1. Spirit Fanfics >
  2. Birds in Love >
  3. What do I do?

História Birds in Love - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


Bom dia, boa tarde, boa noite.
Não eu não morri.
Obrigada pelos favoritos ( ꈍᴗꈍ)
Tradução do título: O que eu faço?
Boa leitura

Capítulo 14 - What do I do?


Rachel POV

Estávamos a caminho do pet shop. Damian e Caike brincavam de alguma coisa no banco de trás, Kori dirigia tensamente por algum motivo que ainda não compartilhara e eu tentava desviar minha concentração das pessoas que passeavam tranquilamente pela rua.

Bem, não tão tranquilamente. Alguma estavam com raiva, preguiça, excitação, ou sono, mas a maioria estava com ansiedade e isso é compreensível. Sempre com muita intensidade.

O que, claramente dificultava o meu objetivo. Ser uma empata não é um mar de rosas, ou é se você só contar com os espinhos.

— Você tá roubando! – exclamou o mais novo, me tirando dos meus devaneios. Me virei para trás sentindo algumas pontadas de dor.

— Não estou, só sou bom – retrucou o Wayne com um sorriso de canto.

— Ravena! – choramingou o garoto com o moletom do Batman.

— Ravena – imitou Damian com uma voz infantil.

— Por Azar, quantas crianças tem nesse carro? – perguntei me virando para frente.

— Então vai ser assim? – disse o garoto mais velho. Fiz uma cara confusa.

— Assim como? – perguntei curiosa.

— Você vai ficar do lado dele? – soltei um riso fraco e olhei para o Al Ghul, ignorado momentaneamente minha dor de cabeça.

— Posso saber quando eu falei isso? Eu não estou do lado de ninguém.

— Não escolher um lado também é escolher – falou Caike. Olhei pra ele indignada.

— Até você? – suspirei – Ok. Querem saber? Eu escolho o meu lado, que o lado dos adultos.

— Ei! – protestou Damian.

— Você protestar só confirma o que eu disse.

— Isso não é justo – falou o mais novo.

Ouvi um riso baixinho vindo de Kori e relaxei.

— Não mesmo – concordou o mais velho cutucando a minha cintura. Me contorci por conta do toque repentino – A gente tem a mesma idade, moça.

— Ai! – dei um tapa na mão dele – Eu sou sete meses mais velha que você. Demonstre um pouco mais de respeito, moço.

— Desculpa aí, idosa – respondeu ele com deboche. Kori soltou uma risada ainda mais alta, chamando nossa atenção.

— Vocês não têm jeito mesmo. É como se tivesse duas cópias do Richard discutindo – falou a aliem sorrindo.

Eu e Damian nos olhamos.

— Trégua? – perguntamos ao mesmo tempo e sorrimos.

— Trégua – respondi e me virei para frente de novo. Pude ver Caike sorrindo enquanto nos observava – Nada de brigas ai atrás, combinado?

— Sim – responderam os dois em uníssimo.

Kori parou o carro quando viu o sinal vermelho. Senti uma pontada mais forte de dor.

Olhei para fora com certo desespero. Muitos carros, muitas pessoas, muitas emoções.

Não conseguia me concentrar com facilidade e, para a minha (in)felicidade, uma dor mais a baixo da base do estomago se fez presente. Coloquei minha mão no lugar e pressionei.

Que ótima hora para se ter cólica.

Por conta da falta de concentração a dor de cabeça começou a ficar mais intensa.

Fechei os olhos com força e massageei minha testa esperando que a dor diminuísse.

— Rachel? – escutei a ruiva me chamar, já sentindo a preocupação dela – Você está bem? Tá com dor?

— Só com dor de cabeça. Pode ficar tranquila – sorri sem mostrar os dentes.

— Certeza? – foi a vez de Damian perguntar. Ele se inclinou para chegar mais perto, mas recuou quando Kori voltou a andar com o carro – Não tá com dor em mais nenhum lugar?

— Pode ficar tranquilo. Vocês dois, daqui a pouco passa – respondi.

— Hum – o moreno me olhou desconfiado, mas se encostou no banco novamente.

— Você não pode se curar sem remédios? – perguntou Caike.

— Infelizmente, nesse caso, não – olhei para o menor e sorri – Mas eu vou ficar bem.

Me virei para frente quando senti que todos estavam mais tranquilos. Damian não estava convencido, mas estava tranquilo de certa forma.

Não demorou para chegarmos no pet shop.

Parecia ser um lugar muito...caro. A frente do lugar era de um verde em tom pastel, com detalhes de patinhas, janelas grandes com grades que se assemelhavam com a de uma prisão e um pequeno estacionamento.

— Rachel – o Wayne me chamou quando a motorista estacionou – Pode ir com o Caike na frente? – perguntou.

