História Big little secrets (SnowBarry) - Capítulo 3


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Categorias Arrow, Supergirl, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Cisco Ramon (Vibro), Dra. Caitlin Snow (Nevasca / Killer Frost), Eddie Thawne, Felicity Smoak, Iris West, Jay Garrick, Kara Zor-El (Supergirl), Lena Luthor, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Ray Palmer, Ronald "Ronnie" Raymond (Nuclear / Firestorm), Tommy Merlyn
Tags Arrow, Barry Allen, Caitlin Snow, Snowbarry, Super Girl, The Flash
Visualizações 74
Palavras 2.529
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente
Sei que era pra esse capítulo ter saído a alguns dias. Mas houve alguns imprevistos e só agora agorinha mesmo querermo-nos de escrever. Como eu sou super ansiosa, resolvi postar logoooo
Sem correção nenhuma
Então, me perdoem pelo erros.
Um beijo
E por favor
Me digam o que estão achando. ❤️

Capítulo 3 - O segundo dia continua.


Big little secrets cap 3

 

 

                      Caitlin 

Ela se sentiu segura, mesmo com todo o tumulto, toda a gritaria, ela se sentiu segura assim que as palavras saíram da boca dele

 

 “Te peguei!” 

Assim que os braços dele a envolveu. 

Ela estava tonta, havia batido a cabeça em alguma coisa ou em alguém, não saberia ao certo dizer.

Barry continuou a segurando, continuou aquele estranho abraço, como se precisasse dela para enfrentar aquilo tudo que estava acontecendo.

 

A gritaria era constante, era audível o barulho das sirenes, e era perceptível que haviam muitos feridos.

Alex gritava, ao lado do corpo imóvel e desacordado de Regin, Ronnie segurava o braço esquerdo com dor. E muitos outros demostravam não estar nada bem! 

A porta ainda estava fechada, o motorista e Hunter tentavam destrava-lá mas parecia em vão.

Foi então que mais um forte barulho foi ouvido, era Hunter. Depois de pouco mais que dois fortes chutes a porta enfim se abriu e todos começaram a se mover para descer. 

Logo em seguida as varias ambulâncias já estavam chegando, se enfileirando próximo ao acidente.

 

 

 

- Vai ficar tudo bem! - sussurrou Barry próximo a seu ouvido. 
- Eu sei! - disse ela. 

Antes que Caitlin pudesse falar algo mais, ou se soltar dos braços dele, ela sentiu a visão ficar turva, e então, ali, aos braços dele ela perdeu os sentidos. 

 

Barry 

 

Barry demorou alguns poucos segundos para enfim notar que ela estava desmaiada. Só notou porque sentiu o corpo dela ficar mais pesado em seus braços, não que houvesse muito o que pesar, no máximo ela pesava uns 50 quilos, provavelmente menos. 

Ele chamava por seu nome e nada, nenhuma reação. A medida que os feridos iam saindo do ônibus, seu coração acelerava, torcendo para que os paramédicos entrassem logo e enfim retirassem os feridos. 

 

De fato os em piores estado eram os alunos que estavam na parte traseira do ônibus. 

Assim que notou que demoraria para os paramédicos entrarem, e vendo o caminho praticamente livre, ele a pegou no colo e como um herói saiu com ela nos braços do ônibus. 

 

Assim que desceu do ônibus pôde notar a multidão que se aglomerava ao redor. Assim que o fez foi prontamente atendido por uma equipe de socorristas que imediatamente pegaram Caitlin de seus braços e a levaram até a ambulância mais próxima. Só então ele notou que seu ombro direito doía, porém, o incomodo maior que sentiu foi o de ter se separado dela, sentiu pela primeira vez desde o momento exato em que aquele carro colidiu com o ônibus, medo. Era como se ela fosse um colete salva-vidas, e ele um náufrago à deriva. Haviam tirado o seu colete, haviam tirado todo e qualquer sentimento de segurança possível naquela situação. 

Em um ato sem pensar ele tentou ir até ela, mas a multidão era grande ao entorno. E além do mais, os paramédicos que o examinavam provavelmente ainda não o liberariam. 

“Meu Deus, como será que ela está?” - colocou a mão na testa e se questionou assim que a ambulância para qual ela foi levada, saiu do estacionamento, provavelmente em  direção ao hospital mais próximo.

