História Bios - Capítulo 3


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Categorias Bleach
Tags Byahime, Byakuya Kuchiki, Orihime Inoue
Visualizações 36
Palavras 3.019
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada a todos por lerem e comentar, segue mais um capítulo e como sempre: Essa história não me pertence e de total autoria de Tatoothesky.

Boa leitura.

Capítulo 3 - Que me perturba


 

Incomodada com a demora de Orihime, Naomi foi atrás dela pensando que tinha se perdido. Ao chegar às escadas desceu-as e logo encontrou sua amiga desacordada e ferida.

– Meu Deus! – Exclamou de espanto, apressando-se para socorrê-la. Ela também viu que havia um homem mais abaixo, caído, no mesmo estado. – Meu Deus, o que aconteceu? O que é isso? – Ela pediu ajuda, que veio logo.

Orihime e o homem foram levados a um pronto socorro perto dali, e Naomi acompanhou a amiga que não tardou a despertar de sua inconsciência.  – Florzinha, você está bem? – Estava com os olhos injetados, tinha chorado.

– Quem era aquele? – Perguntou a ruiva, abismada e ainda em pânico. Naomi deduziu de quem ela falava.

– Eu não sei, mas posso me informar. – Ela achou estranha essa preocupação. – Ele fez alguma coisa com você?

– Não... Eu... – Ela parou de falar pela dor. Eram pequenos ferimentos, mas ardiam! – Como isso aconteceu comigo? – Disse a ruiva, se olhando com confusão.

– Eu também não sei. Se a gente olhar as câmeras... vocês dois estavam lá, caídos. Apareceu alguém estranho?

– Eu me senti mal de repente e então... o vi... Depois disso eu não sei explicar. Desculpe-me, eu estraguei a noite.

– O quê? Você é quem se deu mal, por que está me pedindo desculpas? – Ela continuou com Orihime até esta ser liberada, o que não demorou. A única coisa que ela precisaria fazer seria tomar cuidado com os arranhões e esperar que cicatrizassem adequadamente. Orihime disse à Naomi que queria ver o homem. – Vamos até lá. – Ela era tão forte. Era super normal fazer as coisas que a ruiva morreria de vergonha ou hesitava tanto. Chegaram até um local cheio de leitos e encontraram o sujeito em um estado muito pior que o dela. Ele também estava acompanhado. – Com licença. – Naomi chamou a mulher que surpreendeu pelo seu olhar heterocrômico. Ela tinha um olho azul pálido e outro preto como piche. Aquilo imediatamente causou uma reação inexplicável nas entranhas de Naomi. “Essa aparência! Não... é só uma coincidência.” Ela engoliu em seco.

– Posso ajudá-las? – Perguntou a mulher, que estava ao lado do desacordado que devia ser esposo, pelas alianças.

– Me desculpe incomodar, eu apenas queria saber como está o Sr...? – Disse Orihime, percebendo Naomi petrificada.

– Rowan. – Ela respondeu a pergunta implícita da ruiva. – Ele está bem, apenas precisa de repouso. E você, senhorita? O que aconteceu? Por que vocês dois ficaram dessa forma? – Ela era muito gentil, mas estava aflita.

– Eu não sei explicar. Meu corpo ficou mal enquanto eu estava na galeria, e quando fui descer as escadas desmaiei. Nem sei como meu corpo ganhou esses machucados. Ele também está ferido?

– Sim... – Ela disse, com pesar. – Mas vai ficar bem em breve. – Ela voltou seus olhos para o marido e acariciou os cabelos roxos dele carinhosamente. – Quando ele melhorar, vamos voltar para o nosso país.

– Que país? – Perguntou Naomi imediatamente.

– Nós somos do Brasil, fomos convidados para a conferência, voltamos assim que acabar. – Naomi permaneceu com seus braços cruzados e sua expressão impenetrável.

– Certo, Tiffany, vocês estão protegidos por Deus, ele vai se levantar logo. – Ela disse de maneira que pareceu estranha para Orihime. Naomi não estava agindo como habitual.

