História Bios - Capítulo 4


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Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Orihime Inoue
Tags Anjos, Bleach, Byahime, Byakuya, Clã, Ficção Cientifica, Nefilins, Orihime, Romance, Tattoonthesky
Visualizações 16
Palavras 3.031
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse cap tem música, do anime Guilty Crown: Euterpe

link do youtube na nota final.

Capítulo 4 - Minha Angústia


Fanfic / Fanfiction Bios - Capítulo 4 - Minha Angústia

 

Cerca de uma semana tinha se passado desde o dia do sacrifício. Byakuya pensou que lidaria com aquilo já que a vítima o fez por livre e espontânea vontade, mas sua mente parecia não se importar com este detalhe. Estava tendo pesadelos e uma grande crise existencial, sentindo-se presa do seu destino. Estudar era um sacrifício; socializar, insuportável. Trancou-se em sua casa e se isolou do resto por dias.  Mas em cada sombra daquele lugar vazio o demônio da culpa o assombrava, e ele já achava que estava sendo perturbado pelo fantasma da morta. Agora ele andava a esmo pela cidade, tentando manter a sua cabeça vazia, não pensar. Quando deu por si tinha ido parar no cemitério. Ele andou entre os túmulos observando as lápides sem prestar verdadeira atenção. Sabe que ela não está ali, eles dão tratamento especial a essas mortes.

Quantos sonhos estavam enterrados pelos caminhos por onde passava? Quantas lágrimas já regaram aquele chão coberto de neve? Ele queria que seu coração congelasse igual a grama, que uma neve fria caísse sobre ele e o tornasse insensível. Assim, quem sabe, poderia viver?

Enquanto andava, Byakuya ouviu uma voz cantando. O que chamou sua atenção, além do fato de ser uma doce voz de mulher, era que cantava em japonês, e a melancolia de todo aquele momento o capturou. Estava noite e árvores atrapalhavam a sua perfeita visão, mas naquele momento ele não quis realmente saber quem era, porque aquela canção o tocou e foi como se ele pudesse se libertar da gaiola na qual tinha confinado a sua alma desde o dia em que partiu para Salém.


Saita no no hana yo /// Florescida flor selvagem
Aa douka oshiete o-kure /// Por favor, conte-me de alguma forma
Hito wa naze kizutsukeatte /// Por que as pessoas machucam umas às outras
Arasou no deshou /// E lutam umas contra as outras?
Rin to saku hana yo /// Elegante flor florescente
Soko kara nani ga mieru /// O que consegue ver de onde estás?
Hito wa naze yurushiau koto /// Por que as pessoas não podem
Dekinai no deshou /// Perdoar umas às outras?
Ame ga sugite natsu wa /// A chuva passou e o verão ficou
Ao wo utsushita /// Saturado de tanto azul
Hitotsu ni natte /// Conforme comecei a tremer modestamente
Chiisaku yureta /// Você tornou-se um só
Watashi no mae de /// Diante de mim
Nani mo iwazu ni /// Sem dizer uma única palavra
Karete yuku tomo ni /// Meus caros amigos que estão definhando
Omae wa nani wo omou /// O que vocês acham?
Kotoba wo motanu sono ha de /// Sem pronunciar quaisquer palavras, como aquelas folhas
Nanto ai wo tsutaeru /// Como vocês expressam o amor?
 

Orihime parou de cantar. Ela ouviu um som atrás de si, o que a alarmou, não viu nada além de neve e uma árvore seca e congelada, mas prestou mais atenção e ouviu tímidos soluços. Ela foi andando até lá e, como suspeitava, encontrou uma pessoa chorando. Era um homem. Estaria de luto?

– Olá... posso ajudar você?

– Continue cantando. – Ele disse, com o rosto ainda escondido entre os braços, em posição fetal. Aquela voz e aquele sotaque, ela o reconhecia!

