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História Bitches broken hearts - fillie - Capítulo 7


Escrita por:


Notas do Autor


Oiii lindezas da minha vida todinhaa, Eu tô com bloqueio de criatividade, tô meio, sei lá, quem quiser e puder me dar idéias me chama no direct: dudumariaaa18 aceito sugestões pra história, tô necessitando e peço que não desistam de mim nem de bitches broken hearts ❤️

Capítulo 7 - Paralisia do sono


[POV/MILLIE]

pensei em pergunta - lo quem era no celular mas eu acabaria sendo muito indelicada, com quem ele fala ou deixa de falar não é da minha conta. Afinal, eu nem me importo né? Ou me importo? Claro que não! Pra falar a verdade eu me importo sim, além de me  importar com o Wolfhard ainda sou curiosa desde que me entendo por gente, é óbvio que eu vou investigar isso, mas antes preciso saber do Joseph. Desde que nós tivemos aquela discussão na balada eu nunca mais vi ele, nem os pais dele... O JoJo não me liga nem atende minhas ligações, fui no campo de futebol onde ele costuma jogar rugby e nada. Talvez eu tenha o perdido por um completo desconhecido que eu não sei nem da onde brotou, é Finn Wolfhard, você brotou na minha vida igual um furacão, te conheço a um dia e já perdi meu namorado e a minha sanidade mental, inclusive vou me meter numa "investigação" do seu passado que eu nem sei aonde vai dar. Mas não posso negar que ele foi maravilhoso comigo hoje, abaixou a minha febre, preparou chá pra mim, me medicou e agora estou deitada em minha cama relembrando freneticamente do nosso beijo no chuveiro que se não fosse por ele eu nem sei a que ponto eu chegaria. Queria que ele ficasse mais, só que ele disse que precisava ir pra casa pra estudar, hahaha até parece que caio nessa, estudar? Ele foi pra casa porquê tava parecendo um pimentão de tão vermelho desde que eu saí do banheiro, logicamente envergonhado pelo meu fogo no cu, talvez eu tenha assustado o menino? Talvez. mas vida que seguimos né. 

LIGAÇÃO ON:

Millie: Joseph?? porquê você sumiu? Você tá bem? Ainda tá com ódio de mim? Você...

Joseph: Millie respira. Olha, eu sumi porquê eu precisava pensar e agora que tô com a cabeça fria percebi que eu fui completamente babaca e ignorante te tratando daquela forma, você só tava dançando com o garoto e eu já interpretei como traição, me perdoa?

— Ain JoJo, lógico que eu perdôo, quem deve desculpas aqui sou eu.

— Mas... Você não me traiu, traiu? 

— N - não.. Não trai. eu? Trair? Burrr, não. 

— Que bom Millizinha, passo aí pra te dar um beijo?

— Claro!

LIGAÇÃO OFF

É... Pelo menos meu namoro ainda tá de pé, e eu acho que tô feliz por isso, eu disse acho? Tenho certeza. Tenho certeza? Puta que pariu Finn Wolfhard olha o que você tá fazendo comigo! Se pá, não sei nem que dia é hoje direito. 

NARRADORA ON:

Depois que Finn foi para casa Millie ficou criando paranóias na cabeça e foi tirada de seus desvaneios por uma ligação de Joseph que a deixou feliz, ou pelo menos era para deixar né... Finn foi para casa preocupado, preocupado por ter deixado Millie sozinha em casa meio adoentada e preocupado pela ligação que recebera na casa da mesma. Ele não recebe ligações do tipo a alguns meses e achou que já estava livre do fardo que carrega por quase 2 anos, seu desespero já se fez presente, não ter Nick e os amigos por perto o apavora, ele está sozinho numa cidade onde não conhece ninguém além de... Jacob Sartorius, que venhamos e convenhamos não é uma boa opção de amizade pra ninguém, Finn que o diga, e quanto a Millie, bom, para Finn, Millie é mais como uma espécie de... Colega, ou passa tempo, ou conhecida, ele não sabe se deve e se pode contar com ela. O dia seguinte amanheceu, Millie foi para a escola e foi tudo bem normalzão, aulas entediantes e mais aulas entediantes até que chegou a hora do intervalo que seria a hora perfeita para ela começar a fuçar a vida do misterioso Wolfhard.

