História Biophobia; kim taehyung - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Baekhyun, Bts, Exo, Fanfic Taehyung, Imagine, Kpop
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Palavras 1.807
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


se vocês estiverem gostando, por favor curtam a história, é muito importante saber se vocês estão gostando ou não.

Capítulo 4 - Four


TAEHYUNG POVS ON:

Sunhye é uma garota incrível, porém não gosto de vê-la machucada por minha causa. Se eu não tivesse beijado Jeon, talvez meu destino fosse totalmente diferente, talvez eu não estivesse passando por tudo isso, e talvez a dor não seria tão forte, talvez fosse capaz de suportar.

Decido, então, descansar. O dia havia sido cansativo, porém Sunhye esteve comigo a todo momento, então valeu a pena. Suas risadas, suas caretas, suas brincadeiras com seu cachorro. Tudo aquilo foi o suficiente para que eu me sentisse vivo e feliz. Sunhye era uma garota de ouro.

Deitei-me em minha cama, me virando para o lado esquerdo. Coloquei meu celular no chão, e encolhi as pernas, enquanto jogava o meu cobertor por cima, afinal era uma noite fria.

Fecho meus olhos e no mesmo momento mentalizei o lindo sorriso de Sunhye, o sorriso que me deixava aliviado, o sorriso que mostrava que em meio de tantas pessoas me julgando, ainda havia uma para me ajudar.

Me viro para o lado direito, e abro os olhos com uma certa dificuldade, ainda estava pensando em Sunhye. A mesma apareceu em minha frente, com um longo vestido beje com detalhes nas costas e um salto branco. Seu corpo parecia mais magro, seus olhos pareciam inchados e seus lindos cabelos pareciam molhados. A olhei meio confuso, e me tentei passar minhas mãos em seu rosto, porém a mesma desviou. Me virei novamente para o lado esquerdo, fechei os olhos e quando os abri levantei minha cabeça, apoiando os meus cotovelos na cama e olhei atentamente para os dois lados. Não havia visto a mesma, talvez tenha sido uma ilusão. Apaguei.

Abri meus olhos com uma certa dificuldade. A minha vista estava embaçada, então esfreguei meus dedos em meus olhos, enquanto bocejava e ia me ajeitando na cama. Puxei minhas pantufas que estavam embaixo da cama e as coloquei. Abri a porta do quarto e a fechei, me esforçando ao máximo para não fazer barulho, afinal não sabia se minha mãe estaria em casa.

Desci as escadas lentamente enquanto colocava as mãos no corrimão que ficavam ao lado esquerdo, o que me fez lembrar do hospital em que Sunhye havia me levado.

Vou até a cozinha e arrasto a cadeira que estava perto da mesa, me ajeitando para me confortar na mesma. Sinto meu celular que estava no meu bolso vibrar, então, o pego e vejo que Sunhye havia mandado muitas mensagens, o meu coração acelerou e a preocupação tomou conta de mim.

Sunhye:

Tae? Me encontra no parque, eu preciso muito falar com você. Preciso desabafar, por favor, vá sozinho.

Taehyung:

Sunhye? Aconteceu algo?

Sunhye:

Tae, vá agora, por favor.

Coloquei meu celular em cima da mesa da cozinha e subi as pressas para o meu quarto, abri o meu guarda roupa rapidamente e peguei a primeira roupa que vi. Uma bermuda e uma camiseta preta, sem muitos detalhes. Fui até o banheiro, escovei os meus dentes e dei uma ajeitada no meu cabelo, não estava muito preocupado com a aparência. Retornei ao meu quarto e calcei o meu sapato preto. Peguei as chaves que estavam em cima da escrivaninha, as coloquei no bolso e desci as escadas praticamente correndo. Fui até a cozinha e peguei o meu celular que estava em cima da mesa.

Tirei as chaves que estavam no meu bolso, procurando concentradamente a chave que abre a o portão, minhas mãos estavam tremendo e o suor respingava em minha testa. Encontrei a chave e a coloquei na porta, fazendo com que a mesma se abrisse. Fiquei do lado de fora de minha casa, então, bati a porta com muita força, pois o nervosismo tomava conta de mim naquele momento.

Fui andando em passos rápidos até o hospital, esbarrei em algumas pessoas no caminho, porém não me importei. Não conseguia falar, minha língua estava travada. Quanto mais eu andava mais eu sentia o nervosismo presente em meu corpo.

Cheguei no parque correndo, olhei para os lados procurando Sunhye. Sunhye estava sentada na grama, perto de uma árvore. A mesma estava com a cabeça para trás e seu cachorro, Kochon, em seu colo. 

Fui correndo até a mesma, me sentei ao seu lado e a abracei. Passei minhas mãos em seu rosto, na tentativa de limpar suas lágrimas. Sunhye se deitou em meu colo. A minha vista era boa, porém ver a mesma chorando me entristecia. Ela costumava ser alegre, costumava ajudar a todos, e eu nunca esperei que poderia ver Sunhye chorando, aos prantos. A garota levou suas mãos até seu rosto e começou a soluçar. Os meus olhos se enchiam de lágrimas ao ver que a garota que tanto me ajudou, precisava de ajuda.

Tirei as pequenas mãos de Sunhye de seu rosto, e as encaixei nas minhas. A mesma estava com a cabeça baixa naquele momento, e seu cachorro dormia em seu colo. Alguns minutos depois a mesma levantou sua cabeça e me olhou nos olhos, os mesmos estavam inchados demais pelo fato da garota ter chorado por muito tempo.

Me levantei e me sentei na frente dela, a mesma olhava fixamente para seu cachorro, enquanto brincava as orelhas do mesmo. Não sorria, não piscava, apenas o olhava sem demonstrar nenhum sentimento. Ficamos ali por uns minutos. O silêncio era grande, só conseguimos ouvir o barulho dos pássaros, das crianças brincando no parque, da balança que se mexia conforme o vento soprava.

