História Bios - Capítulo 2


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Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Orihime Inoue
Tags Anjos, Bleach, Byahime, Byakuya, Clã, Ficção Cientifica, Nefilins, Orihime, Romance, Tattoonthesky
Visualizações 28
Palavras 2.811
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Três Viajantes do Tempo


Fanfic / Fanfiction Bios - Capítulo 2 - Três Viajantes do Tempo

– Eu não sei explicar, mas me deu um pavor repentino. – Ela disse, levando as mãos ao rosto, tentando se acalmar, respirando fundo. Byakuya olhou ao redor e viu que ela não era a única. Havia muitas pessoas que estavam gritando, chorando e tendo diversas reações de pânico. “Alguma coisa os atingiu a nível neurológico, criando uma confusão em seus receptores nervosos.” Neste momento agradeceu por ser a aberração que era. Não foi afetado.

Depois de quinze minutos a energia voltou. A causa ainda era desconhecida, mas ele esteve com ela até o momento em que partiu, no táxi. Ele tinha deixado o seu contato com ela “Só por precaução”, disse à ruiva. Precaução nada, ele foi esperto e aproveitou a oportunidade. Quando ela foi embora Byakuya se dirigiu ao auditório, procurando saber da palestra. Ela iria ocorrer normalmente, isso era ótimo. Mas agora sua mente estaria perturbada por apenas uma coisa. “Eu sei o que eu vi... foi ela... e eu! Nós causamos isso!” E isso o deixou apreensivo pelo que estaria por vir. Naquele dia, ele ganhou vários presentes e felicitações pelo seu vigésimo segundo aniversário.

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Mayumi estava agachada escondida em uma moita coberta de neve no meio da praça que repentinamente ficou cheia de pessoas desesperadas por informações sobre o que tinha acontecido. Seus olhos violáceos fitavam a multidão com o coração disparado e o suor frio a escorrer pela têmpora, mas que logo congelava. O comunicador não entrava em contato com a Central. “É claro que não, porque a Central nem deve existir ainda!” Ela sentiu a presença daquele energúmeno se aproximar rapidamente e então eles continuaram cochichando bem baixinho.

– Em que ano que a gente veio parar?

– 2018! – Ele mostrou para ela um calendário minúsculo que tinha pegado de uma pequena banca. Ela ficou petrificada. Um minuto de silêncio para esse momento... – Voltamos 739 anos no tempo! – Disse Ren, quebrando aquele silêncio tenso sentindo os galhos da moita lhe pinicarem através de seu uniforme de última geração (tão última que a geração nem nasceu ainda!) completamente colado no corpo como se tivesse sido embalado a vácuo (o mesmo para Mayumi) mas que se tornara totalmente inútil naquele tempo já que 90% da utilidade dependia das gigantescas torres de captação espalhadas pela crosta da Terra e da Lua, torres que agora não existem!

– Eu sei contar, idiota! – Ela começou a esganá-lo mas parou imediatamente porque ouviu o som de um cachorro vindo para perto e uma criança chegando junto.

– Ruffus, vem aqui! Ruffus!

O cachorro ficou farejando perto dos dois e depois levantou uma pata para jogar uma chuva de urina sobre Mayumi que só não se levantou para matar o bicho porque foi contida por Ren que a segurou firme antes que ela desintegrasse o quarteirão.

– Jared, vamos! Você ainda vai pra escola!

– Tá bom mamãe, vamos Ruffus, vamos! – O menino puxou o cão pela coleira afastando-se e Ren suspirou aliviado morrendo de vontade de rir, mas ao mesmo tempo incomodado porque se sujou com a urina também.

– Eu odeio esse lugar! – Ela disse, irritada.

– Veja pelo lado bom, pelo menos aterrissamos na Terra! Eu tava preocupado em viajar no tempo a partir de uma estação exoplanetária e acabar caindo em Marte no século XXI... Iríamos morrer com toda a certeza.

– Você está certo, mas nós distorcemos o tempo-espaço a tal ponto que desviamos o curso da luz! O Eirien com certeza vai descobrir que nós viemos atrás dele! – Ela disse, ainda com a cara azeda por ter sido molhada de urina de cão, argh!

– Perdemos o benefício do disfarce, mas nossa viagem foi um sucesso! O mais importante agora é nos aquecermos e estabelecermos um plano de ação para completar nossa missão!

