ele pensava que era muito legal derrubar uma garota em um jogo. 

— Idiota. — eu resmunguei.
 
— O que foi isso? — Justin perguntou. 

— Eu chamei você de Idiota. Um I-D-I-O-T-A. idiota. 

O queixo de Justin caiu.


— Como eu sou um Idiota?  

Dei de ombros.


— Sua presunção está me irritando. Você está se achando um pacote de Tayto porque está me vencendo no jogo de boliche. Vamos para casa jogar xadrez, eu vou destruí-lo na porra do xadrez.  

Justin fingiu estar assustado.


— Sem xadrez, qualquer coisa, exceto xadrez.



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