História Birds In a Wire - Capítulo 1


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Categorias Asa Noturna, Batman, Capuz Vermelho e os Fora-da-lei, Justiça Jovem, Liga da Justiça
Personagens Alfred Pennyworth, Arthur Curry (Aquaman), Barbara Gordon (Batgirl), Barry Allen (Flash), Bart Allen, Bruce Wayne (Batman), Cassandra Cain (Batgirl), Clark Kent (Superman), Colin Wilkes, Damian Wayne, Diana Prince (Mulher Maravilha), Hal Jordan (Lanterna Verde), Jason Todd, Kara Zor-El (Supergirl), Kon-El (Superboy), Oliver Queen (Arqueiro Verde), Richard John "Dick" Grayson, Stephanie Brown, Timothy "Tim" Drake, Wally West (Kid Flash)
Tags Batboys, Batfamily, Batman, Bruce Wayne, Clark Kent, Conner Kent, Damian Wayne, Damijon, Dick Grayson, Jason Todd, Jaydick, Kontim, Superbat, Superfamily, Superman, Timothy Drake
Visualizações 1.183
Palavras 1.507
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Crossover, Famí­lia, FemmeSlash, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Minha primeira fic sobre o meu OTP: JayDick <3
Caso vocês não saibam, eu sou louca pela batfamily e associados, então esperam bastante desse projeto <3

Capítulo 1 - Herdeiro? Nah! Encrenqueiro.


Fanfic / Fanfiction Birds In a Wire - Capítulo 1 - Herdeiro? Nah! Encrenqueiro.

A manhã na mansão Wayne era o mesmo de sempre. Um emaranhado de meninos morenos correndo e se misturando como se fossem irmãos de sangue.

— Jason, eu já disse pra parar de pegar minhas coisas! — Dick, o mais velho, dizia irritado enquanto comia seus waffles.

— Não peguei nada seu. — Jason, o segundo, fez cara de inocente.

— O filho do Bruce não vai durar um dia nessa casa... — Tim, o terceiro e ex-caçula resmungou.

A casa receberia um novo garoto. Filho legítimo de Bruce e bem mais novo que Tim, que havia sido criado pela mãe egoísta e que agora havia perdido a guarda do menino.
Seu nome era Damian Wayne e, segundo Bruce, era o típico garoto mimado e antipático, todos estavam cientes que o problema não era o menino ser aceito na casa e sim o menino aceitar a nova família, por isso Bruce fez questão de não fazer festa de boas vindas ou apresentações para Damian. Ele aprenderia que não era especial ali e que era tão importante quanto qualquer outro residente.

— Todos vocês são filhos de Bruce, Patrão Tim.

— Eu sei Alfred, foi só uma força de expressão. — Tim massageou as têmporas já não suportando a discussão dos irmãos.

— Alguém está com ciúmes porque não vai mais ser o caçula? — Jason provocou.

— Cala a boca, Jay. Deixe Tim em paz. — Dick deu um peteleco na testa de Jason, que resmungou.

Damian entrou na casa. Era esquisito ter um pai. Ainda por cima um pai que foi tão mal falado quanto Bruce e que passou a vida inteira achando que era um playboy que não queria o próprio filho, para no fim, descobrir que ele tinha outros três.
Ele esperou que Bruce indicasse seu quarto e seguiu para lá, apesar de uma barulheira e risadas indicassem que a cozinha estava bem ocupada.
Damian não foi apresentado aos outros meninos da casa e nem recebido com boas vindas calorosas para que ele pudesse rejeitar casualmente, mas apesar de não gostar disso, sentiu um corte profundo no seu ego. Ele, o filho legítimo, o que deveria ser mais importante, não valeria nada a mais ali.

Tim terminou o café-da-manhã e subiu as escadas. A dor de cabeça ainda o incomodava. Andou pelo corredor sem prestar atenção, quando ouviu um rosnado.
Tim olhou assustado para o final do corredor. Um grande labrador preto arreganhava os dentes em sua direção.

— A-A-ALFRED!

Alfred e os outros dois meninos surgiram no corredor. O cachorro latiu alto e Tim pulou no colo de Dick.

— O Patrão Damian já chegou, aparentemente.

— Vou chamar o Bruce. Agora. — Tim soltou Dick que foi na direção do escritório do pai adotivo.

— Esse garoto acabou de chegar e já não gostei dele. — Jason cruzou os braços fazendo uma expressão de desdém.

Dick voltou ao corredor com Bruce em seguida, estendendo a mão na direção do animal, como quem diz "ali está, eu disse a você".

Bruce suspirou e chamou alto o suficiente para que o som atravessasse as paredes:

— Damian.

O garoto surgiu na porta do quarto, com uma cara de aborrecido.

— O que foi? — Resmungou.

— Cães fora da casa. E longe do quarto de seus irmãos, de preferência.

Damian bufou. Não queria admitir que estava acostumado com o cachorro protegendo seu quarto de possíveis invasores da facção criminosa do avô ou de facções inimigas e que ficava com medo se não o tivesse por perto.

— Vamos garoto. — Ele chamou o cachorro e o levou para fora sem prestar atenção nos garotos presentes ali.

— Alfred, preciso de um analgésico. Minha cabeça vai explodir. — Tim disse entrando no quarto, de onde não sairia o dia inteiro.

Jason saíra para andar de moto e Tim ainda estava trancado no quarto, Dick não estava com vontade de conhecer o garoto novo, então estava entediado. Ligou para o amigo, Wally e ficaram jogados pelo quarto.

— Então basicamente há um garoto novo? — Perguntou Wally com aquela carinha de menino levado que ele tinha naturalmente.