Os dois saíram de fininho de trás daquelas moitas e foram correndo para dentro dos prédios, visto que naquele inverno estavam congelando com seus corpos frágeis sem cobertura eficiente. Como era uma universidade, encontraram uma loja de artigos do MIT, como chaveiros, bonés, agasalhos, mochilas, esse tipo de coisa. Eles definitivamente chamavam atenção pela maneira como estavam vestidos, então foram sorrateiramente até os estoques, felizes por ainda poderem usar seus poderes, e se vestiram calças, meias, tênis, agasalhos, toucas, luvas, cachecois e tudo o que tinham direito naquele inverno. Eles aproveitaram a confusão em que estavam as pessoas para pegarem os lanches que elas abandonavam sobre as mesas na praça de alimentação, comer nunca foi tão fácil! Agora, estavam sentados dentro de uma sala de estar se passando por estudantes comuns, conversando em lemuriano um com o outro.

– Como vamos encontrar o Eirien? – Perguntou Mayumi a Ren.

– Uma coisa é fato, ele quer viajar no tempo. Então, nosso melhor ponto de partida vai ser o fóssil na Pedra Filosofal.

– Mas como vamos encontrá-lo? Em 2018 ele foi tomado pela União e levado à França!

– Viajar até lá poderia ser uma boa opção. – Ele falava olhando fixamente através da vidraça, vendo pessoas, humanos do passado! – Vamos primeiro decifrar os arquivos que conseguimos roubar antes que ele destruísse tudo.

– Não havia computadores bons o suficiente fora da base da nem em nossa época, o que dirá agora neste tempo?

– Não temos outra opção! Ainda que seja apenas um pouco de informação, poderá nos ser útil. Eu só preciso de computadores com conexões com internet.

Eles se levantaram dali e foram procurar uma ferramenta que lhes fosse útil para que pudessem descobrir como seu arquiinimigo pretendia viajar no tempo, pois afinal de contas fazer isso no século XXI, onde não havia tecnologia nenhuma que o possibilitasse, era simplesmente uma missão impossível!

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– Três Dias Depois –

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As coisas ficaram completamente agitadas para Byakuya! O MIT acionou uma acusação de terrorismo contra um casal disfarçado de estudante, que implantou um vírus perigosíssimo no sistema de segurança da universidade, que propagou até mesmo para Harvard e navegou online por quase todo o país. Agora como que um único vírus derruba o sistema de segurança de uma nação praticamente toda? Nenhuma conta bancária estava segura, as ações despencaram, pessoas ficaram desesperadas, e teorias da conspiração surgiam por todos os lados (especialmente relacionadas a Aliens devido ao fato de a luz do Sol ter tido seu trajeto desviado, coisa que só buracos negros podiam fazer). E agora, Byakuya recebia uma visita em sua casa, visita que trazia novidades terríveis.

– Eles roubaram a minha espada. – Byakuya estava chocado. Aquilo não era uma mera joia de família. Era um item essencial para o seu clã. De acordo com o relato de Rukia foi da seguinte maneira:
 

Kuchiki Rukia, a atual guardiã da Sode no Shirayuki, observava com admiração a sua espada alva, branca como a neve. Seria o dia de levá-la de volta para o seio da Terra e despertar sachimitama através da sacerdotisa anciã que aguardava o momento certo de fazê-lo sacrificando sua própria vida com a lâmina sagrada. Fechou o baú onde estava pousada a espada e guardada com esmero, saiu carregando-o até o veículo, cercada por guardas, magos e guerreiros dos mais nobres e preparados para a missão. Durante o percurso até a mansão Kuchiki atual, que escondia um lugar de culto secreto no subsolo de sua habitação, ela foi abordada por um dos dois terroristas que tinham invadido o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

– Eu dou a vocês a opção de me entregarem a espada sem resistirem. – Disse a voz de homem. Os olhos dele brilhavam com um ameaçador brilho cobalto que Rukia reconheceu. Mas o pior era aquele rosto, aquele rosto...!

– Quem é você? – Perguntou a Kuchiki, autoritária com sua voz de leoa.

– Isso é complicado demais... – Disse o homem. – Apenas saiba que eu tenho o mesmo direito que você tem de empunhar essa espada, e eu vim buscá-la. – Ele atacou, vendo que não haveria cooperação alguma. Rukia também lutou com seus poderes, só que tanto ela quanto seu exército eram inferiores em força, ele possuía grande destreza em luta corporal, mas todo o seu corpo envolto em um esplendor azul que tinha a capacidade de ferir gravemente, tornando cada um de seus golpes fatal. – Eu estou pegando leve com vocês. Já entenderam que, se eu tocá-los, vocês morrerão. Então não resistam mais. – Ele disse, amedrontando a todos, e ela, humilhada, teve que aceitar sua derrota para conservar a vida, e ele com um movimento fez a espada resplandecer e vir voando para sua mão. Quando a segurou, manobrou-a, e ela como que absorveu a sua luz, pois começou também a luzir com a mesma cor. Ele a ergueu para o céu negro e coberto de nuvens plúmbeas, o vento aumentava e a neve começava a cair. Deu um sorriso misterioso para aquele espetáculo, ignorando totalmente os outros.