– Kuchiki-san? – Disse em japonês. Mas ele permaneceu como estava, aos prantos. Ele não queria que ela o visse, aquela figura patética, frágil e desesperada. Ela ficou comovida e perplexa. O que poderia ter acontecido? Bom, como estavam em um cemitério ela deduziu que ele passou por uma perda que o fazia sofrer. Orihime continuou com a canção funeral que entoava antes.


Aa natsu no hi wa kagette /// O céu nublado cobrindo o sol de verão,
Kaze ga nabitta /// E o vento agitando-se
Futatsu kasanatte /// Com um se sobrepondo ao outro
Ikita akashi wo /// Minha canção serve como uma
Watashi wa utau /// Prova de existência
Na mo naki mono no tame /// Para aqueles que nem mesmo possuem nomes
 

Orihime agachou em frente a ele, ficando perto, e tocou em seu ombro de maneira consoladora.

– Não encoste em mim! – Ele exclamou, repelindo-a. – É melhor que você vá, você não devia estar aqui com alguém como eu!

– Como não? Você está sofrendo! – Ela disse, compreensiva com a dor dele. As pessoas não são racionais nessa hora.

Ele se levantou de supetão, coisa que ela também fez. Ela não estava estudando para ser terapeuta por acaso. Sabe quão terrível é a devastação de um trauma, mas também acredita que é totalmente possível superá-lo.

– Você não quer compartilhar comigo o que está sentindo?

– Eu vou compartilhar com você o que eu fiz. – Ele disse, de maneira áspera enquanto desajeitadamente enxugava os olhos com um dos braços. – Eu matei uma pessoa! Eu sou um assassino! Eu estou falando sério! – Ele exclamou para ela, com os olhos injetados e uma expressão muito rígida. – Você é louca de continuar perto de mim. Jogue o meu número no lixo, se você ainda o tem! Foi uma mulher como você que eu matei! Um ser humano como você! – Ele ia sair de perto dela, ir embora daquele lugar. Ele estava se sentindo completamente desnorteado, mas ela o impediu, segurou em seu braço. – O que você está fazendo, sua louca? Você não tem medo?

– Eu teria medo se não estivesse vendo essas lágrimas de dor em seu rosto. – Ela disse, tocando o rosto dele, que deixou a chuva salgada ser ainda mais abundante.

– Estúpida! Isso não é coisa que se faça. – Apesar de ser uma repreensão, ele não foi capaz de manter uma postura agressiva e se rendeu novamente à melancolia, à culpa e não quis dizer mais nada. Ele se sentia envergonhado por ela estar vendo seu estado lamentável, mas era uma vergonha ainda maior ter suas mãos sujas de sangue. Orihime teve certeza de que nunca viu um homem demonstrar silenciosamente tanta dor antes, aquilo apertou seu coração!

– Me fale o que aconteceu. Como foi isso? Porque está dizendo essas coisas? – Ela perguntou em suave tom, um olhar compreensível, legítima compaixão. Seu altruísmo gritou para que o ajudasse.

– O que aconteceu foi o que eu te disse. – Não adianta jogar a culpa em seu clã. Isso não muda o fato de que ele fez. – Eu matei uma pessoa. Nada vai apagar isso. Está escrito na história da humanidade com o sangue da vítima.

– Verdade. O passado é imutável. Mas isso não significa que o teu futuro precisa ser decidido por isso.

– Como não? Você quer que eu faça de conta que nada aconteceu?

– De maneira nenhuma! Mas definir a si mesmo por causa de um erro cometido não é o correto. Mesmo um assassino pode se tornar um santo, e um homem que matou pode escrever “Não matarás” em tábuas de lei.

– O que você diz não faz o menor sentido! É hipocrisia. – Ela balançou a cabeça em negativa.

– Não é hipocrisia, é superação, é mudança! As pessoas sempre mudam, umas para pior, mas outras para melhor. – Ela falava suavemente, se aproximava de maneira mansa com toda a compaixão e humildade. Viu que ele estava muito resistente, aquela era a atitude de alguém que certamente possuía uma montanha de medos e estava desesperado por proteção, tomando para si o fardo de suportar a si mesmo sozinho. Pessoa alguma no mundo existia para viver isso, ser solitário... – E as melhores mudanças sempre ocorrem quando se recebe ajuda-

– O que é agora? Essa é a parte em que você começa com o apelo? – Ele deu três passos para trás, não se deixando persuadir por ela, mas Orihime sorriu, sem demonstrar ofensa ou contrariedade. Seu olhar era honestamente puro.