– Em nome de Jesus. – Confirmou a mulher, sorrindo. Ela era uma pessoa bem delicada, embora sua aparência contradissesse isso de certas maneiras. Mas então ela olhou para as duas, confusa. – Quando eu disse meu nome?

– Nós precisamos ir, a Orihime necessita de repouso, não é? – Disse a loira, olhando para a amiga ruiva que estava completamente perdida naquele diálogo. Orihime entendeu que era sua hora de virar cúmplice.

– S-sim!

– Nós vamos indo, fiquem com Deus, contem com minhas orações. – Ela virava a ruiva de costas e a empurrava para a saída, nem a deu tempo para se despedir de Tiffany, saíram dali bem depressa.

– O que foi aquilo? – Perguntou Orihime, desconfiadíssima. O semblante de Naomi estava lívido após ter saído do pronto socorro, o ar ao redor dela mudou totalmente. Mas como que despertada do transe, percebeu Orihime.

Ela envolveu o pescoço da ruiva com um braço. – Deixe isso pra lá, você precisa de cuidados agora! – Elas foram embora de táxi e Naomi ficou toda aquela madrugada até o amanhecer cuidando da ruiva e a distraindo de seus temores. Orihime descansou durante a noite, embora não sentisse sono. Ela viu Naomi ajoelhada na sala orando pela recuperação de Rowan. A ruiva sorriu. Essa devia ser a única hora em que a amiga se mostrava como uma singela e fofa mulher. Deixou-a na privacidade e voltou para seu quarto, ainda pensativa.

O rosto dele ainda queimava em sua cabeça... tem certeza de que nunca o viu. Rowan. Nunca. Os olhos dourados, cabelos púrpura, a pele bronzeada curtida pelo Sol... Jamais encontrou alguém assim, então por quê? Por que vê-lo a perturbou tanto? Tanto a ponto de literalmente perder os sentidos e desfalecer de pavor? Aquela dúvida virou um nó preso em sua garganta, uma adaga em seu pescoço. Quando o dia raiou ambas foram ao Berklee estudar.

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– Mansão Kuchiki –

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Byakuya fez uma curta viagem de Cambridge para Brookline onde estava a casa de sua família, e também a sua espada. Após pegá-la e com uma segurança cinco vezes maior do que a de Rukia, ele foi levado até Salém, a cidade das bruxas... Passaram por Boston, Lyn e alcançaram o destino, que levou horas de carro. Ao chegar lá ele foi preparado com todos os processos supersticiosos, rituais de purificação etc. “Eu não posso vencer isso.”

– “Sachimitama” está pronta para ser sacrificada e liberada para a direção Oeste. – Ela fez o sinal para os sacerdotes tocarem seus tambores a fim de perturbarem as almas das bruxas e impedi-las de devorarem seu sacrifício. Os olhos de Byakuya tinham sido adornados com sangue na base, para proteção. E também a sua testa recebeu dois pontos de ouro puro enfileirados imitando chakras. Ele teve todo o comprimento desde o pescoço até o quadril, em sua espinha, coberto com ouro formando uma fita, e sua idumentária cerimonial possuía pequenos sinos pendentes que faziam barulho a cada passo dado. “Que ridículo, tanta pompa apenas para assassinar alguém.”

Ele estava com medo... Mas seu terror ficaria trancado no fundo do seu coração. Já estava conformado. Não havia maneira de evitar aquilo... O sacrifício estava preparado no lugar determinado. A alma cuja forma era pura sachimitama, segundo os anciãos, agora seria liberada pela espada. Ela estava nua e deitada no chão sobre brancas pedras dispostas conforme os símbolos e a superstição daquela família. Os cabelos pretos estavam espalhados, e na hora da morte, ela o encarou sem nenhum medo. “Ela também foi enlouquecida por todos, assim como eu.” Sem delongar Byakuya cravou a espada diretamente no coração de um pequeno e delicado corpo, machucando seu seio, fazendo o sangue sair. Ela, deu um urro de dor e ele apenas esperava pelo fim. Mas então, conforme a convicção absoluta dos seus, algo fantástico aconteceu. Que o fez quase perder suas estruturas interiores e começar a cogitar que era... verdadeiro aquilo tudo. Aquele corpo ficou envolto por um esplendor azul, bem como ele e seus olhos cobalto, que olhou para o alto e jurou ver espíritos se movendo no ar. E a sua espada inacreditavelmente bebeu o sangue do sacrifício, para então, perante seus olhos, se dispersar como milhares de pétalas de cerejeira sob o luar.