— Gente, porquê será que a Millie não tá aqui ainda? – Noah perguntou na mesa da roda de amigos.

— Sei lá, vai ver tá no banheiro, garotas gostam de ficar em banheiros. – Caleb deu de ombros.

— Eu tenho pra mim que ela tá aprontando. – Sadie afirmou e todos deram de ombros.

Errada não tá. Millie foi na sala do diretor num momento em que ele não estava, foi fuçando as gavetas da mesa procurando o relatório dos alunos.

— Finn, Finn, Finn, Bingo! – Millie disse passando as mãos pelos documentos até achar o do garoto.

— Tá bem, vamos lá, Transferência. Olhaaa temos aqui um canadense, Vancouver, nada mal. Idade, 17 anos, notas. Vamos ver suas notas da escola anterior Wolfhard. – Ela disse falando sozinha enquanto lia o relatório.

— Misericórdia, nota alta em tudo? Quem diria. Ótimo, eu descobri a América. Ele nasceu em Vancouver, tem 17 anos e é um excelente aluno. Tô vendo que essa minha investigação não vai dar é em nada. – A morena revirou os olhos.

— Filiaçãoooo, isso! Já que do filho não encontrei nada, vamos ver dos pais. Mary e Eric Wolfhard, tem um irmão, Nick, tá, mudou muita coisa na minha vida. – Millie revirou os olhos novamente.

— Millie Bobby Brown o que faz na minha sala mexendo em documentos?! – O diretor disse estressado.

— Diretor Madariaga, é... perdão, acontece que eu tava atrás dos meus registros pra dá uma olhada sabe? – Mentiu.

— Você sabe perfeitamente bem que os alunos não tem permissão pra entrar na minha sala em minha ausência, muito menos mexer em documentos, além do mais, não está com seu registro na mão e sim do... – O Homem disse pegando o registro na mão.

— Finn Wolfhard. – Ele concluiu.

— Diretor é...

— Não Millie, não precisa se explicar.

— Não? – Ela franziu o cenho já prevendo a merda.

— Não. Eu sei porquê está aqui.

— Sabe? – A morena continuou com o cenho franzido.

— Sei. Olha... na sua idade, se apaixonar é normal, é natural que você venha aqui pra saber mais sobre o aluno novo, tá encantada por ele não está? – O diretor disse calmo.

— O quê? Não! Quer dizer, sim. – Millie mentiu pois se o diretor acreditasse que ela estava gostando de Finn, se livraria facilmente da bronca.

— Imaginei. Irei reconsiderar esse incidente, mas se quiser saber mais sobre seu amado é melhor perguntar a ele. – Madariaga aconselhou.

— Sim diretor, obrigada.

Millie saiu da diretoria dando de cara com Sadie.

— Você vai me explicar Tim Tim por Tim Tim do que aconteceu dona moça. – Sink disse arrastando Brown para o banheiro.

— Eu tô investigando a vida do Finn ué. – A garota de olhos de mel disse com a maior naturalidade do mundo.

— Oi? – Sadie franziu o cenho incrédula.

— Sads, esse garoto é diferente... eu não sei explicar, mas algo me diz que sei lá, eu preciso saber mais dele.

— Você tá louca? Millie, deixa a vida dele em paz, você só beijou ele uma vez e já quer saber tudo sobre a vida do Finn.

— Duas.

— O quê? – Sadie perguntou não entendendo.

— Duas. eu beijei ele duas vezes. – Brown a corrigiu.

— Puutaa merda, quando amiga??? – A menina de olhos azuis perguntou entusiasmada.

— Eu tava meio mal, febre, mal estar e coisa do tipo, acabei no chuveiro com ele. – Millie resumiu o mais resumidamente possível.

— Miiisericordia, shippo! #fillieisreal – Sadie começou a gargalhar.

— Fillie? – Brown fez uma careta.

— Finn + Millie, Fillie.

— Você não existe. – A morena gargalhou.

