História Bilhetes, ou plágio versão menina - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Diferente, Pscicopata, Sádica
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Palavras 728
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção Adolescente, Mistério, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu queria mandar uns beijos pro meu querido desconhecido Mateus, escritor de " Bilhetes Suicidas ", que pra quem não sabe, estou "plágiando".

Capítulo 1 - 11 anos e a minha introdução


Olá, aqui é Melissa Carma, mais uma vez em um perfil secundário, então vamos começar o vídeo!

Eu olho pra trás e penso, o quê aconteceu comigo? Claro que já sei a resposta.

Em 2015 pra baixo, eu era uma pessoa popular, todo mundo queria estar comigo, estudar comigo, "brincar" comigo, e quer saber a verdade? Eu amava isso, ser o centro das atenções e sempre ser o assunto na boca de todos, sendo do jeito bom, ou jeito mal.

Mas eu mudei de lá para cá, o destino, ah, o destino é algo traiçoeiro, e agora o que eu já fui é algo de que me emoji, e talvez seja esse o problema, eu gosto de estar assim, ou fingir estar assim.

Eu mudei de escola de 2016 para cá, e acho que perdi minha personalidade e meio jeito de ser, as escolas têm sempre uma hierarquia que se baseia nos zoeiros, que estao no topo, e eu, aluna nova, , tímida, tentei entrar pra panelinha, mas, hello! O início do ano já passou querida, e o grupinho está fechado!

Apoy ser humilhada diversas vezes por minhas tentativas, eu entrei pra um grupinho de pessoas que todo mundo odiava e que sofriam bullyng dos populares, e eu estava finalmente me soltando e pegando meu jeito de ser. 

   Opa, descobri que havia uma estrangeira no nosso grupo, a Pamela, e acredite, ela fazia amizade por bem ou por mal, e durante um tempo, a Pamela foi a minha melhor amiga, e o jeitinho dela era contagiante, uma nerd popular, que era conhecida por todos na nossa pequena escola?

Mas aí aconteceu a briga.

 Meu pai tinha se divorciado da minha mãe, e ela tinha arranjado um namorado nojento e idiota que morava coma gente, Carlos, o nome do infeliz. Ele sempre fumava no banheiro e o cheiro se espalhava pela casa, e um dia, meu pai estava me levando pra escola ( dá casa dele com a minha madrasta, que por sinal é um must ) e ele decidiu parar na casa da minha mãe ( onde eu moro, que fica do lado da escola ) e encontrou o Carlos fumando no andar de cima das escadas.

 Ele ficou realmente puto, e foi lá encarar o Carlos, muitos socos pra lá e pra á, dois tapas na minha mãe, um trauma pra meu irmão é uma mudança pra mim.

Ver meu pai sendo socado até sangrar por um intruso na minha casa me fez entrar em pânico na hora, e durante meses não consegui falar disso, e agora, falo como se fosse uma coisa normal, pôr que depois de um tempo, não parece que isso aconteceu comigo.

Eu não fui pra escola naquele dia, nem no outro, e aí começaram as férias de julho, que passei vendo coisas inapropriadas pra minha idade, e pode parar com essa mente maliciosa, eu não me masturbava ou algo do tipo, eu gostava de ver as histórias como se fosse um livro com desenhos explícitos, nada demais.

Quando voltei pra escola, nada havia mudado, e eu sim. A única diferença é que uma menina chamada Aiko se mudou pra perto de mim, e ficamos meio amigas, mas eu não falava muito com ela, por que era do grupo dos isolados, e ela dos populares.

Mas ela me ajudou a entender algo em mim, em como alguém pode demonstrar quando está no limite, ela era uma pessoa que poderia matar alguém se quisesse, e me ensino como ameaçar alguém sem as câmeras verem ou algo do tipo.

Eu começaria a procurar a ser ameaçadora, e saber como envenenar alguém, e como manusear uma faca do jeito certo, e todo esse conhecimento, HA! Para nada.

Vai e vem do ano e já estávamos no final do ano, e foi quando conheci o Lucas, um garoto ruivo de olhos verdes com sardinhas pelo rosto, que gostava dos mesmos desenhos que eu, e viramos amigos. 

Alice, uma amiga minha, espalhou que eu gostava dele, então por impulso, chamei ele pra ver Netflix comigo, ele recusou, mas tudo ótimo.

O problema é que ele tinha se apaixonado por mim, e eu não gostava dele. Ele me pediu em namoro muitas vezes, muitas mesmo, até eu ficar de saco cheio, e aceitar, a gente namorou por uns meses, sem fazer nada fora pegar na mão.

O grupinho dos 


Notas Finais


Sim


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