– Sachimitama foi liberada! – Exclamou a grande sacerdotisa anciã, em alta voz, o que fez os tambores e as vozes soarem com júbilo. Ainda chocado, Byakuya não sabia como lidar com tudo o que estava vendo. Aquilo era... era além de todas as suas experiências! A grande sacerdotisa veio em sua direção, andando de maneira cerimonial, olhando-o fixamente. Ele tinha os olhos dela. Ele sabia, porque era seu filho. Mas isso era extremamente complicado... e aquele monstro, não se podia chamar de mãe. Ele morria de medo dela.

Sua estatura era pequena, como Rukia. Seu nome, Kuchiki Rea. Sua idade, mais do que se pode calcular... Os cabelos dela eram negros e tão compridos que se arrastavam no chão. Seu rosto era sempre jovem. Ela não era humana. Os braços dela se estenderam para os lados, seu corpo formou uma cruz. Dois leques se abriram nas mãos dela, então começou a sua dança cerimonial, que ele deveria acompanhar. As pétalas de cerejeira os envolviam e ele sentia todo aquele poder fluir. Tinha uma cor rosa, magenta. Diferente do azul onipresente em seu clã. Era uma qualidade diferente que ele não seria capaz de controlar perfeitamente, nenhum Kuchiki seria, portanto a presença da grande sacerdotisa era crucial. Byakuya errou um passo e ele achou que ia ser morto, mas ela nada fez, continuou. Ele foi cortado pelas lâminas de maneira impiedosa. Aquilo não doía só no corpo, parecia que também cortava a alma.

Quando ela completou o círculo da dança deixando rastros do seu cabelo que em fio escarlate inexplicavelmente se desprendia de seu corpo, todo o chão foi tomado por uma escuridão pavorosa. Byakuya descobriu que era um homem com nervos de aço para ter suportado. Ela continuou com os braços abertos, e os leques mágicos.

– Agora é o momento, libere a sombra assassina. – Ela ordenou, e então ele soltou a espada em sua frente, que sobrenaturalmente mergulhou naquele chão...

– Bankai, Senbonzakura Kageyoshi. – Ele disse as palavras mágicas, e viu gigantescas espadas subirem daquela escuridão, e criarem ainda mais e mais lâminas, incontáveis. Elas subiram para o alto, ao redor dele, como um furacão, e ele sentiu o seu corpo reagir liberando seu poder, ou como chamava seu clã, sua reiatsu azul, e as lâminas fizeram um grande círculo no alto, concentrando sua reiatsu em volta de um espaço, onde havia uma pequena esfera azulada cujo resplendor aumentou. Ele sabia que aquilo era a forma de sachimitama. “Será que é mesmo a alma dela? Como tal coisa é possível? E ainda ser visível?” sachimitama ficou por algum tempo reunindo poder, de maneira que ele também achou que morreria. Mas depois que se fortaleceu, partiu em disparada para o infinito, como um cometa fazendo o sentido inverso. Depois daquilo, Senbonzakura voltou a ser lâmina em sua mão, e ele se sentiu drenado. Observou que não havia uma gota de sangue no cadáver do sacrifício, nem no chão. Tudo foi matéria-prima para a materialização de sachimitama.

Byakuya não conseguiu ficar de pé e acabou caindo ao chão, conseguindo ao menos conservar-se de joelhos. Ele sabe que tal ato de fraqueza foi uma blasfêmia aos olhos do clã. Era desprezado por ser um incompetente e por não ter interesse algum na magia de sua casa, mas eles o aturavam por ser o filho da grande sacerdotisa.

