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História Bitches broken hearts - fillie - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


Quem viu a call com uma fã que o Caleb fez?? A fã perguntou sobre a Sadie e o Caleb disse: "Ela é minha garota" Cadieshippers piraraaam no Instagram ksksksks (vulgo eu)

Capítulo 8 - Desejos e impossibilidades


NARRADORA ON
— Nossa, seu jardim é lindo. – Finn disse assim que adentrou a casa.
— Obrigada.
Millie perguntou se ele queria comer algo mas o garoto recusou pelo horário e disse que queria apenas dormir pois amanhã os dois precisavam acordar cedo, então subiram diretamente para o quarto dela.
— Aaannn eu vou contar! – Ava disse assim que saiu de seu quarto e viu Millie ao lado de Finn. A garotinha estava com duas chiquinhas no cabelo e um macacão rosa com alguns sorvetinhos em tecido de pijama.
— Não, você não vai. – Millie a repreendeu de imediato.
— O papai odeia garotos aqui em casa, então vou falar sim. Oooo pa... – Assim que Ava abriu a boca para gritar Finn abaixou - se rapidamente para ficar do tamanho da menininha e tampou a boca dela com sua mão.
— Olha, se você ficar quietinha amanhã o tio Finn trás chocolate pra você ok? – O cacheado sugeriu e os olhos da mais nova brilharam de imediato.
— Juro juradinho que não vou abrir a boca. – Ela disse assim que Finn retirou a mão da boca dela.
— Ótimo.
— E quem é ele Mills? Seu novo namorado? – Ava fora curiosa como de costume.
— Ele é meu... Amigo. Mas vem cá, era pra você estar na cama, tá fazendo o que acordada a essa hora pirralha? – Millie perguntou séria.
— Eu ia assaltar a geladeira. – Ava riu sapeca e Finn não conseguiu segurar o riso.
— Tudo bem, agora vai pra cama que é o lugar de criança ficar a essa hora. – A irmã mais velha reforçou.
— Tabom, divirtam - se, e tio Finn, quero meus chocolates amanhã mesmo ou então já sabe... – Ava o olhou com um semblante insinuante.
— Sim, sim, sim, circulaando. – Millie a levou para o quarto.
— Ela dormiu? – Finn perguntou sentado na cama de Millie vendo ela chegar no quarto.
— Dormiu. – A morena suspirou fechando a porta atrás de si.
— Eu não sabia que você tinha irmãos. – Ele disse.
— Tenho ela, Ava, 8 anos. Uma garotinha incrivelmente chata, irritante, manipuladora e fofa. – Millie riu e Finn a acompanhou.
— É... Tem algum colchão aqui? – O garoto de pele pálida perguntou.
— Pra você dormir?
— É né.
— Ter até tem, mas eu achei que... – A menina de olhos de mel não terminou sua frase.
— Você quer que eu durma contigo? – Finn a olhou com um sorriso maroto de lado.
— Se... Se você quiser... – Ela disse olhando para o chão.
Finn se levantou, foi até ela que ainda permanecia em frente a porta, simplismente a olhou nos olhos e começou a beija - la, um beijo extremamente lento e calmo.
— Finn... – Millie separou os lábios com dificuldade e com o cenho franzido.
— Só senti vontade. – Ele deu de ombros e retornou para cama mas agora deitando - se, Millie foi até seu closet pegou uma coberta vinho grande, e deitou ao lado de Finn distribuindo igualmente a coberta para os dois.
— Boa noite... – Ela disse e depois disso se virou para o lado direito.
— Boa noite... – Ele repetiu o processo e se virou para o lado esquerdo.
— Desliga o abajur porfavor. – Millie pediu e o garoto fez o que foi pedido.
— Tem seu cheiro... – O cacheado disse baixinho sentindo o cheiro da coberta de Millie e a mesma sorriu de canto logo após se virou para olha - lo, o garoto ligou o abajur novamente e se virou para também olha - la.
— Quer sentir meu cheiro mais de perto? – Ela perguntou envergonhada e Finn apenas assentiu com a cabeça.
Millie se aproximou e se aconchegou no peito de Finn, o garoto colocou a mão por baixo do cobertor, e pois a mão na coxa de Millie para colocar a perna dela em cima dele, continuaram abraçados apenas escutando a respiração uma do outro. Paam, momento perfeito para a detetive Brown fuçar a vida do carinha misterioso da balada.
— Finn, e seus pais? Me fale um pouco sobre eles.
