História B.tch of the year - Capítulo 12


Escrita por: e Tensec

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Tags Angst, Chenhyuck, Darkfic, Lumark, Nomin, Norenmin, Renmin, Taesung, Taeten
Visualizações 613
Palavras 1.396
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu ainda preciso responder os comentários, desculpa

Eu dei uma sumida, mas eu não tenho muito como justifica-la skjskssjsksn

AVISO IMPORTANTERRIMO:
Fiz um jornal com algumas coisas da fanfic, tipo, como eu criei e algumas coisas bacanas rsrs

Capítulo 12 - Smile


Segunda-feira 18/07 

 

Renjun mantinha o olhar no chão, não queria atrair muitos olhares para sua face machucada. Os recentes hematomas ainda doíam dependendo da expressão facial que fazia, o que menos queria era ter que explicá-los. 

Pelo corredor dos segundos e terceiros anos ouvia alguns sussurros sobre ele, mas não eram muitas as pessoas que olhavam para si, tinha sido esperto o suficiente para puxar o capuz sobre o rosto. Não chamava atenção ao natural, ele sempre tinha sido o nerd esquisito, o presidente do Grêmio estudantil exemplar ou até mesmo a pessoa traiçoeira. Mas ele era tudo na sombra, não tinha um histórico de notas vermelhas para ser chacota, não era ruim em esportes para ser intimidado, não era chocante o suficiente para chamar atenção. 

Suspirou entrando na sala do segundo ano, não era a sua, mas quem precisava estava ali. Sabia que estava. 

Caminhou até a mesa bem ao fundo e apoiou a mão na superfície da mesa, chamando a atenção do garoto que antes via alguma coisa desinteressante no celular. 

–Podemos conversar? – Disse baixo ao puxar o capuz que envolvia o rosto um pouco mais para frente – em dez minutos, banheiro masculino do terceiro andar. 

Não esperou resposta, se a pessoa quisesse encontrar-lhe era só esperar dez minutos, nada muito preocupante para quem ja se tinha sobrevivido dezenove anos e viveria mais alguns, ou mais muitos minutos, dias ou anos. 

 

Caminhou de cabeça baixa até o banheiro, suspirando aliviado de poder retirar o capuz ali dentro do lugar úmido. A pedra verde militar do chão estava tão escorregadia e suada quanto as paredes metade de azulejos — horríveis — também verdes, talvez um pouco mais escuros, e metade concreto branco. 

A paleta de cores fazia o banheiro ser escuro, isso fazia o Huang gostar mais ainda dali. Era meio macabro de vez em quando, mas isso garantia que outros alunos aparecessem ali com menos frequência. 

No espelho seu reflexo estava simplesmente deplorável. O corte próximo ao olho esquerdo ainda estava sensível e ardia. O olho também estava dolorido, mas felizmente o roxo não estava muito escuro. O lábio também tinha um corte aberto, aquilo estava inchado. 

–O que você quer? – Ouviu a voz rouca junto do barulho da porta abrindo sem delicadeza nenhuma – ja combinamos de não nos falarmos aqui dentro. 

–Cale a boca. – Proferiu irritado – meus pais voltaram ontem à noite, eles não tinham avisado que voltariam tão cedo. – Suspirou. O recém chegado arqueou as sobrancelhas por um breve momento encarando o reflexo magro de Renjun. 

–Foi ele, foi seu pai que fez isso? – Perguntou com certa raiva – por quê? 

–Eles descobriram da morte de Sicheng e que eu estava escondendo isso – riu sem emoção – só que eu tava escondendo aquela droga debaixo do travesseiro dele, eles descobriram tudo, todas as dívidas que você me ajudou a pagar com o dinheiro que pegou do Mark, descobriram das pílulas… Meu pai disse que tinha nojo de mim… Que filho nenhum dele seria um drogado de merda, e que eu tinha exatamente uma semana pra sair de casa. 

–E você não tá abalado? – Perguntou se aproximando lentamente do Huang, abraçando-o por trás. O tom de Renjun não era embriagado, ele não deixava escorrer uma lágrima, o que era estranho, sabia como era difícil a morte de Sicheng para ele e agora ele tinha sido expulso de casa… Mas os olhos mostravam apenas alívio. – O que vai fazer? 

–Nós vamos finalizar o plano – sorriu sem vida, fitando os olhos castanhos pelo espelho – e depois eu sei la, saio do país com o dinheiro que ja tenho guardado da venda das pílulas. 

–E eu? – Odiava admitir que sentiria saudades de Renjun quando tudo acabasse, se sentia tão fraco. –E nós? 

O Huang riu, se virando para o outro com um sorriso estranho. Tomou os lábios rosados para si sem sentimento nenhum. Os braços do mais novo apertaram com força o tronco fino do chinês, que separou o beijo em um suspiro. 

–Que nós? Nunca existiu um nós. 

 • Suffer for eternity… • 

Donghyuck esbanjava de um sorriso enorme desfilando pelos corredores com os fones no ouvido. A melodia agitada de uma musica aleatória fazia-o querer dançar, se sentia realmente alegre, mesmo que sem motivos aparentes. 