A noite chegou, Finn capotou no sofá de seu apartamento com sua guitarra em cima de si, acabou apagando ali no sofá devido ao cansaço, desde que chegou em casa estava tentando compor algo que preste mas não obteve tanto sucesso, Millie passou a tarde vendo filme com Joseph e foi dormir como de costume, depois de uma boaaa ligação de vídeo com Sadie. Seu sono estava normal, uma tela preta como todo mundo vê assim que dorme, mas depois... Ela teve a visão ampla de seu quarto, pôde ver cada detalhe, sua escrivaninha ao lado da cama com seu abajur de cupcake, a porta que dá entrada para o banheiro, absolutamente tudo. Mas como isso é possível sendo que ela está dormindo? Foi aí que ela caiu em sí, seus membros estão congelados e seus olhos não fecham... Paralisia do sono! Logo apareceu uma figura alta em frente a sua porta, uma figura masculina, com braços largos, cabelos escuros e sem rosto. Ao fundo dessa "coisa" tem uma sombra, uma sombra de outra pessoa mas é como um vulto, é uma grande fumaça preta que fica atrás do homem de braços largos, é como se essa espécie de sombra fizesse parte dele, o desespero dela se fez presente pois não consegue mexer nem o dedo do pé, a figura masculina foi se aproximando da mesma, ficou ao lado da cama e começou a enforca - la, enforca - la com força, a falta de ar foi se fazendo presente e tudo o que Millie conseguia fazer é se desesperar cada vez mais e ir sufocando, na sombra ao fundo apareceu um sorriso como se essa sombra estivesse comemorando o que o homem sem rosto estava fazendo, quando Millie achou que iria morrer sem respirar ela despertou em um suspiro ofegante, imediatamente ligou seu abajur e correu pra ascender a luz, as lágrimas se fizeram presente e a menina se jogou no chão colocando todo aquele medo e angústia para fora, em uma das gavetas da escrivaninha ela pegou sua Bíblia e tentou ler um salmo mas as lágrimas em seus olhos estavam atrapalhando, ela precisava de ajuda, de um colo, imediatamente se lembrou de Sad... Finn? É, pois é. Ela poderia ligar para sua melhor amiga, mas preferiu ligar para um desconhecido fodidamente perfeito.

LIGAÇÃO ON: 

Millie: F - finn... Fiinn.

Finn: Millie, oi, porquê tá me ligando a essa hora? Pera, você tá chorando?

Millie: F - finn, e -  eu... Me ajuda.

Finn: Mills o que foi? Se acalma, mano, cê vai ter um troço desse jeito.

Millie: Eu não aguento mais, eu já rezei, eu... Será que eu vou pro inferno e isso é um s - sinal?

— Como é que é? Inferno? Olha, tenta se acalmar, bebe uma água com açúcar, tenta não chorar tanto, eu tô indo praí.

LIGAÇÃO OFF

A Sorte de Millie é que o quarto dos pais dela fica em baixo e eles não conseguiram escutar a choradeira dela, exceto por Ava que o quarto é do lado, mas a garotinha tem um sono pesado e nem se daria conta de que sua irmã estava naquele estado. Finn do jeito que tava foi, Blusa e calça moletom, meias brancas e um chinelo, look super chavoso né meninas? Ele nem se importou com roupa, apenas pegou a chave do seu carro e correu para mansão dos Brown assim que foi se aproximando da casa viu uma garota de cabelos ondulados, baby Doll verde, sentada na calçada, aos prantos. 

— Milliee. – Finn desceu do carro e correu ao encontro dela, a menina se levantou e se jogou nos braços do cacheado colocando tudo para fora. 

— Eu tô aqui... Tô aqui Mills. – Ele disse passando a mão pelos fios castanhos da garota e ela apenas se aprofundou mais ainda nos braços do cacheado, Millie afundou seu rosto no peitoral dele, sentir o cheiro do perfume suave e marcante de Finn foi ajudando a acalma - la e depois de um tempo ela conseguiu finalmente parar de chorar e apenas ficou abraçada a ele, exalando seu cheiro e sentindo o calor do corpo do garoto.

— Tá melhor? – Finn perguntou. Ela levantou a cabeça indo de encontro aos olhos dele e assentiu com a cabeça. 

— Quer me contar o que aconteceu? – Ele perguntou e ela o abraçou novamente.

— Paralisia do sono. – Afirmou.

— Uou, paralisia... Tá explicado. – Ele disse com os braços envolvendo a garota. 

