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História Big Brother Brasil 20 - Machos - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


Oi gente!
Demorou porque eu decidi escrever uma oneshot e depois aconteceu muita coisa por causa do corona. Contudo aqui estamos nós seguindo firme e forte.
Esse shipp foi bem pedido também. (meu rancinho do Pyong passou)
Espero que gostem
Boa leitura

Capítulo 8 - Fim de Festa


Fanfic / Fanfiction Big Brother Brasil 20 - Machos - Capítulo 8 - Fim de Festa

Big Brother Brasil - Machos

 

Fim de Festa

 

06:15

 

– Tudo bem, eu preciso dar uma aliviada. – Disse Pyong e se levantou da cadeira, agarrando o copo de Petrix e o dele colocando-os sob a mesa ao lado. Era de manhã bem cedo, o alarme já havia apitado e todos começavam a se retirar.

 

– Eu esperarei aqui.

 

Pyong o olhou por um breve momento. – Não... Toque em nada.

 

Petrix inclinou a cabeça com aquele lindo sorriso irritante cruzando seu rosto. – Você acha que eu estou sujo? To nada, isso é só uma soada, além de que eu tomei um bom banho pra essa festa.

 

O sorriso bêbado de Pyong se alargou. – Eu nunca disse isso... E posso assegurar que senti o seu cheiro a noite toda. A propósito, gostei da colônia. Você tem bom gosto.

 

O atleta pensou em dizer mais, contudo preferiu por hora apenas responder. – Na verdade eu ganhei de presente de aniversário.

 

– Bem, acho que o que torna isso adorável. É que combina com seu estilo, com o seu cheiro natural.

 

Sem dizer mais nada, Pyong piscou algumas vezes, olhando para Petrix. Então se calou e começou a andar em direção ao banheiro.

 

O coreano estava com os olhos fechados, a cabeça inclinada para trás quando começou a aliviar sua bexiga. Ele suspirou, balançando a cabeça e abriu os olhos mirando sua visão para baixo enquanto se sacudia. Quando se virou quase deu um pulo ao ver Petrix parado na porta aberta com os braços cruzados e o encarando com um olhar que até se podia dizer assustador.

 

– Eu mereço! – Pyong enfiou o pau de volta nos jeans e o fechou, olhando para Petrix. – Você não sabe bater? Depois quando chamam você de macho escroto quer reclamar.

 

– Eu apenas pretendia entrar para usar o banheiro. Quando vi a porta aberta pensei que você já tinha desocupado. – O atleta disse com o sorriso mais cínico do mundo. Ele próprio não acreditaria nessa mentira deslavada.

 

– E daí resolveu ficar pra me ver mijando? – Retrucou Pyong.

 

– Você terminou quando eu entrei. E eu estava simplesmente admirando.

 

– Admirando o que? – Pyong perguntou, dando um passo até a pia para lavar as mãos.

 

– É que você é bonitinho e tem uma bundinha bem empinada.

 

Pyong Lee congelou na hora, olhando Petrix através do espelho.

 

– Entendi. E gostou do que está vendo? – Passado o susto o coreano zombou, não compreendendo o que acontecia com seu corpo ao ouvir aquelas palavras. Para ele era impossível estar interessado justamente em Petrix.

 

Sem dizer mais coisa alguma Petrix largou os braços e se aproximou de Pyong, pressionando seu corpo atlético contra as costas do outro. Os olhos deles se encontraram no espelho e o maior abriu a boca em um sorriso de canto.

 

– O que você está fazendo? – Pyong perguntou. Suas palavras saíram quebradas, ofegantes, e ele sentiu suas calças ficar um pouco mais apertada.

 

– Estou admirando de perto. – Petrix agarrou o ombro do coreano e os girou, fazendo com que seus rostos ficassem bem rente.

 

– Você gosta disso. Não é, Sr. Hipnólogo?

 

– Eu... – Pyong gagueja.

 

– Você não precisa responder. Seu corpo está fazendo um bom trabalho nisso. – Petrix empurrou seus quadris para a frente, moendo ambas as virilhas. Pyong libertou um gemido baixo escapando por entre os lábios fechados.

 

– Você me quer? Você quer um macho?