– Você se parece muito com uma amiga minha. – Ela disse, sorrindo. Não iria se deixar afetar pelos espinhos de palavras duras ditas em um momento de aflição. – Ela vive me contando várias coisas então eu fiquei com vontade de repetir algumas. Se ela estivesse aqui iria olhar pra você bem assim e falar algo como “nem Deus te julga pelo seu passado, quem você pensa que é para colocar um rótulo na própria vida?” – Disse Orihime tentando imitar a cara de séria da Naomi, sem muito sucesso. – Ela diria assim mesmo, deste jeito! – Ela riu por se lembrar da amiga, mas tendo o devido respeito pela dor dele. – Kuchiki-san, não guarde isso somente pra você. Ponha esse mal pra fora, conta pra mim, mas não se renda, você é maior do que isso. Lute!

– Eu não quero lutar. – Ele disse, com verdadeira desistência em seu semblante, sua voz. – De que adianta? Eu sou um escravo. Eu não quero mais lutar. Eu quero morrer.

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No dia seguinte Byakuya estava arrumando sua casa ao som de Twist and Shout, Beatles. Se ele estava sozinho? Claro que não! “Eu não acredito que estou fazendo isso.” Ele pensava enquanto via Orihime jogando maionese e cheiro verde na massa de bolo de chocolate e mexendo tudo enquanto balançava as cadeiras ao som da música. Com uma gota escorrendo pela têmpora, ele voltou a varrer o chão tentando ignorar o ridículo.  Aquela situação era completamente coisada! A campainha tocou.

– Ela chegou! – Exclamou Orihime, animada, que foi atender a porta completamente à vontade e Byakuya diminuiu o volume da música alta. Ele ouviu os cumprimentos entre as duas e a ruiva trouxe a loura para apresentá-lo. – Kuchiki-san – Inoue o chamava assim mesmo quando falava em inglês – esta é Naomi Mackenzie, a amiga que eu te falei! – Ele estendeu a mão para ela e a cumprimentou educadamente.

– Já vou falar de uma vez. – Ela iniciou após os cumprimentos iniciais. – Você, rapaz, precisa de Jesus! Mas não se preocupe porque a luz do mundo acabou de entrar na sua casa. – Ela mascava um chiclete e foi andando até o sofá em cujo braço se sentou, escorando-se no encosto. – Comece a confessar seus pecados, estou ouvindo.

– Quê? – Não, por favor, não uma crente! – Luz do mundo? Isso é ridículo. – Disse Byakuya, desgostoso.

– Eu sou templo do Espírito Santo, Deus acabou de entrar na sua casa, literalmente. – Ela falava com bastante segurança o que fez o Kuchiki arquear uma sobrancelha.  

– É mesmo? Então faça um milagre. – Ele disse, colocando uma mão na cintura com uma sobrancelha ainda arqueada. Não basta estar com depressão, tinha que ter mais doido para aumentar sua neurose. Ela estava mascando um chiclete de hortelã e após estourar uma bolha deu um sorriso que por um momento a fez se parecer com um anjo. Aquilo era uma total mudança de personalidade! Orihime quase acreditou nessa história de Espírito Santo por causa daquilo, já que nunca a viu tão diferente antes. Mas, foi bem rápido, logo Naomi estava normal.

– O milagre já aconteceu ontem. E eu estar aqui também é um.

– Sai da minha casa. – Ele não estava disposto a aturar isso. Naomi se levantou pronta para acatar a ordem, sem discutir, mas via-se como estava se esforçando intensamente para conter uma gargalhada. Usava uma jaqueta de baseball com jeans e tênis, mas depois subitamente se virou para o Kuchiki antes de passar pela porta, cuja maçaneta segurava.