— Sim, mas segundo Bruce, e pelo que vi, é apenas um garotinho mimado e egocêntrico. Ele ficou bravo por causa do cachorro. Aliás, ele também tem um gato e Tim é alérgico.

— Tim é uma graça. Tão fofinho.

— Não dê em cima do meu irmão, Wally.

— Não seja ciumento. Eu amo você também. Se eu pudesse, casava com todos, mas Jason me assusta e tenho medo do que Bruce faria comigo. — Disse o ruivo.

— Se me lembro bem, foi você que disse que estava apaixonado por Bruce desde a primeira vez que o vira. Até o chamou de "Daddy", lembra?

— Você tem que admitir, Dick, ele é um homem muito...

— AI MEU SANTO MORCEGO, ELE É MEU PAI!

— Tudo bem, tudo bem.

— Ah, você não tinha ficado com aquela menina da classe 2A?

— Ah, a Megan? Sim, ela é bem legal. Aliás, você não está saindo com ninguém agora, está?

— No momento não. Por quê?

Wally deu um sorriso irônico.

— Vai ter uma festa.

— Não, obrigado.

— Ah, qual é, Dick, vai ser legal. Vai ter muita gente, vai estar escuro...

— Não sou de festas, Wally. E parece horrível beijar alguém sem vê-lo.

— Tudo bem, tudo bem. Você é um cavalheiro, eu entendo. Podemos procurar outra coisa pra fazer então.

Enquanto Dick e Wally conversavam, Damian explorava a mansão.

— Que lugar mais irritante. Não há nada pra fazer, como aqueles três idiotas vivem?

Damian não queria precisar de outras pessoas, mas a verdade é que se perdeu nos jardins da mansão Wayne e começou a pensar na ideia de sair gritando por Alfred, quando ouviu um barulho esquisito. Um arrepio passou pelas suas costas. Alguém estaria atrás dele? Quem teria o encontrado? Alguém mandado pela sua mãe? Se sim, como passaram pela segurança da mansão?
Damian se escondeu atrás de um arbusto.

— Merda — Alguém xingou em tom baixo. Quase como um sussurro.

Damian espiou devagar e viu um garoto alto com uma jaqueta de couro sentado embaixo de uma árvore resmungando de olhos fechados, talvez dormindo.
Analisou seu porte. Cabelos negros com uma mecha branca, pele clara traços finos e bonitos, roupas escuras, fones de ouvido.

Não parecia com um mafioso, parecia um adolescente revoltado. Provavelmente um dos filhos de Bruce. Damian cogitou perguntar a ele para que lado ficava a porta da mansão, mas seu orgulho falou mais alto.

Ele deixou o garoto lá e continuou seu caminho, até que finalmente encontrou a saída do jardim.
Ele foi para a frente da mansão e se deparou com uma cena que não era muito comum: um garoto ruivo incrivelmente perto de um belo garoto moreno.

— Afasta, Wally — O moreno empurrou o ruivo, rindo.

— Ah, qual é, Dick, só um. — O ruivo sorriu e tentou se aproximar do moreno.

As bochechas de Damian ficaram vermelhas.

— Você é um idiota. — Disse Dick.

— Eu sei. Sou ótimo no que faço. — Sorriu. — Até mais.

— Avise quando chegar em casa!

Damian se aproximou do moreno sem que ele percebesse. Observou-o com cautela e ficou tão perdido em seus detalhes, que se assustou ao vê-lo virar.

Dick, que não havia notado o garoto atrás de si, soltou um grito não muito alto.

— Que susto! Você quer me matar do coração?

Damian deu de ombros.

— Quem era o ruivo?

— Wally, um amigo. Por que a pergunta?

— Nada. — Continuou a encarar Dick, imaginando que ele deveria ser o segundo filho, já que o garoto do jardim era mais alto.

— Ok então... Eu vou entrar e fazer um sanduíche. Você vem?

— Não temos Alfred para fazer isso por nós? — Damian inclinou a cabeça suavemente, com uma inocência que Dick achou encantadora.

— E perder a parte divertida? Não mesmo! Venha, vou mostrar a você.

E os dois foram para a cozinha.

Tim não se sentia bem e isso o deixara um pouco desanimado, afinal, ele queria muito sair com seus amigos. Estava ansioso por isso.

Pegou o celular e enviou uma mensagem a Kon.

[Tim Drake 10:56]
Me sinto mal, acho que vou morrer, não vai dar pra sair hoje.

[Crush Kent ❤ 10:57]
Ah não, cara :c

[Crush Kent ❤ 10:58]
Melhoras, Tim <3

[Crush Kent ❤ 10:58]
Quando você melhorar, te levo no cinema. Fechado?

[Tim Drake 10:59]
Fechado! :) <3

Tim sentiu seu coração dançar no peito e seu rosto corar. Não era de hoje que sentia uma queda por Kon. Desde que se viram pela primeira vez, seu coração deu um mortal pelo garoto. O irmão mais novo de Clark, que, honestamente, Tim achava ser mais que apenas um amigo de Bruce, sempre fora sua paixonite não curada e até mesmo o melhor amigo dos dois, Bart, sabia.

Na cozinha, Dick e Damian tentavam fazer sanduíches, mas acabaram fazendo uma grande confusão.

— Damian cuidado com... — Antes que Dick pudesse avisar, o garoto escorregou em um picles e caiu com a mostarda, que espirrou em todas as direções.

— Droga. — Disse o menino, no chão.

Dick o ajudou a levantar e olhou para o estrago feito na cozinha.

— Estamos fritos. — E então lembrou-se dos hambúrgueres no fogo, no momento em que a carne explodiu.


Notas Finais


See you next cap <3
E aí, o que vocês esperam?


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