Cumprimentava todos que encontrava com um sorriso enorme no rosto. Pouco se importava com os olhares estranhos para si. 

Estar feliz sem motivo o deixava mais feliz ainda pra se preocupar com os outros. 

–Bom dia Minnie – escorou-se ao lado do armário de Jaemin que olhou-o com uma cara nada boa. 

–Que porra é “Minnie”? – Disse fechando o armário. Por mais que ainda estivesse meio irritado com Donghyuck seguiu os passos do baixinho até as salas de aula. 

–Eu queria achar uma coisa mais fofa que Jaemin, mas Jaeminie não é tão fofo, por isso Minnie – simplificou gesticulando coisas aleatórias com as mãos – eu sei, é bem gay, mas não to nem ai. –O Na soltou só um “hmm” bem desinteressado. 

Os barulhos nos corredores eram altos aquele horário, segunda-feira era o dia mais caótico da semana. As “panelinhas” eram bem nítidas, eram sempre os mesmos grupos, nos mesmos lugares, nunca mudavam. 

–Hyuck! – Ouviram o chamado praticamente do outro lado do extenso corredor – achei que você não iria vir hoje – disse Chenle depois de correr até a dupla com um biquinho nos lábios. – Oi Jaemin. 

–O-oi – disse envergonhado. Jaemin se arrependia de ter chamado Chenle de vadia da ultima vez que conversara com Donghyuck, e imaginava que o xingamento havia chegado aos ouvidos do garoto, o que só lhe deixava mais envergonhado. – Ah…desculpa por aquilo. 

–Não se preocupa, ja fui chamado de coisas piores – riu sem jeito. Ja tinha se acostumado, não se importava mais com aquele tipo de coisa – eu ja tenho que ir pra sala, só precisava te entregar o dinheiro do cinema Hyuck– estendeu o dinheiro para o ruivo, que estava avoado vivendo no mundo da imaginação. 

–Ahn? – Olhou o dinheiro por alguns instantes antes de colocá-lo no bolso – obrigado Lele, agora corra pra sua aula, sabe como o professor Ten é pontual. 

Chenle apenas assentiu e saiu correndo. Jaemin suspirou vendo Donghyuck se fechar em um mundinho de pensamento novamente. Assim não dava, o Lee queria companhia — mesmo pedindo indiretamente — mas ficava avoado. 

–No que tanto pensas? – Questionou. Os sorrisos abertos, mostrando toda a arca dentaria branquinha estava começando a chamar-lhe a atenção. 

–Muitas coisas, você ja pensou se aliens existem? – Olhou serio para o mais alto. Donghyuck achava até engraçada a diferença de altura que tinha para os outros meninos de sua idade, dele para Jaemin deveria ser algo de vinte centímetros, no mínimo – quanto mede? Eu sou baixinho, quer dizer, não que isso não seja visível. Mas tenho um e cinquenta e oito. Você deve ter um e oitenta, ou um pouco menos, não é? 

–Porque acho que você esta desviando da minha pergunta? – Devolveu o olhar. Quis rir, a cara de incredulidade de Donghyuck era engraçada – tenho um e setenta e sete se não me engano. E sim, eu acredito em aliens, o universo é muito grande para existir apenas o lixo dos humanos. Agora me responde. 

–Nem todos os humanos são lixos Jaemin. Beleza que existe corrupção, preconceito, violência, poluição e…ta eu não to favorecendo os humanos em nada – riu fraco, sendo acompanhado do mais novo. – Eu ja disse, to pensando em muitas coisas. Mas to sorrindo porque to de bom humor. Sorrir não precisa ser com motivo Minnie… A vida pode estar uma bosta, sorris sempre ajuda. Seu sorriso é bonito, deveria sorrir mais. 

O Lee deu de ombros com um sorriso. Sabia que o Na ficaria em silêncio, martelando aquela frase na cabeça, afinal ele era meio transparente.

Ele tinha apenas sido sincero. Sorrir mesmo quando tudo esta uma bosta faz bem, e o sorriso de Jaemin era lindo, sabia disso por Chenle ter surtado diversas vezes com os sorrisos que o representante de classe dava no refeitório, e isso era uma das poucas coisas que concordava com o amigo. 

—Você disse que… Meu sorriso é bonito? – Perguntou depois de um tempo processando tudo. Jaemin tinha as faces coradas e a mão sobre os lábios. Os olhos com ruguinhas embaixo denunciavam o sorriso tímido que ali estava presente. 

–Sim. Um dos mais bonitos que eu ja vi, sabia? – Donghyuck diz simplista – Na Jaemin, você deveria sorrir mais, seria um favor para o mundo.


Notas Finais


Eu não tenho muito o que dizer, só que ta chegando ao fim
E que eu pretendo largar mais bombas conforme esses últimos capítulos

Agora, vão la dar uma olhada no jornal, por favoooor: https://www.spiritfanfiction.com/jornais/sobre-boty-e-agradecimentos-13913173


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