– Que delicada forma, nem parece minha estrela, Formalhault. – Ele sussurrou com expressão enigmática.

Por ele falar em seu próprio idioma Rukia não pôde entendê-lo, mas ele embainhou a espada de volta e foi embora dali como se seu corpo se desfizesse com o vento e assim viajasse para longe dela, levando seu tesouro.
 

Rukia agora estava reunida com Byakuya, na casa deste, que ouvia a tudo com total choque. Aquilo era uma tragédia!

– Você sabe o que isso significa, Byakuya-nii-sama. Vamos ter que usar a sua espada no lugar.

– Não, a Senbonzakura nunca!

– Você sabe que não tem escolha. – Ela dizia, ainda com calma, mas era visível a dor que sentia por ter perdido Sode no Shirayuki.

– Eles não podem me obrigar. – Ele disse entredentes, apertando os punhos. Seus olhos franziram com ódio.

– Podem. E vão. Eu vim aqui servir como mediadora para evitar desgastes desnecessários, então faça um favor e prepare o seu corpo e a sua espada. – Ela se levantou, dando aquele assunto por encerrado. – Você terá que operar o sacrifício de sangue.

Rukia saiu daquela sala deixando para trás um Byakuya transtornado que socou a mesa de centro com tal força que a fez se partir, estilhaçando o vidro e quebrando a madeira. Malditos! Então seria obrigado a derramar sangue com as suas próprias mãos? Como no mundo ele iria fazer uma coisa daquelas? A aflição tomou conta dele novamente. “Eu tenho que fazer alguma coisa. Não posso aceitar que me controlem desse jeito!”

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– Não precisa ficar nervosa, você gostará, é um lugar onde tem muitas pessoas agradáveis, além de Deus.

– Você jamais desiste, senhorita Naomi!

– Nunca! É a minha missão. – As duas estavam em um táxi indo em direção a uma conferência de entrada franca. Era um evento realizado pela igreja, e Naomi tinha insistido tanto com Orihime para ela ao menos fazer uma visita que a ruiva aceitou. Ela era mente aberta com essas coisas e procurava se manter longe de tendências radicais e fanáticas demais, mas Naomi não era dessas, Inoue sabe que ela não vai tentar forçá-la a nada, era apenas um convite para um evento que ela acreditava ser incrível.

– Você sente muita falta da sua casa, não é? – Perguntou a ruiva ao observar o semblante melancólico dela. A outra apenas concordou com a cabeça. Morava em Los Angeles, literalmente do outro lado do país. Estava ali para estudar, como Orihime. Ela fazia Tecnologia Musical no Berklee também.

– Eu nunca estive longe deles, então não imaginei que seria tão difícil. Mas Deus tá comigo. – Ela disse, levantando o astral imediatamente. Logo abriu um sorriso e começou a perguntar como ela estava, se tinha melhorado do choque que houve no blackout. Orihime disse que sim e as duas continuaram conversando amenidades.

Inoue não sabia se estava vendo coisas demais... procurando cabelo em ovo... etc. Mas, havia alguma coisa absurdamente semelhante à Kuchiki Byakuya no rosto de Naomi. Ela tinha olhos verdes muito, muito claros, e os cabelos dela eram louro escuro, ou dirty blond, ela tinha um estilo esportivo, despojado, super desprendida e livre. Mas não era dessas de sorrisos fáceis. Sincera, falava na cara o que sentia e achava, tinha o pavio um pouco curto, mas seu semblante era quase sempre sério, ela era muito elegante quando tinha vontade, e sempre parecia despreocupada com as aflições de meros mortais. Um ar de superioridade...

Pra ser honesta, era essa semelhança estranha que fez com que a ruiva aceitasse passar mais tempo com ela. Queria ter certeza de que não estava ficando louca, pois por tudo que há de mais sagrado, parecia que estava saindo com uma versão feminina do Kuchiki, e olha que já a conhecia há tempos. Ela tinha o mesmo cabelo liso, porém seus olhos eram felinos, com cílios muito grandes.

– Tá com fome? – A loira perguntou.