— Você já teve? – Millie perguntou apoiando direito a cabeça no peitoral dele e segurando com a mão a gola do moletom do garoto.

— Não. Mas já ouvi dizer que é horrível. – Respondeu.

— Tinha uma energia pesada no meu quarto, e ele... Ele tava me enforcando e... E tinha uma sombra, uma sombra atrás dele eu... – A garota voltou a afundar sua cabeça em Finn. 

— Tá tudo bem Marrentinha, eu não vou deixar nada acontecer com você. Quer me contar como "ele" é?

Finn disse e Millie sorriu ao escutar ele chama - la pelo apelido que ele mesmo deu a ela.

— Podemos falar disso outro dia? Eu realmente quero tentar tirar da minha mente isso tudo. – A garota de cabelos ondulados respirou fundo.

— Como quiser. Cara... Cê fica linda chorando. – O menino de pele pálida sorriu fazendo carinho no rosto dela com o polegar.

— Linda? Aposto que tô vermelha e com o rosto todo inchado. – Ela riu.

— É, você tá. Mas não deixa de ficar fofa. – Finn sorriu novamente. 

Millie pôde ver de perto a pupila de Finn dilatar e pode jurar que deve ter acontecido o mesmo consigo. Ela se aproximou do rosto do garoto separando os lábios por questão de centímetros. 

— Obrigada. – Disse como um sussurro o olhando nos olhos e após isso fechou os olhos juntando os lábios dos dois em um selinho molhando e demorado, depois disso voltou a se aconchegar nos braços do cacheado.

Finn sinceramente não soube o que fazer então apenas a abraçou demonstrando apoio, seu coração estava acelerado devido ao beijo mas ele tentou não levar isso em consideração, Millie estava frágil... Vulnerável... Não estava em sí, ela poderia ter beija - lo apenas por vulnerabilidade e emoção, tudo o que Finn menos precisa agora é se aprofundar num romance que irá comprometer a vida dessa pessoa. Ele não quer prejudicar mais ninguém, já tem problemas demais, não precisa de outros. 

— Sabe o que seu coração diz agora? – Brown perguntou escutando o coração dele acelerado. 

— O que ele diz Srta Brown? – Ele riu.

— Millie, Millie, Millie. – Millie disse imitando as batidas de um coração. 

— Boba. – Finn riu e a abraçou agora pela cintura, a garota entrelaçou os braços no pescoço dele e ficaram abraçados se balançando lentamente.

— E o Joseph? – O garoto de sardas perguntou baixo.

— Ele... Também podemos falar disso depois? – Ela riu desajeitada ainda abraçada a ele. 

— Podemos, claro. Mas, você já tá melhor? – O menino de olhos negros perguntou preocupado.

— Aham. 

— Então eu acho que já posso ir né? – Ele se soltou com calma do abraço. 

— Não! Quer dizer... você que sabe. – Millie disse olhando para o chão.

— Então... Tipo assim, complicado, amanhã temos aula, teus pais obviamente estão em casa, só se a gente passar a noite conversando na calçada. – Ele gargalhou.

— Eu tenho comida em casa e uma cama quentinha, vem. – A morena disse puxando a mão dele.

— O quê? Cê tá falando sério mesmo? – Finn parou perguntando incrédulo. 

— Tô. Mas se não quiser tudo bem, eu durmo abraçada numa Bíblia, encho minha cama com um monte de terço, ligo a tv na canção nova e durmo feliz da vida. – Ela levantou as mãos em sinal de rendição.

— Não é isso, eu quero, é que... Tem seus pais. 

— As vezes eu até esqueço que tenho pais de tanto que eles se importam comigo. 

— Então tá, mas cê não vai arrancar minha roupa e sentar em cima de mim enquanto eu durmo não né? – O menino de cachos negros gargalhou e Millie arregalou os olhos corando de imediato. 

— É... Desculpa. – Finn parou de rir ao ver que ela ficou envergonhada. 

— Ai foda - se, vem logo. – Millie entrelaçou os dedos com Finn e entrou em casa com ele.

 

 


Notas Finais


O Joseph tá levando gaia mesmo porque a fanfic é minha e eu escrevo o que eu quiser 😎😚✌🏻


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