— Porquê quer saber sobre meus pais? – Ele perguntou.
— Curiosidade. – Mentira não é. Millie tá fuçando a vida de Finn por pura curiosidade e falta do que fazer.
— Bom, eu nasci em Vancouver, tenho um irmão, Nick de 22 anos. Meus pais assim como o resto da minha família são médicos, cada um em uma especialidade e basicamente é o que eles também querem pra minha vida. – O garoto foi falando enquanto fazia cafuné nela.
— Mas não é isso que você quer pra sua vida, acertei? – A morena disse.
— É, acertou. Eu acho que não nasci pra isso, creio eu que todos nós temos um dom e o meu definitivamente não é a medicina. – Ele suspirou fundo.
— E qual é o seu dom? – Millie continuou com seu interrogatório.
— Não sei, bom, eu canto e toco guitarra, música sempre foi o meu forte, sou vidrado em discos e bandas antigas. – Finn afirmou.
— Exemplos?
— Ah... The Clash, Beatles...
— Tendi. E os seus amigos? – Brown continuou com as perguntas.
— Eu tinha uma banda, a Calpurnia. Eu dividia palco com Ayla, Malcom e Jack. Acho que são o mais próximo do que posso chamar de amigos. – O cacheado contou.
— Ai que legaal, e porquê não continuou na Calpurnia?
— Como eu disse, meus pais querem que eu me forme em medicina, música pra mim tem que ser levada como Hobby, eu não tenho muita liberdade de escolha. – Afirmou.
— Cê tem 17 anos né? – Ela perguntou.
— Sim.
— Pronto, já já vai ficar maior de idade, é só continuar focado na banda. – Disse ela.
— Não é assim que as coisas são Mills, enquanto eu for sustentado por meus pais, tenho que seguir as regras impostas por eles. Além do mais, a banda não rendia dinheiro suficiente pra que eu me estabilizasse e tudo mais. Eu teria que ter um grande projeto de vida muito bem bolado pra viver da música. – Finn afirmou.
— E seu passado? Me conta um pouco sobre ele. – Millie continuou com suas muitas perguntas.
— Vem cá, porquê você tá tão interessada assim na minha vida? – Finn perguntou já desconfiado.
— N - nada. É só que... Sei lá, eu quase não te conheço. Fazer perguntas não arranca pedaço sabia? – Respondeu - lhe.
— Eiita estressada, tomou chá de limão foi? – Ele gargalhou.
— Cala a Boca. – Millie deu um tapinha no peito dele.
— Vem calar. – Ele a desafiou.
Finn iludido todo, achou que Millie iria tasca - lhe um beijão mas na verdade a garota se levantou, pegou uma meia dela e enfiou na boca de Finn.
— Eu te mato. – O garoto se levantou e começou a correr atrás dela, os dois ficaram nesse corre corre no escuro, apenas com a luz do pequeno abajur que fica em cima da escrivaninha dela, Finn finalmente conseguiu alcança - la e a pegou no colo por trás, pela cintura e a jogou na cama começando uma série de cócegas.
— Finn... Finn! Meus pais, eles vão acordar! – Millie disse em meios a gargalhadas moderadas pelo travesseiro que ela pois na boca.
— Ninguém mandou tacar uma meia na minha boca. – Ele continuou em cima dela com suas cócegas incessantes.
— Eu mandei parar!
A única forma de Millie parar de rir e Finn parar de atormenta - la seria na base do beijo, ela puxou a camisa dele dando início a um beijo calmo, o garoto pousou as mãos nas coxas de Millie e a ajeitou direito na cama ficando entre as pernas dela. Millie definitivamente não conhece Wolfhard, mas por algum motivo ela está disposta a se entregar a ele, Millie nunca chegara muito longe com Joseph, o máximo que já fizeram foram dar uns amassos, mas com Finn é diferente, ao lado dele é tudo tão mais rápido e mais fácil, que perder a virgindade não é algo que ela tema. Millie colocou sua mão sobre a de Finn que antes estava na coxa dela e foi o incentivando a começar a toca - la, aos poucos, por baixa da blusa, ela foi subindo a mão dele fazendo chegar perto de um dos seios dela.
— Millie... – Ele a chamou com dificuldade em meio ao beijo.
— Vai disser que você não quer... Não quer me tocar Finn? – Ela disse o olhando nos olhos.
— Eu...