– Conseguimos com êxito fazer isto, eu estou orgulhosa de você. – Ela disse com seu ar inumano. Ela parecia uma serpente, com semblante inexpressivo e sério como ele. – Agora, só falta libertarmos aramitama para forçarmos a aparição do Kushi. – Ela piscou os olhos bem devagar, e o avisou que ele deveria se preparar. Assim que encontrassem uma alma Aramitama, eles iriam despertar o Kushimitama neste mundo. – Me dói ter que forçá-lo a cravar esta linda espada em uma criatura imunda, mas isto é para a conservação da humanidade. Porém eu sei que você não se importará, Byakuya. Descanse. – Ao finalizar, ela virou seu rosto de lado muito rápido, um gesto muito feminino e belo, fazendo seus compridos cabelos acompanharem o movimento, ela levantou uma mão vazia e apenas com seus gestos coordenou toda aquela grande e eficiente equipe a desfazerem tudo, se livrarem de tudo, limparem todo aquele lugar. Seu objetivo ali já foi concluído.

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– Que alto nível de sincronização houve aqui, hein! – Exclamou Mayumi, impressionada com o que tinham visto. Estavam observando do alto, camuflados pelas habilidades de Formalhault, ou melhor, Sode no Shirayuki. Ela viu o semblante sério de Ren a fitar o lugar, uma pequena tela holográfica estava projetada perante seu rosto, deslocado para a esquerda. – Pra onde aquilo foi?

– Uma concentração tão densa de ichor só pode ser neutralizada pela pedra filosofal, ou alguém insanamente poderoso. A massa está sendo naturalmente atraída para o lugar no qual será estabilizada.

– E se ela for interceptada antes de chegar ao destino? – Mayumi perguntou, preocupada. – Não é bom deixar as coisas como estão.

– Ela só pode ser interceptada por um slayer. Mas sem chances de ser Inoue Orihime. Ela não tem força o suficiente. – Ele falava com seu rosto sério e focado em registrar os dados.

– Isso é mau! Nós precisamos protegê-la. É claro que aquela coisa vai ser atraída pelo corpo dela ao invés de um fóssil que está do outro lado do Atlântico!

– Não há necessidade disso. – Ele disse, muito calmo, enquanto mexia na tela holográfica compilando amostras atmosféricas para uma análise padrão de densidade de ichor.

– Como não? Ren, não se esqueça de que não iremos existir caso ela morra! – Ele suspirou como se estivesse cansado. Aquela mulher não tinha jeito. Ela não conseguia acreditar na crueldade de Eirien mesmo...

– Você ainda não entendeu, não é? O que o Eirien pretende.

– Diga de uma vez se você sabe.

– Ele precisará de Inoue Orihime intacta. Não se preocupe, ela está mais segura com ele do que com nós dois juntos. – Ele disse de modo enigmático, e depois deu um sorriso para si mesmo, como se um pensamento divertido tivesse passado pela sua mente.

– Eu não consigo acreditar em sua frieza. – Ela falou, após um longo momento de observação, tentando adivinhar o que ele tinha em mente.

– Isso é o que faz de mim o seu superior, e você a subordinada!

– Vai te catar, moleque! – Ela gritou com uma veia saltitante na testa enquanto lhe esmurrava a cara. Ele nunca perdia a oportunidade de tirá-lo do sério.

– Eu me rendo! – Ele exclamou com a cara amassada, galos na cabeça e içando uma pequena bandeira branca improvisada. – Nós temos uma missão, se concentre em matar o inimigo e não a mim!

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– Cambridge –

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Haschwalth via o orbe azul vinho em alta velocidade com seus olhos cobalto.

– É exatamente como você disse que iria acontecer! Como você soube? – Ele exclamou, espantado.

– Eu estudei a história cuidadosamente. Agora, cumpra exatamente o que diz seu destino.

– Mas como? – Ele estava aflito. Nunca teve que lidar com uma massa tão densa de poder, e uma do mesmo tipo que o seu. Não ia ser fácil atraí-la!