 

Pyong olhou para Petrix, com os olhos semicerrados. Ele abriu a boca, com a intenção de dizer não, mas ele não conseguiu. Ele queria isso. – Sim.

 

Foi rápido, foi muito rápido. Pyong estava do outro lado do banheiro, sua bochecha sendo pressionada contra o concreto frio antes que pudesse pensar. O corpo de Petrix estava firme e quente contra suas costas, suas mãos ásperas desfazendo o cinto do coreano com facilidade.

 

– Quem disse que eu quero ser fodido? – Pyong murmurou sem muita convicção de suas próprias palavras.

 

– E não quer?

 

– Não sem lubrificante e preservativos... Tem na prateleira superior do armário.

 

Petrix riu contra seu pescoço, o hálito quente roçou em sua pele o arrepiando.

 

Quando Pyong pôde se mover novamente, deu um passo para trás, terminando de desafivelar o cinto e descendo a calça e a cueca até seus tornozelos. De repente, uma risada divertida atrás dele o fez se virar.

 

Sem pressa, Petrix estava parado na pia, girando o pacote de camisinha nos dedos. Seus olhos estavam na bunda nua de Pyong e a ponta da língua visível entre os lábios.

 

– O que? – O coreano murmurou.

 

– Você é bastante constrangido, Sr. Hipnólogo. Você não precisa ficar assim, sendo que a sua maneira você é um dos melhores exemplares de sua etnia que tive o prazer de conhecer.

 

Pyong bufou. – Aposto que você diz isso para todos os caras que você está prestes a foder.

 

Rapidamente seus olhos se encontraram. – De jeito nenhum, Pyong. Sou muitas coisas, mas você nunca poderá me rotular de mentiroso. Não há necessidade disso. Você não está acostumado a ser elogiado, está? – Ele então foi até o coreano, colocando a garrafa de lubrificante e a camisinha na prateleira. Em seguida agarrou a bunda nua com as duas mãos, apertando-a.

 

– Geralmente eu estou...

 

– Hm... Bem, eu sei o quão bonito eu sou Pyong e acho que você prefira dar. – Ele continuou amassando a bunda do outro e este meio que sem querer acabou suspirando suavemente.

 

– Você tem esses lábios finos, mas perfeitos. E eu posso imaginá-los em volta do meu pau. Isso sem mencionar seus olhos, fechadinhos e excitantes...

 

A seguir Petrix estendeu a mão sobre o coração de Pyong enquanto falava. – Você é baixinho, mas tenho certeza de que é firme e forte. Eu sei que posso ser duro e sei que você consegue aguentar. – O atleta caiu de joelhos, estendendo uma mão e colocando-a nas costas do coreano antes de empurrá-lo contra a parede.

 

– Sua bunda é divina. Eu sabia que seria quando vi como se encaixava tão bem nos shorts que usa, mas nu assim deve ser simplesmente delicioso. – Petrix abriu as nádegas e passou a língua pela entrada. Ele ouviu um som ofegante vindo de cima.

 

– Fique quieto. Algo assim merece uma boa atenção. – Ele disse num bufo, seu hálito quente provocando os nervos sensíveis ao redor do buraco fazendo Pyong gemer. E continuou a amassar a bunda em suas mãos enquanto trabalhava a língua e os lábios sobre o buraco molhando-o.

 

Pyong se contorcia sob seus toques, suas mãos se fechando em punhos contra a parede. Ele gritou quando Petrix dirigiu a ponta da língua bem para dentro. Sua visão estava embaçada. Quando o atleta se afastou o corpo de Pyong ficou frouxo contra a parede enquanto ele respirava muito.

 

– Você está bem?

 

– Eu estava..., mas se você continuar fazendo isso com a porra da sua língua... Eu não sei quanto tempo posso suportar.

 

Um riso maroto desenhou-se no rosto de Petrix antes do mesmo levantar-se. Pyong ficou parado, tentando afastar o orgasmo que ainda ameaçava esvair-se por seu corpo, ele queria que isso durasse. Em seguida ouviu o zíper do casaco deslizar e o barulho quando caiu no chão. Depois foi o zíper da calça, o que fez sua frequência cardíaca aumentar.