— Claro – falei olhando para o menino – Vamos?

— Vamos! – respondeu ele animado.

Sai do carro, sentindo um pouco de frio, e esperei o garoto da mecha vermelha dar a volta. Peguei a mão do menor e seguimos caminho até a loja.

Me arrependi de não ter pegado uma blusa quando Damian me avisou que estava frio, mas não admitiria em voz alta isso.

— Ravena – me chamou com um sorriso. O olhei e sorri.

— Sim? – me abaixei.

— Eu não quero que vocês me adotem – falou com tranquilidade.

Essa frase me atingiu como um soco. Nesse momento eu conseguia pensar em quão decepcionado o Damian ia ficar e o porquê do garoto não querer.

Mas ao mesmo tempo, me indaguei se ele não estava usando a mesma tática que eu usei hoje cedo. Com receio de falar algo que não tenho certeza que posso, escolhi me fazer de sonsa.

— Do que você tá falando? – fiz a melhor cara de confusa que pude com as dores que ainda sentia. Mas meu instinto/poderes me diziam que ele falava a verdade.

— Eu ouvi a conversa de vocês ontem naquela sala. O Robin disse que queria me adotar. E que queria me levar na viajem – desfiz minha cara de surpresa e suspirei.

Sabia que o Wayne iria ficar chateado, mas eu não posso obrigar a criança a ficar. Sem contar que eu também não sou totalmente a favor dessa suposta adoção. Há muita exposição ao perigo, muita bagagem, muitos segredos e o Damian também é muito novo, irresponsável muitas

— Certo, eu vou conversar com o Damian. Não se preocupe – sorri.

— Eu só quero ser mais um peso pra vocês – o garoto falou com os olhos marejados. Apoiei minhas mãos nos ombros dele.

— Você não seria. Mas, é bem provável que a gente seria pra você. Tendo que manter as nossas identidades em segredo, correndo tantos riscos. Isso não é vida para uma criança – fiz um leve carinho na bochecha do garoto de olhos verdes – Eu entendo, e o Damian também vai.

— Certeza? – perguntou com um tom de preocupação.

— Absoluta – respondi com firmeza.

— O que vocês estão aprontando? – questionou o Wayne aparecendo atrás de mim. Me dando um leve susto.

Olhei para cima e percebi que aquela posição estava “um pouco” estranha para se ficar em um pet shop, então me levantei rapidamente – que quase resultou em uma cabeçada no queixo do Al Ghul –.

— Desculpa pelo susto, mas não precisa agredir também – falou ele.

— A culpa é toda sua por aparecer assim do nada, idiota.

— Tá, tá, e o que os dois estavam fazendo? – o moreno cruzou os braços. Antes que eu pudesse dar uma desculpa, Caike tomou a frente e me abraçou pela cintura.

— Eu estava roubando ela de você – falou o menor mostrando a língua. Ri baixinho junto a ruiva que nos alcançou agora. O Wayne fez uma cara de chocado, muito exagerada, e mostrou a língua.

— Boa sorte tentando – falou confiante. Não deu tempo nem de eu debochar que um funcionário da loja veio até nós.

— Posso ajuda—los? – falou o homem. Era alto, loiro de olhos castanhos, tinha postura arrogante e usava óculos. E pelo que seu crachá dizia, seu nome era Adam.

— Não precisa, eu já sei onde fica o que quero. Obrigada – Damian respondeu.

— Claro – o loiro me olhou de cima a baixo e depois voltou o olhar para Caike, se virou e saiu andando, me deixando desconfortável. Mas ignorei e me virei para Damian novamente, que não tinha a melhor das expressões.

— Tch, babaca – disse o moreno mais alto.

— Olha a boca – repreendi o mesmo e depois olhei de relance para Caike – Mas então, onde fica o shampoo que você geralmente compra?

— Fica mais pro fundo da loja – assenti com a cabeça e deixei ele ir na frente. Me virei sutilmente para o garoto de mecha vermelha e pisquei, recebendo um sorriso em resposta.

Seguimos Damian até onde supostamente deveria estar o shampoo e pude reparar mais na decoração do lugar. A pintura mantinha a mesma cor do lado fora, as prateleiras eram brancas e consideravelmente baixas, algumas tinham sacos de ração por perto. Mais para o fundo tinha o balcão, o que achei estranho, já que a maioria dos lugares deixam o balcão o mais próximo da entrada possível.

Ao longo do corredor havia algumas gaiolas com pássaros penduradas, casinhas de cachorro de muitos tamanhos, caminhas com várias estampas e muitos produtos. Produtos que eu nunca tinha visto antes, como pasta de dente de chocolate pra cachorro.

Seguimos Damian até onde supostamente deveria estar o shampoo. Mas não estava.