 

 

 

 

 

                    Caitlin 

 

-Caitlin? - voz que dizia seu nome parecia distante. Sua visão também não estava muito atrás, não conseguia fixar os olhos na pessoa a sua frente.
- eu. - como muita força respondeu, ainda titubeante recobrando a consciência. 
- Eu fiquei preocupado. Pedi pro meu pai me trazer aqui. 
- Quem... quem é você? - questionou 
- Barry. Barry Allen!
- Ah! 

 

 

- Então quer dizer que a nossa paciente sonolenta acordou! - disse O médico entrando no quarto. E só então, Caitlin conseguindo ver com clareza novamente. 
- Pai! - Disse Barry abraçando o pai que apresentava um semblante de claro alívio. 
- Eu falei que ela ficaria bem! - disse Henry assim que se soltou do abraço do filho, já olhando para Caitlin. - Fizemos os exames e está tudo certo com você. - Ambos respiraram aliviados. 
- Mas e os outros? - Perguntou ela
- Estão, todos, fora de risco! - Respondeu Barry. 
- Que bom! 
- Então Caitlin, nós tentamos ligar pro seus pais, mas nenhum deles atenderam. Por sorte você não precisou ser operada, teríamos muita dificuldade se precisasse. 
- Eles devem estar ocupados! - disse ela, já imaginando a bronca que levaria assim que chegasse em casa. Tanto o padrasto quanto à mãe, haviam lhe avisado 

“ Nada de confusão, Caitlin!” 

E conhecendo bem os pais que tinha ela sabia muito bem que eles não ficariam nada felizes em interromper o seu dia para cuidar da filha acidentada. E ela nem queria! 

 

- Consegui falar com o pai dela! - disse a mulher loira e alta na batente da porta do quarto. - Ele disse que chegará aqui o mais rápido possível. - Sorriu e voltou ao corredor. 

Barry e O Dr Henry sorriram aliviados e Caitlin sorriu de espanto. Provavelmente haviam falado com o “pai” errado. Seu padrasto jamais usaria essas palavras. No máximo ele diria:

“ Deixa ela aí, ou deem um dinheiro para ela pegar um ônibus.” 

Ou

“ Espero que isso não me custe nada.” 

Ou pior 

“ Se ela morrer  eu ganho algum seguro?”

 

 

 

                Barry 

 

Barry gostaria de conversar com Caitlin, falar sobre tudo oque havia acontecido, ou sei lá, só dizer:

 

“Que bom que você está bem! “

 

Mas não foi possível, ela ainda estava zonza por conta dos remédios. 

E então, antes mesmo de Henry sair da sala, ela apagou novamente. 

Ele ficou sem saber o que fazer, já eram quase quatro da tarde, sua mãe estava no hospital, na recepção, esperando por ele, Eddie também estava lá. Logo acabaria o plantão de seu pai e então teria de ir pra casa. Mas parecia errado deixá-la sozinha. 

 

- Tchau, Caitlin. - despediu-se dela que ainda dormia. 
- Ela vai ficar bem, querido. Todos os seus amigos vão! - disse a mãe o abraçando de lado, olhando através do vidro para a garota estava dormindo no quarto. - Agora vamos, você precisa descansar também! - disse sua mãe preocupada. Por incrível que pareça, de todos naquele ônibus, a pessoa que ele mais se importava era com ela, com a novata. Os outros ele já conhecia a anos, grande parte deles foram seus colegas desde o jardim de infância, mas ainda assim, nenhum deles, tirando Alex que ele achava alguém bem legal, nenhum deles, ou melhor, o estado de nenhum deles importava tanto quanto o dela. 

 

 

 

- Fui até a recepção e perguntei por sua amiga Alex. - começou Henry apertando o botão do elevador para que ambos fossem para o térreo. 
- Eeee ela tá bem, nenhum arranhão. Da pra acreditar? Ela teve alta em menos de uma hora, assim como você - disse Henry sorrindo para o filho que retribui-o o gesto.
- Eu sei que você não queria deixar ela sozinha, meu filho. - disse o pai se referido a Caitlin, assim que percebeu que o filho ainda permanecia preocupado.
- É que é meio estranho os pais dela não terem nem aparecido aqui ainda.... poxa, se ela tivesse morrido eles só saberiam horas depois.
- Eles devem ser pessoas ocupadas, como ela mesma falou. 
- Eh, eu sei! - disse se dando por vencido, já avistado o carro do pai no estacionamento, onde Eddie e Nora os esperavam já do lado de dentro. 