— Não quer...? – Millie levantou levemente a blusa de seu baby Doll mostrando uma parte de seus seios, só uma ponta, mas não escancarou a blusa dela obviamente, não chegou a ser nem metade dos seios. O garoto rolou os olhos pelo local imediatamente ansiando por ela.
— Mills... – O garoto ainda fitando o corpo da menina estava tentando conter seus instintos masculinos, ele já estava começando a ficar duro mas também estava se controlando ao máximo para não deixar isso acontecer.
— Não vou nem me mexer oh. – Millie deixou sua blusa como estava e colocou os braços ao lado de sua cabeça ficando imóvel para que o garoto decidisse o que queria fazer.
[POV/FINN]
Tudo o que eu mais queria naquele momento é toca - la, eu precisava sentir Millie, essa garota é extremamente gostosa e além disso, pelo pouco que conheço é um ser humano incrível. Me segurar pra não ficar duro e arrancar as roupas dela ali mesmo foi quase impossível, mas necessário. Em hipótese nenhuma eu posso ter um relacionamento, tudo bem que sexo não define Status, não é porquê eu transaria com ela que automaticamente estaríamos ficando ou namorando, comeria Millie de boa, o problema é que ela não é como as outras, não é como qualquer garota que eu brinco por uma noite e esqueço o nome no dia seguinte, por algum motivo que eu desconheço Millie é especial. Eu poderia sim ter transado com ela, eu tive oportunidade sim de fazer isso. Mas não quero, não quero trata - la como qualquer uma. O fato de eu não poder me relacionar com ninguém me impossibilita de muitas coisas, e ter Millie por uma noite é uma dessas coisas.
— Vai ficar parado aí? – Ela me perguntou vendo que eu nem se quer me mexi.
— Desculpa, eu não posso. – Saí rapidamente de cima dela e me sentei na cama.
— Porquê não? – Vi a mesma franzir o cenho.
— Por... Porquê não, eu não posso, não quero. – Menti.
— Finn, você é... Gay?
— O quê? Não! – Respondi de imediato.
— Então qual é o problema? – Acho que essa é a milésima pergunta que Millie me faz só essa noite.
— O problema é que... Você é muito nova pra mim. – Menti novamente.
— Nova? Eu estudo na mesma sala que você, nossa diferença de idade é mínima. – Ela não percebeu em qual sentido quis dizer.
— Não tô falando de idade, tô falando de maturidade e amadurecimento. Você não serve pra mim Millie, eu gosto de mulheres mais... Mulheres. Você é só uma garotinha, não me leve a mal mas eu não transaria contigo. – Dei as costas, deitei e fechei os olhos.
Confesso que dizer essas coisas doeu mais em mim do que nela, mas eu precisava de uma boa desculpa pra explicar que não posso ter algum tipo de relação sexual com ela. Falar assim fez eu me sentir um idiota, não que eu não seja, sempre fui babaca e pegador, mas como eu disse... A Millie é diferente.
[POV/MILLIE]
Criança, imatura e garotinha. Então é isso o que sou pra ele... Escutar Finn me dizer essas coisas sem remorso nenhum confesso que fez meu coração doer. Não é como se eu estivesse apaixonada por ele, mas poxa, eu ia entregar minha virgindade que não fui nem capaz de fazer isso com meu namorado pra alguém que conseguiu me magoar com pequenas palavras. Talvez eu estivesse avançando muito com ele, pra começo de conversa, eu não deveria nem ter beijado Finn naquela balada, nada do que nós fizemos era pra ser feito. Cada beijo, abraço e demonstração de carinho foi um erro. Porquê eu liguei pra ele quando na verdade eu deveria ter ligado pra Sadie? Porquê eu o beijei quando na verdade eu deveria estar beijando o Joseph? Porquê eu tô fudendo a minha dignidade por um garoto que eu nem conheço? Essas e mais algumas muitas perguntas que estão surgindo na minha cabeça são exemplos de coisas que eu nunca vou saber responder. Mas quer saber? Que bom que isso aconteceu, e que sirva de lição! Pra eu nunca mais chegar perto dele. Eu conheço bem o tipinho do Finn, ele é bem o tipo de garoto que usa e descarta, mas eu não vou me prestar a isso, não vou ser só mais uma que ele come e joga fora, não vou ser só mais uma vadiazinha de coração quebrado, eu não vou ser!
NARRADORA ON
Millie e Finn foram dormir cada um de um lado, Finn se xingando mentalmente de todos os nomes possíveis e Millie se segurando pra não derrubar lágrimas por alguém que não vale a pena. Assim que amanheceu o garoto pulou a janela para que os pais dela não descobrissem que ele passou a noite lá. Ambos foram para a escola e depois de 3 horários entediantes o intervalo chegou.