– Eu aceito um cachorro-quente! – As duas foram comprar um lanche porque a reunião ainda não tinha iniciado, conversavam sobre as matérias da faculdade. Naomi tinha dito que estava aprendendo a operar uma mesa de DJ. – Tem um menino esquisito que não pára de me olhar. Do outro lado da rua. O loiro.

– Tá olhando o quê, moleque? Vai crescer uma barba primeiro antes de querer se engraçar com as garotas! – Exclamou Naomi ao encontrar o dito cujo que não passava de um pirralho que não devia ter mais de 14 anos. Orihime ficou azul! Não acredita que ela teve coragem! O pobre moleque saiu correndo de medo, provavelmente.  – Pronto, resolvido. – Disse Naomi, voltando a comer.

– Você é louca! – Exclamou Orihime. – E se os pais dele vierem tirar satisfação?

– Louco é ele, dando lugar pra Satanás! Os pais deveriam me agradecer! Hunf! – Orihime gargalhou, o jeito despojado “crente” dela era hilário. Admirava a espontaneidade. Ela com certeza viu como a ruiva ficou desconfortável e por isso o espantou logo. “Obrigada, Naomi.” Respondeu a ruiva. – Não tem de quê. Vamos? A reunião já começou, vamos querer os lugares mais próximos do púlpito! – As duas foram até o salão do evento.

Orihime estava sentada ao lado de Naomi. Quando o ministro surgiu na sala, Orihime se sentiu nervosa por algum motivo... não estava suportando continuar ali então ela saiu no meio da mensagem, Naomi a deixou ir e não se moveu de seu lugar, julgando que ela tinha ido ao banheiro e/ou beber água.

Enquanto Orihime procurava a saída, ela desceu as escadas pois estava na primeira galeria, mas o seu mal estar somente aumentava, um tremor dentro de si se intensificava, seguido de palpitações apavorantes. Estava suando intensamente e sentia que ia desmaiar a qualquer momento! Uma dor de cabeça intensa a acometeu, focada na região da testa, sua espinha parecia um rio de lava. Segurou no corrimão antes que caísse. Cuidadosamente continuou descendo, mas só se sentindo pior até que topou com alguém no meio da escada em caracol. Ele estava subindo. Os dois olhares se cruzaram naquele momento e os dois gritaram apavorados. O grito deles foi horrendo.

Motivo: medo.

Que medo?

Bom, o que alguém deve sentir quando se encontra o que aparenta ser sua própria alma em outro corpo?

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O jovem Jugram Haschwalth observou os dois corpos entrarem em colapso ao se encontrarem e teriam caído horrivelmente pela escada se ele não tivesse os segurado com suas prolongações invisíveis. A bolha de proteção que criara naquela seção isolou o som da terrível descoberta. Seus cabelos loiros caíam sobre sua testa. Em sua mão, a adaga divina para assassinar aqueles monstros.

– Deveria acabar com a vida deles assim, sem nenhum sentido? Por acaso não quer saber o mistério que os envolve?

Ouviu a voz do homem atrás de si. Eirien estava parado de pé, atrás de Jugram. O jovem se virou para olhá-lo novamente.

– Você é mesmo o eu que veio do futuro?

– Fisicamente, sim. – Disse Eirien, o olhando de volta. – Eu conheço os seus poderes, são os mesmos que os meus. Você sabe que eu estou falando a verdade. – Jugram olhou para o chão, parecendo confuso e pensativo. Ele guardou a sua adaga.

– Eu não quero matar ninguém de novo. – Disse o garoto. – Eu não quero mais ter olhos que enxergam tudo. Eu detesto isso.

– Então não faça mais isso. Junte-se a mim e eu vou te levar comigo.

– Para onde? – Ele perguntou, curioso, olhando aquele seu eu que era mais forte, mais esperto, mais evoluído, que veio através do tempo para aquele passado, onde seu fraco ser ainda não sabia o que era a verdade.

– Para o paraíso. – O menino o olhou, incrédulo de suas palavras.

– Você está brincando comigo? Eu não vou ser enganado!

– Enganado você sempre foi, toda a humanidade! Mas creia-me! Eu posso fazer isso! Porque nós somos isso... isso é o que nós somos! Viemos de lá, voltaremos para lá! E de maneira nenhuma nós seremos extintos da existência. – E ao dizer isso, ele fez as suas seis asas prateadas se manifestarem, sua aparência era como a de um serafim reluzente, e aquela forma fascinou a sua inocente e pequena forma de Jugram Haschwalth. – Você está comigo? – Disse Eirien, estendendo a sua mão, e o pequeno Haschwalth a segurou, convicto.

– Sim, eu estou! Vamos fazer isso juntos!



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