Orihime estava nervosa. Ela tinha contado à Naomi o que aconteceu, e esta foi absolutamente resoluta quanto a se envolver na história, argumentando que era impensável Inoue Orihime lidar com um assassino sozinha! Ela se mostrou muito sensata dizendo que iriam por etapas, o cercariam de cuidados provenientes de pessoas capacitadas, terapeutas profissionais, polícia, igreja, psicólogo, tudo o que o cidadão tinha direito para uma recuperação total, mas de maneira nenhuma ela iria se envolver com aquele homem sozinha. Naomi já achou um verdadeiro absurdo o fato de Orihime ter se oferecido a fazer-lhe uma visita precipitadamente, portanto declarou que iria também, e não haveria nada que a impedisse. Orihime descobriu que não podia contrariar sequer uma de suas ordens (isso mesmo, ordens) ela tinha muito carisma e força de personalidade para ser contrariada por alguém. “Só te peço uma coisa, Orihime. Quando eu chegar lá, não me interrompa. Eu vou falar com ele da maneira que eu achar melhor. Não fique preocupada. Eu já sabia que você ia me falar dele.” Aquela fala foi muito misteriosa, mas Inoue achou que seria realmente o melhor. Mal o conhecia e ter mais pessoas para ajudá-la a evitar um suicídio era muito bem-vindo. Mas agora, as coisas não estavam indo bem, Naomi só conseguiu irritá-lo e a ruiva tinha avisado que ele era ateu!

– Uma espada que se dispersa e uma estrela azul. O que significam essas palavras? – Ela o perguntou diretamente, e de fato não sabia, se soubesse já estaria falando. Os olhos de Orihime se voltaram para Byakuya, que ficou lívido a encarando como se ela fosse um carrasco que veio puni-lo.

– Como você sabe disso?

– Eu acabei de falar que sou templo do Espírito Santo, você achou que eu estava brincando?

– Não vem tirar com a minha cara! Aquilo que eu vi... E vivi! Está me dizendo que isso é plausível? Eu odeio tudo isso, eu odeio superstições, odeio pessoas fanáticas que chegam aos extremos por causa de coisas que não existem, que aceitam matar e morrer por causa de nada! – Ele estava trêmulo de raiva. Naomi estreitou os olhos.

– Orihime, espere lá fora por um instante, por favor. – Ela olhou para a loura sem entender, mas obedeceu. “Droga, eu não entendo nada do que está acontecendo aqui. Será que foi uma boa escolha? Mas eu não sabia o que fazer tão de repente... eu fiquei com tanto medo de ele cometer suicídio que vim depressa até este lugar.” A ruiva tinha fechado a porta atrás de si e estava andando na varanda, pensativa. “O que eu devo fazer?”

-

– Quatro Horas Depois –

-

– Tem mais bolo? – Perguntou Byakuya, procurando na cozinha.

– O último pedaço está dentro da minha barriga! – Exclamou Naomi, para receber um olhar fuzilante.

– Tomara que fique gorda! – Ele amaldiçoou com raiva, enquanto voltava para a sala e pegava o controle do game.

– Sua maldição não me alcança¹! – Ela exclamou, lambendo os beiços que estavam sujos de bolo.

– Argh! Te odeio, garota! – Ele reclamou. Tomou um gole do refrigerante e ela respondeu um “e eu te amo” bem irritante.

– Não precisam brigar, eu farei mais! – Os olhos dos dois brilharam e Naomi até bateu palmas pela incrível ideia. Orihime andava solenemente até a cozinha orgulhosa de seus dotes culinários, dizia que não havia jeito mesmo, ela era um gênio da cozinha, é claro que eles iriam se apaixonar pela sua comida! Enquanto preparava mais massa para o bolo seus olhos se voltaram para a sala, onde os dois jogavam vídeo game.

– Hahaha! Fatality!

– Cadê a crente agora?