 

– Você tem que se apressar, cara.

 

– Tudo a seu tempo, Pyong.

 

– Fiquei ansioso no momento que você tocou minha bunda. – O coreano falou.

 

Petrix riu mais uma vez aproximando-se. Ele beijou a nuca, passando a ponta dos dedos pelo buraco de Pyong.

 

– Eu acho que você precisa ser um pouco mais aberto.

 

– Não precisa, eu estou bem. Você fez um bom trabalho com sua língua.

 

Os dentes de Petrix rasparam no lóbulo da orelha de Pyong e quase o fizeram desmoronar. – Apenas um talento meu. Um de muitos. – Petrix disse sem quaisquer modéstias.

 

– Você é um idiota arrogante. – Pyong rechaçou, mas empurrou sua bunda de volta.

 

Sem perder mais tempo, Petrix rolou a camisinha em seu pênis. Ele adicionou mais lubrificante ao buraco de Pyong e sentiu o corpo responder ao toque gélido.

 

– Você está pronto? Eu to com muita vontade de comer um cu. Não vou pegar leve, vou meter com gosto.

 

– Eu quero seu pau, eu quero muito que você me foda.

 

Petrix agarrou seu quadril com uma mão e com a outra começou a guiar seu pau, a ponta pressionando para dentro, enchendo-o da melhor maneira possível.

 

Com o ato Pyong gemeu, arqueando as costas enquanto lutava para relaxar ao redor da intrusão. Petrix se moveu lentamente, deslizando uma das mãos pelo quadril. Seus dedos acariciaram da espinha até a bunda.

 

– Quase lá, só mais um pouco.

 

Os dois gemeram em sincronia quando os quadris do atleta empurraram e o pau atingiu o fundo da bunda do coreano, seu corpo caindo para cobrir suas costas.

 

– Você é bem mais apertado do que eu imaginava. – Ele murmurou, seus lábios roçando a parte de trás da pequena orelha.

 

– Me chamando de vagabundo? – Pyong disse ofegante. Suas mãos ainda estavam cerradas contra a parede ao mesmo tempo em que a grande extensão do pênis de Petrix o enchia mais e mais. Todos os nervos de seu corpo pareciam vivos, hipersensíveis.

 

O rosto de Pyong adotou uma cor rubro. A risada de Petrix retumbou contra suas costas e havia o hálito quente contra sua orelha mais uma vez.

 

– É uma coisa boa, Pyong. Você sabe que adora isso. Você gosta de um pau dentro da sua bundinha, não negue. Eu sei só pela maneira como seu buraco aperta como se quisesse esmagar meu pau.

 

– Por favor... Oh!

 

– Não precisa implorar, Pyong. Onde está todo aquele papo desafiador que você veste tão bem? Ou é apenas uma fachada? – Petrix puxou os quadris para trás enquanto falava e, quando empurrou de volta seu pênis fora se esmagando contra as paredes internas do buraco. Ele pressionou a mão nas costas do coreano forçando-o contra a parede mais uma vez.

 

– Quer fazer o favor de parar de falar e me foder. – Pyong disse quase em um xingamento. Petrix riu, uma risada rouca e começou a fazer um trabalho mais intenso.

 

– Aí está. É isso que você quer? É disso que você gosta? – Petrix repetia sua ação de vaivém com mais força e velocidade. O bater de pele na pele era altíssimo. Ele construiu esse ritmo com facilidade, mesmo sentindo o buraco do coreano apertando seu pau.

 

– Isso foi o que me atraiu em você, você gosta de sexo, gosta de um homem. Você usa um sorriso e uma máscara ao mesmo tempo, mas no fundo eu gosto desse seu lado vadio. – Petrix se aproximou o suficiente para fazer Pyong gritar. Seu pênis saltou entre as coxas, pingando mais pré-gozo no chão.

 

O coreano soluçou, sua cabeça caindo nos peitos largos de Petrix. E deixou o homem envolvê-lo em seus braços, curvando as costas para agarrar os quadris.

 

– Eu não sou como você. – Pyong falou com os olhos fechados. Petrix estava desmembrando-o, pedaço por pedaço, mental e fisicamente. Ele não podia negar que esse era a melhor foda que havia experimentado há muito tempo.