— E aí gente. – Finn cumprimentou o clube dos otários, o qual tá fazendo parte.
— E aí Finnzão. – Jaeden o cumprimentou assim como o resto do grupo.
— Você tá bem? – Sophia perguntou ao vê - lo meio estranho.
— Tô, tô sim. – Mentiu.
— Você tá bem mesmo? Tá tão borocoxô hoje. – Jack comentou.
— Cara, você é muito idoso. – Wyatt disse a Jack.
— Cala - te, tô tentando ajudar nosso baby boy. – Disse Jack.
— Ué, não era Finn lobo difícil? – Finn comentou.
— Finn lobo difícil, baby boy e mais uma cacetada de apelidos que inventei pra você. – Grazer gargalhou.

— Eii, tá tudo bem amiga? Você não para de olhar pra mesa do clube dos otários. – Sadie cochichou para Millie.
— Você pode vir comigo? – Millie cochichou de volta.
— Claro. Gente, eu e a Mills vamos no banheiro, só um minuto. – A ruiva disse ao resto dos amigos.
— Só vê se não morre por lá, cês vão no banheiro só pra fofocar e por lá mesmo fica. – Noah revirou os olhos.
— Caladinho você fica mais bonitinho. – Millie deu um beijo rápido no rosto de Noah e correu para o banheiro com Sadie.
— Pronto Brownie, joga a bosta no ventilador. – Sadie disse ofegante assim que chegou no banheiro com Millie.
— Ontem eu tive paralisia do sono de novo, só que umas 15 vezes pior que as outras vezes, acabei me desesperando e liguei pra primeira pessoa que veio na minha mente, Finn Wolfhard. Ele foi lá em casa me acalmar, como tava tarde e eu também tava me cagando de medo pedi pra ele ficar, acabamos um em cima do outro e a gente quase transou. – Brown contou - lhe.
— Putaaa merdaa. Mills olha, eu sou sua amiga a um bom tempo, e sabe que estou sempre aqui por você né? Mas não posso dizer que apoio isso, suas atitudes ultimamente estão me desagradando, você não terminou com o Joseph mas continua se pegando com o Finn, isso tá errado. – Sink disse.
— Eu sei disso, você acha que não tô me sentindo uma piranha com essas coisas? Tô sim, o problema é que eu não consigo controlar e quando vou ver já fiz merda. Mas isso acaba agora, não vou mais me prestar a isso, é vergonhoso e desonesto. Além do mais, depois do que ele me disse ontem, acho que nem quero olhar pra cara dele por tão cedo. – Brown disse meio cabisbaixa.
— O que ele disse? – A menina de olhos azuis perguntou interessada.
— Disse que não transaria comigo porquê prefere mulheres mais maduras e eu sou só uma garotinha imatura. – Suspirou fundo.
— Filhooo de uma mãeee, esse moleque tem vento no lugar do cérebro. Garotinha? Oh o mulherão da porra que você é amiga. – Sadie disse segurando a mão de Millie e dando uma voltinha nela.
— Mas não é o que ele acha... – Brown ainda não se convenceu.
— Foda - se o que ele acha, e pau no cu de quem concorda com ele. – A ruiva disse.
— Bom, agora mais do que nunca eu tenho que focar no Joseph e na minha felicidade, e também, ir afundo no passado do Finn. – A morena afirmou.
— Você ainda não desistiu disso Brownie? – Sink suspirou.
— Não. E olha, eu já tenho material pra começar a fuçar a vida dele, sei o nome dos pais, do irmão, dos amigos, sei até que ele tinha uma banda que se chamava Calpurnia, a família é composta por médicos e não apoiam ele na música.
— E como você sabe disso tudo? – Sadie franziu o cenho.
— Algumas coisas eu vi no registro dele que eu tava lendo na diretoria e outras coisas ele me contou.
— Tá bem, você tá focada. – Disse Sadie.
— É, eu tô. E eu vou descobrir o que esse menino tanto esconde. – Disse Millie.
— Se é que ele esconde algo...
— Bom, que seja. E aí, tá dentro ou tá fora? – Millie levantou uma das sombrancelhas.
— O que eu não faço pelo meu bolinho de chocolate né. – Sadie riu se dando por vencida.
— Aiiii eu te amooo. – Millie deu pulinhos abraçando Sadie logo em seguida.



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