- Tae, eu vim aqui porque quero te pedir algo. - Sunhye se ajeitou e colocou seu cão no chão. A mesma pegou em minhas mãos, elas estavam completamente geladas.

- O que?

-  Não me abandone. - Sunhye abaixa a cabeça e começa a chorar, enquanto o vento batia em seus cabelos pretos e os molhava, conforme suas lágrimas iam caindo.

- Porque você acha que eu vou te abandonar? - Pego nas mãos da garota, e as acaricio. A mesma solta um sorriso de canto e limpa suas lágrimas, o que fez com que meus olhos se enchessem de lágrimas, pois consegui perceber que a garota gostava mesmo de mim, e que se um dia eu fosse a abandonar, a mesma ficaria triste demais.

- Obrigada Tae. - Sunhye me da um forte abraço, fazendo com que meu corpo caísse pra trás, o que fez com que a mesma ficasse em cima de mim.

Nossos corpos estavam colados, fiquei tímido e senti minhas bochechas queimarem. Sunhye olhava atentamente cada parte do meu rosto, e eu a olhava com um sorriso no rosto. Seus olhos, sua boca, seu nariz.. Tudo nela era perfeito, tudo.

- Desculpe, eu acho que enlouqueci. - Sunhye diz coçando a nuca e saindo de cima de mim. A mesma estava envergonhada com seu ato.

- Não tem problema. - Digo sorrindo e me esforçando para me levantar.

- Me promete outra coisa? - Sunhye diz, olhando fixamente em meus olhos.

- Sim? - Me levanto e fico em sua frente.

- Promete que sempre compartilharemos as mesmas emoções? - Sunhye dá um sorriso e coloca suas mãos para trás. - Sempre riremos juntos, sempre choraremos juntos, e o mais importante, sempre ficaremos juntos. - Sunhye dá um sorriso que vai de orelha a orelha, o que fez com que eu me emocionasse, pois depois de tanto choro, a mesma demonstrou estar feliz. A mesma esticou o seu dedinho para mim, querendo que eu prometesse isso a ela.

- Eu prometo. - Dou um sorriso e encaixo nossos dedinhos. Era uma sensação inexplicável. Tínhamos uma forte conexão.

- Vamos pra casa? - Sunhye pergunta a Kochon, dando um sorriso. O cãozinho estava deitado, afinal ele aparentava estar cansado. 

- Já? 

- Sim, eu tenho umas coisas pra fazer.. - Sunhye diz pegando o seu cão no colo e se levantando. O mesmo se debatia, pois parecia não querer sair do parque. O cãozinho deu uma patada no nariz de Sunhye, o fez com que rissemos alto.

Saímos do parque e começamos a caminhar no calçadão. Eu estava ao lado de Sunhye e a mesma não tirava o olhar de seus pés. A mesma caminhava com a cabeça abaixada, o que me deixou preocupado, afinal, Sunhye era falante.

- Tá tudo bem? - Pergunto pegando nas mãos da garota.

- Sim.. - Sunhye responde sem desviar o olhar de seus pés, de um jeito frio. A mesma não demonstrou nenhuma emoção, e isso fez com que minha preocupação aumentasse cada vez mais.

- Sunhye, vamos conversar.. - Pergunto parando no caminho, porém a mesma seguiu andando, sem respostas.

Corri para alcançar a mesma, porém ela não desviava o olhar de seus sapatos. Continuamos caminhando até que chegamos em um semáforo. Não desviei o olhar de Sunhye, até que ouço meu nome ser chamado por uma voz feminina, viro minha cabeça para trás para procurar a garota que me chamou e então encontro uma garota muito familiar, a mesma estava acenando pra mim, me lembrava de seu rosto porém não me lembrava quem ela era. Fiquei parado a observando atentamente, isso fez com que eu me esquecesse por alguns minutos de Sunhye. Quando eu ia questionar sobre quem ela era, ouço um barulho, um barulho que me assustou muito. Viro meu corpo para olhar Sunhye, porém não a vejo do meu lado. Então, começo a procurá-la por todos os lados, até que quando olho em direção ao semáforo, vejo a mesma em frente a um carro, o carro que fez o barulho que me assustou, o barulho de um freio de mão sendo puxado. E os gritos, os gritos que vieram da garota.

Sunhye estava ajoelhada em frente ao carro, a mesma gritava. Corri até ela e a puxei pelos braços, tentando tirá-la da avenida. Sunhye parecia destruída, a cada puxada que dava em seus braços a mesma gritava. Depois de um grande esforço, consegui puxá-la. Fomos para a calçada, e então encostei sua cabeça em meu colo e comecei a fazer carinho em seu rosto, enquanto a mesma ainda gritava e chorava.

Foi difícil vê-la naquele estado, então, derrubei algumas lágrimas e comecei a soluçar. A mesma levantou sua cabeça que estava deitada no meu colo enquanto limpava suas lágrimas, a garota não me olhou em nenhum momento.

- Porque você está tomando minha dor? - A garota perguntou sem demonstrar seus sentimentos, olhando fixamente para o nada.

- Porque eu prometi a você que compartilharíamos nossas emoções. - Disse olhando fixamente para a garota, enquanto ainda derrubava algumas lágrimas. - E é isso que estou fazendo. Você me conquistou, você fez com que eu fosse capaz de amar alguém em primeiro lugar. - A mesma virou seu rosto e me encarou, franzindo o cenho e limpando seu rosto. - E esse alguém não sou eu, é você. É você a pessoa em que eu amo em primeiro lugar, Lee Sunhye.


Notas Finais


eae, o que acharam?


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