– Não necessita de que eu o ajude, você conseguirá. Você é forte, Jugram Haschwalth. – O menino o olhou em choque, mas entendeu. Então era isso, esse era seu teste? Ele não ficou mais parado ali. Subiu a sacada do grande prédio onde vivia. Mais de dez andares.

– Oh? Vai se jogar? – Eirien arqueou uma sobrancelha. – Bem, eu sou um clone dos seus restos mortais então sua morte não me afetará. Mas eu sei que você vai conseguir. – Haschwalth engoliu em seco e se jogou. Era tudo ou nada. Ver a sua morte chegando perto despertou o instinto de sobrevivência de seu corpo, e então ele conseguiu liberar as suas asas. Seis. De prata. “Ele estava falando a verdade! Nós somos realmente iguais! Então isso significa que eu... eu não sou humano?” Mas ele não tinha tempo para pensar demais. A única maneira de chegar a tempo ao hospital era, literalmente, voando! Ainda desajeitado, mas convicto ele foi até onde se encontrava Rowan. Jugram fez um sono hipnótico cair sobre todos. Correu pelos corredores, fazendo as câmeras entrarem em curto circuito pela sua reiatsu, e ao chegar ao leito do homem, sacou sua adaga divina cravou no coração do homem.

Aquilo fez com que ele gritasse feito uma besta. O corpo desacordado abriu olhos de dragão e ele urrou horrivelmente, liberando seu poder que estava em busca de sobrevivência. Jugram se protegeu com suas asas e reiatsu, mas aquilo era o que queria. Agora aquela quantidade massiva de força ignoraria Orihime e... mal pôde concluir seu pensamento, e eis que ali tinha pousado sachimitama, com uma densidade sem igual, desintegrando tudo. Jugram precisou usar a sua barreira para poupar as vidas , mas houve muito dano na estrutura como um todo. Com as duas mãos sobre a ferida, a besta gritava e absorvia aquela força que curava. “O ferimento dele fechará com isso.” Concluiu Haschwalth, já que o azul cobalto puro provinha de um healer. O pequeno viu com espanto como que aquela força massiva foi totalmente sugada por ele, e que ele não se deu por satisfeito. Movido pelo puro instinto, inconsciente de si mesmo, Rowan o capturou numa incrível velocidade, e agora também estava devorando a reiatsu de Jugram, que se viu capturado sem conseguir se livrar.

– Pare! – Gritou uma voz de mulher, que se aproximou de ambos e fez com que Rowan soltasse o menino, para logo então cair seu corpo inconsciente no chão. Ela estava histérica, reação muito normal para quem viu as coisas simplesmente sendo desintegradas e seu doce marido sonâmbulo quase assassinando uma criança.

Jugram ficou petrificado por pela primeira vez perceber a real natureza daquela mulher.

“Não é possível... essa besta vermelha... ainda vive?”

Mas ela não tinha consciência de nada daquilo. Estava apenas apavorada. Jugram fugiu rapidamente, deixando aquele lugar, sua missão fora concluída. Quando parou a uma boa distância para pegar fôlego, viu Eirien se aproximar com calma.

– Usou a inteligência ao invés da força, você é realmente digno de ser a primeira versão de mim mesmo.

– Dá um tempo! O que é aquela coisa? Ele é monstruoso! Eu quase morri! – Ele estava lívido. Mas Eirien apenas sorriu o olhando fixamente.

– Você não pretende reescrever a história com algo menos que o poder mais bruto e intenso que existe, pretende?

Ao longe, Byakuya sem de nada saber voltava para sua casa se sentindo destruído por dentro, Mayumi e Ren observavam estupefatos que o destino da massa de ichor tinha sido um ser humano e não a pedra filosofal, e Orihime inocentemente partia para sua rotina diária, sem saber que sua vida tinha sido salva por um garotinho que atuou como seu verdadeiro anjo da guarda, e a soma de todos esses eventos apenas anunciava mais catástrofes.

 


Notas Finais


Até o próximo, obrigada mais uma vez.


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