História Bite - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~ramoony

Visualizações 161
Palavras 1.336
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


N/A: Não era pra postar agora (não era pra postar nunca, na verdade) mas o ser aí de baixo não ia parar de encher o saco até eu concordar.
Fiz na escola - no meio de uma crise existencial - sem lembrar de detalhes importantes como as casas de Teddy e Vic (ambos Hufflepuff aparentemente, apesar de eu ainda achar que a Vic é Gryffinfor) ou mesmo a idade correta. Então vamos fingir que o Teddy é mais novo e ainda está em Hogwarts.
No mais, eu nem pronuncio essa palavra direito. "Odaxelagnia". Humpf, que tipo de pessoa sabe isso de cor???
Edições são por conta dele.

N/B: Ah, podem me agradecer depois. Foi um prazer corromper nossa melhor aluna na aula de matemática, apontar uma arma para a cabeça dela até a última palavrinha escrita e depois revisar tudo!
(Eu, eu sei essa palavra de cor.)

boa leitura ;)

Capítulo 1 - I can be the subjetc of your dreams, your sickening desire


Fanfic / Fanfiction Bite - Capítulo 1 - I can be the subjetc of your dreams, your sickening desire

Não é nem um pouco honroso pedir maquiagem a uma garota.


Meu pai não diria uma coisa dessas, mas eu posso visualizar o Tio Rony dizendo: "Honre as calças que você veste".


Mas eu simplesmente não podia perder a oportunidade.


Victorie Weasley, minha doce priminha, olhou-me de um jeito estranho - mas sem nunca desfazer o sorriso brilhante perfeito - e puxou-me para dentro da sala comunal ensolarada e muitas portinholas redondas depois, para seu dormitório amarelo e rosa.


Geralmente eu exibo minhas marcas com orgulho. Os hematomas podem durar semanas, porque ele sempre capricha. Então eu ajeito a gola da camisa de uniforme e entro de cabeça erguida no Salão Principal. Elas estão lá, pra mostrar que eu sou dele.


Victorie pára no meio do quarto e cruza os braços, arqueando uma sobrancelha fina ao mesmo tempo.


Preciso morder o lábio para não deixar um sorriso nascer. Retiro a capa do uniforme e, como se não fosse bastante visível, ergo o queixo.


Três marcas arroxeadas roubam a atenção dela. 


Quentinhas. Recém-feitas.


Duas do lado direito (o lado preferido dele) e uma maior no lado esquerdo.


Ainda era possível distinguir a marca de seus dentes.


Ela chegou mais perto, com o cenho franzido e analisou cada uma; demorando-se mais naquela do lado esquerdo, em que ele alargou bem a mandíbula e mordeu como se realmente quisesse arrancar um pedaço.


Absolutamente sem nenhuma palavra - ou reação, para a minha decepção - Victorie se virou e buscou alguma coisa na bolsa idiota dela com nome francês, ao lado da cama que devia lhe pertencer. 


Quando voltou-se para mim de novo, pude ver um frasquinho não muito diferente daqueles que usamos nas aulas de Poções, com uma daquelas cores que não tem nome específico para homens.


Depois vi seu olhar sobre mim. Não entendi bem o que era aquilo. Só não podia ser o que eu acho que é. 


Compreensão.


- Eu sei como é. - Ela sorriu de lado, misteriosa. 


Suas mãos pequenas me seguraram pelos ombros e me levaram até a cama dela. E, gentilmente, ela me obrigou a sentar.


- Eu não tenho o seu tom de nude, mas posso transf...


Mas eu não estava tão mais interessado em intimidá-la com as marcas.


- Como assim você sabe?


Victorie, que já estava com pincel meio parecido com uma miniatura de vassoura e o frasco de algum tom "nude", deu de ombros.


- Ah, James, você sabe... - Ela disse enquanto espalhava o líquido de textura fosca por minha pele. - Teddy tem odaxelagnia. 


Bati na mão dela para afastar aquele pincel estranho do meu pescoço. Não... não sabia o que pensar.


- O QUÊ?


Ela parou. Olhou-me com estranheza, mas não demorou muito para suavizar as expressões.


- Odaxelagnia. - Explicou com paciência. - Prazer sexual em morder. Sua namorada também deve ter.


Então ela solta uma risadinha cretina, pega novamente a bolsa e tira de lá algodão e outro frasco com líquido transparente e palavras na língua natal dos Delacour. Com o algodão enxarcado, limpa o que quer que estava em seu pescoço e uma marca de dentes tão roxa quanto as minhas aparece.


- Teddy gosta de dizer que é um traço da lincantropia. De qualquer forma, eu sempre acabo com esses roxos por todo o corp...


Não fiquei para ouvir o resto. Atravessei o quarto com passos que poderiam abalar a estrutura do castelo e sumi pela porta.


- James? O corretivo... - Ainda pude ouvir.


Procurei furiosamente a saída dos dormitórios das meninas com aquelas malditas portas redondas. Voltei a sala comunal e pude me localizar, eu já conhecia a ala masculina. Ou melhor, o quarto dele na ala masculina. Entrei na sétima porta à direita sem me preocupar se algum de seus colegas estariam lá para ouvir ou não.