– Mau perdedor! – Ela continuava comemorando enquanto ele explicava o óbvio: como era um sério estudante não ficava perdendo tempo com games, por isso estava fora de forma, apenas isso! – Aham, sei! Eu faço a mesma coisa e meus skills estão afiados!

– Você quer brigar? – Orihime voltou às suas tarefas na cozinha aumentando o som de Dancing Queen, Abba, enquanto os dois se engalfinhavam feito dois gatos brincando. “Eles são exatamente iguais, é tão estranho! Mas eu gosto disso.”

Aquele dia foi agradável para ele. Apesar do atrevimento de Naomi, ela era mulher e bonita, então tinha permissão para ser chata. E apesar de não gostar de admitir, a presença dela ali era mesmo um milagre...

– Quer me dizer alguma coisa? – Ela o perguntou ao perceber o olhar fixo do Kuchiki sobre si.

– Você sabe que eu tenho uma tonelada de perguntas. – Ela apenas deu de ombros e disse para ele esquecer aquilo por hora. Ao fim do dia, após suborná-la com uma pelúcia do Wakame Taishi conseguiu um encontro particular com ela para ter suas respostas, mas isso seria somente dali a alguns dias. – Aceitando suborno, né? Jesus tá vendo!

– Estamos apenas fazendo uma troca, é diferente! – Ela exclamou sem culpa na consciência enquanto esfregava seu rosto no objeto recém adquirido. – Isso é tão fofo! – Os olhos dela brilhavam como se vissem unicórnios. – Nem Salomão em toda a sua glória teve um Wakame Taishi! Hahahaha! – Ela estava totalmente convencida! Byakuya foi tirar o carro da garagem. Ele levou as duas para seu apartamento na rua Saint Beldivere com Massachusetts Avenue, bem próximo ao Berklee College of Music, e também do Prudential Center em Boston. O prédio delas estava em frente ao Christian Science Church Park, então foi muito fácil para ele localizar, já que era uma referência histórica. As duas moravam juntas com outra universitária, mas ela estudava ciência política em Harvard.

– A Zoey foi muito gentil me deixando morar no apartamento dela enquanto nós estudamos. – Explicava Orihime, falando da benfeitora, que era obviamente rica para morar num apartamento de quase sete milhões de dólares colado no Prudential Center que fervilhava de comércios e empresas.  

– Eu gosto de ter companhia, então a pedi para aceitar Orihime comigo, já que eu tinha ficado lá completamente só!

– E ela, onde fica? – Perguntou Byakuya.

– Ela gosta de ficar nos dormitórios de Harvard, mas vem para cá às vezes. Orihime ainda não a conheceu, mas nesse final de semana irá. – Ele estacionou o carro e era o momento da despedida.

– Obrigado vocês duas, eu me sinto muito mais leve. – Ele corou em constrangimento. Ele não era de falar essas coisas. Mas, tinha a necessidade de expressar sua gratidão. Naomi saiu correndo prédio adentro com seu Wakame Taishi exclamando várias coisas, ela também tinha se constrangido, deixando Orihime e Byakuya a sós.

– Sempre pode contar comigo, quando você precisar, me telefone, me chame, eu amarei ajudar. Eu estou muito feliz por ver o seu rosto tranquilo, obrigada por ter aceitado a minha ajuda!

– Eu é que deveria te agradecer... – Ele deixou de lado as suas armas e a sua máscara e acabou se emocionando, mas não quis fazer cena. Um homem como Byakuya emocionado era sempre um espetáculo para encher os olhos de Orihime, que também se comoveu. – Eu... eu estou feliz porque nos encontramos, e porque você não teve medo de mim. Eu já disse antes, mas volto a repetir que você é um anjo. E eu me considero feliz pela vida ter nos juntado. – Aquelas palavras a emocionaram e aceleram suas batidas, e ele se despediu dela com um abraço apertado.


Notas Finais


EUTERPE - GUILTY CROWN: https://www.youtube.com/watch?v=gMU7JK0zCGE

1: referência a Números (livro) , capítulo 23

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Para quem já leu minhas velhas fics: Naomi = Yisera


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