 

 

 

 

                          Caitlin 

 

Ela abriu os olhos notou a presença de alguém na sala. 

Provavelmente é Barry! Pensou antes mesmo de olhar. Anotou mentalmente que precisaria agradecer a ele. 

Assim que viu a pessoa a sua frente, a achou familiar. Mas não era Barry. 

Não pôde disfarçar a cara de frustração, assim que viu a mulher de aparecia seria e chique demais para trabalhar naquele lugar. 

 

- Olá! Eu sou Carla Tannhauser e você é...... - pegou o prontuário e então leu o nome- Caitlin Snow?
- Sim. Você é médica? - Perguntou Caitlin se sentando na cama. 
- Não, não exatamente! 
- Então...? - Ela não queria parecer grossa com alguém que nem conhecia, mas toda aquela situação a estava deixando sufocada e o pior de tudo, ela estava começando a gostar daquilo. Não de se sentir sufocada. Mas da atenção, de um quarto e de lençóis novos e limpos, por mais que fossem lençóis de hospital. Sem falar na comida, quem reclamava de comida de hospital definitivamente deveria experimentar a da sua casa. 

Em dias ruins em sua família, aceitaria viver ali por um bom tempo. 

 

- Bom, eu sou a dona desse hospital. 
- Que hospital é esse? - Perguntou absolutamente  curiosa.
-   Central City Clinic 
- Uau! Esse lugar custa uma fortuna! Eles vão me matar quando a conta chegar! - já estava sentindo o pânico invadir seu sistema respiratório, já estava sentindo a falta de ar que provavelmente sentirá assim que seu padrasto a espancar por conta daquilo

Merda! Merda! Merda! 

 

- Calma, não precisa se preocupar. Não iremos cobrar por nada! - disse a mulher calma. 
- Ah, fala sério? Nossa, isso me deixa bem mais aliviada! - disse pondo a mão na direção do coração. 

A mulher então sorriu junto.

- A não, espera... você não vai querer que eu doe um rim ou um pedaço do fígado, não né ? Porque eu li em um lugar que hospitais particulares fazem isso algumas vezes. E o pior, eles nem perguntam se o paciente quer ou não. Ah não, vocês tiraram alguma coisa de mim? - disse já levantando a blusa hospitalar que vertia e logo constatando que não havia nenhum corte que já não estivesse lá antes.
- Ah, ufa!
- Nos não fazemos esse tipo de procedimento aqui Senhorita Snow. - disse a mulher se aproximando ainda mais da garota e sentando próximo de seu pé. - A única coisa que tiramos de você foi algumas amostras de sangue, para os exames. 
- Ah, desculpa? - pediu ela um tanto envergonhada. 
- Tudo bem! Você ainda é jovem, tem muito o que aprender. 
- Acho que sim! - concordou sorrindo.

Logo após um bipe foi ouvido, e logo Carla se dirigiu até a sacada e atendeu o sofisticado celular. Caitlin nunca havia visto mulher tão elegante e rica quanto aquela, ela parecia aquelas mulheres de negócios, as quais tinha milhões na conta bancária e nenhuma família para voltar depois do expediente. Talvez quisesse ser assim. Não pelo dinheiro, mas pela facilidade de se ser sozinha. 

 

 

- Então Senhorita Snow- disse voltando para a sala alguns minutos depois. Prestando atenção em algo escrito na tela de seu celular. - Seu pai está aqui para lhe buscar. - terminou desviando o olhar do aparelho e olhando para a garota que não pareceu ficar feliz com a notícia.
- Ah, legal!
- Ele deve ser alguém realmente ocupado! 
- Sim. Eles são. Mas.... - Se aproximou um pouco mais da mulher. - Será que não da pra dizer que eu preciso de uma noite aqui? 
- Você está de alta desde as quatro da tarde. Já são quase sete da noite. Você está bem! Não tem necessidade de ficar aqui. 
- Ah, Tudo bem então! - disse ela sorrindo meio sem graça. 

Preferia mil vezes ficar internado por mais um mês a ter que ouvir o que certamente ouviria assim que chegasse em casa. 