Suspirei impaciente. Talvez, fosse o fato da minha cabeça estar doendo pra um inferno ou, talvez seja por que vieram quatro pessoas pra comprar, no máximo, dez frascos de shampoo, ou talvez seja a minha cólica com uma pitada de TPM. Mas eu realmente não estava com humor para sair em busca do shampoo.

– Faz quanto tempo que você não vem aqui? – falei me virando para o moreno. Coloquei as mãos na cintura observando ele.

– Uns dois meses – respondeu, tranquilo – Caike, por que você não vai explorar a loja com a tia Kori enquanto eu e a Rae procuramos? – sorriu enquanto olhava para o menor.

Me perguntei internamente quando concordei com aquilo, mas, sabendo que isso veio dele sem nenhum aviso, ele quer falar comigo a sós.

– Certo – o garoto respondeu animado e começou a explorar sendo seguido pela ruiva.

Damian segurou a minha mão e foi em direção a uma prateleira e eu, sem muitas opções, o segui.

– Então, como é esse shampoo? – perguntei quando paramos de andar e ficamos de frente para um a prateleira cheia de frascos.

– É esse aqui – ergueu um frasco grande e cinza. Abriu o frasco com uma mão e o aproximou do meu rosto. Inspirei um pouco para senti o cheiro e fui surpreendida pelo fedor forte.

— Hugh. Esse cheiro não faz mal pro Titus? Acho que você sabe que o olfato dos cachorros é muito mais sensível do que o nosso – disse já procurando outro frasco.

– Esse é antipulgas – respondeu ele.

– Metade dessa prateleira é – retruquei voltando meu olhar para o moreno de olhos verdes que até então se recusa a soltar minha mão. Mas fui surpreendida ao ver que o mesmo sorria ao invés de juntar as sobrancelha e enrugar a testa como fazia quando era contrariado – Que sorriso é esse?

— Qual o problema com o meu sorriso? – perguntou interessado.

— Você não faz isso quando te contradizem, especialmente quando se trata do Titus – analisei a postura dele enquanto eu falava. Quando “de repente” a reposta chegou até mim – Isso foi um teste?

— Sim – respondeu tranquilamente enquanto pegava um frasco vermelho.

— Por que? – o questionei, soltando da mão dele.

— Como você mesma disse, eu sou uma péssima pessoa para se contrariar, então a maioria não discorda, mesmo se eu estiver claramente errado – abriu o frasco e o aproximou do meu rosto.

— Nem imagino o porquê – respondi revirando os olhos e inspirando o aroma, mais suave e doce, do shampoo.

— Tanto faz. O que você acha desse?

Decidi deixar esse teste de lado, não é como se eu esperasse que ele não fizesse um.

— Melhor. Vou pegar uma cesta – me virei e dei de cara com o funcionário que nos recebeu – Oh, desculpe – percebi que ele carregava uma cesta.

Naquele momento eu só queria dar a volta no rapaz e ir pegar outra cesta, com medo dele só aumentar arrogância. Mas percebi que isso só daria mais motivo.

— Aproveitando que está aqui, pode me dizer onde tem cestas?

— Eu peguei essa para você – ele afastou o objeto de si, me entregou e saiu.

— Obrigada – agradeci em um tom mais alto do que o habitual por conta da distância.

Me virei para o moreno que já pegava alguns frascos do produto.

— Você não está brava por causa do pequeno teste? – perguntou ele. Soltei um riso breve e baixo.

— Quando nos conhecemos você colocou um rastreador em mim, Damian.

— Isso foi diferente – sorri de lado.

— Claro que foi – o Wayne me olhou desconfiado – Então, sobre o que você e a Kori estavam falando? – perguntei.

— Eu perguntei pro Jason se ele podia trazer o Grayson hoje, e ele vai trazer – suspirou. Sorri de lado.

— Em troca de que?

— Informação pessoal – levantei uma sobrancelha em sinal de dúvida – A gente tem um trato, só podemos pedir favor um pro outro depois de contar algo, algo vergonhoso geralmente. É uma tática para aprender a confiar – disse olhando para outra direção.

— Ah – me perguntei o que ele poderia ter dito, mas não perguntaria. Caso ele queira falar, vai falar. Então decidi mudar de assunto – Vamos? A Kori já foi pro carro – conclui olhando ao redor.

— Vamos – respondeu, pegando minha mão. Soltei da mão dele passei a segurar a cesta com as duas mãos, deixando o garoto de olhos verdes confuso.

— Esse é seu castigo por ter me testado – sorri um pouco maldosa. Em resposta, ganhei uma careta de insatisfação.

Saímos da loja depois de pagar e encontramos com a ruiva e o mais novo perto do carro. Estava ansiosa para voltar para um ambiente mais quente.