 

– Com certeza não. – Petrix murmurou contra sua orelha. E o coreano gritou quando foi fortemente batido no rabo outra vez.

 

Tendo que se render, Pyong sentiu a garganta afrouxar e o grito ir morrendo, se tornando cada vez mais fraco. Ele estendeu a mão, agarrando os cabelos de Petrix e puxando a cabeça para a frente, esmagando suas bocas juntas em um beijo brutal. Lábios beijando, mordendo e esfregando, ficando inchados. De repente ouve um gosto de ferro, mas nenhum dos dois conseguiu distinguir de quem era o sangue.

 

Petrix continuou a bater em um ritmo brutal e Pyong sabia que teria marcas por algumas horas em seus quadris. Seu pau estava rígido ao máximo quase doendo e por isso começou a se masturbar com veemência.

 

As mãos de Petrix o segurou com firmeza enquanto continuava a estocar com força. O ritmo das batidas era quase sincronizado com sua punheta e assim prosseguiram até que finalmente sentiu o ápice chegar a seu corpo. Seu gemido foi suave, porem extenso e seu gozo escorria por entre seus dedos.

 

Visão turva, formigamento corporal e ainda assim Pyong podia sentir Petrix usando seu corpo e ouvi-lo sussurrando algo. Foi abafado ou foram seus ouvidos que não ajudaram muito mediante seu êxtase. Seus braços e pernas estavam trêmulos.

 

Petrix pressionou a boca na orelha de Pyong, levantando uma mão para acariciar seus cabelos suados. – Ainda não coreia, você não pode desmaiar agora.

 

Pyong sorriu, sibilando alguma coisa quando sentiu o pau de Petrix batendo fortemente contra sua próstata.

 

– Apoie-se na parede.

 

O corpo de Pyong caiu para frente, deixando Petrix ajudá-lo a se inclinar para que não caísse de vez. Ele gemeu quando o membro rijo saiu de seu buraco usado e abusado, mas ainda assim implorando para ser preenchido novamente.

 

Petrix virou-o e deu um beijo nos lábios inchados antes de guiar o coreano para que ficasse de joelhos enquanto tirava a franja suada de seu rosto. Ele deslizou o preservativo de seu pau grosso e os olhos de orientais se arregalaram o máximo que puderam. Pyong realmente não tinha visto assim tão de perto. Não é à toa que parecia estar sendo dividido em dois. Ele abriu a boca imediatamente e, revirou os olhos para encontrar o olhar do atleta.

 

Petrix teve uma risada, inclinando-se para apoiar a mão livre na parede, a outra mão deslizando o prepúcio para frente e para trás sobre a ponta lisa.

 

Molhando os lábios, Pyong se viu olhando impotente. Seu olhar desviou do pênis para o rosto do atleta, seu próprio pênis dando uma contração fraca. Ele podia ouvir a respiração de Petrix e olhou para cima, ambos os olhos se encontrando antes do coreano abocanhar o membro enchendo completamente sua boca.

 

Uma das mãos de Petrix caiu pesadamente na parte de trás de sua cabeça, segurando seus cabelos para mantê-lo parado enquanto seus quadris se moviam para frente. Pyong ofegou, fechando os olhos quando o homem começou a gozar, cordas quentes e grudentas de sêmen que preenchiam sua boca. Ele ficou assim até ouvir a respiração de Petrix ficar lenta, depois abriu os olhos e limpou resquícios dos cantos.

 

Petrix virou-se para pegar uma toalha. Ele se agachou, limpando o rosto de Pyong com uma gentileza surpreendente antes de se inclinar para frente e pressionar um beijo em sua boca.

 

– Satisfatório? – Petrix disse muito convencido de si mesmo.

 

Pyong riu um pouco e respondeu. – Foi bom.

 

– Talvez possamos ter outra performance mais pra frente sugeriu o atleta, passando o polegar sobre o lábio inferior de Pyong. – Agora vem, precisamos de um banho. – Terminou Petrix ajudando o coreano a se erguer.

 

Continua...


Notas Finais


Vocês ainda estão aqui?
Petrix e Pyong - Qual o nome desse shipp?

Até mais!!


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