 

 

(...)

 

Assim que Mike a viu, nem se quer um sorriso esboçou. Assinou alguns papéis, mandou que ela pegasse a sua mochila e nem sequer lhe perguntou sobre seu estado de saúde . 

 

- Mas que porra, Caitlin! - vociferou assim que a porta do elevador se fechou. 
- Não foi a minha culpa que um idiota bebeu demais e enfiou a caminhonete em um ônibus escolar cheio de estudantes ! 
- Você sempre com respostas na ponta da língua. - sorriu ele sínico, logo em seguida lhe pegando de surpresa pelo pescoço, a empresando na parede. Ela tentava gritar, tentava, mas não conseguia , tentava por os pés no chão, mas nada, nada. Ele a segurava com muita força, com muita raiva. -Fique sabendo que agora acabou a mordomia, acabou mesmo... se se meter em confusão mais uma vez, vou te tirar daquela maldita escola de gente metido a besta. Aquilo lá nunca foi lugar pra você! Você é só um lixo que sua mãe e eu temos  que bancar - disse por fim soltando-a. Ela tossiu desesperada por ar e então, por fim concordou.

Aquela não era a primeira nem a última vez que ele a tratava daquela maneira. Havia aprendido a muito tempo que contraria-lo era muito pior. 

 

Chegou em casa e foi recebida pelo caloroso abraço dos irmãos. Kara parecia ter chorado o dia todo, seus olhos tão claros ganharam uma aura muito vermelha. 

- Fiquei com tanto medo de perder você! - disse a garota de quatorze anos, que a esse ponto já soluçava e chorava novamente em meio ao abraço. 
- Eu jamais iria a lugar algum sem você! - disse a irmã mais velha, acalentando a irmã. 
- Você nos deu um susto e tanto! - disse Clark também se unindo ao abraço. - fiquei louco pra ir ver você desde que ficamos sabendo, mas você sabe como eles são. - disse o garoto de cabelos incrivelmente escuros, quase que de forma inaudível, apenas para as irmãs. 

 

                 Barry 

Assim que Barry pisou na casa, se espantou com o tanto de gente que nela estava. Joe, Iris, wally, Linda e até mesmo Alex estavam ali entre os varios e varios vizinhos. 

 

Provavelmente era uma reunião de vizinhança. Pensou ele, mas assim que viu o cartaz se surpreendeu e seu nível de adrenalina passou a subir, não devagar, mas tudo de uma só  vez, passou de mil, ou qualquer número acima disso.

Era um cartaz falando:

“ Barry Allen, o herói sem capa”

Ou 

“ Barry Allen, o menino que hoje salvou o mundo!” 

A, fala sério!- pensou ele - Ele só havia  tirado Caitlin daquele ônibus, e depois, bem depois, ajudado um ou dois alunos a saírem também. 

 

Mas o pior de tudo para ele, não eram as frases, e sim a foto predominante na decoração do “evento”.

Era uma foto dele descendo do ônibus com Caitlin nos braços. 

Como alguém havia tirado aquela foto sem que ele nem ao menos  pudesse perceber? 

 

Era tudo uma droga!

 

Todos lhe cumprimentando  e falando o quanto ele era uma inspiração. Quando tudo o que ele mais queria era um pouco de paz, para enfim tomar um banho e se trancar no seu quarto, e enfim dormir, e enfim voltar a vida normal no dia seguinte. 

 

 

                     Caitlin 

Caitlin não recebeu um abraço da mãe. Muito menos um jantar especial. Muito pelo contrário, tudo o que teve por parte dos pais foram broncas e mais broncas. 

Desejou ter morrido naquele maldito ônibus. A ter que aguentar mais um dia naquele lugar. 

Sem jantar foi para o quarto. Se jogou na cama e então começou a lembrar de tudo o que havia acontecido naquele dia. 

Que dia maluco! - pensou antes de dormir. Mas não sem antes anotar mentalmente que deveria agradecer ao garoto, a Barry Allen. 

 

 


Notas Finais


Oioioi
Aqui estou eu para agradecer a todos que estão lendo essa minha Joca modesta fanfic
Prometo que as coisas ainda vão esquentar ( e muito) por aqui.

Me digammmm o que estão achando ❤️
Isso ajuda demais! Vocês não fazem ideia.


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