Dessa vez quem dirigiu foi Damian e agradeci pelo fato de terem menos pessoas na rua do que quando estávamos indo, e como também não havia tantos carros o caminho de volta fora bem mais rápido.

Quebra de tempo...

Eu estava na sala, meditando perto da parede de vidro quando senti a aura de Damian se aproximando.

— Sim? – me pronunciei antes que ele tentasse me dar um susto ou algo do gênero.

— Eu vou ligara para o meu pai agora, você disse que tinha dúvidas sobre a missão – coloquei os pés no chão, sentindo o interior confortável das minhas pantufas, e parei de levitar. Me virei para ele, que segurava um notebook preto, e assenti com a cabeça.

O Wayne vestia uma camiseta vermelha, uma bermuda azul escura e uma blusa preta. Me questionei silenciosamente se ele usava cores que lembravam o uniforme de propósito.

Seguimos em direção a sala de reunião. Comecei a pensar em como contar que o Caike não quer ser adotado.

Será que ele vai ficar muito desapontado? Ele estava bem animado.

— Ainda estou de castigo? – perguntou se aproximando sutilmente e me atraindo a atenção. Sorri de canto.

— Não sei, ainda estou pensando no seu caso — respondi abrindo a porta e entrando.

— Nunca mais faço nenhum teste com você – sussurrou sorrindo e me olhando enquanto ligava o computador portátil.

Senti meu coração errando algumas batidas com essa cena e em resposta eu desviei o olhar para algum canto da sala enquanto cruzava os braços.

— Pai? — falou se sentando. Me sentei na cadeira ao lado dele.

Senhorita Roth, Damian – falou o Wayne mais velho.

Bruce Wayne poderia ser muitas coisas, o melhor detetive do mundo, bilionário, o Batman; mas, nesse momento, ele tinha a aparência de um pai cansado. Olheiras notáveis, voz exausta, barba por fazer e os cabelos bagunçados.

— Senhor Wayne – respondi.

Imagino que tenha muitas dúvidas – suspirou pesadamente.

— Por agora só tenho poucas, imagino que só vão me explicar todo o plano mais os detalhes quando eu estiver aí.

Você tem uma lista? – perguntou.

— Eu memorizei minhas dúvidas – ignorei o olhar de Damian sobre mim e continuei – Posso?

Prossiga.

— Tem em mente quanto tempo pode durar? – questionei.

Cerca de um mês com as informações que temos, mas podem aparecer complicações – rebateu.

— Quantos arquivos tem sobre o caso?

Sete, contando com as informações dos criminosos.

E ficamos nesse bate e volta de perguntas e respostas por um tempo. Damian apenas nos observava em silêncio.

Agora que eu já esclareci algumas dúvidas, poderia responder uma pergunta minha? – questionou–me.

— Claro – gesticulei com a mão para que ele continuasse.

Caso seus poderes saiam do seu controle, o que eu posso fazer para impedir o pior? – aquela pergunta, apesar de não ter me pego desprevenida, me atingiu como um soco de luva na boca do estômago.

— O pior que pode acontecer é meu pai se libertar, se isso acontecer você teria que dar um jeito de matar ele ou manda–lo pro espaço. De preferência o mais perto de uma estrela prestes a mudar de fase. Eu sugiro que você chame o Stone, ele tem todas as informações que irá precisar – respondi calmamente.

— Espera um pouco, e se acontecer algo com você? – perguntou Damian, me olhando com preocupação.

— Se eu desmaiar depois de usar meus poderes por muito tempo é só esperar eu acordar – tentei tranquilizar o Wayne mais novo.

Qual foi o maior período de tempo que você já ficou desmaiada? – perguntou Bruce. Voltei a olhar para o computador.

— Um dia e meio – senti que o moreno de olhos verdes ficou preocupado e tenso depois de ouvir minha resposta.

— E se você não acordar? – questionou o Al Ghul.

— Eu vou – o olhei pelo canto do olho e aproveitei que minha mão estava em baixo da mesa para colocar na coxa dele de forma sútil, em uma tentativa de acalma–lo — Se eu morrer essa torre vira de cabeça pra baixo. Mais alguma pergunta?

Não – respondeu seriamente — Tem algo para falar, Damian?

— Não, pai – respondeu cruzando os braços.

— Então até amanhã – se despediu e desligou.

Eu e o Wayne nos olhamos, e tirei minha mão da coxa dele.

— Rachel – me virei para ele — Eu tenho um apartamento em Gotham.

É claro que tem. Segurei a vontade de revirar os olhos.

— Eu quero que você fique nele comigo enquanto a missão estiver em andamento – pediu Damian segurando minha mão.


Notas Finais


O Damian (pelo o que eu pesquisei) faz aniversário dia seis de agosto, mas eu não achei a data do aniversário da Ravena então essa data não específica foi puro palpite.
Espero que tenha gostado 💕


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...