- ENTÃO QUER DIZER QUE VOCÊ ANDA CRAVANDO ESSES DENTES NA VICTORIE TAMBÉM?!


Cerrei os olhos para a mudança da cor de seu cabelo, de azul para amarelo desbotado. 


Não esperei por nenhuma reação. Saquei minha varinha e apontei para Teddy.


- SEU FILHOTE DE LOBO PROMÍSCUO! CACHORRO! VOCÊ ME TRAI COM A MISS FRANÇA!


E como não era o bastante, acertei-o com um feitiço que nem mesmo me ouvi pronunciar. Ele bateu as costas na pilastra do dossel e caiu sentado.


Fiquei perplexo, mas nem isso me fez baixar a varinha.


- James... - ele gemeu. - O que você...?


- ELA TAMBÉM TEM AS SUAS MORDIDAS - Gritei. Acusei.


Meus olhos começaram a arder e eu tive que piscar muitas vezes pra não deixar escorrer.


Teddy não olhou pra mim enquanto se levantava. Não olhou pra mim até chegar perto o bastante e arrancar minha varinha.


Daí ele olhou. E seus olhos estavam escuros, assim como a parte Black.


- É, ela tem.


Acho que uma ou muitas delas escaparam enquanto eu socava o peito dele. Não gastou mais que uns segundos para conseguir me deter completamente.


- Em que mundo você vive, James? Eu nunca terminei com a Victorie. - Ele dizia olhando pra mim, inabalável. - Nem vou terminar.


- SEU FILHO DA PUTA! 


Ele me olhou com uma expressão cansada, quase revirando os olhos.


- Isso é maquiagem...? - Notou o meu pescoço.


Sacudi-me até me soltar de seu abraço. Eu não queria nem precisava daquilo.


- SEU CACHORRO, FILHO DA PUTA!


Quis socá-lo até deixar cicatrizes maiores que as do pai. Quis chutar seu saco e empurrá-lo da torre de Astronomia. Quis pegar uma faca mais afiada que os elfos têm lá na cozinha e esquartejá-lo em tamanhos tão pequenos, mas tão pequenos, que pudesse alimentar toda a população de sereianos do Lago Negro, mais a Lula Gigante.


- James... - ele pareceu repensar sobre o que ia dizer. - Por favor, você conhece as condições. A decisão é sua. Eu achei que tinha deixado isso claro mas você não...


Não havia nada que eu queria mais que a minha varinha agora. Iria estuporá-lo ou coisa pior. 


Procurei por ela com os olhos e abaixei para pegá-la o mais rápido possível. No entanto, antes mesmo de conseguir apontar, ele me desarmou.


Senti meus dentes cerrarem e meu corpo tremer. Ao redor, um estalo de vidro se quebrando. Mas eu só conseguia olhar pra ele.


Um barulho de algo entrando em combustão chegou aos meus ouvidos, mas eu só via a ele: com a minha varinha e a dele em mãos, pronunciando feitiços para apagar o fogo que minha magia descontrolada criou.


- James, pára!


Nem eu conseguiria controlá-la naquele momento. Saí de lá o mais rápido que pude, por isso.


                          _


Eu já estava mais calmo. Nada ao meu redor estava se quebrando ou pegando fogo. Minha magia estava controlada. Talvez por isso ele tenha vindo falar comigo somente agora.


Encontrou-me na saída do Salão Principal e mesmo que eu tenha assistido Victorie e ele sendo namorados o jantar inteiro, não reagi.


- Sua varinha. - Teddy a estendeu. Peguei-a com a maior agilidade possível e lhe dei as costas. 


- Você pensou no assunto? - Ele veio atrás de mim.


Pensei em aproveitar que minha varinha estava de volta em minhas mãos, mas daí imaginei o que eu faria daqui pra frente. 


Deixaria-o?


Teddy está com Victorie há tanto tempo quanto ele está comigo. Eu fechei os olhos pra isso, mas é a verdade.


Além do quê, eu sei que meu desejo costuma ser maior que minha teimosia.


Olhei para ele. Os cabelos azul marinho, os olhos castanhos do pai e a expressão de cãozinho abandonado que não devia ser dele, Edward Remus Lupin. Devia ser minha. Eu é quem tenho Sirius no nome.


Odiei isso, porém arrastei-o pela mão até o primeiro armário de vassouras que entrou no meu campo de visão.


Tranquei-nos e me virei para ele.


- Vocês já sabe a resposta, não?


Lupin sorriu à medida que algumas mechas se tornavam rosa em seu cabelo. Puxou-me pelos ombros e beijou minha mão, minha testa, minhas bochechas (primeiro a direito, depois a esquerda), meu queixo, meu nariz, meu pescoço, nos lugares que havia mordido.


- Me beije na boca. - Teddy fez iminência de cumprir a ordem, mas eu não havia acabado. - E me deixe em paz.


Levantou uma sobrancelha, mas não ousou contestar. 


E quando estava quase capturando meus lábios, desviei. Não podia me esquecer do mais importante:


- Ah, e não morda.


Notas Finais


N/A: that's al...

N/B: Ah, deixa eu, deixa eu, deixaaaaaaaa!

N/A:

N/A:

N/A: ta

N/B: that's all folks 💙


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